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Mostrando postagens com o rótulo Toin...

Rugas clínicas: ãh?

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A Universidade está em período de provas. Os alunos todos querendo sair de férias. Não aguentam mais o calor, não aguentam mais o transporte público, não aguentam seus professores, não querem mais estudar. Só ir do trabalho pra casa e de casa pro happy hour. Para contribuir nesse processo, fui ser a cliente de uma acadêmica de Estética. A Amanda. Linda a guria. E simpática. E atenciosa. Ela foi minha esteticista em prova por durante duas horas. Para logo depois ela sair de férias do Laboratório de Estética e Corporal, aprovada. Bem feliz. No entanto, para chegar no grand finale , a guria higienizou a pele do meu rosto e o colo com sabonete líquido cheiroso, passou uma loção adstringente, fez a avaliação da pele. O protocolo foi uma esfoliação profunda para redução da oleosidade e das sujeiras nos poros. Então, ela utilizou um esfoliante a base de uma máscara de bambu. Outra lição para abrir os poros, uma máscara úmida e vapor. A estudante fez a extração. Depois adicionou uma másc...

Bobeou, dançou!

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Hoje deu vontade de tomar um café fresco, tipo italiano. Na hora peguei minha cafeteira e fui para a cozinha. Coloquei água e pus no fogo, para que saísse qualquer impureza do aparelho. Voltei para a Frida e continuei conversando no MSN. O problema de apurar fofocas é que a gente se distrai. Sei lá quanto tempo levei, mas uma ligação de oito minutos, mais várias frases no Messenger e pronto – queimei a dita cuja. Perdi a alça, que estava derretida sobre o fogão, a borracha do coador e quase o pegador da tampa. Putz! No fim desisti do café e da fofoca.

Tem contra dor de cotovelo?

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A lua é de prata já faz algumas noites. Cheia ou Nova, não sei. Mas está linda. Perfeita para os enamorados e instigantes para aqueles que aspiram romances. Eu, mesmo me incluo nesse esquema de escola-cinema, mas não estou adiantando nada. E olha que não é por falta de tentativas [e nisso só vou queimando meu filme, que já é escuro naturalmente]. E, possivelmente, daqui a 75 dias eu passe o dia de São Valentim brasileiro ainda “avulsa”, como diria meu bom e velho pai. Hoje, fui fazer uma matéria sobre o desenvolvimento da campanha de vacinação contra o vírus H1N1, aqui na cidade. A única do dia, para encerrar um mês adverso em muitos quesitos para minha opinião insignificante. Entre gestantes, crianças e doentes crônicos, lá estava eu, fazendo perguntas e tirando fotos, além de ter garantido minha dose. Estou dentro do perfil. Sou obesa. Doeu! Não tanto quanto dor de amor. Aliás, nem de longe. Também não foi tanto quanto um domingo de sol ou uma tarde de sábado chuvosa, sem o amor do l...

Vai lá Odete!

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Os pais, em setembro de 2008 Eram aproximadamente 8h30 desse 7 de setembro quando abri os olhos para os 35 anos. Estava eu, então, com um cansaço no corpo, ainda consequência da viagem de quase 500 quilômetros, que em 12 horas teria que refazer. Pensando nisso tentei sair da cama para aproveitar o dia com a família e os amigos, mas os tradicionais "5 minutos" foram necessários. Da sala vinha uma conversa entre duas pessoas. Não precisei forçar a mente e os ouvidos para identificar as vozes. Embora o tom do diálogo fosse tranquilo, senti a urgência e a importância do assunto. - Odete, vai lá no mercado e traz uma espumante -, disse meu pai, pensando em me agradar ainda mais, principalmente naquele dia em que completava mais um ano de vida. - Espumante? Não precisa. Vou fazer uma caipira agora e tem cerveja. Senti a veia econômica da minha mãe pulsar mais forte nesse momento. Fazia tempo que ela não se manisfetava na minha presença: cerca de 20 horas, lá mesmo, entre as prat...

Amor, palavra que liberta!

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Toda a terça-feira eu ouço a palestra da orientadora espiritual e no final ela pergunta sempre: Quem disse “eu te amo” pelo menos uma vez hoje? E sempre poucas pessoas levantam a mão. Parece cíclico, mas toda a terça-feira eu fico com as mãos abaixadas. O que me conforta é que no final de semana eu sempre digo aos meus pais, que os amo; na segunda escrevo aos meus amigos no Orkut ou pelo MSN que os amo; e mentalmente eu ainda digo que o amo, quase todos os dias. Mas nas terças, quase nunca... Nem para o Shazan, a quem eu digo que amo quase que diariamente (mesmo ele sendo um gato...). Porém isso não importa. Dias e horas não são relevantes para este sentimento. O que acredito é no amor e nas declarações de amor. E como canta Marisa Monte, baseado nas palavras do Profeta Gentileza: “Amor, palavra que liberta!” Liberta e aprisiona. Eu, no momento me sinto aprisionada dentro de sentimentos conseqüentes a este sentimento maior, mas bem menos dignos. E faço força, sempre, diariamente, para ...

Mais ou Menos

Um palestrante entrou num auditório para proferir uma palestra e, com surpresa, deu com o auditório vazio. Só havia um homem sentado na primeira fila. Desconcertado, o palestrante perguntou ao homem se devia ou não dar a palestra só para ele. O homem respondeu: - Sou um homem simples, não entendo dessas coisas. Mas se eu entrasse num galinheiro e encontrasse apenas uma galinha para alimentar, eu alimentaria essa única galinha. O palestrante entendeu a mensagem e deu a palestra inteira, conforme havia preparado. Quando terminou, perguntou ao homem: - Então, gostou da palestra? O homem respondeu: - Como eu lhe disse, sou um homem simples, não entendo dessas coisas. Mas se eu entrasse num galinheiro e só tivesse uma única galinha, eu não daria o saco de milho inteiro para ela.

Um cigarro para relaxar

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Ontem pela manhã o dia parecia começar calmo, sem cobranças e correrias ou preocupações por pautas para a edição do jornal. Estava eu então relaxando os pensamentos matinais, em pé na sacada, baforando “um raro prazer” quando olho para a rua de cima e vejo a figura de um guri, acenando. Era o Almir, o jovem estudante secundarista que está escrevendo um livro de auto-ajuda. Pensei logo: “ainda bem que já terminei minha participação!” Lembrei aliviada com um sorriso no rosto e acenando em sentido positivo. Não demorou muito para o jovem adolescente apontar no sopé do prédio onde moro e perguntar sobre o texto. “Sem cobranças? Acorda Elaine, hoje é terça-feira!” - Oi Almir, que bom te ver. - E o texto, já terminou? Saiu perguntando ele de supetão. - Sim, já terminei. Desculpe não ter enviado, mas eu perdi teu e-mail. Me passa novamente que eu te envio agora pela manhã ainda. E foi o que ele fez e o que fiz também, porque havia terminado de escrever minha participação no seu livro na segun...

Minha coluna

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A cada dia me surpreendo com o número de pessoas que lêem o que escrevo. Não falo aqui no Cor de Rosa, nem nas reportagens ou matérias, mas na Coluna Cor de Rosa e Carvão, publicada no Jornal Correio Hoje, onde trabalho. Isso, ao mesmo tempo em que me dá uma grande satisfação, me deixa com receio. Medo do que vai ali, naquele espaço sobre os horóscopos, e sua repercussão; que na verdade não sei qual é. Apenas que causa algo nas pessoas. Se é asco ou prazer durante a leitura, não posso afirmar com certeza, além daqueles que exprimem sua opinião claramente quando assumo, sem intenção, suas defesas. Talvez minha opinião esteja realmente cumprindo a sua função. A de formar idéias e disseminá-las, ao ponto de que algum gestor público ou empresário da região as desenvolvam. Isso quer dizer que tenho uma grande responsabilidade sobre o que escrevo e devo manter essa preocupação. Não que antes não a tivesse, mas realmente pensava que poucas pessoas me liam naquela parte do jornal, se não os am...

Amigos de infância

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Danilo e Edgard (em cima), Janaína e Peterson Eu tive a melhor infância. Meus pais me amaram, de deram casa, comida e roupa lavada também. Me educaram e hoje tenho valores inestimáveis para mim, que me orgulho de tê-los. Foi na infância também que comecei a construção de amizades. Esses aí de cima, eu vejo pouco, mas são meus amigos de escola, mais propriamente dizendo: de coléginho! Falta ainda um bando de maloqueiros, tratantes, renegados e outros displicentes. Mas, o que vale é que a gente se diverte quando se encontra (principalmente Eu, a Jana e o Peterson - os baixinhos da foto, literalmente, sentados ou de pé eles ficariam na mesma altura, he he). O que sei é que: Encontrar os amigos de infância, como os do Coléginho, não tem preço! Para todas as outras coisas, como viajar 1000 km, fazer um concurso 'forçado', ficar longe do Shazan, não ter dinheiro, andar de ônibus urbano (esperar ônibus); existem amigos, parentes e mastercard, claro...

Bar de Guampas

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Ele vinha sorridente, no sentido oposto do passeio. Ela vinha distraída, ouvindo suas músicas, até que ficaram frente-a-frente. - Nossa, que alegria te ver. - Oi, quanto tempo... - Pois é. Eu não tô mais morando aqui. Fui embora. Levei um par de guampas e agora tô morando em Pexinguinha. Ela refletia sobre a informação. Não entendia porque ele dizia que tinha ido embora, se Pexinguinha é tão perto. Fica a menos de 30 quilômetros de Gonzaguinha... É quase um distrito daqui, se não fosse a quantidade de habitantes e o tamanho do município, que é quase o mesmo. - Ah, que massa. Parabéns! Mas qual é o nome mesmo? Bar de Guampas? Que doido deve ser esse lugar. Um bar para corno... Bom, negócio é negócio. - Não, levei um par de guampas, por isso fui embora. E tu, tá sozinha? - Ah, desculpe, tinha entendido que havia aberto um Bar de Guampas. Putz! Que chato isso... Melhor terminar logo essa conversa. O assunto, além de confuso, tá ficando perigoso. Põe aquele sorriso no rosto, mente logo e v...

Fácil é a vida...

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- Como está teu nado? Putz! Era para ele me dizer isso, afinal, o professor aqui não sou eu... Mas tudo bem, vamos manter o bom humor e a simpatia. - Ah, ainda é difícil para eu sincronizar pernas, braços e ainda respirar. Ou um ou outro. Disse de forma sorridente, o que ele já está cansado de observar e concluir: descordenada! - Eu acho que teu nado está bem melhor. Então porque perguntou antes como ele estava? Pensei, manifestando um sorriso de criança satisfeita, após ter ganho um doce. Porque essa conversa toda logo às 8h20 da manhã e depois de uma piscina? Será que ele não percebe que além de estar atrasada, eu tô sem fôlego?... Tudo bem Nêga, ele é bonitinho e atencioso. Muito melhor que o outro professor, então, não reclama (melhor, inclusive, nas dicas e orientações). - Vou te dar uma dica (oba!). Tenta não pensar em nada enquanto estiver na piscina, sem ser nos movimentos que precisa fazer: bater perna, dar as braçadas e respirar. Mas não pensa em nada, nada mesmo, sem ser em ...