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Mostrando postagens de Novembro, 2012

Trim Trim Trimmm!

Não tem jeito. Os 10 minutos a mais na cama se transformam em 20 a mais depois do expediente. Tenho que compensar. Pior. Compensar um tempo que nem dormi, por que o despertador da vizinha de cima não me deixa.
A tiazinha coloca o celular no nível turbo do vibracall e, às 6h05 todo o prédio deve pensar que está acontecendo um terremoto em Porto Alegre.  Certamente, 9.0 na Escala Richter “dos gaúchos”.
Então eu fico alguns segundos tentando entender o que está acontecendo... E contando quantas vezes vai tremer o teto, até a dorminhoca do segundo piso despertar. Por que a de baixo, a essa altura, já entendeu que não tem arrego, nem no relógio alheio.

Pra começar a semana embaladinha

Por mais que eu goste de Verde, Anil, Amarelo, Cor de Rosa e Carvão, da minha diva Marisa Monte, a quem eu fiz essa singela homenagem no meu blog [um dos motivos que nominei meu diário], essa semana eu escolhi Barulhinho Bom. Por que também é bom pá caraiô.

De novo, a língua do Tio Sam

Oh shit! Meu inglês está indo de mal a pior. Esse semestre dei um time no cursinho de escola. Aliás, esse semestre minha programação para dar um up grade na carreira foi-se. Dispersei. Sai do foco. E o inglês é sempre o primeiro a descambar.
Também é o que mais sinto falta. Não por que goste, mas pela necessidade. Nas férias acadêmicas, recebi uma ligação a pedido da chefia para que uma colega atendesse a um chamado em inglês. A guria foi no banheiro e fiquei eu ali no Hello, the moment please. Sim, ele me entendeu e eu também o entendi.
Absurdo ficar orgulhosa por dizer e entender o básico, mas fiquei. E também no mesmo instante joguei a “bola” de volta para o gabinete do chefe. A coleguxa tremeu nas bases. Logo ela que sempre enche a boca para dizer I speak english. Bá...
Bom, quatro meses sem ler, ouvir e falar nada da língua gringa. Mas vou aproveitar que dezembro tudo começa a ficar mais slack, dull, slow para retomar os estudos, ao menos de forma autodidata. Eu posso, sei diss…

Coisas que a minha mãe diz

“Minha filha, ainda não compramos nenhuma champanhe”, assim começo o dia de domingo. Ouvindo minha mãe com atenção e sabendo que lá vem as pérolas. Sim. Eu tenho a quem puxar...
Sentada no sofá, esperando que eu termine de preparar a sua torrada [prensado, misto-quente ou farroupilha para o resto do país], ela continua sua fala, olhando em direção ao bar. “Tá dez reais ali no mercadinho.” Logo penso comigo: R$ 10 por uma sidra, que horror. Melhor eu me adiantar e dizer que eu vou comprar a bebida para o final do ano. “Mas acho que vou comprar umas duas ou três mesmo assim. Só pra nós está bom.”
Já prevendo o brinde do Natal e do Reveillon, interfiro. Informo-lhe que vou comprar no Zaffari [rede de supermercados aqui de Porto Alegre], uma espumante decente para nós e que nem é tão cara assim. “Mas não compra aquela amarga minha filha. Aquela é muito bruta.” #Toin #Ãh #Hein

Jack Johnson - Para começar a semana bem

: )

Príncipe ou Sapo?

Ele era feio. Não adiantou tanto carinho e gentilezas. Mas ela já sabia disso. Deduziu, depois de tantas conversas trocadas onde ele se esquivava. Não queria saber de ser rejeitado, caso ela o visse antes de poder conquistá-la.
A jovem não estava para meias palavras. Mesmo receosa, manteve-se firme em seus propósitos de que o amor não escolhe morada. Chega e pronto. Decidiu dar créditos ao rapaz, mesmo sabendo que ele era tudo que não gostava e foi ao encontro do príncipe sapo.
Não lhe foi surpresa que ele fosse um ogro. E o beijou mesmo assim. Foi ruim e ele continuou feio. Mas o pior ainda estava por vir. No dia seguinte, a realidade à luz do sol revelou que o príncipe sapo havia se transformado durante a noite. Ficou só sapo...

Pouca Vogal: pra embalar a semana

Sou uma mulher de muitas palavras. Nada de pouca vogal ou consoante. Tudo é ao extremo comigo. Falo pelos quatro cantos, falo sozinha, falo com amigos, falo ao telefone, na rua, com meus gatos, com o computador. Eu falo pra gastar as palvras. As cosoantes. As vogais.

Agora, quem conhece, sabe que é bom o Pouca Vogal. E também sabe porque eles se autodenominaram assim. Quem não conhece, é só clicar aí. E ouvir.

Uni Duni Te

Estou feliz. Aos poucos a música volta a minha vida cotidiana. E com ela, o desejo de vivenciar as canções favoritas, ao vivo.
Desde que voltei ao meu quarto, escuto mais rádio. Os CDs ainda estão guardados, pois o tocador veio estragado da Terra do Nunca. Mas internet está para isso: facilitar a vida da gente. Agora ouço música no trem, no trampo, no banheiro, no ponto de ônibus. Graças a tecnologia 3G, que me coloca em linha direta as novidades e grandes sucessos de artistas consagrados ou que surgem no cenário para renovar o meio musical.
A música tem esse efeito sobre mim. Me faz sorrir permanentemente. Me traz lembranças. Às vezes boa, às vezes triste. Desperta meu interesse, minha atenção, minhas ideias.
Porto Alegre é um palco de atrações musicais das mais diferentes possíveis. E para quem é um pouco mais eclético no gosto, como eu, fica que na corda bamba na hora de escolher shows. E não dizer: “Ah, daqui a pouco eles estão de volta. Deixa pra próxima”. Nãoooo. Cada apresent…

É puro êxtase

Mesmo não acreditando no fim do Mundo, será que posso “pintar o 7” até lá? Estourar o cartão de crédito não é uma opção válida. Isso é para os ricos, cujo dinheiro é elástico. Vai e volta com uma facilidade infinita. O meu já está estrangulado há meses...

Mas, será que posso andar de limusine pela cidade, tomando champanhe e convidando rapazes para um sexo casual da Redenção até o Parcão? Não? Por quê? Tudo bem, essa opção também não é válida, considerando que eu poderia fazer isso em qualquer ocasião com uma graninha "sobrando" para o novo hits da cidade.
Acho que não teria algo extraordinário que pudesse fazer até o final do ano. Minha vida é construída com tijolos de amor, de felicidade, de momentos agradáveis e de situações que me fortalecem para o dia seguinte. A bem da verdade, faço o que gosto e o que quero. Não posso negar que sou tudo aquilo que gostaria ser até então. E que 2012 tem sido um ano bom, então, para que acabar uma semana antes do prazo? Eu quero mais…