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Mostrando postagens de Julho, 2014

A Copa 2014 é minha!

A Copa 2014 é minha! Ao menos o bolão na firma. Meus palpites, exclusivamente meus, me levaram ao primeiro lugar desde o início.

Tentei obter alguma vantagem, me aconselhando com homens, amantes do futebol, mas me equivoquei. As duas indicações me levaram ao segundo lugar nas Oitavas. Então, percebi, que homens são emotivos demais quando se trata de sua maior paixão: o futebol.

Por isso tomei a fronteira com minhas próprias impressões. Ouvia comentários esportivos e assistia aos jogos para analisar melhor, e apostar na tendência com maior probabilidade. Fui racional, como toda mulher é quando toma decisões. E não apostei no Brasil.

Nossa seleção não estava preparada emocionalmente e nem tecnicamente. Isso foi notório em todas as partidas. E, convenhamos, chegamos longe demais. Por isso, poupei minha humilde aposta de R$ 10 e, ao final, acabei faturando R$ 70.
É. Definitivamente, a Copa 2014 é minha. Minha e da Alemanha, claro.

Acelera, acelera bem, acelera...

Sim, eu choro com comercial de margarina. E dou gargalhadas de perder o ar com vídeos compartilhados no Facebook. Com esse vídeo não foi diferente.


A fé espontânea dessa senhora, salvou meu dia. Afastou minha tristeza. E vai, certamente, garantir-me uma boa noite de sono.


Se você tem humor pastelão como o meu, irá dar vários plays. Bom divertimento. A garantia é ela...


[Acelera Jesus, acelera Senhor!!!]



Duas decisões e uma toalha no chão

Às 8 horas da manhã, ao cruzar o portão do estacionamento - que praticamente posso chamar de meu -, tomei uma decisão:  - Não vou mais transar com o Vizinho e nem vou perder mais uma aula na academia. 
 Respeito decisões matinais, assim como respeito decisões de aniversário. É quase que uma promessa. Uma “autopromessa”. E foi assim, decidida que comecei o dia, rumo à terapia. 
À noite, 12 horas depois, cumpria a segunda delas. A primeira jura será mais fácil. Cansei do Vizinho, embora suas qualidades [ou melhor dizendo, seu dote] possam me por em tentação no pensamento, nas lembranças. 
Só que hoje, a única tentação que corria o risco era a de um ombro amigo. Um convite qualquer para beber ou um sorriso mal intencionado me tiraria do prumo, pois estou exausta. Chateei-me com o desrespeito. Com a falta de profissionalismo de algumas pessoas e seu oportunismo. 
Fatiguei de gente falsa e fofoqueira. De observações camaradas, em público, que disfarçam a ironia, a inveja e a arrogância. …