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Mostrando postagens com o rótulo mãe

Lembranças de sonhos e parcerias

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Facebook gera lembranças. Hora que provocam risos, hora que provocam lágrimas. Essa foto minha e de minha mãe é de agosto de 2012. Sorri com a lembrança e chorei de saudades. Lembrei do quanto meus sábados eram mais palatares, degustativos, festivos, familiares. Minha mãe, também minha amiga, era parceira para as mordomias que eu nos impunha. Gosto de ir em feiras. De passear entre as bancas de verduras, especiarias, temperos frescos, doces... De conversar com os feirantes, de provar. De comer pastel e tomar caldo de cana. Nesses momentos, lá estava ela ao meu lado.  :) E no sexto dia da semana, se houvesse o astro rei rasgando o céu com seus raios, estávamos em qualquer lugar que quiséssemos. Então institui: sábado era o nosso dia. De nos propiciar bons momentos, novas experiências, de sermos consumistas. Quase sempre saíamos para almoçar. Comer uma tainha assada no Mercado Público de Porto Alegre com uma cerveja premium bem gelada. Quase congelada. Disto, minha...

Agora, a Bri é mais gata!

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Vou contar a história de uma gata. Melhor! Vou contar a história de uma família transformada por uma gata. A Brigitte Bardot. A nossa gata vaquinha do coração. A nossa mais nova estrela guia. Lady Bri #BrigitteBardot #gatavaquinha #cat #instacats #gata #catlover Uma publicação compartilhada por Elaine Barcellos de Araújo (@corderosaecarvao) em Nov 2, 2016 às 6:05 PDT Ela veio pequena para nós. Na ocasião, minha mãe cuidava da vó em sua terra natal. Enquanto eu estava em Porto Alegre com meu pai. A mana já morava no Rio de Janeiro e meu irmão ainda era casado. Morava em outra casa aqui na capital. Eu estava no ano derradeiro da minha formatura. Fazendo o tão temido TCC (trabalho de conclusão de curso) pela segunda vez - sim, tive um processo de rejeição na primeira vez. E numa tarde daquela primavera de 2001 minha amiga Mirela veio visitar-me. Eram tardes de muita conversa, comes e bebes. Ela, também apaixonada por gatos, trouxe a informação de uma feira de animais na ...

Atualizando em 5, 4, 3...

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Primeiramente, #ForaTemer. Segundamente, sou uma mulher de 42 anos agora. Completados recentemente. Dia 7, último. De lá para cá, pouca coisa aconteceu, mas foram importantes. Minha família e amigos comemoraram comigo. Mesmo sendo um ano triste, para poucos motivos, não foi um aniversário em vão. Houve um ano que não comemorei. Fiquei longe, na terra do nunca, sozinha. Triste. E os meus amores aqui, a me esperar. Nunca mais passei por isso. Meu pai não permitiu (aliás, se fosse vivo, dia 11 último também estaria de bodas). Eu também não quis mais viver na penumbra. Esconder-me. Graças a Deus - sim, aprendi a falar em Deus com sentimento sincero e não só uma força de expressão –, ao amor fraterno e a mim mesma. Agora, cada ano é uma festa. Mesmo que diferente, eu comemoro. Esse ano trocaria qualquer festejo por um pouco mais de tempo ao lado da minha querida. Mas entendo que o tempo dela, que seu ciclo completou, e foi melhor assim. Uma hora o sofrimento tem que terminar. ...

O inverno vai passar...

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Estou aqui me debulhando em lágrimas. Meio de requenguela assisti ao programa sobre os 18 anos da morte do cantor e compositor sertanejo Leandro. Ele, assim como minha mãe, foi vítima de câncer. Por isso está sendo difícil não me emocionar com o sentimento das pessoas que estiveram em volta da luta do artista. Aliás, quando um ente querido está doente, a batalha é de todos. Amigos, médicos e familiares. Fazendo uma retrospectiva breve, lembro bem que depois do diagnóstico de câncer na minha mãe, já na saída do consultório, eu só pensava em tratamento. Em tentar todas as opções, buscar apoio médico especializado - o melhor para ela. No contraponto, sob o olhar e experiência de quem acompanhou a passagem de uma tia e da vó com a mesma doença, a mãe já estipulava até onde queria ir. E eu querendo ultrapassar barreiras. Foram pouco mais de três anos de persistência. De muita força, incentivo, quimioterapia, radioterapia, exames, alimentação alternativa, de reza, benzedura, ...

Falar e sair andando

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O sol tem brilhado com pouca intensidade nos últimos dias. É outono. E o astro rei anda aquecendo outro hemisfério... E juro, nunca pensei que sentiria falta da primavera, estação que anuncia a chegada do calor. Mas, sei, ainda tenho um inverno inteirinho pela frente. Dias frios e cinzas, que remetem a gente há tempos passados, emoções fortes, lembranças, saudades... Tudo que queria evitar nesses primeiros meses de ausência da minha velhinha. Sim, ela agora é minha estrela guia. Está viva somente na minha memória e no meu peito. Por isso o coração agoniado. Apertado. Saudoso e ainda incrédulo.  Não há um só dia que não me venha algo que remeta a ela. Confesso que não está sendo fácil sorrir. Queria poder chorar todas as dores dessa perda. Secar as lágrimas e seguir a vida. Tipo falar e sair andando, entende? Devia ter alguém que pudesse dizer como se faz para amenizar a dor, quando a mãe da gente se despede. Pois elas não nos preparam para isso. É a única coi...

Domingo mais que especial

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Meus amores! Todos reunidos no Dia das Mães. E, com a gente, ainda tinha a tia e a cunhada com os sobrinhos do coração. Obrigada meu Pai [do céu e no céu].

Coisas que a minha mãe diz

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“Minha filha, ainda não compramos nenhuma champanhe”, assim começo o dia de domingo. Ouvindo minha mãe com atenção e sabendo que lá vem as pérolas. Sim. Eu tenho a quem puxar... Sentada no sofá, esperando que eu termine de preparar a sua torrada [prensado, misto-quente ou farroupilha para o resto do país], ela continua sua fala, olhando em direção ao bar. “Tá dez reais ali no mercadinho.” Logo penso comigo: R$ 10 por uma sidra, que horror. Melhor eu me adiantar e dizer que eu vou comprar a bebida para o final do ano. “Mas acho que vou comprar umas duas ou três mesmo assim. Só pra nós está bom.” Já prevendo o brinde do Natal e do Reveillon, interfiro. Informo-lhe que vou comprar no Zaffari [rede de supermercados aqui de Porto Alegre], uma espumante decente para nós e que nem é tão cara assim. “Mas não compra aquela amarga minha filha. Aquela é muito bruta.” #Toin #Ãh #Hein

Peter Pan é tão encantador

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Não. Nem pensar que vou dar um presente e não vou comprar outro pra mim. Sim. O dia das mães foi de fúria e folia nos mimos. Uma blusa pra mami e outra pra mim. Uma pantufa pra mami e outra pra mim. Uma bolsa pra mim e outra pra mami. Ops! Uma inversão, mas tudo bem. E um abrigo pra tia e nenhum pra mim. Chega dessa coisa desengonçada. Vários reais mais pobre, mas bem feliz em agradar aos meus amores, é hora de trabalhar. E muito. Falta-me organização ainda, mas as coisas estão acontecendo e fico feliz por isso. É chegada a hora de priorizar a vida, de focar, de investir com firmeza, afinco mesmo, no que queremos colher amanhã. Eu quero colher amor, felicidade e, sempre, prazer. Mas não sei abrir mão de muitas coisas no hoje para obter resultados. Gosto demais de viver para isso. E vivo bem. Graças ao meu velho, que me ensinou a usufruir o que há de melhor ao nosso alcance, e a Deus, pelas oportunidades. Porém, uma hora a gente tem que crescer. Talvez eu tenha evitado mu...

Nem precisaria dizer-lhes:

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Mas eu amo minha mãe!

Elas falam demais!

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Agora é uma constatação. As mães falam demais. Parece que é uma sede incessante de tal gosto. Algo automático. Basta um olhar para elas ou apenas sentirem a nossa presença que começam a descarregar centenas de palavras, às vezes, sem sentido. Tudo isso pra cima da gente. Os filhos! Não sei se faz parte da maternidade, se são treinadas, desenvolvem com a idade ou é apenas um dom natural das mulheres. Alugar os filhos com assuntos novos ou velhos, tanto faz, lhes dá um prazer incrível. Dá para perceber isso na hora. Meu papel nesses momentos é apenas um: ouvir! Entre uma respirada ou outra dela eu tento introduzir algumas palavras minhas. Para travar um diálogo, sabe? Porém, logo sou vencida pelo respeito que nos é peculiar na hierarquia familiar. Acabo cedendo e volto a ouvir, paciente. De repente, levanto os olhos; esboço um sorriso; pronuncio sussurros ou expressões prontas. É o estímulo que a mãe espera para continuar com o falatório. Num encontro etílico com ...

...Cachorro, Gato, Galinha.

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No twitter sigo as Frases do Calvin, cujas falas me identifico bastante. Uma delas ainda mais: “Nunca consigo fazer todo o ‘Nada’ que quero”. Senti isso na prática nesses primeiros dias de julho, quando passei uma semana com mãe e tia. Pouco tempo para nós. Pouco tempo só para mim. A visita das parentas me deixou longe da blogosfera nos últimos dias. Confesso que gostei. Foram dias de exageros gastronômicos, consumistas, caminhadas excessivas, fofocas de família e muito carinho. Elas vieram de Porto Alegre me ajudar com a mudança, selecionar objetos e empacotar outros. Mas, na verdade, fizemos é nada. Diliça! As duas senhoras entraram e saíram de lojas do comércio de Videira cansativamente. Eu ganhei mimos, como uma valise linda, verde, que eu cobiçava há anos para minhas pequenas viagens. Gastei o dinheiro delas com comidinhas, doces, e mais compras. Fiz a mãe trocar de bolsa e de carteira e a tia a comprar uma bota de calcanhar e uma bolsa também. Fora outros objetos de casa e cozinh...

Ela vem chegando...

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... E feliz vou esperando. A espera é bonita Mas eu espero sambando. A mulher da minha vida está para chegar. Ela vem feliz me ajudar a preparar o brechó. Sabem por que? É o que ela mais queria: a filha caçula em casa, embaixo das suas saias, de novo. E sim, volto bem contente para o berço. Nem tudo é batata doce, eu sei. Muita coisa vai rolar nos próximos meses, mas não tem volta. É adiante que a vida tem que andar. Mas, por enquanto, tudo será festa. Terei em torno de 20 dias para me despedir com respeito dos amigos daqui. De rir, brincar, chorar, dormir e acordar cedo. Passear, vadiar ou simplesmente estar de férias. Depois eu sei que vai ser um pega prá capar, como diziam antes. Minha mãe vem acompanhada. Ela fez docinho, beicinho, manhã. Tentou dissuadir minha tia, mas foi vencida. Viu que ficaria para trás e decidiu embarcar para Videira, para levar uma parte da mudança no busão mesmo. Vou pegar leve com as velhinhas. Só roupas de verão, algumas de inverno que não me entram mai...

Minha mãe diz tri legal

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“A cerveja Dado Bier é tri legal. Bem geladinha é uma boa.” Oba! Vai ser essa que vou levar então. Respondi a conversa matinal de hoje. Para variar, minha mãe enganou com o tal café colonial. Mas me deliciei com a torta fria de atum; uma coberta e recheada de creme de cenoura e outra com pepino e azeitonas. Adoro! Não tem comidinha melhor do que a de mamãe. Mas, além da saudade física e emocional, também sentia falta do linguajar. Do sotaque. Nada melhor do que ouvir nossa “língua” natal. Tchê! Barbaridade... Tri legal. Expressões fortes do gaúcho, que dependendo da entonação utilizada tem um significado. O nosso “tri” é tão tri legal que virou marca do passe livre dos idosos no transporte coletivo. Ouvir minha mãe dizer “tri legal” é mais do que retornar as origens. É moderno. É perceber que minha velha, de 69 anos recém completos, é uma mulher antenada aos tempos atuais. Afinal, na terceira idade, o linguajar é outro. Mais modesto, conservador, moderado. Minha mãe inve...

Sábado de carnaval com saudades de casa

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Eu acordei às 6h45 para o gato sair. Depois, às 9 horas para o gato entrar. Por fim, ainda sonolenta, pensei: “Elaine, sai da cama e te arruma para receber o “mensalão”. Mas o cansaço foi mais forte e relaxei os pensamentos sobre o travesseiro, até que os Titãs começassem a tocar “Família” no celular. Minha mãe não tem se fragol mesmo. Depois de uma sexta-feira de carnaval, qualquer pessoa de bom senso não ligaria para outra antes das 10 horas. Mesma que ela tenha ficado em casa, dormindo. Só a Odete mesmo... Ainda mais depois de um histórico traumático nesse período. Durante dois carnavais consecutivos, ligações no sábado pela manhã me assombraram com a possibilidade de perder meu pai. Hoje, depois de um intervalo de dois anos, voltei a tremer. Mas não era nada não. Apenas um chamado para saber minha localização. Enquanto todos na capital dos gaúchos reclamam de terem ficado em “Forno” Alegre, eu, aqui em Videira, morro de inveja dos conterrâneos. Mal completa 60 dias de volta do lar ...

Roletrando: Preta 36

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Sinto-me como num jogo de roleta. Tenho 35 anos, mas já assumi os 36. Não consigo me desvencilhar desse número. É como se os 35 não estivessem acontecendo ou já passou. O número pelo menos é bonito. 36. Preta, 36. Até parece mesmo que a bolinha está rodando, pipocando na roleta bicolor, ameaçando parar no 35, mas, no último suspiro, fica mesmo é no 36. Creio que seja a minha preocupação indireta com a meia idade. Afinal, faltam menos do que cinco anos para os 40, a tal idade da Loba. Mas eu sou gente. Nasci gente, embora a paixão por animais e o desejo em reencarnar felina ou borboleta. Cachorro não. É um bicho muito dependente, sentimental demais. Desse jeito basta a minha forma atual, a minha espécie, que sempre depende de uma coisa e outra e, alguns, em nome do amor chegam até a matar o próximo. Hoje, em excepcional, me sinto mais cansada do que os outros dias. Talvez seja porque o Shazan passou a noite fora de casa e chegou no meio da manhã, rengueando das patas traseiras. Tive um ...

Balada do Louco

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“...Eu juro que é melhor, Não ser o normal...” Acabei de assistir ao Profissão Repórter. Adoro o Caco Barcellos, meu conterrâneo, meu xará de sobre nome. Mas aquela expressão dele de “se tu não és eu louco, eu é que sou então?” ao entrevistar dos doentes mentais, me deixou um pouco descrente do seu profissionalismo. Mesmo assim, gostei do programa que retratou, de certo, uma partícula da realidade de quem sofre de alguma deficiência mental ou psíquica. Eu sou de Porto Alegre e sei bem como era o tratamento aplicado no Hospital Psiquiátrico São Pedro, mesmo vivendo do lado de fora dos muros e grades do manicômio - e nunca quis entrar lá. Até hoje, depois do hospício ter sido desativado e com o espaço adaptado às artes cênicas, não consigo ir. Parte disso se dá, de repente, a um medo desenvolvido ainda criança, quando ouvia história sobre choques, camisas de força e o efeito dos barbitúricos. Só que ali na Avenida Bento Gonçalves, tão perto de casa, não havia somente o hospital psiquiátr...

Às mamães

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Às vezes bate em meu peito a vontade e o desejo de provar da maternidade. Todas às vezes oculto esse pulsar com desculpas, opções diferentes, com as crianças das ruas, nas ruas, com meu gato. Não sou mãe por lucidez e talvez nunca seje por loucura, porém, sei reconhecer o doce brilho e função dessas mulheres. Tenho mãe e ela é minha estrela maior, que me guia aqui na terra com sua sabedoria peculiar. Tenho tias e elas são também minhas orientadoras e apoiadoras nesse mundo. Tenho amigas, que por muito tempo fiz festas, planos de viagens, planos de conquistas e acomponhei seus planos de maternidade, com êxito. É por causa delas que esse planeta está mais florido, tem carinho, amor e perdão. Tem a repressão, mas sua origem é o zelo. Tem corretivo, sermão, merendeira, vestido colorido. No meio de tantas trancinhas ou maria chiquinhas, batom, água de cheiro, estão elas... Às mamães!(Parabéns minha estrela maior, por mais um dia. Amo-te!)
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Lenda das Sereias (Marisa Monte) by Vicente/Dionel/Veloso Oguntê, Marabô Caiala e Sobá Oloxum, Ynaê Janaina e Yemanjá São rainhas do mar Mar, misterioso mar Que vem do horizonte É o berço das sereias Lendário e fascinante Olha o canto da sereiaI alaó, oquê, ialoá Em noite de lua cheia Ouço a sereia cantar E o luar sorrindo Então se encanta Com as doces melodias Os madrigais vão despertar Ela mora no mar Ela brinca na areia No balanço das ondas A paz, ela semeia Ela mora no mar Ela brinca na areia No balanço das ondas A paz, ela semeia Toda a corte engalanada Transformando o mar em flor Vê o Império enamorado Chegar à morada do amor Oguntê, Marabô Caiala e Sobá Oloxum, Ynaê Janaina e Yemanjá São rainhas do mar

Banho de Tanque

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‘Cê lembra? Você se lembra? Esse é o refrão da música de “Você se Lembra”, de Sá e Guarabira. Me lembrei dela ao lembrar de ontem à noite, quando parte do G6 rememorava fatos da infância. Eu recordei do tempo que era pequena e cabia dentro do tanque. No verão, tomar banho de tanque era a melhor parte do dia de uma criança, cujo dia só acabava quando fechava os olhos, de tão cansada, na hora de dormir. Minha mãe fazia esses desejos para mim. Ela me mandava tomar banho e eu, quando dava sorte dela estar nos seus dias e com tempo, dizia que só tomava banho se fosse de tanque e com a concha. Sim! De concha ainda... Minha mãe tinha uma “conchona” furada, que deixava na área de serviço sei lá para quê. Mas na hora do banho de tanque eu achava a utilidade para ela. Então, ela enchia o tanque de água fresquinha e me colocava lá dentro. Enquanto brincava com o sabão – sim, sabão, porque sabonete era caro demais para nós. Quando a grana folgava, meus pais compravam sabão de glicerina, daí minha ...

A mami é do povo

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Essa é a Dona Sônia. Essa senhora simpática, de blusa verde, é a mãe do Iaran; o NeMo. Já havia gostado pelos contatos orkutianos, mas pessoalmente a figura e a doçura dela são tão encantadoras que é impossível não se apaixonar por uma mulher com a fibra que tem. Na terça à noite ela veio nos visitar. Foi uma alegria preparar tudo para recebê-la, mesmo tendo chego tarde em casa e fazer tudo correndo. Sem uma dedicação mais aplicada. Mas a "mami" tem o coração grande e compreensível, nem reparou em nada... Hoje, no final da tarde fui visitá-la. Foram três horas que passaram rapidinho, rapidinho. Assistimos novela, programas de fofocas, comemos, conversamos, ganhei dicas de crochê e ainda mimamos o rock. Nada demais para muita gente. Tudo para quem tem a mãe longe, saudades intensas e constantes e a vontade de ganhar colo e afago quando se está triste. Coisas que só as mães sabem fazer...