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Mostrando postagens de Outubro, 2013

Minha curta "trajetória"

Acabou o que era doce. Setembro se foi e com ele meu amor. Fiquei eu com meus feromônios efervescendo dentro de mim, como um sonrisal que cai na piscina, rapidamente se espalha, mas também logo se acaba.

Enfraqueceu. O amor não recebeu água. Sua terra deixou de ser adubada e as pétalas, lentamente, começaram a murchar. Meus dias voltaram a ficar assim, assado, e por isso, mesmo depois de uma trajetória curta, sinto falta.

Por isso, “agora queira dar licença que eu já vou. Deixa assim, por favor. Não ligue se acaso o meu pranto rolar. Tudo bem. Me deseje só felicidade, vamos manter a amizade.”

Conhecimento pra quê?

Pelos caminhos da vida encontramos várias pessoas que acabam nos acompanhando por um longo trecho – se não a vida toda – desse projeto maluco que é a nossa vivência. A Marinara é uma delas. Conheci-a num durante um estágio de jornalismo, em Viamão. Que loucura é essa vida: a gente mora na mesma cidade e só fomos cruzar nossos caminhos a “anos-luz” de nossos lares.

Mas, enfim, a Mari, amiga querida, está voltando a estudar. Numa ânsia de aumentar seu conhecimento, pediu ingresso de diplomada na universidade que freqüentava. Disse-lhe que também estava estudando e adorando ter retomado os bancos escolares na academia. Estamos as duas felizes com nossas decisões em fomentar o possível ou provável intelecto, a cultura...

Nesse blábláblá todo surgiu meu questionamento: Pra que tanto conhecimento? Tem tanta gente educada, mal educada nesse mundo... É isso mesmo. Conhecimento não garante cortesia, educação, gentileza. Também não é pré-requisito para equilíbrio, profissionalismo, qualidade, m…

A cara do amor

O amor tem expressões diferentes a cada dia. Hoje, por exemplo, ele estava feio. Mas não era ele. Eram meus olhos ansiosos de paixão ou de saudades, de atenção.

Não tem jeito, a gente enxerga o que quer ver. Mas não tem como fugir da realidade. O amor é como é. Eu sei...

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Não faço exercício físico. Tento, mas não mantenho a prática. Um mês de natação e dois de descanso. Três meses de yoga e 45 dias de férias. Eu canso. Na verdade, eu canso é da vida corrida. Da energia perdida e não recomposta. E para minimizar “impactos”, a primeira coisa que cancelo no meu cotidiano é a ginástica. Só não canso de sexo, por que boba é que não sou. Sou gorda, apenas...

     Sempre admirei as pessoas que têm um dia-a-dia cheio de atividades. Gente que dá conta da casa, da família, do trabalho, da universidade, da academia, dos amigos e do amor. Super atletas urbanos que conseguem ler seus livros favoritos, atualizar os conhecimentos gerais e estar a par das notícias e ainda dar uma folheada nas revistas de fofoca. Desse povo que para em frente a TV para ver suas séries favoritas. [E eu no esquema de escola, cinema, clube e televisão...] Respeitava muito esse povo.

     Agora, que minha vida está agitada, com compromissos diários, tantos profissionais quanto famili…

Primavera do Amor!

É primavera. E pelo segundo ano consecutivo, estou apaixonada. Começo a gostar desta estação, além do fato de trazer perfume ao ar, cores à paisagem, traz o amor... Esqueço que pela manhã e ao entardecer, o frescor é quase congelante. Que ao meio-dia, o sol aquece a pele, os prédios, os jardins, os carros... Faz subir o clima até quase derreter. Esqueço de tudo isso.

Minha primavera tem mais sabor! Mesmo que seja por três meses, sorrir ao lembrar da razão do meu afeto é bem melhor do que não ter de quem lembrar. Melhor será se a paixão esticar até o verão, sobreviver ao carnaval e querer se aquecer, nos meus braços, no outono e no inverno.

Do meu jeito vou construindo o que sonho para o meu cotidiano. A meta é chegar no próximo setembro (2014) e perceber que esta paixão passara, e que dera lugar ao amor.

Ponto de Luz

Há tempos procurava uma joia para por no nariz. Entrava e saia de joalherias atrás de um piercing que me agradasse. E nada! Nas lojas de tattoos muito menos.      Já se passaram mais de dois anos desde que ganhei de presente meu primeiro acessório aplicado. Meu tatuador favorito, e tenho vários traços diferentes no meu corpo, que há anos mora em Curitiba, fez essa gentileza quando nos encontramos para matar a saudade. Adair e Rô, casal que descobriu o amor e apostou numa relação, então proibida, agora vivem bem e felizes. Ser testemunha e uma incentivadora torta dessa relação me faz querer vê-los quando tenho a oportunidade.      Com o tempo, a pedra lilás do piercing que ganhei do Adair, escureceu. Parecia que nada havia ali. O que era para ser um Ponto de Luz, como chamam o tipo de brinco que gosto, estava mais parecendo um buraco negro. Precisava trocar.      De repente, na galeria onde tirei “chapas” da minha arcada dentária, surgiu uma loja de tattoos e piercings. Uma cole…