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Como o verbo To Be

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Por que no meu aniversário, até a vela tem que brilhar! No sábado, dia 7, floresci em minha 39ª primavera. Fui brindada em um dia ensolarado, caloroso de amor e de energia. Contrariando anos anteriores, não houve chuva.  Marchei em tempo seco direto à comemoração marcada de alegrias, comida e bebidas. Vivi um dia de rainha, sem tempo ruim. E na presença de quem deveria ser e estar. Como o verbo to be. O convite era pro galeto de coxa e sobrecoxa da nêga, mas o Peterson queria os peitos... Primeira etapa Mommy poderosa "Vamos amigos, unidos venceremos a semente do mal..." Tia e prima do coração Mano véio, literalmente Primas Tias Novos amigos Barbara, velha amiga [e fotógrafa] Mais primos! Grupo Motivo a+ E como não poderia faltar: o balão surpresa

Tudo ao seu lugar

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Tenho tantas novidades... Mas vou começar pela segunda-feira, 10. Era dia de por o bloco na rua e ir curtir um samba. Pela segunda vez, mas agora bem de perto, fui ver o Arlindo Cruz. E mais uma vez comprovei: o nego sabe a que veio. E tornou a início da semana encantador. Mas o melhor de todas da noite foi perceber que a fobia se foi. É. Não senti nada, além de alegria [e cansaço]. Sou uma mulher de coragem de novo... #obrigadameupai

Do Jeito Que Tá Vai

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Meu carnaval na cidade começou assim: atrás do trio elétrico da banda Do Jeito Que Tá Vai. E fomos; com muito rebolado, muitas fotos - inclusive aquelas em que sai como papagaio de pirata -, muita ceva e mão na bunda. É. Carnaval ainda tem disso... A parte boa é que ainda não terminou. Os blocos de rua vão até março. Bora lá se divertir mais um pouco. No estilo “beber, cair, levantar”. Mas só no estilo. Melhor não levar a sério... É carnaval.

Na cadência do samba

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O astro rei está nos brindando hoje. Muita luz e calor com seus raios aqui na capital dos gaúchos. E não. Não sai de casa hoje. Tomo meu mate daqui mesmo, protegida em meu lar e ao lado dos meus. Confesso que ando irritada de andar pela cidade com o caótico transporte público que nos é oferecido. Preparo o primeiro, de uma trilogia de e-mails em que relato as condições da frota, o desrespeito com o cidadão e cliente com os atrasos frequentes e diários das linhas de ônibus e a falta de educação e despreparo de funcionários [cobradores principalmente] que servem nas empresas. Não dá mais para aguentar essa afronta. Tudo bem que nós dependemos do transporte público, mas pagamos pelo serviço. E não é barato: R$ 2,70 para sermos maltratados nas viagens de lazer, trabalho ou na honraria de outros compromissos. Em Porto Alegre vivemos um descaso total por parte dos órgãos públicos, cujos fiscais não devem estar fazendo o seu trabalho direito. Se não estaríamos menos cansados de andar de ônibu...