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Mostrando postagens de Setembro, 2013

Apenas um quadro branco

Via aquele quadro branco há poucos minutos, mas já estava chateada. Não sentia dor, não era incômodo, nem chato, só algo necessário a se fazer. Naquele instante, naquela pequena imensidão acima, só pensava em fidelizar clientes ou amenizar o nervosismo de outras pessoas, com cores. Imaginei uma pintura de Romero Britto até. Organizei meu dia. Calculei as dívidas do novo mês, que deveriam ser pagas.

     Certa hora, me vi observando os problemas na superfície. Uma reforma já era preciso... Outra vez, o pensamento versou sobre vários assuntos em minha mente. Só observando o teto, enquanto o dentista trabalhava.

Mountain View

Que delícia, e tentador, deve ser trabalhar num lugar que tem um cupcake gigante no seu jardim... Morar numa cidade que tem paisagens bonitas, então, nem se fale. Acho até que vou incluir Mountain View no meu roteiro de viagem pela Califórnia, quando for fazer meu curso de inglês. Mas, por enquanto, só estou fazendo uma pesquisa. Conhecendo, virtualmente, a cidade de um leitor do blog.
Mountain View é uma cidade da Califórnia. Aquele estado bonito e de clima quente, que serviu de cenário centenas de vezes para filmes da indústria cinematográfica americana. Joguei no Google, claro, e a Wikipédia me disse que ela “é uma das maiores cidades doVale do Silícioe, por conseqüência, sede de várias companhias de grande porte.Google,Red Hat,Mozilla Foundation/Mozilla Corporation,AOL,Yahoo!e divisões daMicrosoft(MSN,MSN Hotmail,Xbox)”. É a cidade que está sempre no meu Live Traffic Feed.

Faz algum tempo que queria fazer esse registro. Na verdade, queria mesmo saber quem é o visitante gringo do Cor…

Passou!

Sim, eu me decepciono comigo mesma às vezes. Mas logo passa. Sou consciente. Sei quando estou sendo excelente e quando estou sendo mediana. Ou péssima. E no concurso que prestei no final de agosto estava sendo mediana. Bem mais ou menos. Resultado: não aprovada. Enfim, agora é rever conceitos, planos, objetivos e metas. Levantar a cabeça e dar a volta por cima. Talvez, eu tenha um projeto novo. Um projeto que anule a opção “funcionária pública”. Aguardem!

Xô ignorância

Cada aula que assisto, recebo uma felicidade arrebatadora com os novos conhecimentos. As leituras de teóricos, dos classicistas da comunicação e da sociologia me apresentam novos conceitos e oportunizam debates que há anos não fazia. Estou feliz em deixar parte da minha ignorância no andar de baixo, com os mini-painéis dos colegas, com os trabalhos, a aula expositiva do professor. E o melhor de tudo é rever o conteúdo que estudei na graduação de forma interativa, numa troca de conhecimentos com os demais, por meio dos projetos de cada um.
A mesma felicidade me toma quando viro uma página atrás de outra, cada vez que consumo palavras da literatura classicista, de um ensaísta ou poeta. Adoro ler Best Sellers, literatura juvenil, fantástica ou surreal, de suspense ou simplesmente romances. Mas quando volto minha atenção aos clássicos, percebo que há diferença. A qualidade da escrita é outra. É educativa, informativa, formativa, leve e também divertida. E sinto que minha ignorância reduz …

Como o verbo To Be

No sábado, dia 7, floresci em minha 39ª primavera. Fui brindada em um dia ensolarado, caloroso de amor e de energia. Contrariando anos anteriores, não houve chuva.  Marchei em tempo seco direto à comemoração marcada de alegrias, comida e bebidas. Vivi um dia de rainha, sem tempo ruim. E na presença de quem deveria ser e estar. Como o verbo to be.












Obrigada!

Sou imensamente feliz. Tenho sido assim. Depois que a gente perde quem ama, se aprende a viver realmente e aproveitar todos os momentos possíveis. É assim que tenho vivido desde que meu palhaço partiu para outro picadeiro. Passado o choque inicial, a dor latente, o trauma, veio a certeza serena de que tudo nessa vida é passageiro, até mesmo a vida.

Parece que, então, deixei ser um pouco errante. Agora me dedico inteiramente aos meus amores. Meus bichanos, meus amigos, minha família, meu trabalho, minhas flores, meus sonhos e “mim”. Compreendi que a fé, a crença em mim e em seres divinos não é uma certeza apenas de momentos ruins. Eles estão em tudo. É como pó, como pólen. Sempre germina em qualquer circunstância e em qualquer tempo.

Também sei que tudo que nos acontece é o reflexo das nossas opções, do nosso modo de vida. Somos nós que procuramos sabe-se lá o que e de tanto buscar o conhecido ou desconhecido, encontramos. Então, não reclamo mais, profundamente, claro - por que reclam…

TESTE: Alternativa C, de jovem

Qual é a sua idade emocional? Descubra se suas emoções caminham de mãos dadas com seu corpo [Daí, eu que não resisto a um teste o Yahoo, fiz mais este. Deu bem certinho, em tudo! Então, para não ficar frustrada ou parecer confiante, não as outras alternativas... Tô ficando esperta. Eu acho...]
você respondeu a alternativa C para a maioria das questões:
Segundo o psicólogo Tiago, o espírito jovial é o mais propenso a aproveitar situações prazerosas, a investir no novo e a romper com limites e valores morais. Sua impulsividade é sempre superior ao medo de encarar novidades. Esse comportamento, entretanto, pode levar à falta de censura e a dificuldades sociais, atrapalhando o convívio no trabalho, as relações familiares e até a manutenção dos amigos ou de um relacionamento amorosos. O neuropsicólogo Alexandre Monteiro, do Centro de neuropsicologia aplicada à terceira idade (Centronati), no Rio de Janeiro também alerta para os cuidados com a saúde "Por acreditar demais na sua saúde me…

Bodas de Mármore

Assim que estou agora. As portas das bodas de mármore, se assim pudesse associar o período referente aos anos de um casamento com a minha próxima idade: 39 anos. E ao contrário de outros anos, me sinto tranquila. Estou bem. Deve ser esse lance de maturidade... Ou os acontecimentos da vida.

Na verdade eu sei o que apazigua o peito. E também o que me desperta minha ansiedade. Estou consciente de tudo. Também sei das possibilidades futuras que as circunstâncias podem causar. É por isso que eu sempre dou um jeitinho de melhorar o dia-a-dia.


Seguindo esse critério de causa-efeito, neste mês de aniversário, eu tomo a única opção para se por em prática: festa!

Depilação é muito pior que fazer a barba, certo!

- “Hoje eu só quero que o dia termine bem.” – Cantarolava a Morgana, uma música que a Luciana Mello interpreta sensivelmente. E que eu adoro...

- Eu também! – Foi o que pensei, e disse, ao imediato ato da 7ª puxada do papel depilatório. É. Aquele papelzinho que fica lambuzado de cera quente, processo muito utilizado pelas mulheres [e alguns corajosos homens] para arrancar os pêlos de suas vidas por um período que, ultimamente, ando considerando pouco. Não dá nem 30 dias e já tenho que voltar até a depiladora, para mais uma sessão de sacrifício.

- No verão o pêlo cresce mais rápido. – Diz a doida da cera. Profissional testada e atestada por sua escola, professores e clientes – o que inclui a mim e minhas amigas indicadas.

Logo depois desse comentário fora de época, pensei novamente:
- E no inverno, não deveria ser o inverso? Hein?