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Mostrando postagens de Agosto, 2016

DIÁRIO DIETÉTICO: Fechei a boca

Seguindo o barco sobre saúde ou estética versus dietas, como queiram, venho aqui assumir para vocês a minha fraqueza para fazer dietas com resultados. Não consigo! Leio reportagens, blogs, acompanho amigos na luta diária (e com vitórias) contra a obesidade ou sobrepeso, vou ao endocrinologista, faço exames, procuro nutricionistas e nada. E eu continuo comendo e bebendo... e engordando.
É como tem dito uma colega de faculdade que vem emagrecendo para quem lhe pergunta o que tem feito. “Fechei a boca.” Não há mistério, de fato. A questão é com qual determinação se faz isso. No meu caso, onde se compra essa determinação, por que preciso de várias unidades para realizar e persistir em uma dieta restritiva.
Confesso um pecado agora: tenho tido inveja dessa galera que faz dieta e em 30 dias já posta foto dizendo que entrou naquela calça dois números menores. Morta com farofa de inveja.
Mas preparem-se. Você pode não acreditar, mas eu ei de conseguir emagrecer sem precisar sofrer de amor, como …

Emagrece que cresce!

Eu tenho um emprego novo. E colegas novos em sua maioria e, no meio deles, duas amigas. Uma delas divide a área de trabalho comigo. Tem a paciência de me explicar toda a dinâmica do nosso cotidiano e nem se cansa de repetir. Na verdade deve estar cansada de falar pela 19ª vez a mesma coisa, mas é paciente. E agradeço por ter calma comigo.

Então, essa mesma amiga e colega pega o ônibus comigo, ou uma carona para a civilização quando estou de Bólido. Hoje, nossa rotina ganhou mais uma persona. A colega da editoria de Polícia. Comentava com elas sobre o fato do Krust, um ex affair, ter realizado uma bariátrica hoje. Disse-lhes que eu continuaria gorda a ter que passar por um processo tão invasivo. Arriscado mesmo. E que, ao final, ainda assustador com tanta pele extra.

Como na minha vida tudo acontece, saíamos do pátio da empresa, e eu a tagarelar sobre o meu aniversário de 2015, quando outra amiga pediu a um dos queridos presentes, com então pouco mais de um ano de bariátrica, para mostr…

O inverno vai passar...

Estou aqui me debulhando em lágrimas. Meio de requenguela assisti ao programa sobre os 18 anos da morte do cantor e compositor sertanejo Leandro. Ele, assim como minha mãe, foi vítima de câncer.
Por isso está sendo difícil não me emocionar com o sentimento das pessoas que estiveram em volta da luta do artista. Aliás, quando um ente querido está doente, a batalha é de todos. Amigos, médicos e familiares.
Fazendo uma retrospectiva breve, lembro bem que depois do diagnóstico de câncer na minha mãe, já na saída do consultório, eu só pensava em tratamento. Em tentar todas as opções, buscar apoio médico especializado - o melhor para ela. No contraponto, sob o olhar e experiência de quem acompanhou a passagem de uma tia e da vó com a mesma doença, a mãe já estipulava até onde queria ir. E eu querendo ultrapassar barreiras.
Foram pouco mais de três anos de persistência. De muita força, incentivo, quimioterapia, radioterapia, exames, alimentação alternativa, de reza, benzedura, crenças e fé.
No …

E é para agora?!

Estou andando de ônibus. Como se fosse meu primeiro dia na escola, fui trabalhar utilizando o transporte coletivo, sob uma atmosfera ansiosa. Rota diferente já de cara, para deixar o Bólido no médico. Precisava de um check up, e reparos na embreagem e câmbio. Sem falar de um make up na lateral traseira, mas isto creio que ficará para mais tarde...
Enquanto o querido é bem tratado na oficina, eu corto a cidade em um transversal rumo ao trabalho. Medo de atrasar, de pegar a condução errada, de o ônibus atrasar, pois não sei os horários. Mas não. Tudo deu certo, sincronizado, e em tempo.
Já na redação consagrei o que a maioria diz, mas que na verdade não é consenso entre as pessoas: eu hajo e reajo na pressão, mesmo! É nos 45 minutos do segundo tempo que ponho meu time em campo. E, sim, dá certo.
Queria ser diferente. Esse esquema de sempre deixar para o horário limite não é bom para os nervos, para o desenvolvido das atividades, a qualidade do trabalho... Não dá tempo de revisar com calm…

Gosto muito: Zumbi

Do maravilhoso Jorge Ben Jor

Amanhã ninguém vai lembrar que tem pai

Domingo de fortes emoções hoje. A tensão do primeiro plantão no jornal, sozinha, quase que não percebi. O que marcou mesmo foi o primeiro Dia dos Pais, sem pai e nem mãe. É como estar sem chão, sem apoio, sem suporte.
Pela manhã, passei rapidamente para ver meu irmão, que é pai. E que agora é a minha única referência paterna. Mas não é o mesmo que o meu Paiaço.
Os sentimentos a flor da pele me fazem chorar por qualquer homenagem. Reportagens na tevê sobre a data, posts no Facebook, Instagram ou Twitter, matérias de jornal têm sido cruéis com meus nervos, desde ontem. E eu que choro até com comercial de margarina, de verdade, nem preciso dizer que minha caixa de lenços está no final. 

Hoje, sinceramente, queria que as lágrimas secassem para que pudesse dirigir com visibilidade, caminhar pela casa sem tropeçar e gravar áudios no whatsapp sem estar com a voz embargada. Queria só que o dia passasse mais rápido. Por que amanhã, ninguém vai lembrar que tem pai. Certamente.

Final de semana de saudades

Difícil não contar o tempo quando o sábado marca a passagem recente da mãe. Quatro meses pode parecer pouco. Mas ainda rasga o peito e faz correr uma lágrima quente. Para não sentir por um, tem o Dia dos Pais. Merecida data por sinal. Ao menos para mim, cuja presença do meu Paiaço foi marcante por um tempo que avalio como pouco. Só 35 anos. Hoje, aos 41, já me conformo em ter ótimas lembranças de nossos momentos. Esta lágrima já não existe mais, só um sorriso tranquilo de amor. É este sentimento que me faz regozijar com demonstrações tão lindas dos amigos e familiares, que compartilham de suas vivências paternas tão amorosas quanto a que vive. Parabéns queridos. Essa relação nos traz momentos de aprendizado e de amor que guardamos no peito e na memória, enquanto estivermos por aqui. Que sigam assim, sempre compartilhando o melhor que há em vocês, com seus filhos, pais e avôs. Feliz Dia dos Pais!

Uma pegada forte e 15 dias

Faz tempo que não escrevo sobre sexo. Talvez por que venho praticando pouco. Ou a qualidade tenha decaído. Creio que é isso. Tem muito cara se achando por aí. E não tem idade. É jovem, maduro ou... vividos.
Não me lembro de ter transado com um cara jovem que não fosse afoito. Imagino que pensam que basta meter, forte, que a mulher afrouxa a musculatura e goza. Sei não...
Já os maduros apostam na experiência para agradar sua parceira. E expressam isso. Eu chupo, eu pego, eu belisco... Na hora da cama, eles não sabem nem tocar uma mulher com volúpia. Quem dirá cumprir todas as falsas afirmações. E pior: tem homens maduros que não curtem “cunnilingus”, mas adoram uma felação. Que merda. Há machismo até no sexo. :o E tem os vividos, o sexo sênior. Desculpa aí, mas tenho pouca experiência nessa área. Ufa! Ainda bem. No entanto, se o Djavan me pedisse qualquer coisa chorando, eu faria sorrindo, ajoelhada. Ou coisa parecida. J
No meio de tudo isso tem “os caras”. Os que sacam do paranauê. E qua…