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Mostrando postagens com o rótulo Pessoas e Cotidiano

Dois reencontros, duas despedidas

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Comemoração do meu aniversário, em 2015, com amigos Este ano eu completei 45 anos. Mas a foto do post é de 2015, quando comemorava mais um aniversário ao lado de amigos do peito. A Jana, escondidinha ali atrás, é mais do que amiga. É irmã! Certamente fingiria surpresa e me perguntaria com tom de deboche: “Ué, não era 29 anos?” Depois reclamaria de expor a imagem dela nas redes sociais, sem a sua autorização. Por fim, registro aqui outra pergunta, recorrente antes mesmo de setembro chegar: “E aí nega, o que vamos fazer este an o no teu aniversário?” Engraçado... Ela não gostava de comemorar o seu aniversário, mas estava sempre presente no meu. Aliás, amiga irmã é assim: tá sempre presente em todos os principais momentos da vida da gente. E sou grata por isso. Tem o Luiggi também. Que tá bem ao lado da Jana, o carequinha. Um querido... Foi uma surpresa enorme quando numa conversa de bar, e a gente foi em alguns nessa convivência, ele falou do ano que estudou em um coléginho ...

Aprendizado

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Há alguns dias atrás, fui lembrada de que este ano, 2017, não tiveram dias fáceis para mim. Nem um pouco, concordei em pensamento. Mas, ainda sim, foram “melhores” que 2016. E que no meio do caos pessoal em que vivo, eu soube aproveitar. Eu aprendi. Aprendi muitas coisas. Simples. Porém, que ignorava no dia-a-dia atribulado ou feliz. E sim. É no meio do turbilhão de emoções, de situações inoportunas, que regamos a esperança. E dela conseguimos enxergar o caminho da vibração positiva, mesmo passando por momentos nem um pouco bons. Aprendi a ser humilde. Solidária. A não julgar. A dar sequência ao que foi iniciado – e dar ponto final. Estou aprendendo a ser por mim mesma. A crer em mim também. A cuidar-me. No entanto, meu melhor aprendizado está baseado em dois ditos populares. De Confúcio. (1) Um se trata de coragem. Ou da falta dela. “Saber o que é correto e não o fazer é falta de coragem.” Com isso, aos poucos vou enfrentando meus medos, meu desânimo, e agindo com det...

Dietando: Ah, mas aqueles 20%...

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Exige muito de ti e espera pouco dos outros. Assim, evitarás muitos aborrecimentos. Confúcio

Eu choro

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Eu, divando no meu primeiro aninho, ao lado das azaleias da minha vida Sou temporã. Nasci dez anos depois da primogênita. E nove, depois do filho do meio. Vim quando ninguém esperava, e cá estou. A filha caçula da Maria e do José. Meu pai torcia para que nascesse no seu aniversário – 11 de setembro. Mas sou temporã nos dois sentidos da palavra. Na minha família sou a única que não veio ao mundo pelas mãos de uma parteira. Ufa! A moderninha. Confesso: gosto da ideia de romper paradigmas, mesmo que de pequeno porte. Também fui a única a participar de atividades do movimento estudantil durante o ensino médio e a cursar uma faculdade. Ah, mas o meu orgulho em casa foi ter sido a precursora em verbalizar o Eu Te Amo. Demorou, mas saiu. E depois do primeiro, banalizei. Espraiei.  Família Buscapé reunida: meus irmãos ao fundo Mas de volta ao meu nascimento... Rompi à vida em silêncio. De madrugada. Meu Paiaço adorava contar este momento: “Tu não queria chorar, então, o ...

Dietando: Dança aérea é motivação!

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Como perceberam, o diário da dieta não foi publicado nas últimas segundas, quartas e sextas. Vi que era muita coisa. Vocês iriam ficar entediados rapidamente. Eu já fiquei. Por isso, mudei de ideia. Agora eles serão publicados uma vez por semana. Ou não! "Cada qual sabe amar a seu modo; o modo, pouco importa; o essencial é que saiba amar." Machado de Assis

Eu fujo!

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Estou sofrendo um desgaste emocional. Nem sei se isso existe, mas já diagnostiquei. Rá. E sei a cura também: dar o fora! Pegar a estrada! Viajar sem rumo e sem prazo de validade. Sem pensar em nada, apenas vivendo, curtindo coisas boas. Ficar despreocupada e conhecendo culturas e hábitos novos. Há quem dirá, certamente, que isso é fugir. É coisa de perdedor, medroso. De gente fraca. De quem nunca passou trabalho na vida. E que o remédio certo é um serviço no lombo e coisa parecida, pois problemas se resolve trabalhando, enfrentando-os. Para mim, sair por aí é quase que alforria, liberdade, cuidar da própria vida e ponto. Não tem nada a ver com medo, ao contrário. Não é egoísmo. Ao contrário. É deixar de pensar no coletivo, no todo para fortalecer-se. Significa voltar o olhar para si, reerguer-se, cuidar-se, amar-se. Isto! É amor próprio. Como também sou uma aproveitadora, e estou em um momento de elevar a estima, me beneficiarei da situação para por os sonhos em prática. E s...

O inverno vai passar...

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Estou aqui me debulhando em lágrimas. Meio de requenguela assisti ao programa sobre os 18 anos da morte do cantor e compositor sertanejo Leandro. Ele, assim como minha mãe, foi vítima de câncer. Por isso está sendo difícil não me emocionar com o sentimento das pessoas que estiveram em volta da luta do artista. Aliás, quando um ente querido está doente, a batalha é de todos. Amigos, médicos e familiares. Fazendo uma retrospectiva breve, lembro bem que depois do diagnóstico de câncer na minha mãe, já na saída do consultório, eu só pensava em tratamento. Em tentar todas as opções, buscar apoio médico especializado - o melhor para ela. No contraponto, sob o olhar e experiência de quem acompanhou a passagem de uma tia e da vó com a mesma doença, a mãe já estipulava até onde queria ir. E eu querendo ultrapassar barreiras. Foram pouco mais de três anos de persistência. De muita força, incentivo, quimioterapia, radioterapia, exames, alimentação alternativa, de reza, benzedura, ...

Driving children’s

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Não estou jornalista. Por hora, vendo o serviço de transporte infantil - e dou de brinde carinho e atenção por trás do volante - a pais que não tem tempo para transportar seus filhos em todas as atividades infantis. E o melhor: ainda há vagas no meu coração, digo, hora na agenda. Estou fora do mercado de comunicação há algum tempo. Aliás, até pouco mais de três meses atrás não estava trabalhando. Desse período até agora, conduzo crianças até suas atividades educacionais, culturais e de formação transversais. Como digo, sou uma espécie de Morgan Freeman em Driving Miss Daisy. Acho phino! Ao todo são quatro crianças sob minha tutela [Grande responsa...]. E tem sido uma experiência incrível! Além de por em prática, estimular e exercer responsabilidades, pontualidade e a paciência, eu tenho aprendido muito com essa nova rotina. Na verdade, elas têm me ensinado algumas coisas novas e outras já esquecidas com a maturidade. Sinto-me uma pessoa melhor a cada dia. [1]Sou uma mo...

Mode on

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Revistas de viagens, canais de aventuras, informativos de agências de turismos, sites promocionais... Andava com o pé que era um leque para sair por aí. Vontade de por a mochila nas costas e me juntar aos cidadãos do Mundo, pronta a aliviar a mente, conhecer gente, locais e culturas diferentes, bem diferentes... No entanto, confesso, dessa vez não conseguiria executar uma viagem desse porte. Não emocionalmente. E a saída foi acionar as amigas, pô-las em “mode on”, e curtir. Por isso não convidei, convoquei. Assim começou a trip para o Uruguai, cujo local também foi escolhido por mim. Acompanhada de três guerreiras, parti num tour gastronômico, cultural e comercial por Punta Del Este, Punta Ballena, Montevidéu, Colônia Del Sacramento e Chuí. E foi como era para ser: ótimo! “Las chicas”, como carinhosamente fomos identificadas no bus, cumpriram a meta demarcada por onde passaram: Dispersar as energias negativas e divertirem-se. Obrigada gurias, sem vocês eu nada ...

Sobre mulheres gordas e homens magros

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Uma das belas mulheres gordas de Fernando Botero (colombiano) Alguns homens que não sentem atração por mulheres gordas, e são idiotas, tendem a fazer piadas discriminatórias com elas e entre seus amigos. Brincadeirinhas essas que têm a ideia de sacanear o parceiro. Então, eles te chamam e apontam para o companheiro, ao mesmo tempo em que dizem alguma coisa do tipo (com aquela expressão de riso no rosto...): - Meu amigo gostou de ti e quer falar contigo. Isso acontece comigo. E agora não fico mais em dúvida sobre o que fazer. Chego na roda de amigos, mas me aproximo do cara sorridente e olho para o candidato. E digo algo do tipo para os dois [com a minha expressão (vingativa) de riso  no rosto], mas que dá para os coleguinhas ouvirem também: - É mesmo? E ele tem pau pequeno como tu deve ter? Inesperadamente a brincadeira acaba para eles. E por alguns instantes, em que aproveito para me deleitar com a réplica, surge o silêncio no grupo... Nesse momento, eu p...

Menos é mais. Lembre-se!

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Não quero me gabar não, mas sou uma pessoa fácil de aturar as chatices alheias. E de vivê-las também, por um longo tempo, sem ficar incomodada.  Mas, às vezes, as pessoas conseguem ser tão banalmente chatas, e inoportunas, e vaidosas, e arrogantes, enfim, elas mesmas, que fica difícil de aturar. Tudo junto e misturado então, é chato demais. Logo, a dica é: mais humildade pessoal. Ninguém consegue ser o sabe-tudo ou o melhor em tudo. Por favor...

Só quero estar lá...

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Sou gorda. Vocês sabem disso. E quem me conhece sabe mais. Eu uso biquíni na praia.  Não disfarço, há alguns anos, minha barriga grande em um maiô. Não escondo as coxas coladas e com celulite em bermudas de algodão enquanto tomo banho de mar. Não ando cabisbaixa na beira-mar. Pois, não tenho vergonha de mim ou do que sou. E, em uma contradição assombrosa até para mim, embora eu me considere bonita, não penso que meu corpo seja agradável ao olhar. Mas me dou o direito de ficar tão à vontade quanto os pálidos e esquálidos. Quanto os magros ou os falsos magros. Ou aqueles deuses e deusas do verão, que se exibem sobre a areia para nosso deleite.  Eu não acho a maioria das pessoas bonitas na praia, mas respeito a vontade e o direito delas de ocuparem o espaço como quiserem. Nada mais natural do que usufruir do mesmo direito. Vou aproveitar que estou nessa conversa aberta e confessar: fico incomodada com o olhar de incredulidade quando estou na praia. O riso n...

O espelho e a janela

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Akshobia é um dos 5 budas da meditação. Fez o voto de superar o ódio e a maldade. Chagdud Rinpoche dizia que o mundo é um espelho, não é uma janela.  E eu gosto dos reflexos da minha vida.  Mesmo que, às vezes, oscile: tudo esteja mais bonito ou muito feio. Templo Branco Rodas de Oração Guru Rinpoche Bandeiras de Oração: som que emana com vento emite mantra escrito nelas

Amor tem CEP ou IP?

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Foi a Drika Cake que fez esse bolo lindo , veja outros aqui Os tempos mudam tudo. Até a forma que nos relacionamos com as pessoas. Que se ama, digamos assim. Hoje em dia não é difícil de ouvir das pessoas a forma mais atual de como conheceram os maridos. Adeus fila do supermercado, balada, festa de família, escola ou faculdade, CLJ... Há muito tempo o lance é a internet e seus aplicativos. E sim, eu aderi às novas modalidades faz tempo. Na semana passada, minha terapeuta lembrou das antigas agências de casamento . Tu pagava para que uma pessoa buscasse possibilidades de acordo com o perfil pré estipulado por um candidato. - Por favor, eu quero me apaixonar e casar por um homem alto, bem estabelecido, de nível superior, que goste de viajar, de aventuras, que não fume, mas pode beber socialmente. Ele não pode ter filhos, ou que tenha apenas um filho, mas disposto a adotar um ou mais crianças caso eu ou ele não possamos ser pais biológicos. O candidato tem que te...

A Copa 2014 é minha!

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A Copa 2014 é minha! Ao menos o bolão na firma. Meus palpites, exclusivamente meus, me levaram ao primeiro lugar desde o início. Tentei obter alguma vantagem, me aconselhando com homens, amantes do futebol, mas me equivoquei. As duas indicações me levaram ao segundo lugar nas Oitavas. Então, percebi, que homens são emotivos demais quando se trata de sua maior paixão: o futebol. Por isso tomei a fronteira com minhas próprias impressões. Ouvia comentários esportivos e assistia aos jogos para analisar melhor, e apostar na tendência com maior probabilidade. Fui racional, como toda mulher é quando toma decisões. E não apostei no Brasil. Nossa seleção não estava preparada emocionalmente e nem tecnicamente. Isso foi notório em todas as partidas. E, convenhamos, chegamos longe demais. Por isso, poupei minha humilde aposta de R$ 10 e, ao final, acabei faturando R$ 70. É. Definitivamente, a Copa 2014 é minha. Minha e da Alemanha, claro.

Duas decisões e uma toalha no chão

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Às 8 horas da manhã, ao cruzar o portão do estacionamento - que praticamente posso chamar de meu -, tomei uma decisão:  - Não vou mais transar com o Vizinho e nem vou perder mais uma aula na academia.   Respeito decisões matinais, assim como respeito decisões de aniversário. É quase que uma promessa. Uma “autopromessa”. E foi assim, decidida que comecei o dia, rumo à terapia.  À noite, 12 horas depois, cumpria a segunda delas. A primeira jura será mais fácil. Cansei do Vizinho, embora suas qualidades [ou melhor dizendo, seu dote] possam me por em tentação no pensamento, nas lembranças.  Só que hoje, a única tentação que corria o risco era a de um ombro amigo. Um convite qualquer para beber ou um sorriso mal intencionado me tiraria do prumo, pois estou exausta. Chateei-me com o desrespeito. Com a falta de profissionalismo de algumas pessoas e seu oportunismo.  Fatiguei de gente falsa e fofoqueira. De observações camaradas, em público,...

"Saúde é o que interessa, o resto não tem pressa"

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Não faz 15 dias que ingressei na academia. Mas desde o primeiro momento reafirmei minha opinião: malhar é coisa para gente doida. Os caras ficam levantando 20, 30 quilos de ferro em séries que não conseguem aguentar. Mas forçam toda a musculatura até a última força no corpo. E urram.  Eu gosto de urros. Acho sexy. Mas só na cama, durante o sexo, num clima bem diferente do que o da academia. Ali, naquele espaço, eu tenho medo e dúvidas. Medo por que vejo aqueles homens e penso aonde eles querem chegar com isso. E dúvidas por que eu tenho objetivo claro: emagrecer. Tenho prazo de validade ali dentro. Quando alcançar meus objetivos, vou sair correndo dali para uma piscina. É lá que vou mantar o peso: nadando e fazendo hidroginástica. É disso que gosto. Mas os marombeiros não me dizem nada... Não que precisem também. Mas o que me é estranho, me traz questionamentos. Academia tem outra coisa estranha. O cheiro. Não sei por que salas de fitness não tem ventilação. O suor...