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Mostrando postagens de Janeiro, 2014

Nem tudo são flores

2014 em ritmo acelerado, mas com qualidade

O ano começou bem. Bem agitado em termos de trabalho. Ainda bem. Chegou com propostas novas, ainda que temporárias, no mercado ao qual estou inserida. E eu fiz direitinho a minha parte.
Senti orgulho de mim de uma forma diferente. Consciente das minhas qualidades e defeitos. Da minha capacidade de ação e atuação. E, cada vez, tenho a certeza de que escolhi a profissão certa. É no jornalismo que me consagro a cada atividade realizada com sucesso, êxito e de determinação.
Muitas vezes, confesso, menosprezei esta mesma capacidade. Mas não agora. A experiência e a excelência dos meus atos profissionais, a minha dedicação, o meu cotidiano me sustenta. Servem como base do meu currículo. E ele é vasto...
Mas o que mais me deixa feliz é a humildade com que enfrento, resolvo, e aplico a vivência no que me é destinado. Perdoem-me, não cometo falsa modéstia; por isso posso afirmar que eu chego marcando com minha aparência de mulher grande, de mulher negra e sorriso de menina. Já no primeiro passo…

De mala cheia. Na ida e na volta!

Quem podia imaginar que o amor era um delírio seu...

Nem o Sol, Nem a Lua, Nem Eu
(Lenine/Dudu Falcão)

Hoje eu encontrei a Lua
Antes dela me encontrar
Me lancei pelas estrelas
E brilhei no seu lugar
Derramei minha saudade
E a cidade se acendeu
Por descuido ou por maldade
Você não apareceu

Hoje eu acordei o dia 
Antes dele te acordar
Fui a luz da estrela-guia
Pra poder te iluminar
Derramei minha saudade
E a cidade escureceu
Desabei na tempestade
Por um beijo seu

Nem a Lua, nem o Sol, nem Eu
Quem podia imaginar 
Que o amor fosse um delírio seu
E o meu fosse acreditar


Hoje o Sol não quis o dia 
Nem a noite o luar.



Oi 2014, seja bem-vindo

Eu pisquei e 2013 foi embora. Fui ao banheiro, fiz um brinde, dei abraços, recebi felicitações, comi, troquei presentes e já haviam passado as primeiras horas de 2014. E hoje é o dia 2 do ano novo. E o que lembro é que não fiz o balanço de final de ano. Ao menos de forma concentrada, efetiva; apenas no divã da minha terapeuta. E, mesmo superficialmente, o saldo foi positivo.
Despeço-me de 2013 com muitas conquistas pessoais e profissionais importantes. Com a coesão emocional e sentimental estruturada na família. E com a certeza de que plantei o meu melhor em muitos momentos.
Nos últimos doze meses eu quis trocar de emprego: praticar o que aprendi, prosperar profissionalmente, ter um rendimento melhor e ainda buscar novos aprendizados. E consegui. E para manter as besteirinhas, ainda tive uns frilas. No ano que passou eu fui sorteada nos meus dois consórcios. Também voltei para o inglês, a praticar yoga e tentei buscar uma vida mais saudável... Tudo bem, isso eu não consegui, mas estou…