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Mostrando postagens com o rótulo Videira City

A Cabana

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Sempre soube que minha estada no Meio-Oeste catarinense era temporária. Eu cheguei no verão de 2006 com o propósito de ficar dois anos, no máximo. Acabei ficando quase cinco. Mas acabou. Essa semana que passou acertei um acordo trabalhista judicialmente. Voltei à cidade Fui do bem [tive um leve arrependimento disso depois]. Mas a vida é feita de ciclos e temos que concluir todos eles para podermos seguir em frente. E assim está sendo. Nunca tomei uma decisão em que tenha me sentido tão bem depois. Decisão acertada essa de voltar para Porto Alegre. Estou mais gorda, mas me sentindo leve. Feliz. Tranqüila. Sabedora do que tenho de fazer, dos meus sonhos e dos planos. Nos três dias em que fiquei em Videira, reforcei minha certeza, minhas idéias. Entre isso, encontrei amigos queridos e garanti de que eles estavam realmente bem. Isso me deixou com o peito leve. Saber que meus amores seguem bem as suas rotinas diárias a que se propuseram me alivia a saudade. Num dos encontros ganhei esse liv...

[Quase] A ferro e fogo

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Somos cinco. Maria Odete e José são meus pais. Elenara e Jarbas meus irmãos. Eu, Elaine, sou a caçula. Claro que sei minha história de família, minha linhagem, a história dos antepassados e o nome, a data e o local de nascimento de cada um de nós. Há quase dois anos, num feriado qualquer desses, estava sentada ao lado de meu pai, assistindo ao Globo Esporte. Um jogador de futebol, atleta de Deus ou devoto de algum santo católico, explicava o texto tatuado em torno de sua perna. Ao que me lembro era uma oração escrita em letras pequenas e em algumas linhas. Achei linda e desde então criei a ideia fixa de tatuar os nomes de toda a minha família em torno da minha panturrilha. Voilá! Para acompanhar minhas primeiras sete tatuagens videirenses, fiz mais esta que vocês estão vendo. Uma homenagem a quem amo e me ama de coração e incondicionalmente. A referência as origens dos meus sentimentos mais nobres e puros, como o amor fraterno e sincero. Agora tenho oito [e essa doeu pá caraiô]. Dizem ...

Bá, vou pra Porto...

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Meu computador tem um talho na diagonal do seu monitor. A Frida Kahlo agora tem o que sua real pessoa tinha: cicatrizes! Eu chorei. Fiquei triste. Afinal, agora é tudo que tenho – um netbook semi novo e semi quebrado, que de certo mal vai durar até o final do ano. Nem quero saber o que pode ter acontecido com o Lacraia. Os dois estavam juntos, na mesma mochila, prensados entre uma caixa de quinquilharias e a porta do bagageiro. Um pouco de muita birra, alguns xingamentos que doeram os ouvidos e o peito e salvei um pouco da minha independência. Mas mudança é assim mesmo. Sempre tem avarias... Ainda bem que o Shazan está bem. Isso me consola! Chorei também pelos afetos. Fiquei triste de estar me afastando deles. Alguns já distantes de mim há algum tempo, outros tão ao alcance da mão... Pensei que fosse ser fácil despedidas, mas não. Meu coração parte apertado, mas certo do que precisa e do que busca. Eu tenho que voltar em 30, quem sabe, por motivos profissionais, mas não quero ver ningu...

De diva a colegial

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A festa estava marcada para iniciar às 20 horas da última sexta feira [25]. Mas nunca fui de cumprir horários. Cheguei às 21h30. Uma hora mais cedo do que a primeira edição do evento temático Anos Dourados [60, 70 e 80] em homenagem ao Emídio, que estava de aniversário. Com a Estela Maris, brilhando na festa de 2008 Demais! A Estela, a senhoura do dono da festa, sabe organizar muito bem o esquema. Que por sinal arrasou na fantasia este ano. As fotos são da primeira edição. Fui de diva. Claro. Este ano improvisei uma modesta colegial, mas adorei também. Não levei camêra para registrar os pequenos flagras, mas já soube que as minhas fotos, como sempre, estão "divertidas". Isso dito pela boca de um amigo do terceiro sexo, que conseguiu chegar tão tarde, que até já havia saído. Em tempo. Em festas de anos dourados, a bebida principal é a cuba. Nem preciso dizer que me acabei com o drink, precisando fazer uma saída bem estratégica. Depois de dois cigarros [sou ex fumante], vários...

Ela vem chegando...

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... E feliz vou esperando. A espera é bonita Mas eu espero sambando. A mulher da minha vida está para chegar. Ela vem feliz me ajudar a preparar o brechó. Sabem por que? É o que ela mais queria: a filha caçula em casa, embaixo das suas saias, de novo. E sim, volto bem contente para o berço. Nem tudo é batata doce, eu sei. Muita coisa vai rolar nos próximos meses, mas não tem volta. É adiante que a vida tem que andar. Mas, por enquanto, tudo será festa. Terei em torno de 20 dias para me despedir com respeito dos amigos daqui. De rir, brincar, chorar, dormir e acordar cedo. Passear, vadiar ou simplesmente estar de férias. Depois eu sei que vai ser um pega prá capar, como diziam antes. Minha mãe vem acompanhada. Ela fez docinho, beicinho, manhã. Tentou dissuadir minha tia, mas foi vencida. Viu que ficaria para trás e decidiu embarcar para Videira, para levar uma parte da mudança no busão mesmo. Vou pegar leve com as velhinhas. Só roupas de verão, algumas de inverno que não me entram mai...

O que é do amanhã, amanhã pertence

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jujuba [com queijo frito na boca] e eu [com pedação de filé mignon] Segunda feira, 21 de junho. Hoje minha amiga Jô completa 22 anos de idade. Bem bacana essa data, esse período. É o início da maturidade, do descobrimento de diversas coisas sobre a gente a mesmo. Somos audaciosas nos vinte e poucos anos. Temos coragem para fazer de tudo um pouco. É assim que deve ser mesmo. Vários desafios para enfrentar, com o nariz e o queijo erguidos. Parabéns Jujuba. Se o balanço foi bom até agora, se prepara para os anos vindouros e cheios de frutos. Tem muito mais vitórias para chegar até os 30. Depois que a coisa fica mais difícil, mas isso tu só precisa saber daqui a oito anos. Até lá, relaxa e goza minha cara, que tudo é uma festa. Pode crer! Eu [desconfiada] , entrevistando o então secretário da segurança Ronaldo Benedet Hoje também começa minha semana de despedida do jornalismo diário em Videira. O dia começou como imaginei que seria. Bom! Pela manhã segui minha intuição e fiquei na ca...

2x1

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Por que eu parecia mais empolgada que as crianças? Não fazem mais torcedores mirins como antigamente. Não, não!

Gente nova no pedaço. Literalmente!

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Estou de vizinha nova desde sexta-feira. Uma adolescente de 19 anos, que veio de Arroio Trinta para tentar a vida em Videira. Ela quer espaço, independência, trabalho e amigos. A entendo e desde que chegou já a incentivo a permanecer na luta pelos sonhos de menina moça que traz no peito. É uma delícia montar nosso canto. Ele é o reflexo do que somos e do nosso comportamento. Confesso que eu gostei muito desse momento quando cheguei em Videira. De cara vi que os pré-requisitos iam esperar um pouco. Nem tive um 3x1 ou microsistem, nem uma geladeira e muito menos uma máquina de lavar de cara. Minhas manhãs de verão e algumas de inverno [parei depois de gelar as mãos pro resto da vida] eram lavando roupas antes de ir trabalhar. Minha cerveja e meu Yakult refrescavam com gelos produzidos em garrafas pet. Duas delas eram suficientes para manter meus alimentos frescos por até três ou quatro dias. Dependia da temperatura ambiente. Logo dei um jeito de comprar um rádio com tocador de CD e MP3 ...

Só na folga!

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Luci, a dona da casa, e Jô [que tá sempre assustando o sobrinho] As irmãs Zago parecem estar empenhadas em manter meus dias de folga bem entretidos. E estão conseguindo. Primeiro foi o domingo no Barraco dos Piás, depois um churras e uma tarde chuva bem quentinha e abrigada no Santa Gema, ao lado do ranhentinho do Otávio [hehehe]. Nesta quinta, degustei a vaca atolada da Luci e ainda trouxe um pequeno potinho com a delícia pra casa. Só na folga, passei esses dias em plena alegria. As gurias são gente boa demais. Divertidas pacas e comilonas. Putz, a Lú passa o dia inteiro pensando em pinhão na chapa. Eu, desde que entro na casa dela, também. Na verdade bem antes de chegar lá. Penso no pinhão e no vinho Niágara São Pasqual para acompanhar. Nesse feriado de Corpus Christi a Bruna também foi pra lá. Só pela foto dá para ver que a simpatia da guria com aquele sorriso nas orelhas. Ela é bem divertida e bonita, a morena de Rondinha. Tai, mais um nome de blog para as gurias da comunidade: gr...

Morangos com chocolate

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Até agora o final de semana está começando bem. Hoje à tarde comprei uma caixa com quatro embalagens de morangos “selecionados”. A primeira comi no lanche da tarde. E sim, são doces, grandes e suculentos. Como disse o jovem vendedor: Tipo A. De primeira pensei em mergulhar as frutinhas num pote de chocolate cremoso. Nessa segunda ganhei uma barra de 500 gramas de chocolate lacta ao leito. Tudo bem que já consumi a metade dela, mas a outra será degustada em frente ao computador, assistindo a algum filminho bem melodioso. Nada melhor do que enxugar as lágrimas comendo chocolate com morango. Confesso que vadiar a dois seria muito mais gostoso. Mas estou fora dessa, ainda... Então, quem não tem cão, caça com gato. E é bem com o Shazan que acordo diariamente. Que custa ele ver um filminho também? Um boníssimo final de semana. Beijo na bunda e até segunda!

A lenda rural que aterroriza as gurias

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A primeira dama do Barraco Parece castigo. Mocinhas da cidade não devem ir ao campo. Os borrachudos adoram o sangue mole dessa gente. Eu, que sou urbana demais, mal saio da cidade e já estou sentindo as picadas. Mas insisto. Vou de pele limpa, fresca e orvalhada pro mato. Ainda mais quando se trata de uma lenda: O Barraco dos Piás. Afastado de tudo e no meio de uma plantação de pinus, estava a sede campestre dos guris. Naquela peça mediana tinha de tudo: Freezer, fogão a lenha, mesas e cadeiras [inteiras], armário com utensílios domésticos, literatura educativa, e uma pia. Para os associados desgastados da lida, ou do trago mesmo, um colchão, que de certo faz às vezes de alcova. Eu, com minha imaginação fértil, sexualmente fértil, diria, tive ideias para esse contexto... Na verdade, no Barraco dos Piás dá pra morar tranquilamente. É tudo muito bem organizado. Tem água encanada e energia elétrica. Sim, fiquei pasma. Até agora não sei de onde vem essas delícias da modernidade, mas lá te...

Longe de casa há mais de uma semana

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“No rádio toca uma canção e é o que faz lembrar você...” Lia o Diário Catarinense no Café Moinhos no final da tarde deste sábado. Entre uma linha e outra de um texto qualquer, um pedaço de torta de frango com legumes. De repente, uma nota sofre a Feira do Livro Catarinense em Florianópolis chamou minha atenção. Ela começava nesse sábado, numa trégua que a chuva fez na cidade e arredores. Ainda bem. Nisso lembrei que este ano, depois de dois pares deles em ausência, me farei presente na Feira do Livro de Porto Alegre. Vai ser um gosto passear de barraca em barraca entre as passagens arborizadas da Praça da Alfândega. Com sorte, estará totalmente restaurada e com a cara dos anos 40 ou 50. Não lembro. Ainda bem [two]. Em breve estarei iniciando o processo de readaptação pela capital dos gaúchos. São cerca de 1500 dias longe do hábito de dar passos pela cidade, degustando expressões, vendo gente e bicho gente. É bem mais do que uma semana longe de casa. Estou desacostumada, mas rapidinho ...

Acabou

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Tudo que é bom, dura pouco. É fato! As férias de 15 dias chegaram ao fim. Na verdade, nem dá para dizer que essas duas semanas foram férias. Chamaria de recesso. Pois bem, hoje, a partir das 9 horas, já estarei de volta ao batente. Novas pautas, mais entrevistas, redações, fotos, alegrias, tristezas, desafios e coisa e tal. Tudo cerca um trabalho profissional fará parte do meu cotidiano novamente, por mais 300 dias, aproximadamente. Que bom! Na verdade estava sentindo falta dessa correria toda. Mas, confesso, que bom mesmo seriam 21 dias. Esse é o prazo ideal para o descanso do corpo e da mente, por completo. Dá para visitar a família e rever os amigos, cumprir compromissos pessoais como consultas e exames de rotinas e ajustes administrativos e, claro, o turismo. Vou ter que deixar isso para o próximo ano. Mesmo sendo pouco, foi bom. Fechei o período com chave de ouro: ceva, no meio da tarde, com os amigos de Videira e região. Êta coisa boa... Porém, agora é arregaçar as mangas e traba...

Nós temos que puxar a coberta

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Fazia frio em Videira hoje cedo. Dentro do ônibus , há tempos já havia pedido ao motorista para reduzir o freezer em que estávamos. Ele foi brincalhão e atendeu de imediato o pedido da viajante que sempre leva um casaco e meias de lã para a viagem de ida, mas esquece as peças na volta. Às 6h30 o calor da calefação fazia bem aos meus pés e sonhos. Acordei na Estação Rodoviária Waldemar Kleinubing , tranquila e contente por perceber que havia sol na cidade. Mas era só isso. Ele não aquecia. Quando me aproximei da porta para o desembarque já tremia de frio com o ar cortante da manhã, que passava pela leg e a bata. No Meio-oeste catarinense é assim: No verão faz frio à noite e ao amanhecer. Depois, por volta das 10 horas, não há quem aguente tanto calor... Sem esquecer, claro, o tal casaquinho no anoitecer para não passar frio depois das 20 horas. Pra quem odeia meia estação - como eu -, esse clima "fresco" é insuportável no verão. Peguei as malas, chamei o táxi e vim pa...

O medo é a medida da indecisão [2]

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Estou cercada de dúvidas e novamente o medo é a medida da indecisão. Já confessei isso pra vocês. Tenho medo de tudo que não sei, que não tenho domínio, que não tenho certeza, mas, no final, sempre arrisco. Só que o período da dúvida é o que me mata. Mas, enquanto não me decido sobre a minha vida, vou me divertindo. E começou logo na sexta-feira. Fui para o meu curso de mulher vaidosa, que sou e em vários sentidos. Lá encontrei duas adultas e três adolescentes. As guriazinhas, que chegaram na hora, logo pegaram o jeito de se maquiar e ainda tiraram foto do “antes” e outra do “depois”. Muito ligadas as crias. Fizeram um trabalho de primeira, naqueles rostinhos que já eram bem bonitos. Consegui me atrasar apenas uma hora. Não sei como não apanhei dessa vez. As promotoras tiveram a delicadeza de esperar por 30 minutos por mim, então, na prática eu perdi apenas meia hora. Mas a culpa na verdade não foi minha. Foi daquela Frida. Ela voltou para a loja para ser reformatada e nisso, os técnic...

Desculpe o auê!

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Não precisaria fazer nenhum auê, mas vi os anéis de Saturno hoje. E as crateras da Lua. O primeiro estava tão longe, que só deu para perceber seus suaves movimentos. Diria que o planeta de gases é tão pequeno e agitado, que mais parece uma aliança grossa de fogo. Impaciente. Incandescente. Tive uma leve decepção com Saturno. As fotos que satélites ou fotógrafos experientes fizeram dele são muito mais bonitas. Dá para ver seus animais e até um arremedo de matéria física ao meio deles e esférico. Mas aquele ponto brilhante, mais parecia uma estrela e no telescópio; uma rosquinha do Hommer Simpsons. Mesmo assim, gostei. A Lua demorou para se mostrar intensa e brilhante, mas se mostrou. Suas ranhuras, cavidades e deformidades estavam tão nítidas que ofuscaram a minha visão. Foi legal e serviu de motivo para voltar ao local, que foi reformado. Está elegante, confortável e quente. Ah, o povo do Observatório também foi simpático e transmitiu muito conhecimento. Agora, só falta ver um cometa.....

Meu visitante ilustre

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Nada melhor do que começar o ano com visitinhas. Dessa vez, não é a Mimi e nem a Tia Ica com a mamy. É o meu querido, e um dos melhores amigos, Alexandre. Um professor errante, que agora voltou a ser estudante: quer ser programador de jogos eletrônicos. Até vou ter um jogo baseado em minha vida. Lógico, exclusivamente para adultos... Pois então, esse ser lúcido e louco, lógico e irracional, bonito e displicente, alternativo e vaidoso está chegando. Nesse exato momento estou saindo de casa para ir, lentamente, buscá-lo na rodoviária. Depois de quase quatro anos de promessas, melhor eu não deixar o bicho sozinho na cidade. Ele bem que é capaz de ter seus 2” de loucura, fretar um busão e cair fora, num piscar de olhos. Estou tão contente, que há dois dias imagino o domingo, sozinha, com ele. E hoje já é domingo. Iupi! Tenho tanta conversa para falar, tantos assuntos para por em dia, comentários, dúvidas, perguntas para fazer e outras para responder. Afinal, fazem quatro anos que a gente ...

Four years in Videira City

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Hoje pela manhã me dei contar que fazem quatro anos que cheguei na cidade. Era um 16 de janeiro quando desembarquei na Estação Rodoviária Waldemar Kleinubing, às 7 horas da manhã, depois de uma viagem de aproximadamente 9 horas. Estava com medo e grande parte do tempo e u fiquei acordada, vendo a paisagem noturna e os pontos de parada. Eram muitos! Embarquei na Estação Rodoviária Veppo de Porto Alegre às 21 horas de 15 de janeiro de 2006. Na hora, determinada, ansiosa, esperançosa e muito curiosa. Mal o ônibus tinha saído da rodoviária e eu já estava com receio de ter tomado a decisão errada. Em Estrela, embarcou meu amigo e colega Nandiko. Parecia que tava adivinhando meu pavor, pois mal entrou no ônibus e foi conferir se não havia desistido. Não fiz isso. Já desisti de muitas coisas na minha. Até hoje abro mão de pessoas, objetos, momentos, circunstâncias em meu benefício ou em benefício de outros. Mas naquele momento eu não desisti. Alguns minutos de conversa e tava eu revelando que...

Orgulho ferido

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A gente é boa gente somente enquanto servimos aos interesses dos alheios. A isso, esse povo chama de parceria. Mesmo que unilateral. Não importa se para manter essa falsa parceria a gente, que realmente smos bons, tenhamos que sacrificar alguns preceitos profissionais para favorecer essa tênue linha de colaboração. O problema é quando esse povo, que se diz íntegro, respeitoso, honesto, gentil e, por que não dizer, até cortês, decidi ser ainda mais abusado e passa a achar que pode menosprezar e desrespeitar a sua atividade profissional. Como se essa postura não interferisse na falsa parceria, que precisa de quase nada para se romper. Pronto! Pra gente, isso é o que faltava há muito tempo, e que também era previsto de se acontecer. E quando a gente deixa de omitir detalhes insignificantes para nós, mas até de utilidade para o grande público se entreter e reforçar sua auto estima, a gente passa a ser traidor e irresponsável. Nesse ponto, a parceria já era mesmo, sem nem precisar ser dita ...

Ho Ho Ho

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Então é Natal, e o que você fez? O ano termina, e nasce outra vez. Então é Natal, a festa Cristã. Do velho e do novo, do amor como um todo. Então bom Natal, e um ano novo também. Que seja feliz quem, souber o que é o bem. As luzes de Natal foram acesas nesta sexta-feira em Videira, assim como foi aberta a casa do Papai Noel para visitação, terminada a decoração da árvore de Natal com 21 metros, entre outras belezinhas mais. Desci para ver, mas desisti de assistir. Fui tomar um café e acabei vendo o show de fogos da claribóia do shopping. Feliz de estar apenas vendo as luzes e de forma protegida. Tenho medo deles. Como a intenção era ver a decoração e as pessoas felizes por terem um lugar seguro e ao ar livre, decorado, para passear com a família; tive sucesso. Já mais calmo sai para a rua e fiz minha visitação. Lembrei que todos os anos eu embarco no ônbibus da Unesul que faz a Linha Caçador - Porto Alegre e fico acordada até boa parte da viagem, vendo as luzes das cidades por onde pas...