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Mostrando postagens de Janeiro, 2010

O medo é a medida da indecisão [2]

Estou cercada de dúvidas e novamente o medo é a medida da indecisão. Já confessei isso pra vocês. Tenho medo de tudo que não sei, que não tenho domínio, que não tenho certeza, mas, no final, sempre arrisco. Só que o período da dúvida é o que me mata. Mas, enquanto não me decido sobre a minha vida, vou me divertindo.

E começou logo na sexta-feira. Fui para o meu curso de mulher vaidosa, que sou e em vários sentidos. Lá encontrei duas adultas e três adolescentes. As guriazinhas, que chegaram na hora, logo pegaram o jeito de se maquiar e ainda tiraram foto do “antes” e outra do “depois”. Muito ligadas as crias. Fizeram um trabalho de primeira, naqueles rostinhos que já eram bem bonitos.

Consegui me atrasar apenas uma hora. Não sei como não apanhei dessa vez. As promotoras tiveram a delicadeza de esperar por 30 minutos por mim, então, na prática eu perdi apenas meia hora. Mas a culpa na verdade não foi minha. Foi daquela Frida. Ela voltou para a loja para ser reformatada e nisso, os técnico…

Nêga, versão mulherzinha

Ando numa fase muito mulherzinha [e consumista]. Recebi visitas e cozinhei. Fiz compras no super, coisa que odeio; fui na fruteira mais de uma vez; limpei a casa frequentemente; lavei roupas. Não que essas atividades não façam parte do meu cotidiano, mas fiz isso pra dois. Geralmente sou só eu, mas por 13 dias - número cabalístico ou de esquerda - não era somente eu. E sim a nêga aqui e meu homem de neanderthal.

Na verdade, essa visita só aflorou meu lado mulherzinha. O cara antiquado, machista, solteirão trouxe muitas conversas à tona e um comportamento receptivamente feminino. Não feminista. Melhor seria se ele tivesse me dado dinheiro para eu gastar na lojinha de perfumes e maquiagem da esquina. Mas como somos amigos, restou pra mim mesma entrar na loja e desembolsar os quase R$ 150 gastos em 36 horas.

Na segunda, cansada de lacrimejar e manchar a região dos olhos com uma maquiagem barata, desci até o centro e entrei no Boticário. Lá, fui testando máscaras para cílios, delineadores d…

É caminhando que se compra

Pronto! Agora, além de admitir minha realidade, estou conformada e resignada de que sou pedestre. Portanto, nada mais normal do que ter que caminhar para me deslocar. Ah, e garantir um pouco de autonomia também. Esse lance de "só vou se tiver carona"; já era. Basta o tempo estar seco e me convidarem com antecedência que estou lá [preciso me preparar psicologicamente ainda].

Obviamente não passei a gostar de caminhar. Não! Ainda odeio essa prática. Também não é por que estou matriculada numa academia de musculação que amo puxar ferro. Não! Estou adaptada e consciente da minha condição agora. Ou seja, de pedestre e gorda fora de forma.

Com visita em casa até o meio-dia , pouco pude fazer em relação aos pontos turísticos mais afastados da cidade. Mas o que estava por perto, como Museu do Vinho, Observatório e até o Pesque-pague do Picolly, rolou. Tudo nas pernonas [táxi não tava dentro do meu orçamento doméstico e de anfitriã]. Nada que uma conversa aqui e outra acolá não tenha n…

Diário Dietético: Comida ovolactovegetariana

Já perdi as contas de quantos dias fazem que não passo nem perto da academia de musculação. Mas, com certeza, já fazem mais de 15. Até precisava ir. Perto de lá mora um case bom para ser entrevistado. Sem falar que terei mais material para a minha coluna semanal. Mesmo assim, não passei nem perto do local.

De exercício praticado, apenas minhas caminhadas de trabalho e outras de passeio, com meu visitante ovolactovegetariano - pessoa cuja alimentação é baseada em ovos, leite e seus derivados. Nem um peixinho frito de um dos pesque-pague da cidade ele come. Nem sardinha. Nem atum! Imaginem, uma pessoa que não come atum?

Por conta do visitante que não come carnes, eu passei a semana anterior também sem degustar um bifinho, um franguinho assado ou, então, aquele carré de porco com capa de gordura. A vantagem foi a desforra que fiz hoje ao final da manhã com meu personal trainner. Claro que só eu tive essa sensação, ele apenas considerou o comentário a título de informação. Emagreci um quilo…

Desculpe o auê!

Não precisaria fazer nenhum auê, mas vi os anéis de Saturno hoje. E as crateras da Lua. O primeiro estava tão longe, que só deu para perceber seus suaves movimentos. Diria que o planeta de gases é tão pequeno e agitado, que mais parece uma aliança grossa de fogo. Impaciente. Incandescente.

Tive uma leve decepção com Saturno. As fotos que satélites ou fotógrafos experientes fizeram dele são muito mais bonitas. Dá para ver seus animais e até um arremedo de matéria física ao meio deles e esférico. Mas aquele ponto brilhante, mais parecia uma estrela e no telescópio; uma rosquinha do Hommer Simpsons.

Mesmo assim, gostei. A Lua demorou para se mostrar intensa e brilhante, mas se mostrou. Suas ranhuras, cavidades e deformidades estavam tão nítidas que ofuscaram a minha visão. Foi legal e serviu de motivo para voltar ao local, que foi reformado. Está elegante, confortável e quente. Ah, o povo do Observatório também foi simpático e transmitiu muito conhecimento.

Agora, só falta ver um cometa...




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Sempre ao meu lado

Fazia tempo que não chorava tanto. Mas não foi de lacrimejar. Nem cheguei, se quer, a piscar os olhinhos. Segurei os soluços para a história contagiante de Hachi e seu companheiro, Parker.

Fui ver Sempre ao Seu lado com um ranço. Fui ver por que minha amiga e gerente do cinema disse que iria gostar. Que o filme era lindo. E é mesmo... Uma história clichê, mas contada sob uma forma diferente. Pela visão e ensinamento de um menino de nove anos, que aprendeu a ter lealdade com a relação entre um homem e um cão que ele nem chegou a conhecer.

Lembrei do meu baby. Vocês todos sabem que tenho um gato. Ele não tem raça definida. É um misto de vira lata com persa e muito menos é de origem japonesa. É da terrinha mesmo: brasileiro, da terra dos barriga verde. Um gato que, às vezes, parece um cachorro. Ele me segue e adora brincar com uma bolinha de papel. Se ela for pequena, o Shazan trás o objeto na boca e joga aos seus pés dianteiros e a minha frente.

Hachi não buscava bolas, mas acompanhava seu…
Rússia - 22h

Mulher é retirada do rio Bazaikha, parcialmente congelado, durante celebração da Epifania por seguidores da Igreja Ortodoxa Russa, na cidade siberiana de Krasnoyarsk. Mesmo com temperaturas de -28°C, dezenas de fieis mergulharam nas águas geladas um dia antes da festa, comemorada em 19 de janeiro. Acredita-se que a imersão em águas abençoadas por um clérigo protege e cura até a Epifania do ano seguinte.

Fonte: Terra

Tudo bem, política, futebol e religião não se discute, mas num país onde o frio é tão intenso assim, que penitência ou sacrifício seria melhor do que esse? Ah, por favor, a guria deve ter, pelo menos, contraído uma pneumonia. Claro, como devem ter ido para um hospital logo após o final da celebração, foi possível recuperá-la do quadro agudo respiratório dela. Se não, é por que Deus quis assim...


“Exagerado, jogado aos seus pés, eu sou mesmo exagerado”
postagem programada.

Elvis não morreu!

Se pensam que eu esqueci, que nada! Dia 8 de janeiro foi aniversário de vida de Elvis Presley. Se o cara estivesse aqui, nessa terra, ele teria 75 anos, cantando e encantando o Mundo. Mas já que ele partiu, o nosso jeito é continuar curtindo o que ganhamos de herança cultural do Rei.



postagem programada.

Os olhos da cara...

Eu adoro Havaianas! Não sei por que, mas sempre gostei. Desde que elas tinham cores básicas e eram bicolores: branco com preto, branco com azul e assim por diante. Os mais espertos, viravam o solado para ficar com os chinelos da mesma cor. Eu gostava demais de Havaianas, até para saber que o slogam: “Não deformam, não solta as tiras e não têm cheiro” era o maior engodo.

Os chinelos eram baratos e vendiam no bar da esquina. Qualquer boteco tinha os chinelos para vender, principalmente os populares de vila. Mesmo assim a gente economizava e colocava um grampo de cabelo para prender as tiras quando elas soltavam ou arrebentavam. Mas quando não tinha jeito, o negócio era trocar. Esse era o momento de felicidade e a torcida para que houvesse uma cor diferente era grande.

Bom, quem é fã da sandália sabe bem que durante anos o comediante Chico Anysio era o garoto propaganda da marca. Ele que dizia essa frase enganosa, pelo menos na época. As Havaianas deformavam sim e ainda dava o pior de todo…

Gato de dieta

Esse vídeo também é coisa da Jana.
Achei muito meiga essa convivência,
mas confesso que prefiro eles na ordem natural do ciclo:



GatoxRato
postagem programada.

Isso é coisa da natureza

E quando você for dar uma volta no Caribe E quando for trepar sem camisinha E apresentar sua participação inteligente no bloqueio a Cuba Pense no Haiti, reze pelo Haiti O Haiti é aqui O Haiti não é aqui
Eclipse anular do Sol mais longo do milênio

O mais longo eclipse anular do Sol do terceiro milênio foi observado nesta sexta-feira da África Central à China, segundo a agência AFP. O Instituto de Mecânica Celeste de Paris e a Nasa informam que este fenômeno não se repetirá com a mesma duração (11 minutos e 8 segundos) antes de 23 de dezembro de 3043.
Mas será que o Mundo sobreviverá até lá? É tanta destruição do meio em que vivemos, são tantos suicídios, homicídios, acidentes. É tanta incompreensão das pessoas com outras pessoas, de nós com os animais, de nós com a flora...

Sorte das crianças indianas que puderam se divertir e apreciar o eclipse. Eu vi uma em toda a minha vida, com nitidez e beleza, mas também nem me lembro qual era... O que sei com certeza é de que não vou viver nesse corpo …

Meu visitante ilustre

Nada melhor do que começar o ano com visitinhas. Dessa vez, não é a Mimi e nem a Tia Ica com a mamy. É o meu querido, e um dos melhores amigos, Alexandre. Um professor errante, que agora voltou a ser estudante: quer ser programador de jogos eletrônicos. Até vou ter um jogo baseado em minha vida. Lógico, exclusivamente para adultos...

Pois então, esse ser lúcido e louco, lógico e irracional, bonito e displicente, alternativo e vaidoso está chegando. Nesse exato momento estou saindo de casa para ir, lentamente, buscá-lo na rodoviária. Depois de quase quatro anos de promessas, melhor eu não deixar o bicho sozinho na cidade. Ele bem que é capaz de ter seus 2” de loucura, fretar um busão e cair fora, num piscar de olhos.

Estou tão contente, que há dois dias imagino o domingo, sozinha, com ele. E hoje já é domingo. Iupi! Tenho tanta conversa para falar, tantos assuntos para por em dia, comentários, dúvidas, perguntas para fazer e outras para responder. Afinal, fazem quatro anos que a gente nã…

Four years in Videira City

Hoje pela manhã me dei contar que fazem quatro anos que cheguei na cidade. Era um 16 de janeiro quando desembarquei na Estação Rodoviária Waldemar Kleinubing, às 7 horas da manhã, depois de uma viagem de aproximadamente 9 horas. Estava com medo e grande parte do tempo eu fiquei acordada, vendo a paisagem noturna e os pontos de parada. Eram muitos!

Embarquei na Estação Rodoviária Veppo de Porto Alegre às 21 horas de 15 de janeiro de 2006. Na hora, determinada, ansiosa, esperançosa e muito curiosa. Mal o ônibus tinha saído da rodoviária e eu já estava com receio de ter tomado a decisão errada. Em Estrela, embarcou meu amigo e colega Nandiko. Parecia que tava adivinhando meu pavor, pois mal entrou no ônibus e foi conferir se não havia desistido.

Não fiz isso. Já desisti de muitas coisas na minha. Até hoje abro mão de pessoas, objetos, momentos, circunstâncias em meu benefício ou em benefício de outros. Mas naquele momento eu não desisti. Alguns minutos de conversa e tava eu revelando que t…

Orgulho ferido: Desculpas!

Essa semana aconteceu algo que me surpreendeu. Não esperava mesmo. Afinal, o rompimento da parceria profissional havia gerado uma forte discussão. Diria até que humilhante, não só pelas ofensas ditas, mas pelas testemunhas. Mas um pedido de desculpas mudou o cenário da situação.

Eu sei o quanto é difícil pedir desculpas, em público principalmente. Se explicar, dar os motivos, dizer por que errou. É preciso coragem para se pedir desculpas, muito mais do que para gerar ofensas. Dizer palavras malditas é muito mais fácil, afinal, se acha razão para se ter razão.

Por isso, pelo cachorro doido da semana passada ter tido essa coragem, ter sido humilde e se remediado, eu desculpei. Não esqueci a situação humilhante. Mas desculpei e até entendi as circunstâncias em que ele também se sentiu humilhado. Tudo explicado, erros admitidos e laços recuperados, agora é tocar a bola pra frente e começar a fazer gol novamente.

Veja porque as mulheres odeiam futebol

A Janaína é legal gente. Ela é minha amiga. Xinga, debocha, fuxica, ouve, fala, critica, aconselha, essas coisas que amigos fazem na vida da gente. Mas a Jana também é mentirosa...

Ela diz que o trabalho consome o tempo dela em quase 12 horas ao dia e que no restante ela está tão cansada que acaba preferindo coisas práticas [como fazer sexo ou perturbar o querido e fofo PP, que é o namorado dela e meu amigo também]. Porém, tempo pra mandar e-mails com vídeo e piadas ela tem de sobra pelo visto. Veja só, na seleção dela, porque as mulheres odeiam futebol - parte 1.

Como o Cor de Rosa e Carvão adora uma besteirinha, publiquei aqui, para a graça gratuíta de todas e todos.


Quase Mr. Magoo

Eu uso óculos e "os meninos do Leblon" nunca olharam pra mim. Mas não era por isso não. E sim por que ser preta e gorda é demais para os seres humanos, sejam eles homens ou mulheres. É preconceito demais juntos para uma só pessoa. Mas enfim, o assunto é outro.
Estou quase um Mr. Magoo. Isso aí: ceguinha, ceguinha. Não posso mais ficar sem óculos. Se antes eu já não enxergava ninguém, agora, que meus óculos entortou e está o "O" usá-lo nas ruas, muito menos. Prevejo que não poderei adiar mais. Vou precisar de óculos novos. Mas, para isso, uma consultinha básica no oftalmologista.
E pasmem gente, nunca havia pago uma consulta médica antes. O convênio médico do meu pai atende somente ao Rio Grande do Sul, mas é 100%. Não pago nada em consultas e nem exames. Ah, internações também não. Mas pus os pés para fora do Estado e estou por conta. Tão por conta que terei que desembolsar R$ 180 para o médico. E sabe-se lá quanto mais para mandar fazer um óculos novo. Pior, achar u…

Domingo eu quero ver, o domingo passar

Tudo está fechado Tudo está fechado Domingo é sempre assim E quem não está acostumado?
É dia de descanso Nem precisava tanto É dia de descanso Programa Sílvio Santos

Organizar o tempo faz render o dia. Com esse calor, acordar cedo é quase que automático, não fosse o gato ser mais rápido do que eu e pular da cama às 6h29 [minha tecla do três estragou] da matina, dia sim e o outro também. Daí, por mais que eu queira dormir até às 8 horas de novo, fica difícil. Durante a semana, aproveito para limpar a casa ou lavar roupas. Mas na maioria das vezes já fico de pé, na lida de uma dona de casa mesmo. Um saco!

Cada dia me convenço de que ser mulher é algo penoso demais. Ter que lavar, passar e cozinhar e ainda trabalhar fora para pagar as contas e os luxos, é demais. Isso que não mãe e nem esposa. Daí a jornada seria quíntupla. Não dá para esquecer que a gente também precisa se cuidar e ir no salão de beleza, na loja de roupas favoritas, na sessão de perfumaria da farmácia mais próxima ou então visit…

Cranberries em Porto

Banda irlandesa foi sucesso nos anos 90
LUÍS BISSIGO luis.bissigo@zerohora.com.br
Depois de anos de revival do pop dos anos 1980, parece ter chegado a vez da década seguinte – pelo menos no roteiro de shows internacionais em Porto Alegre. Após um 2009 com Living Colour e Faith No More, 2010 promete Guns N’ Roses para março – mas antes, em 3 de fevereiro, a cidade verá outro hit dos anos 1990 ao vivo: os irlandeses do Cranberries, no Pepsi On Stage. Se as caras taciturnas dos integrantes da banda na foto acima eventualmente não despertam lembranças mais significativas, basta recorrer à memória auditiva. Há um punhado de anos, canções como Linger, Dreams, Zombie, Ode to My Family, Free to Decide e Just my Imagination tocaram bastante nas rádios, dando aos Cranberries sucesso mundial num período em que o barulho do grunge já não chamava tanta atenção – e em que o toque descolado do britpop ainda estava por dominar a cena. Ironicamente, Porto Alegre já teve uma amostra do som dos Cranberri…

para Francisco

FOTO: Google - Francisco e Cris Guerra

eu leio e choro. mas não paro de ler, a não ser quando preciso continuar trabalhando, ir para a academia, comer ou dormir. outro sim, nas horas vagas, que tenho de sobra entre um compromisso e outro, eu leio.

folheio as páginas iniciais de "para Francisco" e não consigo deixar de me emocionar com o relato dessa história de amor. afinal, eu amo tanto também e nem cheguei a perdê-lo, já que nunca tive o objeto de meu desejo. mesmo assim, eu amo. é inevitável.

com "para Francisco" é difícil não chorar. é muito amor. amor vivido, sentido, trocado, demonstrado, omitido, dito, escrito, emudecido, acariciado. nem pensar em comparar minha história [solitária] de amor com a perda, a dor e a superação da mineira. é só que comecei o ano amorosa demais para não sentir o que perdi ou o que nunca tive com essa ladainha dela.

tem um trecho do livro que diz, que depois de dois abortos espontâneos no primeiro casamento, Cris Guerra teve um sangram…

Dia de Reis

Reis Magos na entrada de Natal

Seis de janeiro, Dia dos Reis Magos. Conta a história que os três seguiram a estrela cadente que anunciava a chegada do menino Jesus. E eles, Melquior, Baltazar e Gaspar queriam conhecer aquele que estava predestinado a ser o salvador. Na bíblia há referência a eles, que levaram presentes ao recém nascido: Ouro, Incenso e Mirra. Cada presente tem um significado, assim como o nome de cada um deles. E os três juntos representava a realeza, que deveria adorar o, então, pequeno profeta.
Pedi um liquificador para a mamãe Noel. Ela me deu dinheiro e disse para comprar um aqui em Videira. Eu fiz o dinheiro render muito. Ou seja, comprei um eletrodoméstico pop e ainda levei um ferro e fiz troco de mais de 50% do valor em dinheiro. Afinal, pra suco e panquecas meu Faet cumpri muito bem a função.
O dia de Reis tem uma simbologia especial para mim. Muitas vezes eu ganhava presentes de Natal nessa data, porque eram mais em conta adquiri-los, sem falar que meu pai já d…

Orgulho ferido

A gente é boa gente somente enquanto servimos aos interesses dos alheios. A isso, esse povo chama de parceria. Mesmo que unilateral. Não importa se para manter essa falsa parceria a gente, que realmente smos bons, tenhamos que sacrificar alguns preceitos profissionais para favorecer essa tênue linha de colaboração.

O problema é quando esse povo, que se diz íntegro, respeitoso, honesto, gentil e, por que não dizer, até cortês, decidi ser ainda mais abusado e passa a achar que pode menosprezar e desrespeitar a sua atividade profissional. Como se essa postura não interferisse na falsa parceria, que precisa de quase nada para se romper. Pronto! Pra gente, isso é o que faltava há muito tempo, e que também era previsto de se acontecer.

E quando a gente deixa de omitir detalhes insignificantes para nós, mas até de utilidade para o grande público se entreter e reforçar sua auto estima, a gente passa a ser traidor e irresponsável. Nesse ponto, a parceria já era mesmo, sem nem precisar ser dita v…

Diário Dietético: A retomada

Findada as comemorações de final de ano, retomamos nossas atividades de rotina. É assim a cada início de ano e a cada enterro dos ossos, pós-carnaval. Pra mim, as datas marcantes são sempre réveillon e aniversário.

Como estamos na primeira semana de janeiro e meu aniversário é só em setembro, tenho tempo para organizar e por em prática os primeiros planos de vida de 2010. E o primeiro dele é dar sequência a dieta. Nesses últimos dez dias nem quis saber de balança e coisas light. Enfiei os dois pés na jaca e me lambuzei. Hoje mesmo, para encerrar o recesso de final de ano, comi um petit gateau, algo que não degustava há uns 45 dias.

Tenho medo de subir na balança amanhã. O Balena, personal trainner e dono da academia que freqüento, sempre comenta que não devemos nos pesar nas segundas-feiras, mas será inevitável isso amanhã. Preciso saber, em gramas, o resultado de meus exageros gastronômicos.

O que sei é que mesmo tendo feito uma dieta louca de 14 dias antes do Natal, com poucos resultad…

Eu falo e saio andando

As Gurias Superpoderosas passeando na Pe. Chagas (PoA)
Estou meio assim. Nesse clima de não ter tempo, mas querer fazer tudo ao mesmo instante ou, pelo menos, no mesmo dia. E ao final dele estou um bagaço, com metade da agenda completa e o restante remarcado para o outro dia.

Por isso, agora eu falo e saio andando. Poupa-me tempo longas despedidas, acenos e coisa e tal. Também me poupa dos desprovidos de espiritualidade, daqueles que não possuem senso de humor, dos invejosos e egocêntricos. Este ano não terei tempo para pequenas coisas, só as grandiosas. Nem sempre de tamanho ou de coisas materiais, mas sim, grandiosas.

E já começou. Na verdade, o primeiro dia de 2010 está ao fim, mas foi bom. Sem muito nhenhenhém. Simples no comportamento e com cara de sábado. Um bom começo eu diria. Eu sorri, mas entristeci ao saber que tantas famílias choravam pela perda dos parentes no deslizamento em Angra dos Reis.

A mãe natureza anda brava nos últimos anos nesse período. Agora, chega outubro e come…