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Mostrando postagens com o rótulo Aniversário

Sóis

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Sexta-feira de manhã. Não precisei abrir o aplicativo que controla meu ciclo menstrual para saber que estava de TPM. O mau humor era latente e já o percebia insuportável até para mim. E chovia. Muito. Dia perfeito para ficar em casa, hibernando, como costumo definir dias e este estado de espírito. Mas não. Tinha que encontrar um amigo-cliente, que ontem estava sem comunicação via smartphone. Não havia escapatória. Teria que ir. Fechava assim meu período de pré-aniversário, antecipadamente. Não suportaria mais uma semana. Teria eu mesmo que dar o start em novas energias e começar Setembro com os dois pés direitos. E hoje, no primeiro dia do mês, ainda cinza e molhado por aqui no Sul do país, um novo sol surgia. Mesmo que ainda de TPM, a virada do mês sopra em mim mudanças. Novos tempos. Renovação. Fiz a mesma coisa que nos últimos sábados do calendário letivo. Acordei, peguei a mochila gasta e sai respirando o ar úmido e cheio de partículas de vida e possibilidades den...

Atualizando em 5, 4, 3...

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Primeiramente, #ForaTemer. Segundamente, sou uma mulher de 42 anos agora. Completados recentemente. Dia 7, último. De lá para cá, pouca coisa aconteceu, mas foram importantes. Minha família e amigos comemoraram comigo. Mesmo sendo um ano triste, para poucos motivos, não foi um aniversário em vão. Houve um ano que não comemorei. Fiquei longe, na terra do nunca, sozinha. Triste. E os meus amores aqui, a me esperar. Nunca mais passei por isso. Meu pai não permitiu (aliás, se fosse vivo, dia 11 último também estaria de bodas). Eu também não quis mais viver na penumbra. Esconder-me. Graças a Deus - sim, aprendi a falar em Deus com sentimento sincero e não só uma força de expressão –, ao amor fraterno e a mim mesma. Agora, cada ano é uma festa. Mesmo que diferente, eu comemoro. Esse ano trocaria qualquer festejo por um pouco mais de tempo ao lado da minha querida. Mas entendo que o tempo dela, que seu ciclo completou, e foi melhor assim. Uma hora o sofrimento tem que terminar. ...

Depois dos 40, tudo é festa!

Com a idade nova, confesso, venho cometendo orgias gastronômicas e alcóolicas sucessivamente. Tanto que, sento-me em um bar, aceito o cardápio e em seguida faço o pedido. Depois da última semana, e final de semana, estou torcendo para que o mês de comemorações de aniversário chegue ao fim. É que não aguento mais carregar meu próprio corpo pelas ruas. Meus músculos se recusam a fazer força, ultimamente, em excesso.   A mente pesa demais sobre os ombros.  Isso é só para me lembrar que essa situação serve para eu nunca mais sair de quarta à segunda. Afinal, eu não sou mais uma guria de 25. E tenho dito.

Bem vinda meia idade

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Comemoração com a parceiragem: sem igual. 40 anos. E pasmem: está tudo bem. Nunca pensei que seria assim. A mesma coisa. Nada, efetivamente mudou, por enquanto. Talvez eu sinta alguma diferença aos 43 ou 44 anos. Mas até lá já estarei acostumada com esta nova fase. Até lá, já não será mais uma nova fase... No momento estou feliz com a idade nova. Afinal, como diz minha sábia e modesta mãe, “não é sempre que se completa 40 anos”. E como costumo falar àqueles que insistem em me lembrar que agora sou mulher loba, saliento: sou uma mulher de 40, mas com idade mental de 25 ou 30 anos. Então, beijinho no ombro, queridos. E só.

40 à vista

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http://souperolanegra.tumblr.com/ Túnel Verde na RS040 em janeiro de 2014 Há uma luz ao fim do túnel. Do Sol.  A energia elétrica tem um custo alto demais para a humanidade e o meio ambiente, para ligar o interruptor. Melhor deixar a natureza seguir seu curso. Em mim também.

Amo

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É daqui a pouco. Logo depois das 23h59. Sessenta segundos para ser mais exata. E pronto! Estaremos comemorando o aniversário da Odete. Minha mãe. Uma mulher forte e frágil, doce e azeda, meiga e rude, gentil e indelicada... Uma pessoa que eu amo e me basta como exemplo. A pessoa a quem me tem e a quem dedico tudo que tenho e busco. Parabéns minha velha!

Como o verbo To Be

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Por que no meu aniversário, até a vela tem que brilhar! No sábado, dia 7, floresci em minha 39ª primavera. Fui brindada em um dia ensolarado, caloroso de amor e de energia. Contrariando anos anteriores, não houve chuva.  Marchei em tempo seco direto à comemoração marcada de alegrias, comida e bebidas. Vivi um dia de rainha, sem tempo ruim. E na presença de quem deveria ser e estar. Como o verbo to be. O convite era pro galeto de coxa e sobrecoxa da nêga, mas o Peterson queria os peitos... Primeira etapa Mommy poderosa "Vamos amigos, unidos venceremos a semente do mal..." Tia e prima do coração Mano véio, literalmente Primas Tias Novos amigos Barbara, velha amiga [e fotógrafa] Mais primos! Grupo Motivo a+ E como não poderia faltar: o balão surpresa

Bodas de Mármore

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Assim que estou agora. As portas das bodas de mármore, se assim pudesse associar o período referente aos anos de um casamento com a minha próxima idade: 39 anos. E ao contrário de outros anos, me sinto tranquila. Estou bem. Deve ser esse lance de maturidade... Ou os acontecimentos da vida. Na verdade eu sei o que apazigua o peito. E também o que me desperta minha ansiedade. Estou consciente de tudo. Também sei das possibilidades futuras que as circunstâncias podem causar. É por isso que eu sempre dou um jeitinho de melhorar o dia-a-dia. Seguindo esse critério de causa-efeito, neste mês de aniversário, eu tomo a única opção para se por em prática: festa!

Meus trinta e muitos anos

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“Acho que não estou preparada para fazer 39.  Tem tanta coisa que ainda não fiz...  É bom oportunizar, mas acho que queria marido.  Quem sabe filho, apesar de achar que não vou ter.” Divido as mesmas angustias que a autora dessa citação. A beira dos 39 anos, nós duas trazemos anseios estimulados pela troca de idade. Ela, que entra no grupo das quase 40, faz aniversário no Dia Internacional do Rock. Eu, que escrevo esse post no domingo (07/07), ainda tenho dois meses para me acostumar com a idéia. No entanto, diferentemente do que ocorre ano após ano, estou tranqüila. Não, continuo com problemas com o envelhecimento e suas conseqüências, mas é que estou bem nessa passagem. No momento vivo um dia de cada vez, sete deles por semana, um mês a cada 30 (ou 31) dias. E vou indo bem, vou seguindo feliz, sem inquietações. Talvez seja por que estou sendo um ser realizador: prospero profissionalmente, desenvolvo-me emocionalmente, espero regredir fisicamente (chega de ...

Meu escritório é na praia

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Meu escritório é na praia Eu tô sempre na área Mas eu não sou da sua laia, não Então deixe viver, deixe ficar Deixe ficar como está  Quase 40 e assim, jovem e bonita. Muito bom!  Minha amiga Viviane fez aniversário em janeiro. E estive com ela, na sua casa. Na praia. Foi divertido demais. Conversamos, festejamos, pegamos praia, sol, bebemos, comemos, confraternizamos em família. Conheci a Vivi na Universidade. Na segunda que cursei, e sua amizade é uma benção pra mim. Fico feliz com sua evolução pessoal, seu crescimento profissional e torço para que ela vá muita além ainda. A guria merece. Mas nós não ficamos só no final de semana. No carnaval voltei lá. Daí, revivemos mais uma vez bons momentos, inclusive o da castidade [1]. Prontas para o Bloco das Virgens [1]

Pronto, 38 anos.

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Confraternização do semestre entre os colegas da ACS Pronto. Há quase sete dias estou de idade nova. 38 anos. E confesso que não tenho percebido muita diferença, a não ser os pensamentos que insistem em forçar uma maturidade que não sinto. Que não tenho. Mas que, inconscientemente, sinto a necessidade de ter. Dois anos perto da idade da loba [os assustadores 40 anos para mim] e eu continuo usando anéis de missangas, embora o desejo de adquirir e usar jóias em ouro, pedras semi ou preciosas e com designer arrojado. Ainda sou palhaçona, brinco com crianças, tenho amigos adolescentes e uso roupas coloridas e extravagantes. E, às vezes, saio vestida como gente. Mas só às vezes... E, percebi, que continuo sendo transparente. Dias de beiço, todo mundo sabe no meu olhar. O mau humor não disfarça em mim, ele se sobressai na verdade. Mas no dia de riso, e que são em maior quantidade que o contrário, os dentes brilham na face e fica quase impossível esconder a alegria. Então, ...

Nos 38, de sexta

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Queria ser menos consumista e materialista. Mas sou de virgem, então, talvez não consiga me desprender de tantos modismos ou descrença. O desapego não faz parte do meu cotidiano. Logo, os meus amigos continuam sendo meus, o meu trabalho é o mais importante, a minha saúde tem que estar sempre boa, mas os meus problemas, meus medos e as minhas dívidas eu quero que sejam capeta. Pronto, falei!

Para os breve 38 anos:

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Eu quero emagrecer. De fato! Não tenho mais condições físicas para ser gorda. A pele não tem mais o que esticar. Os passos não se prolongam mais do que as articulações enferrujadas permitem nos últimos tempos. A respiração voltou a ser ofegante e a resistência diminui a passos, contraditoriamente ao que disse a pouco, largos. Então, que para a nova idade, que meu psicológico vença o organismo e consiga ficar menos gorda. Ou seja, saudavelmente gorda.

Para os 38, próximos:

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Eu quero [não, eu preciso] continuar com a capacidade de ter amigos, conhecer outros queridos e tê-los sempre perto de mim, mesmo que no coração e na lembrança de momentos felizes. A amizade... Nem mesmo a força do tempo irá destruir. Somos verdade... Nem mesmo este samba de amor pode nos resumir. Quero chorar o seu choro, quero sorrir teu sorriso. Valeu por você existir, amigo. [Amizade: Grupo Bom Gosto]

Para os 38, prósperos:

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Eu quero uma dose reforçada de determinação. Pois aos 37, eu ainda não sei bem o que é isso. Também preciso de menos teimosia [ou não], mais coragem e o dobro do meu corpo em benevolência. Que a impaciência e a ansiedade caiam de mim, todos os dias, como meus fios de cabelos maiores e mais bonitos. E que a opinião própria se mantenha no mesmo lugar em que está. Gosto dela.

Para os 38:

Eu procuro um amor, que ainda não encontrei. Diferente de todos que amei. Nos seus olhos quero descobrir uma razão para viver e as feridas dessa vida, eu quero esquecer. Pode ser que eu o encontre numa fila de cinema, numa esquina ou numa mesa de bar. Procuro um amor que seja bom pra mim. Vou procurar, eu vou até o fim. E eu vou tratá-lo bem, pra que ele não tenha medo, quando começar a conhecer os meus segredos. Eu procuro um amor, uma razão para viver, e as feridas dessa vida eu quero esquecer. Pode ser que eu gagueje, sem saber o que falar, mas eu disfarço e não saio sem ele de lá. Procuro um amor que seja bom pra mim. Vou procurar, eu vou até o fim. E eu vou tratá-lo bem pra que ele não tenha medo, quando começar a conhecer os meus segredos... [Frejat: Segredos]

Braços abertos sobre a Guanabara

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De peito aperto [pra vida], braços abertos sobre a Guanabara e de frente pra Ele.  28 de fevereiro. Dia da minha mãe. Feliz Aniversário Odete. Eu te amo!

Tudo de novo, com fúria e folia

Há dias já estava tranquila. Minha preocupação [boba] com a idade não era mais problema. Eu continuo a mesma que há 15 anos. Talvez com algumas diferenças: uns quilinhos aqui, umas marquinhas de expressão ali... No resto, “segue o seco”. Fazer aniversário depois dos 35 anos não é tão ruim assim. No ano passado estava adormecida, amortecida, em transe por causa dos acontecimentos familiares, mas este ano não. Senti o peso de uma idade que nem é tão rigorosa assim. De repente me dou conta que estava pronta para os 37 anos. Bem pronta! A vida tem ajudado muito também. O mês do cachorro louco foi uma maravilha de bom para mim. Agosto rendeu muito em trabalho e aprendizado profissional. E espero que a maré continue assim: a favor dos ventos e dos céus. E para fechar com chave de ouro a primeira semana do mês de setembro: festa! Casa cheia de amigos e parentes chegados. “Eu não convidei ninguém, mas veio todo mundo.” Sim, a pequena patota serve por uma população. Foram quase 12 horas ininter...

Freddie mercury e Eu:

Temos alma de artista!

Salve os Pretos!

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13 de Maio Dia da Abolição da Escravatura Dia de Pretos Velhos!