Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens de Novembro, 2017

Meu choro, meu coração, minhas lembranças

Não consigo me acostumar com despedidas. Com a partida. O adeus! Com o tempo a gente acostuma a não ligar mais, não programar o reencontro, a ter que perder (mais) uma referência. Mas não sou amiga do tempo. Ainda não.
Em (mais) um ano precisei reaprender uma porção de coisas. A ter uma opção a menos. E hora foi fácil, hora foi difícil. Recomeçar a vida sem a presença dela ainda marca meu dia-a-dia. Existem muitas etapas em aberto ainda para poder ser apenas a saudade. Sem o choro. Só o coração e as lembranças.
E enquanto a vida burocrática não se ajeita, agradeço aos céus por ter nascido Barcellos e Araújo. Por ter sido a irmã caçula. E por ter me despedido. Foi por pouco tempo, mas foi importante. Vejo agora, que, talvez, o tempo tenha sido meu amigo, então. Mesmo eu não entendendo...
Obrigada Pai.

Trocando em miúdos

Essa linda da Marrom, com esse querido do Emílio, cantando o maravilhoso Chico. É muito amor numa interpretação. Numa canção.

Eu choro

Sou temporã. Nasci dez anos depois da primogênita. E nove, depois do filho do meio. Vim quando ninguém esperava, e cá estou. A filha caçula da Maria e do José. Meu pai torcia para que nascesse no seu aniversário – 11 de setembro. Mas sou temporã nos dois sentidos da palavra. Na minha família sou a única que não veio ao mundo pelas mãos de uma parteira. Ufa! A moderninha. Confesso: gosto da ideia de romper paradigmas, mesmo que de pequeno porte. Também fui a única a participar de atividades do movimento estudantil durante o ensino médio e a cursar uma faculdade. Ah, mas o meu orgulho em casa foi ter sido a precursora em verbalizar o Eu Te Amo. Demorou, mas saiu. E depois do primeiro, banalizei. Espraiei. 

Mas de volta ao meu nascimento... Rompi à vida em silêncio. De madrugada. Meu Paiaço adorava contar este momento: “Tu não queria chorar, então, o médico deu um tapinha na tua bunda para que chorasse, para ver se estava tudo bem. E tu abriu o berreiro”.  Crendice ou ciência da época, eu n…

Dietando: Semana da vergonha!

Nada no mundo se compara à persistência. Nem o talento; não há nada mais comum do que homens malsucedidos e com talento. Nem a genialidade; a existência de gênios não recompensados é quase um provérbio. Nem a educação; o mundo está cheio de negligenciados educados. A persistência e determinação são, por si sós, onipotentes. O slogan "não desista" já salvou e sempre salvará os problemas da raça humana. Calvin Coolidge

Está difícil soltar o verbo?

O ato de #escrever exige da gente muita #leitura e também muita prática, além de conhecer bem sobre o tema que se quer abordar. Mas também é importante conhecer o seu #leitor. Procure saber para quem está #escrevendo, do que estas pessoas gostam, o que elas buscam ou precisam. E antes de começar a redigir, coloque-se no lugar delas. Pense no estilo ou no tipo de #narrativa que gostaria de ler a #mensagem que estás prestes a iniciar. Afinal, o #texto será o seu elo de #comunicação com eles e precisa desta intimidade para fluir bem. Bom trabalho! #ficaadica#escritacriativa#minicurso#RosaCarvão#escritacriativaeafetiva

Dietando: Dança aérea é motivação!

Como perceberam, o diário da dieta não foi publicado nas últimas segundas, quartas e sextas. Vi que era muita coisa. Vocês iriam ficar entediados rapidamente. Eu já fiquei. Por isso, mudei de ideia. Agora eles serão publicados uma vez por semana. Ou não! "Cada qual sabe amar a seu modo; o modo, pouco importa; o essencial é que saiba amar." Machado de Assis

Feminino e masculino

A Rosa Carvão é uma empresa feminina. Assumidamente feminina. Somos duas mulheres que uniram qualidades, parceiros, habilidades, profissões, temperamentos, sonhos, personalidades, famílias. E família tem mãe, pai, irmãs, irmãos, tem filha, tem filho. Temos participações masculinas. Amigos. Clientes homens. Lembro-me da mãe discutindo com meu pai sobre a importância de alguns cuidados. O posicionamento machista que orientava o homem lá de casa, “dizia-lhe” que devia zelar por nós: suas duas filhas e esposa. O que era completamente desnecessário. As mulheres são autossuficientes, independentes, fortes e cuidadosas. São fênix! E as do nosso lar ainda eram dominantes. Por lá, o zelo era constante. Recíproco. E o “duelo de titãs” sempre acabava saldo positivo: saúde boa para todos os integrantes da família, para todos os gêneros. Compartilhamos este exemplo porque acreditamos que é preciso discutir a relação, sempre, quando o assunto é bem-estar. Saúde. Sim. Seremos recorrentes no tema. P…