No picadeiro da vida Numa das minhas sessões com a terapeuta, soube de algo que me deixou muito mais tranquila. Que nosso cérebro não distingue fantasia da realidade. #Really Sorri muito. Afinal, uma pessoa tão fantasiosa como eu, que vive no mundo da lua, saber disso é um bálsamo. Não que me sentisse culpada, mas sempre me dizia: “Volta pra casinha, Elaine”. Durante alguns minutos, a chamada de atenção funcionava. Depois, ficava como o dito popular: “Sou de virgem e tenho os pés no chão, mas a cabeça, gosto que avoe”. Continuei, então, a dar asas aos meus pensamentos surreais. Minhas ideias mirabolantes fervilham em minha mente. Prontas a serem postas em prática. Planos e sonhos se organizam e se amontoam em partes do meu cérebro a espera de uma boa chance. Ou do momento certo. Mas, nos primeiros 10 dias eu tinha ideia fixa num outro mundo de fantasias: o Cirque Du Soleil. E foi com o coração saltitante, bem feliz, e cantante que fui assistir ao espetáculo Varekai c...