ah... estou de volta!
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Mostrando postagens de julho, 2007
Rogério Mendelski se despede de seus leitores e ouvintes
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COMUNICAÇÃO Terça-feira, 31 de Julho de 2007 15:20 O comunicador Rogério Mendelski se despediu de seus leitores e ouvintes na manhã desta terça-feira, 31. Ele sai da Rádio Pampa AM, onde atuava desde dezembro de 2002, e vai para a Rádio Guaíba, como foi registrado ontem por Coletiva.net. Todo o programa de hoje na rádio foi dedicado a despedidas, inclusive com seus principais comentaristas: Flávio Del Mese, Nestor Hein e Rui Amado Gessinger. Na conversa com cada um deles ficou implícita a possibilidade de que venham a continuar juntos na nova emissora, mas isto ainda não está definido. Rogério foi extremamente gentil em suas referências “à grande casa que é a Pampa”. Já na coluna que mantém no jornal O Sul, o profissional também dedicou um espaço para despedidas. Intitulado 'Bem Pessoal', o último parágrafo registra: "O colunista deixa este caderno privilegiado, que conquistou leitores do mais alto nível, mas não pode ficar sem registrar a sua gratidão e respeito a todo...
Deu Pra Ti
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Queridos Final de semana esticado em Porto Alegre, para rever e matar a saudade da família (que eu amo), dos amigos (que amo muito também) e dos meus lugares favoritos. Vou levar na bolsa, meu bloco de notas e meu livro de sentimentos (chamo ele de Fausto, às vezes) para anotar todas as emoções enquanto estiver fora da web e poder lembrar para postar aqui. Já tenho uma lista aliás. Tenho que falar de Lost, da Família Palma, e o terceiro tema... já esqueci. Putz! Também tenho que dedidar um tempo para postar sobre o concurso As 7 Maravilhas da Blogoesfera. Enfim, são tantas coisas... Sentirei saudades, aliás, já estou com saudades e nem sai daqui, da Silvitcha e do Shazan. Do queridão do Iaran, que passou rapidamente aqui em casa pela manhã só para me beijar e desejar boa viagem. Que meigo e carinhoso que ele é. Ia, sei que a Sil vai cuidar bem do Sha, mas às vezes (quase sempre, o Sha se aproveita da nobreza da guria. dá uma força aí??!!!). Ah, os finais de semana tranqüilos de Videira...
Resoluções de aniversário
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O que todos costumam chamar de inferno astral, digo em que é o período para planejar os próximos meses, que separam o aniversário do reveillon. Sim, faço isso todos os anos porque estas duas datas são importantes para mim. São nesses momentos que renovo meus desejos, sonhos, objetivos e metas. Então, para mim, o próximo mês significa período onde estarei traçando resoluções de aniversário. Elas geralmente costumam circular minha mente bem antes de agosto, às vezes até três meses antes. E dessa vez não está sendo diferente. Começou bem antes com duas propostas: uma de definir algumas coisas no campo sentimental e outra refere-se a uma resolução quebrada; o fumo. Estou pensando em parar de fumar de novo. Já não tenho tido prazer em tragar, como tinha antes. Está deixando de ser um raro prazer. Às vezes acendo cigarros e ficam lá queimando, ao tempo, ou então apago, sobrando uma bagana bem rica em nicotina. Tenho noção do dinheiro e da saúde que desperdiço, mas sem prazer não dá mais... U...
Prêt-à-Porter 10
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As vaias Um sinal de descontentamento claro. É isso que significam as vais. Quem nunca vaiou alguém? Crianças fazem isso, adolescentes, adultos. Penso que é um ato democrático que reflete uma opinião contrária de uma ou mais pessoas, sobre algo que incomoda ou uma discordância. As vaias recebidas pelo presidente Lula durante a cerimônia de abertura do Pan foram um reflexo de uma parte, restrita, da população. Eles estavam no seu direito, mas não creio que tenha sido o momento exato. Afinal, geralmente se vaia alguém no momento real do descontentamento. O que não era o caso, afinal, todos os presentes queriam assistir a cerimônia de abertura de um evento espero por dez anos. Pagaram de R$ 20, setor D, a 250,00, setor A e com certeza não foi para vaiar. Mas exercer o direito de cidadão, comparecendo a atos de governo, para vaiar, aí ninguém quer. Se organizar para manifestar o desagrado sobre as políticas públicas dá trabalho demais. Então, a praticidade do útil ao agradável do brasileir...
Polar No Export
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O bairrismo como argumento de vendas* Cátia Schuh** Além da guerra das cervejas Brasileiro é apaixonado por carnaval e por futebol. A afirmação que dispensa base científica, vive no imaginário popular nacional, complementada por outra máxima que faz da cerveja a bebida do brasileiro. Mas não seria a cachaça? Não para a publicidade e a mídia de massa, que têm boa parte de seus lucros provenientes da “guerra da cerveja”. Apesar de não sabermos ao certo quando e onde surgiu esta expressão, provavelmente ela faz referência às milionárias campanhas publicitárias das grandes marcas, que usam modelos, atores, jogadores de futebol e ídolos da música num dos segmentos mais criativos do reclame nacional, a cerveja. Para além dos intervalos comerciais, a briga das cervejas ganhou os noticiários dos últimos meses, com a disputa Antarctica (AmBev) e Nova Schin (Schincariol), onde conversas de bastidores sussurram cifras milionárias, rompimentos de contratos, enfim, uma série de episódios que trazem...
Feliz Dia do Amigo!
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Canção da América (Milton Nascimento/Fernando Brant) Amigo é coisa pra se guardar Debaixo de 7 chaves Dentro do coração Assim falava a canção Que na América ouvi Mas quem cantava chorou Ao ver seu amigo partir Mas quem ficou, no pensamento voou Com seu canto que o outro lembrou E quem voou, no pensamento ficou Com a lembrança que o outro cantou Amigo é coisa pra se guardar No lado esquerdo do peito Mesmo que o tempo e a distância digam não Mesmo esquecendo a canção O que importa é ouvir A voz que vem do coração Pois seja o que vier, venha o que vier Qualquer dia, amigo eu volto a te encontrar Qualquer dia, amigo, a gente vai se encontrar ____ Aos amigos do peito... que eu amo de paixão e que estão todos no meu coração, do lado esquerdo do peito. Amo todos vocês. Longe ou perto. Brigados ou não. Um dia terei a capacidade de estar tão perto e vocês de mim, independente do espaço físico, ao ponto da saudade não mais existir.
Sou fã do cara
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Dança Abram alas que Misha vai dançar Mikhail Baryshnikov hoje à noite no palco do Cau Hansen Karine Ruy/Joinville Um convite feito há dois anos será atendido hoje à noite quando o lendário bailarino russo Mikhail Baryshnikov subir ao palco do Centreventos Cau Hansen com a companhia Hell¿s Kitchen Dance para apresentar o espetáculo de abertura do 25º Festival de Dança de Joinville. Bailarino em fuga nas ruas de Toronto No lugar de Leap to Tall, que seria dançado por Jodi, Misha e Hristoula Harakas, será apresentada a coreografia Rom, de Aszure Barton, um solo dançado por William Briscoe. Antes, ainda, os bailarinos Mônica Gross e Jovani Furlam, de 14 anos, e Thaís da Silva, de 12, da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, dançarão um pas-de-trois de O Quebra-Nozes. Eles receberam o convite durante a visita que o bailarino realizou à escola na segunda-feira à tarde. Tanto o empenho para trazer Baryshnikov ao Brasil quanto a empolgação do público em assisti-lo são facilmente justificados ...
PRÊT-À-PORTER
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Sacos de supermercado O texto de Sabrina Craide, da Agência Brasil, publicado pela Ecoagência de Notícias, na web ( www.ecoagencia.com.br ) me remeteu a um tempo distante. A infância. Esta é a fase da vida onde os fatos ficam marcados para sempre. É por isso que quando se pensa na formação de bons cidadãos; empresas, órgãos públicos, ONGs, escolas, entre outras instituições, com suas ações sócio-educativas, focam como público alvo as crianças. Tudo fica registrado na memória desses seres, que podem até ignorar o aprendizado quando chega a fase adulta, mas fica tudo lá, implícito ou latente no subconsciente. Na minha há vários registros. Até mesmo eu, quase um ser desmemoriado, lembro dos sacos de papel dos supermercados. Isso lá se vão 25 anos. Recordo-me que um sábado por mês se tornava o dia para o rancho - as compras para abastecer a dispensa por 30 dias. Ia contente acompanhando minha mãe nessa tarefa doméstica, porque tinha uma cota por mês onde poderia ...
Cor de Rosa e Carvão: porque ele existe?
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Lá pelos meados de 2003 eu decidi que tudo que queria, sonhava, objetivava iria por em prática. Morava, então, em Porto Alegre ainda, minha cidade natal. Tinha um ano de formação em jornalismo e prestava assessoria para o Detran/RS. Lá conheci gente inteligente, bacana, bonita, humana e gente do mal, como sempre, mas estes eram em menor número. Com um salário ínfimo para tudo que tinha que fazer, consegui concretizar coisas que sempre quis ter feito, ainda na adolescência, mas que a situação financeira da família não permitita tantas bobagens. Para saciar estes desejos comecei a fazer jazz. Sim, eu, uma mulher de quase 30 anos (e gorda), fez jazz na escola de uma dança de uma antiga colega de estágio, ao lado de duas crianças, de cerca de 9 anos, que me davam um baile, hahaha. Nisso também decidi fazer hidroginástica, para me dar um pouco de resistência. No primeiro trabalho depois de formada, com o incentivo do Paulo Meira, coordenador de primeira e poliglota, fui fazer francês, na al...
Doces e chocolates
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Sim. Adoro chocolates. Não bombons recheados (com exceção das trufas, é claro), mas do mais puro e doce chocolate. Isso quer dizer que chocolate amargo tá fora do meu paladar. De amargo, basta a vida de pessoas que não se satisfazem com o que lhes é concedido e ficam incomodando terceiros, hehehe. É uma indireta para a bunduda terrorista, que em breve post aparecerá por aqui. Acho que até vou publicar uma foto dela também... Melhor não, vai assombrar meu blog, hahaha. Bom, o que sei é que assumo minha condição de chocólotra. Eu amo chocolate e nenhum doce se compare a uma saborosa barra de chocolate preto. Meu organismo pede chocolate e não é só em período menstrual não. É claro que ele fica mais aguçado nesta fase, mas comeria, melhor, como, chocolate todos os dias. Quando não em sua forma tradicional, vai no leite, no bolo, na bala, de alguma forma eu soco cacau dentro de mim. Fará um mês este final de semana em que minha mãe esteve aqui em Videira. Veio conhecer a minha casa e ver ...
O livro
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Este é o meu livro de memórias. Já falei dele aqui e também já postei esta mesma foto antes. Então, não vou contar tudo de novo. Fazem alguns dias que não escrevo nele. Não tenho tido vontade, como antes, onde a cada cinco minutos eu pegava o lápis e saia rabiscando. Teve uma semana em que até o carregava na bolsa, para desaguar minhas lágrimas nas páginas dele, minhas emoções, sensações, temores, constatações, fatos e amores. Só que ontem à noite me veio uma vontade forte de rabiscar nele e falar do que tava sentindo, de um novo sentido. Então, fiquei "gel" no sofá, assistindo Lost, tentando enganar minhas emoções com um pouco de suspense do seriado. Não consegui, pois, após terminar de ver os quatro episódios do 5º DVD, a vontade se manifestou de novo. Então, fiquei deitada no sofá, olhando a tela de abertura do DVD até pegar no sono. Às 1h25 eu acordo com fome, com sede, com a tevê e o DVD desligados e com a vontade louca de escrever. Pensei em vir para o Fred, mas, descul...
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Essa crendice de azar na sexta-feira que cai num dia 13 é a mais popular entre os cristãos. Explica-se: Jesus Cristo foi crucificado numa sexta-feira e, na sua última ceia, havia 13 pessoas à mesa. Antes disso, porém, existem versões que provêm de duas lendas da mitologia nórdica. Na primeira delas, conta-se que houve um banquete e 12 deuses foram convidados. Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga que terminou com a morte de Balder, o favorito dos deuses. Daí veio a crendice de que convidar 13 pessoas para um jantar era desgraça na certa. Segundo outra história, a deusa do amor e da beleza era Friga (que deu origem a friadagr, sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, Friga foi transformada em bruxa. Como vingança, ela passou a se reunir todas as sextas com outras 11 bruxas e o demônio. Os 13 ficavam rogando pragas aos humanos. Há também suspeitas de que a crença venha de uma rixa entre o rei francês Filip...
As obras faraônicas do seu Abdalla
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Sim, estamos cercadas aqui em casa. Seja para qual for o lado em que olhamos, lá está ela. Uma obra faraônica ou das arábias! Tudo começou com o prédio laranja, ao lado do nosso. Mas tudo bem, quando cá chegamos a tal edificação já estava lá. Em construção. No início era tudo silencioso. Os pedreiros até pareciam que lá não estavam. Ledo engano... Todo sábado, cedo, mas cedo mesmo (8h - para um sábado...), depois da minha sexta-feira laranja começavam com a mudança. Da oficina velha para a oficina nova. Que saco! Mudança sempre é barulhenta. Depois vieram os entulhos. E por fim, nesta etapa, o silêncio de novo. Então, meus sábados de sono e ressaca voltaram a ser o que eram: tranqüilos. Então, a Dona Fifi (minha querida e ex-vizinha) pôs a casa à venda, pela segunda vez desde que moro aqui no prédio green. Ninguém mais acreditava que iria vender, pois pedia muito - R$100 mil por uma casa de madeira velha e caindo aos pedaços, sobre um terreno vasto e ajeitado. Várias foram as tentativa...
PRÊT-À-PORTER
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Miscigenação Cultural e o porto-alegrês Aqui em Videira ocorre um fenômeno cultural entre as pessoas, nos tempos de hoje. A mistura de tradições, costumes, crenças e origens entre vizinhos, famílias, amigos e colegas e o respeito que ocorre pelas diferenças, na maioria das vezes nessas relações. Não é difícil ouvir pelas ruas, os diversos sotaques e os traços físicos nas faces e troncos das pessoas. Afinal, aqui temos árabes e demais representantes de países asiáticos e africanos. Eles vêem para o município desenvolver funções específicas no setor agroindustrial e, indiretamente, acabam integrando e formando a diversificação e renovação cultural da cidade. É claro que tem culturas que se destacam pela maioria, que é a alemã e a italiana, esta última principalmente. Povos que fundaram o município e contribuíram para a formação dos costumes locais, há mais de 60 anos. Mas, o que sempre me surpreendeu aqui é a jovialidade da população e a inserção deles - oriundos dos estados que compõem...
Flor do Medo
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by Djavan Venha me beijar de uma vez Você pensa demais pra decidir Venha a mim de corpo e alma Libera e deixa o que for nos unir Não vá fugir mais uma vez Vença a falta de ar que a flor do medo traz Tente pensar Pode até ser mal e tal Mas pode até ser que seja demais Tudo vai mudar Posso pressentir Você vai lembrar e rir Alguma dor que não vai matar ninguém Pode ser vista, nos rondar Não precisa se assustar Isso é clamor De amor Venha me beijar de uma vez Feito nuvem no ar sem aflição Vem a mim de corpo e alma Libera a paz do meu coração Não vá se perder outra vez Nesse mesmo lugar por onde já passou Tente pensar Pode até ser sonho e tal É, mas pode até ser que seja o amor Tudo vai mudar Posso pressentir Você vai lembrar e rir Alguma dor que não vai matar ninguém Pode ser vista, nos rondar Não precisa se assustar Isso é clamor De amor Venha me beijar de uma vez Feito nuvem no ar sem aflição Vem a mim de corpo e alma Libera a paz do meu coração Não vá se perder outra vez Nesse mesmo lu...
conversas ao vento...
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além da tradicional catarse, eu falo sozinha. sozinha não. com pessoas que conheço e tenho relação estreita. não falo em voz alta, na maioria das vezes. converso em pensamento. quem me acompanha ou me conhece sabe que tenho longas conversas com as pessoas sob o chuveiro. quando o assunto esquenta, expresso em sons minha indignação. chego a quase engulir água, hahaha. conversar embaixo do chuveiro tem sua vantagem. a água ajuda a limpar os pensamentos mais bravos, a levar as lágrimas descontentes, a brindar a alegria de uma novidade dita pelo "outro". já resolvi muitos problemas nessas conversas, já me encorajei a ter conversas reais, já me acalmei, refleti, ponderei, cedi, exigi. com quem mais conversava era o Jr. fazia algum tempo em que não tinha esses diálogos, até a semana passada, quando voltamos a conversar. agora falo quase que diariamente com ele. basta abrir os olhos de manhã e ele já tá lá... e pasmem. ele conversa mesmo, tem diálogo, saem palavras de sua boca. o en...
A Tonga da Mironga do Kabuletê
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Trio Mocotó by Vinícius de Moraes / Toquinho Eu caio de bossa Eu sou quem eu sou Eu saio da fossa Xingando em nagô Você que ouve e não fala Você que olha e não vê Eu vou lhe dar uma pala Você vai ter que aprender A tonga da mironga do kabuletê A tonga da mironga do kabuletê A tonga da mironga do kabuletê Eu caio de bossa Eu sou quem eu sou Eu saio da fos - sa Xingando em nagô Você que lê e não sabe Você que reza e não crê Você que entra e não cabe Você vai ter que vi - ver Na tonga da mironga do kabuletê Na tonga da mironga do kabuletê Na tonga da mironga do kabuletê Você que fuma e não traga E que não paga pra ver Vou lhe rogar uma praga Eu vou é mandar você Pra tonga da miron - ga do kabuletê Pra tonga da miron - ga do kabuletê Pra tonga da miron - ga do ka - buletê ka ka - kabulete
Os Demori
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existe gente boa pacas nesse mundão ainda. os demori são exemplos disso. família hospitaleira e disposta. pessoas receptivas, batalhadora, humilde e simples. para que mais se dá para viver bem assim né? para que mais se dá para conviver com gente assim... adorei a noite de terça-feira. às vezes é bom conhecer outras culturas. talvez, num futuro bem próximo, eu alcance consiga chegar a este estado de espírito e viver a vida como ela é. simples!
"Perdida em noites frias"
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liguei para casa este final de semana, desde que a mãe foi embora. e ela tinha novidades já, hahaha. putz, e não me liga para contar... se bem que a casa anda cheia. graças a Deus e aos amigos e parentes de fé que não abandonam o casal de pretos velhos. mesmo assim foi inquietante este contato. primeiro a mãe perguntou quando eu iria para casa e disse que seria no final do mês. então lá veio o pedido para que adiasse até o final de semana do Pais. não sei se quero adiar. já adiei tanto e tenho tantas coisas para fazer... mas isso é o de menos. o que me preocupa é que, novamente a mãe tocou no assunto. ela quer que volte para casa e está certa de que um super emprego vai surgir para mim, a ponto de me convencer a voltar mesmo. não sei o que dizer a ela. não sei se consigo dizer não. acho que não tenho esse direito. cada vez que ela me pede isso, penso no dia em que o pai teve o edema pulmonar e que ela ficou em choro compulsivo por mais de 20 minutos. nunca tinha visto minha mãe chorar...
Shazan - parte II
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Sabem porque gosto de gatos? Porque eles são companheiros, são lindos e meigos, carinhosos, sabem quando estamos tristes, sabem quando estamos felizes e mesmo assim estão sempre ali, do nosso lado. Para o que der e vier. Os gatos são amigos fiéis, corajosos e fortes. O Shazan não é diferente. Ele é um bebê ainda, mas é chega ser tão carente que pensa que sou a mãe dele. Hehehe. É muito engraçado. O meu baby. Ele está me ensinando a ser mais atenciosa, carinhosa e a enteder o gatonês ou qualquer outro termo que sirva para entender o que eles falam quando miam. Ele tá me preparando para saber a lidar com o meu baby de verdade. Que requer até mais atenção e cuidados que um animal. Olha que já acho difícil cuidar do Sha, que caga, come e pedi atenção por demais. Enfim, o Shazan é o bichinho que me esquente nas noites frias, que seca minhas lágrimas com seu pelo fofo, que me faz companhia quando tenho saudades. Por isso que não me importo de me endividar todo mês, na veterinária mais cara ...
Reforma da língua portuguesa
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Uma assembleia nada tranquila Não erramos, não. Assim ficará a escrita, caso três países ratifiquem acordo ortográfico João ia a uma assembleia de estudantes. No caminho, sentiu enjoo. Teve a ideia de ir a uma farmácia. Disse ao balconista que a barriga doía porque tinha comido muita linguiça. Calma, leitor! As palavras sem acento, que deixariam qualquer corretor ortográfico maluco, são uma simulação de como a língua portuguesa poderá ficar a partir de 2008. Basta Portugal ratificar um acordo assinado por Brasil e Cabo Verde em 1994. AlvoPortugueses discordam das mudanças, que unificariam cerca de 90% da grafia em nove países O problema é que os portugueses discordam das mudanças propostas pela Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP). Elas unificariam cerca de 90% da grafia da língua em nove países. Mas não alterariam o sentido das palavras em cada país.Não são tantas as mudanças propostas (veja quadro). Segundo a CPLP, apenas 0,5% das regras do português do Brasil seriam alt...