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Aprendizado

Há alguns dias atrás, fui lembrada de que este ano, 2017, não tiveram dias fáceis para mim. Nem um pouco, concordei em pensamento. Mas, ainda sim, foram “melhores” que 2016. E que no meio do caos pessoal em que vivo, eu soube aproveitar. Eu aprendi.
Aprendi muitas coisas. Simples. Porém, que ignorava no dia-a-dia atribulado ou feliz. E sim. É no meio do turbilhão de emoções, de situações inoportunas, que regamos a esperança. E dela conseguimos enxergar o caminho da vibração positiva, mesmo passando por momentos nem um pouco bons.
Aprendi a ser humilde. Solidária. A não julgar. A dar sequência ao que foi iniciado – e dar ponto final. Estou aprendendo a ser por mim mesma. A crer em mim também. A cuidar-me.
No entanto, meu melhor aprendizado está baseado em dois ditos populares. De Confúcio. (1) Um se trata de coragem. Ou da falta dela. “Saber o que é correto e não o fazer é falta de coragem.” Com isso, aos poucos vou enfrentando meus medos, meu desânimo, e agindo com determinação, resol…
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Dietando: primeiro mês

A nossa maior glória não reside no fato de nunca cairmos, mas sim em levantarmo-nos sempre depois de cada queda. Oliver Goldsmith
E dieta é bem isso né?! Um cai e levanta frequente. Mas não dá para desistir.


Hermética

"E o que não se diz com a boca, se consome, num frenético solitud sound."



Estou vivendo uma relação de amor com a Ava Rocha. Esse som "cabeça oca" que ela faz, muito me agrada. Os meus sentidos se renovam com a musicalidade que a banda impõe com as composições. Meus sentidos se renovam com a postura da Ava. Vão muito além!

Dietando: Ah, mas aqueles 20%...

Exige muito de ti e espera pouco dos outros. Assim, evitarás muitos aborrecimentos. Confúcio

Meu choro, meu coração, minhas lembranças

Não consigo me acostumar com despedidas. Com a partida. O adeus! Com o tempo a gente acostuma a não ligar mais, não programar o reencontro, a ter que perder (mais) uma referência. Mas não sou amiga do tempo. Ainda não.
Em (mais) um ano precisei reaprender uma porção de coisas. A ter uma opção a menos. E hora foi fácil, hora foi difícil. Recomeçar a vida sem a presença dela ainda marca meu dia-a-dia. Existem muitas etapas em aberto ainda para poder ser apenas a saudade. Sem o choro. Só o coração e as lembranças.
E enquanto a vida burocrática não se ajeita, agradeço aos céus por ter nascido Barcellos e Araújo. Por ter sido a irmã caçula. E por ter me despedido. Foi por pouco tempo, mas foi importante. Vejo agora, que, talvez, o tempo tenha sido meu amigo, então. Mesmo eu não entendendo...
Obrigada Pai.

Trocando em miúdos

Essa linda da Marrom, com esse querido do Emílio, cantando o maravilhoso Chico. É muito amor numa interpretação. Numa canção.

Eu choro

Sou temporã. Nasci dez anos depois da primogênita. E nove, depois do filho do meio. Vim quando ninguém esperava, e cá estou. A filha caçula da Maria e do José. Meu pai torcia para que nascesse no seu aniversário – 11 de setembro. Mas sou temporã nos dois sentidos da palavra. Na minha família sou a única que não veio ao mundo pelas mãos de uma parteira. Ufa! A moderninha. Confesso: gosto da ideia de romper paradigmas, mesmo que de pequeno porte. Também fui a única a participar de atividades do movimento estudantil durante o ensino médio e a cursar uma faculdade. Ah, mas o meu orgulho em casa foi ter sido a precursora em verbalizar o Eu Te Amo. Demorou, mas saiu. E depois do primeiro, banalizei. Espraiei. 

Mas de volta ao meu nascimento... Rompi à vida em silêncio. De madrugada. Meu Paiaço adorava contar este momento: “Tu não queria chorar, então, o médico deu um tapinha na tua bunda para que chorasse, para ver se estava tudo bem. E tu abriu o berreiro”.  Crendice ou ciência da época, eu n…