segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Estado civil: feliz!





14:45. De uma segunda feira. Veja que beleza... E é primavera. Pronto. Não preciso de outro motivo para estar feliz, além do fato de ter novos amigos de boteco, uma nova professora de inglês e, quem sabe, um novo affair. Afinal, uma nova quinzena se aproxima.

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Eu fujo!



Estou sofrendo um desgaste emocional. Nem sei se isso existe, mas já diagnostiquei. Rá. E sei a cura também: dar o fora! Pegar a estrada! Viajar sem rumo e sem prazo de validade. Sem pensar em nada, apenas vivendo, curtindo coisas boas. Ficar despreocupada e conhecendo culturas e hábitos novos.

Há quem dirá, certamente, que isso é fugir. É coisa de perdedor, medroso. De gente fraca. De quem nunca passou trabalho na vida. E que o remédio certo é um serviço no lombo e coisa parecida, pois problemas se resolve trabalhando, enfrentando-os.

Para mim, sair por aí é quase que alforria, liberdade, cuidar da própria vida e ponto. Não tem nada a ver com medo, ao contrário. Não é egoísmo. Ao contrário. É deixar de pensar no coletivo, no todo para fortalecer-se. Significa voltar o olhar para si, reerguer-se, cuidar-se, amar-se. Isto! É amor próprio.

Como também sou uma aproveitadora, e estou em um momento de elevar a estima, me beneficiarei da situação para por os sonhos em prática.

E sou uma sonhadora compulsiva. Daquelas que nem põe ponto final numa  ilusão e já vai criando outras fantasias. Daquelas que quando curte o rumo da imaginação, continua criando até ficar próximo a realidade. E quando chega nesse nível - ou no estresse de vida citado acima - é melhor vivê-los.

Estou no limite desses dois pontos. Ao mesmo tempo. Tudo junto e misturado. E nem sei se um deles têm chances de chegar primeiro. É empate na certa. E, ao invés de surtar como a maioria das pessoas, eu abro a minha caixa das ilusões e "volto a viver". Há quem tome uns remedinhos, se sobrecarregue de serviço, contorsa os músculos e sofra de dor, até o ponto de se matar ou matar alguém. Eu "fujo". Pra minha vida.

domingo, 23 de outubro de 2016

Dietando: Quero ser magra!


E não é pela saúde. É o fator estético que tem me cutucado. Há algum tempo que não vejo mais empatia em ser a gorda gostosa de sempre. Quero ser magra!

Tenho acompanhado uma onda fitness pelas redes sociais. Amigos, familiares, colegas, conhecidos... Todos estão "magros". E felizes.

Penso no verão e em trocar o sunquini por um biquini cavado. Mas a segunda-feira nunca é a que deveria ser. E protelo mais uma vez o início da dieta ou o retorno para a academia. Reparo no quanto as roupas caem melhor nos novos manequins desse povo fit e diet. E nem são peças novas. As mesmas de um ano atrás, até. E sinto uma vontade de entrar nessa para ficar ainda mais bonita.

Sim, por que é assim que eu me vejo. Uma mulher bonita, mesmo que obesa. Tenho consciência de que minhas curvas arredondadas não são agradáveis aos olhos. Tenho muita gordura localizada e que deforma meu corpo. No entanto, depois de crescer e viver assim por tantos anos, sei muito bem como tirar vantagem da minha autoestima e liberar meu sex appeal.

Mesmo assim, sinto um movimento emocional em mim, um pedido silencioso, uma ambição fútil, para mudar. Quem sabe amanhã, seja uma segunda-feira diferente...