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Mostrando postagens de Novembro, 2011

Close

Desta terça-feira até domingo será realizada, em Porto Alegre, a segunda edição do Close – Festival Nacional de Cinema da Diversidade Sexual. Os filmes serão exibidos em três salas: CineBancários, Eduardo Hirtz da CCMQ e Memorial do Rio Grande do Sul.
A maioria dos filmes exibidos no Close é inédita no Rio Grande do Sul e não estão disponíveis nem em locadoras ou na Internet; após as sessões ocorrerão debates. A programação contará com três mostras principais: Mostra Competitiva, com o melhor dos filmes curtas-metragens selecionados, que disputarão premiações em dez categorias; Mostra Paralela, não competitiva, com filmes selecionados pela curadoria; e Mostra Informativa, com uma seleção de filmes convidados - em curta, média ou longa-metragem - de conteúdo artístico, histórico ou social, nacionais e estrangeiros.
A cerimônia de abertura será às 19h, no CineBancários (General Câmara, 424), com exibição de "Meu Amigo Cláudia", seguido de debate com o diretor, Dacio Pinheiro…

A pele que habito

Fazia tempo que não ia ao cinema. E não. Não fui ver nenhum grande filme, ao contrário. Fui conferir mais um "capítulo" da Saga Crepúsculo - Amanhecer 1. E sim. Estava uma delícia! Se não fosse a indústria hollywoodiana em lucrar mais uma vez, daria para seguir com a trama até o final, num mesmo filme, sem cansar o telespectador. Mas terei que esperar mais um ano para ver o que já sei, mas num grand finale.

Enquanto isso vou retomando o hábito, saudável, de visitar as salas da sétima arte. Pra variar tenho um montão de títulos para conferir. E não vou deixar que saiam de cartaz. Ao menos não os favoritos do meu "Oscar". Não, ao menos, mais uma cria do mestre espanhol, que até o título me faz tremer as pernas. O que esperar de Almodóvar, se não algo do tipo, "a pele que habito"?

Diário Dietético: medio y medio

Uma colega da pós postou uma foto antiga no Facebook. De uns cinco anos e alguns meses a mais. Fiquei tão feliz de rever o momento que copiei a imagem, que tenho apenas em papel num álbum de fotografias florido.
Não lembro se esse registro foi na chegada ou na saída da gente no Mercado Del Puerto, em Montevideo. Mas lembro que a gente tem várias lá: comendo uma parrillada, tomando médio y médio, dos restaurantes, lojas... Porém, nesse momento o que me chamou a atenção é que estou “magra” nessa época. E fiquei ainda mais até o final de 2006. Me vi e pensei: eu era feliz e não sabia...
Por essas e outras que há uma semana eu passei a tomar chás. O verde e o branco. Uma alternativa para ver se reduzo o pacote da ansiedade. Ou seja, a busca pela saciedade e queima de gordura. Espero que funcione, no entanto, já vi que preciso me empenhar e controlar a minha alimentação. Pois só o rostinho bonito não está mais me agradando. Eu quero o corpo inteiro em dia.

Divã: Tem que vir com a bula

Sabe aquelas mulheres altas e que, mesmo assim, usam sapatos com salto¿ Aquele tipo de mulher que pisa firme e suave, marcando a presença. Mas que ao sorrir são receptivas e o abraço é caloroso e meigo¿ Assim é a minha nova terapeuta. Não, o primeiro não deu certo. Ele fez um bom tratamento de choque, mas tem problemas com o “pós-venda”. Então dei um tempo, pois pensei que pudesse ser auto didata no esquema. Porém me enganei. Tem um momento da vida da gente que consultar o amigo ou ler um livro de autoajuda já não são mais processos suficientes. E beber em excesso, sempre, só leva ao alcoolismo. #Fato Pois então, procurei um novo profissional, de fato, e encontrei esta que atende pela psicologia transpessoal [joga no google que tu encontra o que é]. Gostei! E agora sei que a coisa, depois dos primeiros momentos de empolgação, está ficando séria. O que é melhor ainda. No entanto, não entendo por que precisamos de um dia fixo para a terapia. O encontro teria que ser no help. Tem vezes …

"É a Gota D'Agua + 10"

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Sim, fui eu quem fez

Gente: já disse aqui que sou moça prendada. Sei cozinhar, arrumar uma casa, embora não goste de lidas domésticas, e sei crochetar. Pode crer! Não tenho foto minha fazendo crochê, mas vou dar conta disso logo, logo, para que São Tomé leitor desse blog deixe de ser descrente.
Enquanto isso, olhem que mimo ficou esse tapete de batente que fiz para minha mãe orar frente ao seu altar. Ele é todo produzido em ponto alto com cordão branco em forma de banana. Têm essas lindas flores coloridas com o miolo de contas, para dar um brilho especial. As flores também são de cordão e depois criadas, foram costuradas sobre o tapete.
Este é meu primeiro orgulho de crocheteira. Depois vem o trilho amarelo, que num post anterior postei foto em seu início. Agora ele está aí, prontinho, com 1,10m. Ele será o presente de natal de uma tia, que disse precisar de um tapete para o banheiro.
Agora vou transformar um tapete azul com bicos brancos, que também está no link acima, num conjunto de banheiro. Como faço…

Só dois reais? "Dá-me dos!"

Estou na contramão. Em plena Feira do Livro de Porto Alegre, me valho de uma loja de R$ 1,99 para comprar obras literárias. Ou as que deveriam ser, talvez.
No trajeto da minha dermatologista e também da terapeuta tem dezenas de lojas que vendem artigos de R$ 1,99 ou um pouco mais. Adoro! Não posso ver uma dessas que entro. Perco-me nos corredores olhando todos os mais variados produtos. Entro sem a cesta para ficar tentada. E saio logo em seguida para não carregar os braços e esvaziar a carteira. Pois, de 2 em 2, a lojinha enche a caixa registradora.
Mas em uma dessas em especial, eu paro na porta. É bem na entrada que fica um balaião de livros à venda, ao preço módico de R$ 2. Sempre entro ali para ver se tem algo novo que me interessa. A primeira vez comprei um livreto para a bolsa. Assim, quando enfrento fila de banco ou cadeira do consultório, espero com gosto, com um romance policial.
Na segunda e terceira busca, nada de novo. A vida de Justin Bieber não me atraiu, nem, quem sa…

Ãh?!

Lógica feminina...
[Piadinha machista, eu sei, mas é só para retratar como estou sofrendo com o desemprego e sem marido rico para sustentar meus luxos essenciais]

Uma mulher estava passando de carro por uma rua e ao parar no sinal de trânsito foi abordada por uma moradora de rua, muito suja e de péssimas aparência, que pediu a ela dinheiro para comprar comida. A mulher pegou a carteira da bolsa, tirou R$ 50 e perguntou:
'Se eu te der este dinheiro, você não vai sair com tuas amigas e gastar tudo?' 'Que é isso, dona, eu não tenho amigas. Moro na rua.'
'Você não vai sair aí pelas lojas gastando?' 'Não, eu não entro em loja porque não deixam e gasto meu dinheiro só com comida.'
'Você não vai usar para ir a um salão fazer cabelo e unhas?' 'A senhora tá malucas? Faz uns vinte anos que não sei o que é salão.'
'Bom', a mulher disse, 'Eu não vou te dar o dinheiro. Entre aqui no carro que eu vou te levar para jantar comigo e meu marido …

Uma noite apenas

Eu queria esse nêgo pra mim, com toda a sua musicalidade. Cantando She's only happy in the sun nos meus ouvidos, pelo simples fato de que gosto dessa música. E cantando Sexual Healing, como um pedido natural para si e eu atendendo com a mesma naturalidade.

Mas me contentaria, também, em apenas assistir ao show dele, no dia 3 de dezembro. E que entre as canções da playlist esteja Diamonds On The Inside. Ponto!

Era ali, bem no meio dos Jacarandás

Bons tempos de Feira do Livro de Porto Alegre, quando o Bar da Feira era apenas um bar que vendia cervejas. E gelada! E ficava ali, bem no meio da Praça da Alfândega e dos livros. Bem no meio dos Jaracarandás. Bem perto do espaço para autógrafos. Por isso era natural que escritores, jornalistas, publicitários, produtores, editores de livros, professores e estudantes bicho grilo, intelectuais, entre outros seres, parassem ali. Onde entre brindes, conversas e risos se organizava novos pontos de encontros, para logo depois do fim da Feira.
Era ali que ficavamos de olho em tudo. Com um olho no copo e outro nas pessoas. De repente, um grito vinha da mesa de trás, fazendo mais um chamado para o deleite de um happy hour já com lotação esgotada. De amigos que não se viam há semanas, de colegas que marcaram para relaxar do ambiente tenso do trampo, de gente que foi para paquerar e outros só para farrear.
Do Bar Bola 7 da Feira do Livro de Porto Alegre, creio que era esse o nome, tudo se podia…