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Mostrando postagens de Abril, 2014

Desligo e saio andando

Não dá. Por muitos anos não assistia a programação televisiva. Por vários motivos. Programação sem conteúdo, programas sem atrativos, profissionais desqualificados... Então aderi a TV a cabo. E a situação não é muito diferente não. Mas melhorou.
Só que não dá para ficar sem informação. Principalmente eu que sou jornalista. E a TV aberta é o que mais abastece as regiões com a programação e notícias locais. Também há o fato de que preciso fazer a leitura crítica e técnica do que passa na telinha.
É estranho eu não gostar de assistir televisão, mas gostar dessa função em torno desse veículo de comunicação. Ela abastece as rodas de conversas com os colegas e amigos e, também, contribuí para o aperfeiçoamento profissional, mesmo eu não atuando nessa área. No entanto é aí que recomeça a minha dificuldade. Ou resistência. Quase tudo é muito ruim...
Sempre adorei ver filmes, programas de comportamento e biográficos, seriados. Mas o melhor de tudo isso está na TV a cabo. Só que, como falei, não…

Coelho Yogin

Qualquer semelhança é mera coincidência. Sério!  Ok... Talvez eu tenha mais barriga.  E seja menos precisa nas ásanas...  Ok, ok! Não tem semelhança.

Transitando: Às vezes é assim...

Quando não dou carona, divido o carro. Assim, todos na família conseguem trabalhar de forma confortável e com locomoção ágil. Sem falar na vantagem que o veículo de passeio traz para o lazer em família ou com amigos...
Isso tudo tem custo, claro. De repente, um pouco alto para uma só pessoa. Ou seja, para mim. Mas a autonomia tem seu preço. Seu custo e benefício. E nessa vida, às vezes, o resultado do progresso, da prosperidade, pode estar associado diretamente ao quesito econômico. Então não dá para reclamar. Não, não.
E, às vezes, é assim, como na foto. É ter que segurar no “corrimão” do ônibus, equilibrar a bolsa no ombro contrário, encaixar o corpo num espaço diminuto, e tentar se manter firme nas curvas acentuadas que o motorista do coletivo faz, mesmo no horário de pico.
O bom desses momentos é que não precisa ter atenção no trânsito. Pode-se dar margem à imaginação. Rever momentos de uma reunião, rir de situações bobas com os amigos ou com o afeto, ou afetos. Somente ouvir música…

Make Up novo

Pois então: a indústria da beleza faz maravilhas conosco. Tem mulher feia que fica bonita - que não é o meu caso, claro. Tem mulher bonita, que fica linda, admito - e me enquadro nesse quesito. E tem mulher linda que fica ainda mais linda. Tudo com uma boa base, um pó de acordo com o tom da pele, uma máscara bacana e um batom. Pronto! Make Up básico para o dia a dia.
Mas no sábado, a dupla dinâmica aqui botou para quebrar. Eu e a “amiguxa” Jana fomos para uma tarde de beleza Mary Kay, com as primas consultoras. Claro que a gente sabia que o momento era de promoção dos produtos, mas nós não resistimos a maquiagens. 
Uma profusão de cores em sombras; tons de blushes; batons; máscaras azul, preta e verde; delineadores diferentes; demaquilante; lenços para oleosidade; sabonete para o rosto; esfoliante... Tinha de tudo na Casa Rosa da Mrs. Mary Kay. E, agora, eu também tenho de tudo nos meus estojos de maquiagens. E as primas: comissões. 
Sai daquela casa menos privilegiada de recursos financ…

Eu, adotada

Este post não tem foto e nem ilustração. Não tenho. As fotos remetem há um passado distante e não retratam mais a realidade. Já não tem carinho, já não tem amor, já não há contatos. Talvez, também não havia antes, mas a gente ama mesmo quem não nos tem afeto nenhum. A gente acredita em sentimentos refletidos em palavras vãs. A gente crê.
Dia 12 de abril foi uma dessas datas comemorativas, institucionalizadas sabe-se lá por qual motivo. Mas existe. Assim como o Dia do Índio, Dia da Árvore, Dia do Beijo, também tem o Dia do Sobrinho. Eu tenho. Tenho dois. Dois deles que se encontram perdidos ao vento da maledicência. E nessa altura do campeonato, sabe-se lá de quem também. Não importa. Não mais.
Há cerca de 20 anos, eu ensinava o mais velho a me chamar pelo nome. Não queria parecer velha demais para ser chamada de Tia. Hoje, quando, ocasionalmente, os vejo na rua, fico esperando ouvir a expressão desprezada por vaidade. Mas não. Silêncio. E rostos virados. Hoje, eu que sou desprezada. Pel…

A gente diz até logo, e também o seja bem-vinda

Dia de amigas é assim: muito carinho! Na ida e na volta... Eu explico. Há pouco mais de 120 dias, a Ká (a outra barriguda da foto) foi fazer o doutorado sanduíche na Europa. E no início de dezembro de 2013, em um almoço gostoso e festivo, nós, as amigas, desejamos os melhores momentos para a moçoila.

Ela, corajosamente, foi ao encontro de mais conhecimento e oportunidades. Ela também foi ao encontro de seu amor, o marido, que já estava lá há 30 dias. E no ventre levou a perpetuação de uma relação repleta de sentimentos do bem.
Na volta não seria diferente. Agora, com sete meses, nos reunimos de demos as boas vindas para mãe e filha. Sim, é uma menina. Estamos, agora, na torcida para que Ana Luiza chegue bem, muito bem. Isso por que os pais estão prontos e preparados, e as tias - emprestadas - ansiosas por mais uma integrante.

Orgulho pela profissão supera dificuldades

por Jacqueline Patrocínio


Demissões, fechamento de veículos, assassinatos, ameaças, agressões e ofensas. Assim tem sido o noticiário em relação aos profissionais de comunicação ao decorrer dos últimos anos. Mas apesar das dificuldades da área, que ainda viu a obrigatoriedade do diploma no ensino superior cair, há o que ser comemorado nesta segunda-feira, 7, data em que se é lembrado o Dia do Jornalista? A respeito da situação, o Comunique-se publica matéria em que três jornalistas garantem: o orgulho pela carreira supera os problemas.

Leia a matéria completa no Comunique-se.

Transitando: Nervosinha, mas na defensiva

É tarde. Tarde para começar o expediente às 13 horas. E mesmo assim, benevolente, a irmã dá carona ao irmão mala. Pelo caminho, na busca diária da condução segura do veículo, ela encontra motoristas piores. Não surpreendentemente, em sua maioria, do sexo masculino. Um deles, inadvertidamente e, pior, perigosamente, corta a frente da irmã, quase batendo. Depois dela desviar rapidamente de uma possível colisão, põe a cabeça para fora e lembra da mãe do péssimo condutor... Sem culpa!
#NãoDáParaNãoXingarUmCaraDesses

Transitando: Sai da frente que atrás vem a Nêga

Agora eu tenho um carro. Depois de anos juntando dinheiro, investindo em consórcios – e ser sorteada nos dois -, comprei meu primeiro veículo. É um Fiat Uno, seminovo, que veio na
cor que queria (vermelho) e ar condicionado. Afinal, quem hoje em dia compra carro ou imóvel sem ar condicionado em Porto Alegre, é louco.
Como sempre faço, barganhei. Pedi desconto e ganhei. Também quis rádio com CD e entrada USB. E veio, juntamente com a instalação de sistema de som, que não tinha. Na verdade queria com DVD, mas o vendedor também soube resistir ao meu assédio. Mas não cedi de primeira. Sai da revenda com o cartão do rapaz, dizendo que veria as ofertas dos concorrentes. Ao lado esquerdo da loja havia uma revenda da Chevrolet e ao lado direito, da Volkswagen.
De arrasto, comigo, meus fiéis escudeiros: mommy poderosa e irmão. Num sábado escaldante, beirando os 40 graus a sombra, a caminhada foi rápida. Depois de dois meses de tramites contábeis, o que menos queria era passar mais 30 dias procu…

Nos Phones: Rua dos Amores