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Mostrando postagens com o rótulo por mim mesma

Eu choro

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Eu, divando no meu primeiro aninho, ao lado das azaleias da minha vida Sou temporã. Nasci dez anos depois da primogênita. E nove, depois do filho do meio. Vim quando ninguém esperava, e cá estou. A filha caçula da Maria e do José. Meu pai torcia para que nascesse no seu aniversário – 11 de setembro. Mas sou temporã nos dois sentidos da palavra. Na minha família sou a única que não veio ao mundo pelas mãos de uma parteira. Ufa! A moderninha. Confesso: gosto da ideia de romper paradigmas, mesmo que de pequeno porte. Também fui a única a participar de atividades do movimento estudantil durante o ensino médio e a cursar uma faculdade. Ah, mas o meu orgulho em casa foi ter sido a precursora em verbalizar o Eu Te Amo. Demorou, mas saiu. E depois do primeiro, banalizei. Espraiei.  Família Buscapé reunida: meus irmãos ao fundo Mas de volta ao meu nascimento... Rompi à vida em silêncio. De madrugada. Meu Paiaço adorava contar este momento: “Tu não queria chorar, então, o ...

Eu me prometo

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Estava aqui, tentando organizar meu livro­ caixa pela quarta vez nas últimas semanas, nos últimos três meses na verdade. De repente, comecei a divagar pelas redes sociais. E deixei de lado essa tarefa que é um desafio para mim há algum tempo. Então, agora, quando cansei de expor minha figura pela web, sinto me cansada para tal tarefa.  Chego a conclusão que preciso de metas pessoais, particulares, de autoorganização mesmo. Quanto mais retardo decisões, atos, atividades, tarefas, mais me prejudico. Tenho persebido de forma cada vez mais intensa.  Confesso que executar certas coisas é tão difícil quanto não comer chocolate. Consegui parar de fumar. Não foi nenhuma dificuldade enfrentar a abstinência da nicotina e demais compostos. Mas, por exemplo, fazer dieta é algo que não consigo. Preciso fazer tantas concessões para isso, como evitar doces e fugir do chocolate ao leite. No entanto, sou capaz de tantas outras coisas...  Há cinco anos descobri que sou uma mul...

DIÁRIO DIETÉTICO: Só 1443 calorias

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Tomei coragem e fui ao médico. Reclamei dos joelhos, da resistência, da palpitação. Deixei os anseios estéticos de lado, ele não precisaria saber da chorumela completa. E subi na balança. Com a tecnologia a favor da ciência, rapidamente ele calculou meu IMC e sou o pior tipo de gorda que a medicina estudou. Logo, ganhei o pior tipo de dieta restritiva que qualquer pessoa pode ter nessa vida. Ou seja, eu até não passo fome se comer na hora das refeições. Mas também não é gostoso o que como. E cá estou, na tentativa lenta e progressiva de me acostumar a uma vida sem doces, sem carboidratos, sem bebida alcoólica. Sem chocolates! E ficar sem essa delícia é o meu maior sacrifício. Tanto, que me fez adotar como hino, a música da Kátia Cega: “Não está sendo fácil, não está sendo fácil viver assim. Você está grudado em mim”.

Paixão de passageiros

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7h14. Quem não se atreveria a sentar no trem? Ninguém. Até eu que fui a última e embarcar consegui um assento privilegiado. Nem mesmo o rapaz magrelo, que depois de passar de vagão em vagão, encontrou a razão do seu afeto, estabelecida ao meu lado. A moça, até então bem tranquila e confortável no banco coletivo, logo buscou espaço para receber o fã temporão, que guardava a mochila no bagageiro. A  paquera começou emocionada, assim como as “bundadas” na lateral do meu avantajado corpo. De minuto a minuto, recebia espiadas com desagrado e os pequenos empurrões. De certo ela pensava: “Vou empurrar a gorda, ela não sente mesmo”. Eu, que sigo a #EtiquetaUrbana, me aconcheguei no meu grosso casaco, fechei os olhos e fingi não sentir mesmo.

Só uma tacinha...

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Estou mudando meu paladar para cerveja. Antes, não gostava de skol. Agora eu continuo não gostando e não quero mais tomar. Se puder optar vou escolher outra marca. Outro sabor. Outro tom. Outro cheiro. Assim como para a marca da bebida fermentada do happy hour, também estou tomando a certeza do que quero ingerir para a vida. Cansei do rosa. Eu tenho a paleta de cores em mãos e sou criativa, inteligente e capaz. Posso recriar sempre outros tons e cores. Vejo, aos poucos, que posso tudo que realmente queira. Que posso mais sempre, a cada novo olhar para o dia que começa. E que agora, é o que realmente quero fazer. Algo novo, para mim, sempre que angustiar ou almejar. Ponto [E viva o clericot!]

Crocheteira de mão cheia. Ah, se sou!

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Sou moça prendada. Aprendi na escola algumas técnicas domésticas e inclusive industriais, como marcenaria. Mas essa prática eu não fui bem. Dava muito trabalho lixar e pintar peças em madeira. Em compensação, com argila eu manjo bem. Faço umas máscaras lindas! Essas habilidades aparecem de tempos em tempos. Geralmente quando estou desempregada, pois em outros momentos, para me acalmar, a jardinagem cumpre bem sua função. E a bola da vez o crochê se destaca na minha vida. E pela segunda vez, já que em outra ocasião bem parecida com essa eu fiz um tapete em cordão verde para o meu banheiro no latifúndio. Agora, como diz minha tia Ieda, faço uma peça com os dois pés nas costas... Minha mãe já foi beneficiada com um conjunto para o piso de cozinha: um trilho e um tapete em cordão cru e acabamento em verde. Ela também ganhou um tapete azul com desenhos em flor e acabamento em branco. Agora estou fazendo um trilho para banheiro, amarelo, com seis flores desenhadas ...

Só dois pãezinhos

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- Um brigadeiro pro meu piá. O sonho vamos levar para a mãe. Disse um cara para o dono da padaria. Aos finais de semana, ele que atende o balcão do estabelecimento. - Deixa eu contar as moedas... E foi o que fez o pai de família. Ao ver que tinha o suficiente, comprou mais um brigadeiro, voltando a guardar o restante dos trocados. - Obrigado amigo. Disse o homem ao atendente. Em seguida, pegou a sacola com os pães, deu a mão ao filho e saiu para a calçada. Eu ainda o ouvi falar com a criança, que instantes antes segurava o pacote com o sonho, bem feliz, em frente ao balcão dos doces. “Posso ter um de cada também?” Foi o que pensei ao observar a cena em que pai e filho estavam sendo atendidos. Logo minha mente alçou vôo ainda maior e fiquei imaginando: eu em casa, a espera do marido para o café. De repente fiquei toda contente porque meus dois amores haviam chego. Eles lembraram que sou uma formiga. E que adoro sonhos. - E pra senhora? - Disse o homem detrás do balcão da padaria. - Doi...

Prêmio Fatma de Jornalismo

Em meio a vários fatos e versões para contar a todos, tenho demorado a vir aqui e postar. Acabo perdendo muitas idéias legais e assuntos divertidos sobre a comédia da minha vida privada, digamos assim. Porém, não poderia deixar de me exibir, informar, dividir, compartilhar com todos que vêm aqui (galera do bem e do mal), sobre um dos acontecimentos mais relevantes da minha vida profissional. Fui selecionada para a final do Prêmio Fatma de Jornalismo. Venci a etapa regional ao qual estamos ligados, que é Caçador e agora meu trabalho estará na disputa com mais 13 matérias na área de meio ambiente, aqui no Estado de Santa Catarina. Dessa vez, o alarde começa com orgulho 100%, já que a apuração, entrevistas e redação - inclusive fotos - são exclusivas minha. Pra mim, mesmo não vencendo a etapa final, esse prêmio já é meu... Como diria o Fred Flinstone: Iabadabaduuuú!

agnolini

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até que deu certo. mas que dá trabalho o negócio, ah, isso dá! se não fosse isso seria sopa de fazer, hehehe. e o melhor de tudo é que amanhã tem mais, com direito a canto e jogatina. oba!

Palavras ao vento

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Queria poder não chorar de saudades ao ver tua foto no álbum. Nem perder a atenção no trabalho durante ou depois de cada encontro ocasional. Ter parado de fantasiar depois de cada transa ou simplesmente ter dado o basta, quando senti a primeira dor de amor. Agora é tarde para qualquer uma dessas alternativas... Já não sei mais o que é amor ou o que é fixação. Só sei que a cada visão sua, meu peito aperta e minha mente me sacaneia. Me traz a lembrança situações e momentos que não voltarão. Brincadeiras feitas, palavras ditas e momentos vividos que me foram insuficientes, embora intensos. Já não sei mais o que sinto, mas sei que me falta. Sinto tua ausência por completo. Do humor inteligente e da perspicácia para assuntos pertinentes ao cotidiano social. Lembro da parceria para a tevê aos domingos, das manhãs de seriados americanos, dos almoços dinâmicos, dos atos infantis, do contágio da preguiça e dos jogos sexuais. Sinto falta do teu cheiro... Devolva-me meu coração! Diz a música no r...

Cor de Rosa (33)

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Prefeito, que tal um Centro de Zoonose? Sim, a eleição mal terminou e já estou pedindo. O prefeito eleito nem foi diplomado e já começo a sugestionar idéias. Mas é que sou uma defensora dos animais e, mesmo não constando no plano de governo de Wilmar Carelli e Dr. Jorge, bem que nos próximos quatro anos poderia ser construído um Centro de Controle de Zoonoses. Como sempre, conversas com amigos agitam minhas idéias. Pois um colega me disse que não percebe muitos animais abandonados pelas ruas. Mas eu sim, porque, para quem tem um bicho retirado do risco de rua (sim, animais também sofrem isso), é que tem olhos aguçados para a fragilidade deles e nossa também. Afinal, um Centro de Zoonose não serve apenas para achar um lar para bichos abandonados. Ter um estabelecimento desses é uma ação preventiva e de promoção da saúde pública animal e humana. A verdadeira finalidade dos Centros de Controle de Zoonoses, através de campanhas educativas, é evitar a procriação descontrolada de animais, de...

Coluna Cor de Rosa e Carvão

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Nova ortografia da língua portuguesa Os meses foram passando e virando anos. Agora, depois de passados 18 anos de sua elaboração, o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa promete finalmente sair do papel. Desde o ano passado o debate ficou acirrado e ações foram tomadas pelo governo brasileiro, que colocou o Brasil como o primeiro país que integra a Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) a adotar oficialmente a nova grafia, já a partir do ano que vem. Dessa vez, pelo menos desta vez, eu gostaria que fossemos os últimos. Para que tivéssemos mais tempo para que todos tivessem tido a oportunidade de conhecer as regras ortográficas atuais. Penso que é difícil ter o domínio do português. Até hoje eu aprendo um pouco mais a cada dia e mesmo assim é insuficiente, principalmente para mim, cuja morfologia correta e a gramática são meus instrumentos de trabalho. Mas confesso que considero a língua portuguesa uma das mais bonitas do mundo. Poética. Elegante. Mas tudo isso vai acabar p...

Bar de Guampas

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Ele vinha sorridente, no sentido oposto do passeio. Ela vinha distraída, ouvindo suas músicas, até que ficaram frente-a-frente. - Nossa, que alegria te ver. - Oi, quanto tempo... - Pois é. Eu não tô mais morando aqui. Fui embora. Levei um par de guampas e agora tô morando em Pexinguinha. Ela refletia sobre a informação. Não entendia porque ele dizia que tinha ido embora, se Pexinguinha é tão perto. Fica a menos de 30 quilômetros de Gonzaguinha... É quase um distrito daqui, se não fosse a quantidade de habitantes e o tamanho do município, que é quase o mesmo. - Ah, que massa. Parabéns! Mas qual é o nome mesmo? Bar de Guampas? Que doido deve ser esse lugar. Um bar para corno... Bom, negócio é negócio. - Não, levei um par de guampas, por isso fui embora. E tu, tá sozinha? - Ah, desculpe, tinha entendido que havia aberto um Bar de Guampas. Putz! Que chato isso... Melhor terminar logo essa conversa. O assunto, além de confuso, tá ficando perigoso. Põe aquele sorriso no rosto, mente logo e v...

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Cor de Rosa e Carvão http://www.jornalcorreiohoje.com.br http://www.correioja.blogspot.com Decadente... Quem bem me conhece sabe que não sou fã de futebol. Mas, o inusitado Futebol 88, e o convite de amigos, claro, me fez ir até o Estádio Municipal Luiz Leoni prestigiar o evento, no último Domingo, 9. Para minha surpresa, o campeonato foi bem divertido, embora um pouco confuso para mim. Afinal, eram 88 jogadores em campo, mais quatro juízes com seus apitos de sons diferentes e mais quatro bolas de cores diferentes. Tudo junto e misturado, simultaneamente. O que não me agradou foi perceber o estado de abandono do estádio. Decadente a visão! Espaços mal aproveitados, paredes sem pintura e a praça de alimentação parecia insalubre. Os banheiros... Bom, melhor nem comentar. Será que é assim em todos os estádios de pequeno porte? Se for, me perdoem o equívoco. É regra, e regras não se discutem depois de prontas. No entanto, se não for este o caso, dá para mudar. Não falo aqui em ampliação ...

II

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P.S.: Não faço previsões astrológicas, como a Zora Yonara, he he he. Tô fora tchê!

Agora, versão colunista...

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... no semanário (versão impressa) Correio Hoje. Todos os sábados nos pontos de distribuição gratuita de Videira - Meio-oeste catarinense. Ou, então, na versão on line , a partir das 22h de sexta-feira. Fique de olho! Ou faça como minha mãe: me colecione! He he he.

Quando é que ele vai vir de ônibus espacial mãe?

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Sai de casa bem feliz. Ria de mim mesma pelo caminho. Aos poucos ia me aproximando do local e pelas ruas adjacentes percebia o número de carros estacionados. “Hummm, deve estar cheio”. Estava no horário. Talvez um pouco antecipada para o “grand finale”. Pelo caminho, já conhecido, via as crianças e nos seus rostos expressões de tédio. Achei estranho, mas conhecia os pequenos. O que poderia ser mais interessante além de guloseimas diferentes as aquelas que já estão acostumadas? Parei-as por um momento e perguntei: - O Papai Noel já chegou? Em tom de voz animado e sorridente, para ver se elas manifestavam alegria no lugar do desânimo. - Não. Respondeu o guri. A guria nem se manifestou... Despedi-me dos pequenos e continuei as passadas rumo a Aldeia do Papai Noel. Já estava perto, então, do meu destino, naquela noite estrelada de sexta-feira. Quando cheguei, fiquei surpresa... Não vi os animais, não vi os duendes, não vi os anjos, não tinha árvore de Natal e nem presentes. Num canto, algu...

PRÊT-À-PORTER 15

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Videira no cenário artístico De uns tempos para cá tem se apresentado aos cidadãos do município, e da região, atrações sociais e culturais diferentes do que os bailes de formaturas de estranhos. Na primeira quinzena do mês de julho, a opção de lazer foi a peça de teatro “Troca-Troca de Casais”, encenado pela atriz Viviane Araújo. A comédia cênica iniciou sua turnê em Florianópolis, passou por Lages, Joaçaba e, depois da apresentação em Videira, foi para Caçador. Neste mês, com a afiliação da emissora Verde Vale FM, do grupo Barriga Verde, a Rede Transamérica, os amantes do reggae nacional puderam conferir o show de Edu Ribeiro e a banda Cativeiro, na última semana. Já neste final de semana, todos estão se deliciando com a programação cultural e artística da VideiraFest, que teve sua abertura oficial na quinta-feira, 23. A população pediu shows nacionais e os organizadores da festa trouxeram o Grupo Tradição, que se apresentou ontem (dia 24), o cantor Daniel, que faz show esta noite, e ...

PRÊT-À-PORTER

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Du Soleil e da China Aos admiradores da arte circense, duas grandes oportunidades passam por algumas capitais do Brasil. É o Circo Nacional da China e o Cirque du Soleil, que estão de volta ao país, com dois novos espetáculos. Eu sou uma fã de circo. Sem animais, é claro. Sempre que posso prestigio os artistas cuja meta é divertir e entreter o público presente com suas acrobacias, palhaçadas, truques e malabarismos. Isso mesmo, sou um, entre vários adultos, que fica com o riso solto na platéia, com o olhar embasbacado e com um saco de pipoca numa mão e algodão doce na outra. Como admiradora da arte circense, nada mais natural do que ter a expectativa de prestigiar o Cirque du Soleil, que esteve no Brasil no ano passado e se prepara para a segunda e longa turnê nacional a partir de setembro. Com o espetáculo “Alegria”, criado em 1994, a turnê nacional será ampliada para ter quase o dobro de apresentações da vez anterior e estendida para outras quatro capitais, além de Rio de Janeiro e S...

PRÊT-À-PORTER 13

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Eu odeio o orkut Na verdade eu não odeio não. Gosto. É divertido. Penso também que Evandro Berlesi, autor do livro ao qual intitulei a coluna da semana, também não odeia o orkut. Apenas utiliza o ambiente virtual como tema literário de seu trabalho, recém lançado no mercado. Recebi o convite, por meio do correio eletrônico, para o lançamento desta obra. Achei interessante a sinopse do livro que trata sobre uma das redes que agrega pessoas. Mais curioso ainda é o título. Será que tem alguém que odeia o Orkut mesmo, além do Jader? O dependente virtual da comunidade? O Orkut é uma comunidade on-line que conecta pessoas através de uma rede virtual. O espaço tem o objetivo de proporcionar um ponto de encontro via internet, oportunizando a confraternização entre amigos ou a concretização de novas relações pessoais e até profissionais, de acordo com interesses comuns. Mas esta explicação é desnecessária para os jovens, adultos e até para algumas pessoas da terceira idade. Eles também estão l...