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Mostrando postagens de Setembro, 2011

Erc!

Acho justo. Todo trabalhar que se sentir lesado economicamente na sua remuneração, tem que buscar reajuste salarial. Todos! E com razão, pois tem muitos fatores que contribuem para a defasagem salaria. A gente, em casa, percebe que de um mês para outro, o que ganhamos não é mais suficiente para manter as contas básicas. No supermercado então, nem faço mais as contas.
Mas, a PQP com o movimento dos bancários. Nunca vi um setor mais reclamão do que eles. E convenhamos: de barriga e bolsinho bem cheios! Se não todos os anos, a cada dois, têm paralisação. E então a mesma lenga-lenga: contas atrasadas, caixas eletrônicos desabastecidos, credores cobrando juros... Por God!
Sei que os medianos e bons salários também sofrem defasagens e que os núcleos de trabalhadores não podem deixar chegar a um nível muito aquém ao aceitável, sob riscos de não conseguirem mais reverter o processo. Mas não consigo deixar de pensar em quem é assalariado, mínimo, e que nem pode fazer greve, pois não terá o aumen…

Escurinho e o Hino do Centenário do Inter

Que linda essa paixão colorada de jogador e fã do Sport Club Internacional de Porto Alegre, que agora deve estar organizando a maior pelada [ou grenais] lá em cima.

Eu amo a Nikita!

Valeu a pena!

Livremente, me baseio nesta canção do Rappa para relembrar bons momentos de vida da minha juventude. E ainda tomo a liberdade de fazer uma breve adaptação. “Eu ouso cantar na superfície de qualquer manhã, as palavras do meu livro, ainda sem final. Sem final nenhum!”
Foi na noite deste último sábado [ontem], quando ao lado da amiga pra todas as horas - ao adentrar numa noite nem tanto insana assim, mas que dava nome ao local -, que voltei rapidamente ao tempo. A banda de pop rock Naguilé tocou bem, animou e me remeteu há 13 anos ao tocar Pescador de Ilusões. Ao primeiro olhar já vi um ficante da época. Não deveria ser. Mesmo assim, lembrei do seu perfume, cheiro que uso até hoje, de tempos em tempos. Connexion...
Era bom demais aqueles finais de semana aos quais, ao ritmo do DJ Kafú, embalava minhas amizades, romances e bebedeiras. Sexta, sábado - e até uma ou outra quinta-feira - comparecia lá, num lugar que também tinha nome estranho para minha mãe. Cabaret Voltaire.
Lá tinha o Val, que…

Quem ama o feio, bonito lhe parece

Tem gente que tu olha e diz: “Putz, que cara bonito. Queria um desses pra mim”. Ou então: “Bá, que guria linda”. Alguns casais unem os dois tipos: o feio e o bonito. Às vezes dá para perceber a boniteza dos dois. Mas o que tem de feios namorando ou casados não está no mapa...
Hoje, olhava despreocupada para dentro dos coletivos, enquanto aguardava o ônibus que atende meu bairro passar. O tempo passava ao ver os vários tipos. Tipos sozinhos, tipos acompanhados.
Entre eles um casal me chamou a atenção. Um par de feios que me saltou aos olhos. Tudo em volta deles era amoroso. O olhar dele para ela. E ela, nos braços, colhia um bebê que recebia o afago do pai, simultaneamente. De repente, seu olhar distraído e comum voltou-se para ele em forma de sorriso. E um beijo selou aquele carinho animado, enquanto a criança descansava tranquilamente.
O ônibus parte do ponto em que estava e eles se vão embora com sua felicidade simplória, mas cheia de amor e satisfação. Aquela cena me deixou tão leve, …

Muito Estranho

Por que ninguém vai dormir nossos sonhos...
[meu lado romântico aflorando. é que nem TPM: uma vez por mês aparece e ainda fica uns dias...]

Coração Farroupilha

byLuiz Coronel

Ninguém doma a esperança,
liberdade não se encilha.
Galopa livre em meu peito
um coração farroupilha.

Olha a tropa de lanceiros,
pela noite adentro avança.
Sob a luz clara da Lua,
cada estrela é uma lança.

Pelos mares da campanha,
pelas ondas da coxilha,
juntas de bois puxam barcos
da Esquadra Farroupilha.

Doze homens contra um
não é guerra é uma guerrilha.
Galopa livre em meu peito
um coração farroupilha.

No pendão verde-amarelo
o carmim também cintila.
Tremula no azul do Pampa
a Bandeira Farroupilha.

Aqui todos são faca na bota!!

Os comerciais do grupo Zaffari e Bourbon sempre me emocionam. Aliás, a agência de publicidade que os atende trabalha bem esse aspecto. A emoção!

Esse filme é antigo. De 2009. Mas não tanto quanto o Movimento Farroupilha, que durou dez anos [entre setembro de 1935 e 1945], se não me engano. Como todo conterrâneo, tenho orgulho de ser gaúcha. Mas a revolução, que tem como referência o primeiro ano do movimento, me deixa ora "revoltosa", ora orgulhosa.

Não sei bem se essas expressões revelam bem o que sinto. Por isso vou explicar. O momento era de decepção por causa da displicência imperialista com o Estado gaúcho e seu povo. E agarrido e bravo como somos [o hino foi composto durante o movimento], não demorou para os coronéis buscarem na ponta da foca o que achavam serem seus de direito. Só que, para ajudar nessa conquista, colocaram no front quem? Os lanceiros negros!

É. Para conquistarmos a liberdade [meu Estado natal foi um dos últimos a abolir a escravatura, ao que me lembro..…

Pessoas!

Encontros. Tenho tido grandes e agradáveis surpresas ultimamente. Nessa semana especialmente. Na quinta-feira, ontem, fui ao centro da cidade trocar o Freddie Mercury. Ele veio com defeito de fábrica e o pós-venda da loja onde comprei, excelente por sinal, fez o serviço direitinho. Cheguei ao final da tarde no local, fiz os trâmites necessários, e sai correndo para não perder o Encontros com o Professor da semana, cujo entrevistado era o maravilhoso Ney Matogrosso. A mamy e a tia já estavam lá no Centro Cultural CEEE Érico Veríssimo, com seus lugares garantidos desde às 17h45.
Apressada, sai de uma ponta do centro e fui parar quase na outra, rapidamente. Foi nesse momento que quase dei um encontrão num homem alto, grisalho, magro, que tentava ser discreto em sua circulação. Marcos Nanini saiu do hotel onde estava e entrou na farmácia ao lado, surpreendendo também as funcionárias do local. Com tempo gritaria “Lineuzinho” bem alto, pediria para alguém tirar foto e faria uma sabatina rapi…

Diário Dietético: Cantar dos joelhos

Mais difícil do que emagrecer é não engordar. Eu já desisti de emagrecer e me preocupo em apenas não aumentar de peso. Controlo o que como, mas não sou neurótica [ainda]. Degusto um bom churrasco e tomo minha cerveja bem gelada com os amigos, de vez em quando. No entanto, durante o dia busco fazer as seis refeições do dia.
No mês passado havia recuperado 500 gramas daqueles 1,9 kg perdidos anteriormente. Não foi uma época boa para engordar, pois parei com a academia por 38 dias. Envolvi-me com o trabalho de tal forma, que não tinha tempo nem de malhar e pensar em dieta. Um erro, eu sei! O resultado disso verei nesta quinzena, quando retornarei a nutricionista.
O ponto positivo de tudo isso é que voltei a malhar na semana passada. Ainda não fui nesta semana. Provavelmente conseguirei ir a partir de amanhã, quarta-feira. Mas, para contrabalancear tenho ido a massoterapeuta. Sessões de drenagem linfática com massagem modeladora devem estar me ajudando a não aumentar as medidas, ao menos. E…

Na cadência do samba

O astro rei está nos brindando hoje. Muita luz e calor com seus raios aqui na capital dos gaúchos. E não. Não sai de casa hoje. Tomo meu mate daqui mesmo, protegida em meu lar e ao lado dos meus.
Confesso que ando irritada de andar pela cidade com o caótico transporte público que nos é oferecido. Preparo o primeiro, de uma trilogia de e-mails em que relato as condições da frota, o desrespeito com o cidadão e cliente com os atrasos frequentes e diários das linhas de ônibus e a falta de educação e despreparo de funcionários [cobradores principalmente] que servem nas empresas.
Não dá mais para aguentar essa afronta. Tudo bem que nós dependemos do transporte público, mas pagamos pelo serviço. E não é barato: R$ 2,70 para sermos maltratados nas viagens de lazer, trabalho ou na honraria de outros compromissos. Em Porto Alegre vivemos um descaso total por parte dos órgãos públicos, cujos fiscais não devem estar fazendo o seu trabalho direito. Se não estaríamos menos cansados de andar de ônibus…

Tudo de novo, com fúria e folia

Há dias já estava tranquila. Minha preocupação [boba] com a idade não era mais problema. Eu continuo a mesma que há 15 anos. Talvez com algumas diferenças: uns quilinhos aqui, umas marquinhas de expressão ali... No resto, “segue o seco”.
Fazer aniversário depois dos 35 anos não é tão ruim assim. No ano passado estava adormecida, amortecida, em transe por causa dos acontecimentos familiares, mas este ano não. Senti o peso de uma idade que nem é tão rigorosa assim. De repente me dou conta que estava pronta para os 37 anos. Bem pronta!
A vida tem ajudado muito também. O mês do cachorro louco foi uma maravilha de bom para mim. Agosto rendeu muito em trabalho e aprendizado profissional. E espero que a maré continue assim: a favor dos ventos e dos céus.
E para fechar com chave de ouro a primeira semana do mês de setembro: festa! Casa cheia de amigos e parentes chegados. “Eu não convidei ninguém, mas veio todo mundo.” Sim, a pequena patota serve por uma população. Foram quase 12 horas ininter…

Ambição não faz mal a ninguém...

Uma pitadinha de humor só para quebrar a distância entre nós.
Outra hora eu volto!

Ah! 37 anos daqui uma semana... #putaqueopariu