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Mostrando postagens com o rótulo Profissão Repórter

Só mais um dia...

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Não me olhe Como se a polícia Andasse atrás de mim Cale a boca E não cale na boca Notícia ruim... Há tempos, era pequena ainda, ouvia os mais velhos da minha família [inclusive meu pai] a chamar os jornalistas de abutres. Mal [ou bem] sabia ele, que no futuro eu seria um deles. Não me orgulho e muito menos gosto de fazer matérias a respeito da tragédia alheia. Mas são coisas da profissão de um repórter. Hoje, talvez por fazer um mês da despedida de meu pai, eu tenha ficado ainda mais amuada em falar com os filhos de Dona Santa, senhora que foi uma das vítimas fatais na Clínica de Endoscopia Conci. Quase não fiz perguntas. Meu olhar era de pesar pela dor daqueles filhos, que ainda lidam com o coração fraco e emocionado do pai, hospitalizado desde a notícia da morte da esposa. Na casa simples, mas espaçosa de Dona Santa, logo começou o entra e sai de vizinhos e parentes, que aos poucos começaram a chegar para ofertar solidariedade ao casal de irmãos. Senti-me aliviada ao constatar que...

Prêmio Fatma de Jornalismo

Em meio a vários fatos e versões para contar a todos, tenho demorado a vir aqui e postar. Acabo perdendo muitas idéias legais e assuntos divertidos sobre a comédia da minha vida privada, digamos assim. Porém, não poderia deixar de me exibir, informar, dividir, compartilhar com todos que vêm aqui (galera do bem e do mal), sobre um dos acontecimentos mais relevantes da minha vida profissional. Fui selecionada para a final do Prêmio Fatma de Jornalismo. Venci a etapa regional ao qual estamos ligados, que é Caçador e agora meu trabalho estará na disputa com mais 13 matérias na área de meio ambiente, aqui no Estado de Santa Catarina. Dessa vez, o alarde começa com orgulho 100%, já que a apuração, entrevistas e redação - inclusive fotos - são exclusivas minha. Pra mim, mesmo não vencendo a etapa final, esse prêmio já é meu... Como diria o Fred Flinstone: Iabadabaduuuú!

Dia do Jornalista

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Parafraseando uma colega e amiga (...uíssima do peito): Aos colegas desta incauta, insana e maravilhosamente avassaladora profissão; meus cumprimentos!

Amor pra cachorro

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Jussara Pickert não precisou de livro ou filme para aprender que o amor incondicional pode vir de várias maneiras, inclusive dos animais Amor pra cachorro é o nome de uma comédia que trata sobre a busca do amor, que, claro, tem como ator coadjuvante um cãozinho. Mas a vida de Jussara Stradiotto Pickert e sua família se assemelha com outra história não ficcional: Marley e Eu. Eles já tiveram passarinho, peixe, gato e cães ao mesmo tempo. Mas agora os cachorros dominam a casa. Melhor, dominam o lar, porque a casa é só da Yasmina, uma labradora de seis anos de idade, que assim como na vida do escritor John Grogan e sua esposa, o amor acontece também ao lado de um cão. Desde que os filhos eram pequenos, Jussara e Eurico (já falecido) sempre tiveram animais em casa. Aos dois anos de Ingrid, a filha mais velha, veio o primeiro cachorro. Depois, uma infinidade deles - todos adotados da rua - acompanharam o nascimento e o crescimento também de Juliana e Gustavo. “Nós gostamos demais de todos...