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Mostrando postagens com o rótulo E agora José?

Sem pai, nem mãe (nem irmã)!

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  Às vezes eu fico assim, com um marzão turbulento no peito. Às vezes sou água parada. Em outros momentos, com um infinito oceano dentro de mim, balançando... Essas e muitas outras sensações que podem ser atribuídas a água salgada que me forja em alguns períodos. Que escorre em minha face. É meu  estado de órfão que assume minhas emoções, gestando sentimentos e salgando meu rosto, pensamentos, palavras e falas. Em frente a TV, neste domingo de 19 de abril, não pude evitar: Lembrei a dor de ficar sem pai, nem mãe e irmã. Senti o vazio no peito, de novo, na potência de três. Do outro lado da telinha, Ana Paula Renault, participante camarote nesta edição do BBB26, soube que perdeu seu pai. Tadeu Schmidt está de luto pelo irmão e ídolo, o Mão-Santa, morto há dois dias.  Climão! Já comentei com algumas pessoas que não sei dizer adeus. Este blog registra isso, já que deve ter dezenas de posts com chorumelas infinitas de meus lutos. A escrita é curativa para quem escreve. Acredi...

Quando foi que comecei a gostar de circos?

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Foi enquanto estourava pipocas em uma panela de alumínio furada, e que agora só serve para isso, que me questionei: Quando foi que comecei a gostar de circos?  Um dejàvú de poucos dias atrás me lembrou que há um circo no cidade. Não muito longe. E que poderia ir em uma sessão neste final de semana, comer pipoca salgada ou algodão doce. Ou os dois. Pipoca de cinema e de circo são diferentes da de casa. Deve ser aquela panela encardida e queimada que dá sabor. Já testei a gordura que usam em cinema quando era amiga da gerente na Terra do Nunca. Ela me deu uma garrapa da manteiga para pipocas. Não ficava a mesma coisa. Então deve ser a panela ou é o "molho" do(a) pipoqueiro(a) mesmo.  Lembrei também que fui ao circo pela primeira vez, já adulta, com os sobrinhos. Eles nem queriam ir. Mas eu forcei o convite. Queria muito ir ao circo e ainda tinha ganho ingressos. Peguei meu salário de estagiária, marquei o encontro ao final do dia, e fomos. Eles odiaram! Eu amei o Globo da...

Nome: Elaine - Apelido: Bombom - Cognome: Saudade

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13 de abril e chove levemente em Porto Alegre. É noite de outono e começo a escrever às 22h57. Segunda-feira. Dia de distrações com serviços de banco, que vinha adiando há quase 30 dias devido ao isolamento social em decorrência da pandemia da covid-19. [Gosto desta termologia, mas não do vírus, obviamente] Passei o feriadão lembrando a data de hoje. Mas adiei “essa conversa” até agora. Hoje marca a passagem da minha mãe pro plano espiritual. Quatro anos. Lembro da minha vida mudar horrivelmente, pela segunda vez. Mas não estou pronta para falar disso, ainda. Vou discorrer sobre o primeiro momento... Eu sou uma guria fantasiosa. E como toda fantasia, ela gera expectativas. E ansiedade. E medo. E dor. Na minha juventude ficava imaginando como seria a vida sem meu pai. Como faria para seguir em frente sem o apoio dele. Mas logo afastava os pensamentos nefastos. Pra que sofrer antecipadamente e sem motivos? O paiaço vendia saúde. Era um guri, como ele mesmo costumava dizer...

Adeus ano velho, a Deus ano novo

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A vida é como uma gangorra. Um sobe e desce rápido demais para quem gosta de aproveitar os bons momentos. Por isso nunca gostei deste brinquedo. Uma hora se está feliz. Em outro instante, triste. E a merda nesse vai e vem é que nem dá tempo para sentir aquele arrepio da instabilidade. É num rompante que tudo acontece. 2016 foi uma gangorra para mim. Como os momentos de baixa foram muito fortes, passei muito tempo perto do chão. E não é isso que almejei para mim. Queria estar mais perto da copa das árvores, sentindo a brisa fresca que passeia pelos galhos a tocar minhas bochechas rechonchudas. Dona Morte visitou minha família duas vezes nesses 365 dias. Em fevereiro, quando minha mãe teve alta hospitalar, os médicos pediram para que começássemos a nos despedir dela. Levei oito meses após sua partida para acostumar com sua ausência. Para que a dor virasse saudade, ainda que intensa. No meio desse período, meu irmão ficou dois meses hospitalizado. Antes disso teve crise...

Vivemos um retrocesso!

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Este 7 de setembro não terá comemorações grandiosas. Parte da nação está de luto. E eu também estou. Duplamente. Temos um presidente golpista à frente do país. E uma sociedade mesquinha que vibra com isso. Pior. Acredita que haverá desenvolvimento com a saída da esquerda do poder. Não quero ser pessimista, mas agora é esperar a crise interna se agravar, o social desabar e a educação descambar de vez. Rasgar a constituição e jogar o que sobrou no lixo não será difícil para quem já faz isso capítulo por capítulo, há tempos. Voltou o desgoverno. A gestão das minorias, dos empresários, da elite... Vivemos um retrocesso, muito bem arquitetado por aqueles que não se envergonharam de atirar a primeira pedra, considerando que já haviam pecado em maior escalada. Basta jogar no Google e conferir. Esqueceu como a direita governa? Então veja na internet todo o histórico. E não chore.

Falar e sair andando

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O sol tem brilhado com pouca intensidade nos últimos dias. É outono. E o astro rei anda aquecendo outro hemisfério... E juro, nunca pensei que sentiria falta da primavera, estação que anuncia a chegada do calor. Mas, sei, ainda tenho um inverno inteirinho pela frente. Dias frios e cinzas, que remetem a gente há tempos passados, emoções fortes, lembranças, saudades... Tudo que queria evitar nesses primeiros meses de ausência da minha velhinha. Sim, ela agora é minha estrela guia. Está viva somente na minha memória e no meu peito. Por isso o coração agoniado. Apertado. Saudoso e ainda incrédulo.  Não há um só dia que não me venha algo que remeta a ela. Confesso que não está sendo fácil sorrir. Queria poder chorar todas as dores dessa perda. Secar as lágrimas e seguir a vida. Tipo falar e sair andando, entende? Devia ter alguém que pudesse dizer como se faz para amenizar a dor, quando a mãe da gente se despede. Pois elas não nos preparam para isso. É a única coi...

Não entendo...

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Estou triste demais hoje. Quando se está doente, ou em torno de ente enfermo, se fica mais sensível às mazelas do mundo. A gente se torna imã, também, de notícias que não queríamos ter. Dá para optar em não assistir telejornais. Eles são cheios de fatos ruins, da maldade humana, tristes, do desfortuno de alguém. Eu sei, sou jornalista. E por isso peguei gosto por ler notícias pela internet. Assim faço a minha seleção. Mas não dá para fugir da vida. E da morte. Essa última está sempre no topo, aliás. Chega até nós pela boca de amigos, parentes, médicos, desconhecidos... Nesta segunda, por exemplo, uma amiga querida comunicou a partida de sua avó. Chorei por ela, por sua mãe, que é um doce de pessoa, e por mim também. Que, lamentavelmente, posso não estar longe de enfrentar tal situação. Ontem, uma jornalista global também desencarnou. E uma retrospectiva, breve, sobre seus amores em vida foi feita. Mas seu recado aos amigos é que me tocou. Pessoas dem...

Eu me prometo

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Estava aqui, tentando organizar meu livro­ caixa pela quarta vez nas últimas semanas, nos últimos três meses na verdade. De repente, comecei a divagar pelas redes sociais. E deixei de lado essa tarefa que é um desafio para mim há algum tempo. Então, agora, quando cansei de expor minha figura pela web, sinto me cansada para tal tarefa.  Chego a conclusão que preciso de metas pessoais, particulares, de autoorganização mesmo. Quanto mais retardo decisões, atos, atividades, tarefas, mais me prejudico. Tenho persebido de forma cada vez mais intensa.  Confesso que executar certas coisas é tão difícil quanto não comer chocolate. Consegui parar de fumar. Não foi nenhuma dificuldade enfrentar a abstinência da nicotina e demais compostos. Mas, por exemplo, fazer dieta é algo que não consigo. Preciso fazer tantas concessões para isso, como evitar doces e fugir do chocolate ao leite. No entanto, sou capaz de tantas outras coisas...  Há cinco anos descobri que sou uma mul...

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           Não faço exercício físico. Tento, mas não mantenho a prática. Um mês de natação e dois de descanso. Três meses de yoga e 45 dias de férias. Eu canso. Na verdade, eu canso é da vida corrida. Da energia perdida e não recomposta. E para minimizar “impactos”, a primeira coisa que cancelo no meu cotidiano é a ginástica. Só não canso de sexo, por que boba é que não sou. Sou gorda, apenas...      Sempre admirei as pessoas que têm um dia-a-dia cheio de atividades. Gente que dá conta da casa, da família, do trabalho, da universidade, da academia, dos amigos e do amor. Super atletas urbanos que conseguem ler seus livros favoritos, atualizar os conhecimentos gerais e estar a par das notícias e ainda dar uma folheada nas revistas de fofoca. Desse povo que para em frente a TV para ver suas séries favoritas. [E eu no esquema de escola, cinema, clube e televisão...] Respeitava muito esse povo.      Agora, que minha vid...

Rugas clínicas: ãh?

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A Universidade está em período de provas. Os alunos todos querendo sair de férias. Não aguentam mais o calor, não aguentam mais o transporte público, não aguentam seus professores, não querem mais estudar. Só ir do trabalho pra casa e de casa pro happy hour. Para contribuir nesse processo, fui ser a cliente de uma acadêmica de Estética. A Amanda. Linda a guria. E simpática. E atenciosa. Ela foi minha esteticista em prova por durante duas horas. Para logo depois ela sair de férias do Laboratório de Estética e Corporal, aprovada. Bem feliz. No entanto, para chegar no grand finale , a guria higienizou a pele do meu rosto e o colo com sabonete líquido cheiroso, passou uma loção adstringente, fez a avaliação da pele. O protocolo foi uma esfoliação profunda para redução da oleosidade e das sujeiras nos poros. Então, ela utilizou um esfoliante a base de uma máscara de bambu. Outra lição para abrir os poros, uma máscara úmida e vapor. A estudante fez a extração. Depois adicionou uma másc...

Sou tátil

Estou triste. Não vou mais enganar ninguém. Nem a mim mesma. Nessa segunda pela manhã pensava em comprar um presente para meu irmão. Pelo Dia dos Pais... Daí lembrei que não tenho mais pai para abraçar no segundo domingo do mês de agosto. E que nunca mais terei. Eu sou tátil. Preciso do palpável. Meu signo é de virgem, que nem São Tomé. E como ele, preciso ver para crer. E que vejo é uma poltrona vazia. Apenas isso.

Armistício

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Chorei copiosamente vendo Marley hoje à tarde. Doeu-me ao lembrar que o tempo de vida dos animais é grandiosamente menor que os nossos. Logo, vivemos o suficiente para sofrer por vários animais de estimação. Passamos pelo rito da perda várias vezes e nunca aprendemos com esses momentos. Nunca... Eu tenho paz em mim em grande parte do tempo. Na maioria dos dias. Às vezes, por mais de um mês consecutivo. Mas, também às vezes, o armistício acaba. O tratado é cancelado e a saudade volta a se digladiar dentro de mim quando olho ao meu lado e não vejo mais a presença física de quem amo. Seja por que morreu e nunca, mas nunca mais verei com a consciência mundana ou humana que conheço agora. Ou seja por que rompi os laços da amizade, do amor... É tão estranho viver só de lembranças dessas pessoas. Mesmo que sejam bons momentos. Buscamos com o olhar os locais antes receptivos aos queridos e está tudo assim, seguindo igual, mas com aquele vazio, aquela ausência. Por oras e dias ...

Ponto final

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Pensei que fosse ficar imune, mas não. A semana começou com uma notícia triste. Então, imagino que será uma semana delicada para mim. Melodramática. Emocionalmente delicada. Amanhã, dia 17, completam dois anos da partida do meu Paiaço. E a falta que sinto dele ainda não amainou. E talvez nem aconteça. Porém, estava me enganando bem e a terça é um dia cheio para mim. Perfeito para a passagem dessa data. Mas hoje ao meio dia tomei conhecimento de algo tão triste... O companheiro de uma amiga também não está mais com ela. Um homem de 39 anos, aparentemente saudável, enfartou ao volante, depois de uma noite alegre e festiva com os amigos e ao lado dela. Depois de uma noite de declarações de amor. Ah, o que dizer nesses momentos quando a gente só sabe fazer uma pergunta: Por quê meu Pai? Depois vem uma sensação de incapacidade infinita, de impotência mesmo, uma tristeza profunda, uma dor avassaladora que rompe nosso peito e acaba no estômago. Em seguida, as lágrimas param, pois os...

Diário Dietético: E agora José?

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Faz um frio de renguear cusco aqui em Porto Alegre. Há dias! E com isso vem a vontade de manter o corpo bem aquecido com muitas calorias. Mas isso eu sei que não devo e não posso. Mas que diabos! Não dá para passar o inverno tomando somente sopinhas disso ou daquilo. Eu gosto de canja e só. De vez em quando ainda... De resto, nada de sopa de capeletti, creme de ervilha ou de milho, de legumes. Gosto de carne assada, frango frito, lasanha, escondidinho de aipim, batata frita, torta fria e bolos. Então, já deu para perceber que a dieta não está sendo uma realidade em minha vida, nesse momento. E o pior é que esta semana tenho encontro marcado com a nutricionista. É claro que vou desmarcar. Devo, dessa vez, ter engordado mais que as 400g do mês de maio. Não vou pagar esse mico de novo. Aliás, não vou pagar mais nada! Meu amigo Bob [vou preservar a identidade dele aqui, nem sei por que] disse uma verdade; fez uma observação perspicaz, que assimilei de imediato. Eu sei que preciso emagrecer...

Tempo de reflexão [e tristeza]

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Domingo de Ramos. Início da Semana Santa. Há um ano, eu estava em outra cidade, numa rotina e num cotidiano muito particular. E nesse período, mas em data diferente, eu não vim para casa. Mas uma semana depois eu estava aqui e vivi uma triste surpresa. Não só para mim, mas para toda a minha família. Hoje, na missa de um ano da morte do meu pai, ouvi do padre que esse é o momento de reflexão. Era sabido. Há anos aproveito a quaresma para uma auto-análise. Já no início da ladainha, uma representação sobre uma leitura da bíblia. Bonita. Marcante. Mas o que mais me tocou foi a interpretação do pároco. Ele falou da Campanha da Fraternidade. Do combate a violência. De valores. De respeito. De amor. De amor próprio. E nessa fase de recomeço, de renascimento que me impus - de um dia que lembra uma forte tristeza, de uma imensa perda -, me bateu forte aquela fala. Amo tanto tantas pessoas, considero-as, valorizo-as e respeito-as, que até esqueço-me de mim. E não posso me impor esse desprezo. Co...

Sorria, você está na Bahia

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Lenine, e outros tantos músicos espetaculares, cantam ou cantaram sobre algum lugar da Bahia. E não é por menos. A terra é um encanto. É a terra da alegria. A terra da magia... E não falo somente de São Salvador. As cidades e praias adjacentes também possuem o mesmo ar místico, o mesmo povo hospitaleiro, a beleza natural e outros atrativos mais. Eu estou apaixonada. Diria mais: estou amando aquele estado de cor escura, bronzeado, rosáceo, marfim, café com leite. Em setembro eu já havia me encantado pela cidade que tem nome santo, do bem. Talvez seja por seu significado, que Salvador ofereça turismo religioso, que tenha 365 igrejas [embora muitas sob reforças infindas e caríssimas], casas de candomblés e o presente do baiano: uma fitinha do senhor do Bom Fim para que se façam pedidos. Mais uma vez recebi várias dessas fitas. O que não seria necessário caso levasse a sério o mimo. Todo baiano que se vira com artesanato, bijuterias e artigos de rua tem a mesma estratégia. Aborda o turista...

E Agora José?

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Eu me emociono com qualquer coisa. E com situações e momentos importantes. Emociono-me com pessoas. Já disse isso aqui, várias vezes... A pouco eu vi a apresentação das famílias de quem está no paredão do BBB11. E chorei com a Natália, cuja mãe estava do lado de fora da casa, torcendo e pronta pra receber a filha. Tudo que diz respeito a laços de família me tem cativa nos últimos cinco anos. Para dar vazão a tanta emoção, saudade e memórias, que fiz outro blog. “ E Agora José? ” E como digo na apresentação dele, não sei se escrevo para mim ou se para ele. Mas com certeza é de pai pra filha e de filha pra pai. Ah! Se você for de muita chorumela, como eu, leva lenço. Ou não entre...

Perder e ganhar...

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Não gosto de ler na web. Jornais, revistas, agência de notícias... Seja o que for, prefiro folhear. Minha leitura é muito melhor e a compreensão também. Mas, por uma rescisão financeira, tenho lido minhas revistas favoritas pela web. Uma delas é a Vida Simples . Na matéria de capa desse mês de novembro, temos o tema Perda . Depoimentos de pessoas e profissionais da saúde trazem relatos de situações de dor e como o momento deve ser atravessado, para que haja superação. A minha dor ainda não foi superada, mas tenho ganhado momentos de felicidades ao lado de amigos e da minha família. Por causa de duas pessoas, descobri como curar - rapidamente e brevemente - a minha depressão leve. É paliativo, mas saboroso. E gostei da receita. No último domingo [14/11], contrariando meu desejo depressivo de ficar a [mais uma] tarde de sol em casa, fui levada para a Cidade Baixa, ver o que mais gosto: gente. E beber o que gosto demais no verão: cerveja. Jana e Peterson me deram várias garrafas de Patríc...

Tocando em frente

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Brigitte Bardot, minha gata vaquinha Penso que cumprir a vida Seja simplesmente Compreender a marcha E ir tocando em frente Como um velho boiadeiro Levando a boiada Eu vou tocando os dias Pela longa estrada, eu vou Estrada eu sou Quando chegar o momento, e se tiver que retornar a este plano, pedirei ao Pedro para que volte como borboleta, gato ou outro felino qualquer. A vida boa que dou ao Shazan e à Brigitte Bardot me fazem querer isso. Muito. Claro que também quero ser adotada por alguém amante de bichano e cheio de amor pra dar. Posso ser uma gata ou gato muito ronronante e pidão. Precisarei de um dono com paciência... Meu baby barriga verde, com certeza, não deve ter do que reclamar. Tudo bem... Talvez das vezes em que o deixei na petshop para o banho ou para hospedagem. Nessa foto, por exemplo, ele está bonito e perfumado. Ele havia acabado de conhecer a nova pet, que frequentará, desde então. E pra ficar mais “gatinho” do que já é, a cuidadora colocou uma bandana nele, que a vo...

Votar com fé

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Certo ou errado até A fé vai onde quer que eu vá Oh! Oh! A pé ou de avião... Mesmo a quem não tem fé A fé costuma acompanhar Oh! Oh! Pelo sim, pelo não... Já começo a ficar ansiosa pelos amigos, pela sociedade, por familiares, pelo povo. Amanhã é o dia de “depositar” os votos da esperança na urna eletrônica. Eu já escolhi meus candidatos. Uma miscelânea incrível, mas eu aposto em projetos ideológicos e não em parcerias 100% interesseiras. Eu sei. Pura ilusão. Mas minha consciência está tranqüila sob essa aposta. Não tenho muito que dizer a todos. Além de desejar que todos votem de acordo com seus preceitos políticos e sustente-os até o fim. Ou seja: na alegria e na tristeza. Torço para que no país, nos estados, seja, quase sempre só alegria, pois o quintal da nossa casa, nem sempre vai até o muro. Pode ir um pouco além.