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Mostrando postagens de Fevereiro, 2011

Só as mães são felizes...

Gosto de Cazuza e sempre vou gostar. Mas o cara viajava na maionese legal. Nessa música, hino das pessoas que viviam no submundo, obscuramente, ou perdidas [sei lá], ele admite ao final - e sabe-se lá por que - que "Só as mães são felizes".
Discordo. As filhas das mães também. Principalmente em dia de aniversário. Em datas em que elas completam 70 anos. Em momentos de alegria, gozo total da boa saúde e do bem estar, como os de hoje.
Ah Cazuza, seu matuto novo e tórpido. Não só as mães são felizes. Eu, por exemplo, também sou! E tem como não ser ao lado de uma velhinha como essa?

Um livro só

Nada que é imposto é prazeroso. E quando se é jovem, adolescente, somos contra tudo e todos praticamente. Por isso foi automático, na época, rejeitar a leitura de Moacyr Scliar quando nos foi exigido, na matéria de Literatura. Tínhamos 14, alguns 15 ou mais, e ler, além da página de esportes para os guris e de Júlia e Sabrina para as gurias, era um saco.

Mas no primeiro ano do secundário é assim: os guris pensam em futebol e as gurias em sainhas balonês, novas, para a próxima festa. E o tema de casa, nada... E quando chegou a vez do imortal Moacyr Scliar não foi diferente. Escolhi o título pela quantidade de páginas e na ilusão de que seria uma história fácil. Também havia poucos títulos na biblioteca da escola, o que dificultou ainda mais minha escolha [que, agora admito, seguia critérios absurdos e vadio].

O Exército de Um Homem Só foi a obra escolhida. E de fácil não tinha nada. Era uma leitura complexa, que trazia como enredo a história de um judeu vindo da Rússia para Porto Alegre,…

Pra começar a semana

É preciso ter parcimônia, sempre. Só assim se consegue o que quer, materialmente. Confesso que não é uma habilidade, uma qualidade minha. Ao contrário. Se for para gastar, me chame que sei como fazer. Já poupar é outro negócio...

Mas nesta segunda feira eu percebi a importância que é ser moderada, comedida. Dinheiro não cai do céu e contas se têm toda semana. O que significa que o dinheiro que se tem em conta, na data do benefício é estanque. Não está sobrando, embora parado, e sem investimento. Está ali para suprir alguma demanda que já foi planejada ou para cobrir uma despesa mensal, que irá vencer nos próximos dias.

Ou seja: não posso pegar e gastar com pandegas, infelizmente. Nem dizer a mim mesma que vou repor em dez dias, por que só vai entrar dinheiro 30 dias depois. E, ainda assim, assumir compromissos novos.

Ter esse insight não foi por acaso. Teve um fator que causou tudo isso, bem no estilo “no fiofó dos outros é refresco”. Mas bem bom. Dessa forma, e em tempo, dá para segurar…

Bem Estar Bem

Li a pouco a coluna de Ruy Carlos Ostermann para seu blog. Primorosa como sempre. E descobri que temos algo em comum. Nós dois sabemos fazer “nada” muito bem. Cada uma ao seu estilo.

O professor referia-se a sua atividade de férias. Em janeiro ele se encheu de “nada” e aproveitou maravilhosamente seus dias de sol e de chuva. É assim que vivo também, meus dias de folga. Aí está outra diferença entre nós. Vivo um semestre de férias. Que, aliás, deveriam ter acabado em janeiro, mas estendi por mais algumas semanas, já que é verão e calor pede praia, inevitavelmente.

No meio do “nada” a gente inclui algumas coisinhas. Eu, por exemplo, encontro amigos. E é tão bom rever os afetos e ter noticias boas... Mesmo que seja por pouco tempo. A hora do almoço. Mas valem os sorrisos, as repreensões, as novidades, as “velhicidades”, os auxílios e as promessas. Isso dá um ânimo no dia a dia de dar gosto!

Também, a pouco, retomei uma atividade que há meses não exercia. O da escrita, da revisão, da edição …

Pra amar basta ser hoje

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Em outros países, o Dia de São Valentim tem grande relevância em suas comunidades. Crianças trocam cartões carinhosos com amigos e familiares. Adultos também. É uma forma de demonstrar afeto, o quanto um tem o outro em alta estima. De dar amor. Por isso, hoje, dia 14 de fevereiro, é considerado o Dia Internacional do Amor.

Não é uma ótima data para se começar a semana? Muito meigo! Beijo amoroso no coração de vocês.

E Agora José?

Eu me emociono com qualquer coisa. E com situações e momentos importantes. Emociono-me com pessoas. Já disse isso aqui, várias vezes...

A pouco eu vi a apresentação das famílias de quem está no paredão do BBB11. E chorei com a Natália, cuja mãe estava do lado de fora da casa, torcendo e pronta pra receber a filha. Tudo que diz respeito a laços de família me tem cativa nos últimos cinco anos.

Para dar vazão a tanta emoção, saudade e memórias, que fiz outro blog. “E Agora José?” E como digo na apresentação dele, não sei se escrevo para mim ou se para ele. Mas com certeza é de pai pra filha e de filha pra pai. Ah! Se você for de muita chorumela, como eu, leva lenço. Ou não entre...

Diário Dietético: Eu lanço moda

A praia está tomada de gordas com sunquínis e biquínis. O maiô virou peça rara na beirola. E a roupa de banho em duas peças domina o cenário em corpos que vão desde o escultural até os de curvas bem, mas bem acentuadas... Desde aqueles que possuem pele sedosa, até os revestidos com derme envelhecida. Os diversos modelos vestem corpos morenos, brancos e negros. Eles cabem em todas.

Eu tenho um novo. Um sunquíni vermelho com detalhe em Poá branco. Já falei aqui, inclusive. Ele é bonito. Embora eu não fique bem em roupa de banho. Devo confessar que maiôs e biquínis nunca me caíram bem. Tenho as coxas coladas e com excessos logo abaixo do ventre. Tipo almofadinhas. Eu tenho medo de cirurgias plásticas e lipoaspiração. Mas tem dois lugares no meu corpo que alteraria com prazer, caso tivesse dinheiro para isso: as coxas e os seios.

O que me admira é que eu lanço moda. Em casa, mas lanço. Modelos de vestidos, cores fortes e marcantes, colares e pulseiras [e demais acessórios], calçados com des…