Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens de Maio, 2009

Madrugada

4:45, marcava o relógio do celular, que às vezes serve de despertador e agenda de compromissos. O gato miava para sair. Queria fazer suas necessidades. Como de costume levantei e abri a janela para ele sair e voltei para a cama, a fim de recuperar o sono, porque o sonho não queria. Estranho demais... Impossível também.

5:45 o sono ainda não havia voltado. Sei a hora certa porque novamente olhei no visor o celular. Sou um pouco assim, cronometrada. Levantei, fiz xixi, tomei água e olhei pela janela [em tempos de nicotina teria fumado uns três cigarros e bebido duas taças de vinho na sacada]. Fazia muito tempo que não perdia o sono, muito tempo mesmo...

Por várias vezes tentei a técnica de contar carneirinho [funcionava na infância e juventude], de imaginar situações irreais, um romance torridamente feliz. Mas também não deu certo como antes. Nesses 60 minutos ouvi períodos de silêncios na emissora de rádio de Videira [Transamérica Hits]. O vigia deveria estar trocando “a fita” e a insone…

Minha cashmere amarela

A foto está ruim, mas no canto direito, em pé, está o casal Evanyr e DIlvo Michelin

Sinto falta da minha câmara de fotografias. Sem ela minha memória digital está vazia. Encontros com amigos, façanhas do baby e, principalmente, registros jornalísticos deixaram de ser feitos. Isso tem me chateado muito, porque já havia me acostumado a guardar momentos em imagens, além dos sentimentos e lembranças dessas circunstâncias. Por não ter câmara não pude mostrar minha "cashmere" amarela, novinha, que ganhei da dona Evanyr Michelin. Ela é uma simpática senhora que conheci quando trabalhava no Jornal A Coluna, no bairro Matriz. Geralmente nos encontramos na rodoviária, quando voltamos de Porto Alegre, também na academia, entre uma aula e outra de natação, ou pela rua, no cotidiano. Há duas semanas nos encontramos numa reunião festiva, onde podemos conversar mais a vontade, além da entrevista feita com ela e seu marido, Dilvo.
Adoro esses encontros dos Amigos do Museu da Uva e do Vinho, a…

Prêmio Fatma de Jornalismo

Em meio a vários fatos e versões para contar a todos, tenho demorado a vir aqui e postar. Acabo perdendo muitas idéias legais e assuntos divertidos sobre a comédia da minha vida privada, digamos assim. Porém, não poderia deixar de me exibir, informar, dividir, compartilhar com todos que vêm aqui (galera do bem e do mal), sobre um dos acontecimentos mais relevantes da minha vida profissional.

Fui selecionada para a final do Prêmio Fatma de Jornalismo. Venci a etapa regional ao qual estamos ligados, que é Caçador e agora meu trabalho estará na disputa com mais 13 matérias na área de meio ambiente, aqui no Estado de Santa Catarina. Dessa vez, o alarde começa com orgulho 100%, já que a apuração, entrevistas e redação - inclusive fotos - são exclusivas minha. Pra mim, mesmo não vencendo a etapa final, esse prêmio já é meu...

Como diria o Fred Flinstone: Iabadabaduuuú!

Quais livros tu seria?

Eu adoro testes sobre comportamento. Já falei isso por aqui também. Dessa vez eu fiz um que estava no blogue Borboletas no Estômago, da Patty Meirelles. Gente, vale a pena visitar a guria. É uma delícia de se ler. Adoro borboletas e adoro ficar com elas no meu estômago cada vez que entro lá. Parabéns pelo espaço queridona.

Bom, voltando ao teste... Se clicar no link e responder dez perguntinhas, tu ficará sabendo que livro você é. Putz, assim como aquele teste sobre que música do Los Hermanos você é (só clicar para ir no posto que tem esse link), esse também deu certo. Então; é legal e rápido. Faz aí tchê, seguindo as orientações.

Sevocê fosseumlivronacional,qual seria?
Para fazer o teste clique aqui .

Meu resultado:
"Carmen – Uma biografia"
Ruy Castro

Boa história é com você mesmo. Adora ouvir, contar, recontar. As de pessoas interessantes e revolucionárias são as suas preferidas. Tem gente que liga para você só para saber das últimas fofocas. E confesse: com seu jeitinho manso e …

Saudades da querência amada

Já falei aqui e pelo visto vai ser comum durante os próximos meses. Domingo de sol, aquela manhã linda de outono, música nativista no rádio. Hoje não mudei a estação. Ouço o programa Rodeio, na Transamérica Hits de Videira. De repente me veio a mente a cozinha de casa. Depois lembrei de um tempo de infância, na casa da vó, em Cruz Alta. Desse jeito não tem como nao lembrar da querência amada.
No quintal, o gaúcho véio de bombachas e botas afia a faca no amolador para carnear o tira-gosto do espeto, posto no fogo de chão. Na caneca de alumínio o limãozinho, para abrir o apetite e aquecer o corpo em companhia do sol. O chimarrão amigo passa de mão em mão, enquanto na porteira de casa vem o cumpadre para a prosa rápida.
A música campeira sai da caixa de abelha fanhosa, mas ritmida, lembrando aos mais novos que mais tarde tem matinê. Na copa, a nêga véia faz a salada de batata, bate a polenta ou termina de cozinhar no fogão a lenha o molho de tomate para a massa caseira. O pão sobre a mesa…

tudo vale a pena se a alma não é pequena

Pode parecer contraditório, mas não é. Eu gosto de Roberto Carlos, mas da fase do automobilismo ou jovem guarda, pelo que me lembro. Esse momento atual da índia velha não me agrada e também não acrescenta nada na MPB. Mas o acústico MTV que ele gravou com as canções mais lindas da sua carreira é de emocionar. É esse álbum que ando ouvindo nos últimos dias, repetidamente ao longo da tarde e até parte da noite, como hoje.

Além do horizonte, canção do Erasmo e Roberto Carlos, é um hino a liberdade e a paz. Pelo menos é o que eu e Rogério Fausino pensamos. Já de cara sua letra já revela um desejo simples e comum entre as pessoas, mas tão difícil de se obter.

Além do Horizonte deve terAlgum lugar bonitoPrá viver em pazOnde eu possa encontrarA naturezaAlegria e felicidadeCom certeza...
Acho que tem faltado amor, dedicação entre as pessoas, humildade, simplicidade, compreensão, abdicação, enfim, acho que anda faltando uma porção de coisas. A modernidade tem afastado as pessoas e criando necessi…

Hoje estava

- gripada. o que significa que também estou com as vias nasais obstruídas. ou seja, viciada em sorine, alimentando a indústria de lenços de papel e papel higiênico. Também me encontro sem vontades, olfato e paladar.
- reflexiva. organizando os pensamentos e adotando idéias que se aplicam as circunstâncias atuais.
- aplicada. consegui baixar da internet o convertor do Docx e agora estou estudando as novas regras ortográficas para o concurso. também abri o arquivo que recebi por e-mail sobre o manual de redação oficial do governo federal. quase cem páginas que terei quer ler na tela de 14 polegadas do lacraia... putz!
- procurando. todas as kitnet's da cidade bem arejadas, localizadas e baratas foram alugadas. putz, que sorte!
- pobre. fiquei tão chocada com o preço de anti gripais, pastilhas, expectorantes e compostos vitamínicos que entrei na padaria e comprei uma nega maluca e um bolo de ricota e subi ansiosa pra casa, louca para degustar meus carboidratos.
- calma. meu estado de es…

Era o que precisava!

Gente, sinto muito, mas surgiu a oportunidade que estava esperando. Talvez não consiga me despedir de todos, mas fica aqui o meu abraço. Nas férias, se eu as tiver, quem sabe eu apareço para rever a todos? Desejem-me sorte.
Umbeijo!

Mais ou menos ou o equilíbrio?

A busca pelo equilíbrio é algo que rotineiro na vida do ser humano. E pra mim, que passo tempos ignorando a balança da vida - talvez seja o hábito, já que faço o mesmo com a balança normal -, quando a hora, é a hora. Pra quem vive num oito ou oitenta, ter que buscar a média é algo dificílimo. A única coisa que não evito é o mais ou menos. Ah, isso não!

O que procuro no momento é a estabilidade financeira e para isso tenho que reduzir gastos, além daqueles normais, os que muitos consideram supérfluos, como festas, cinema, um CD novo (isso eu realmente não faço mais há meses! Ainda mais depois que aprendi a fazer download pelo Orkut). Nesse período de crise, o que vai me salvar no cotidiano social é a regalia que recebi para assistir a sétima arte. Maravilha!

Cortes serão feitos muito além disso no momento e sabe-se lá por quanto tempo. Ver a família já é algo preterido no meu calendário. Nada mais de relaxar ou buscar inspiração na piscina da academia durante as braçadas. Uma pausa no in…

Quando eu amo, amo assim:

Lembra de Mim
(Vitor Martins / Ivan Lins)

Lembra de mim!
Dos beijos que escrevi
Nos muros a giz
Os mais bonitos
Continuam por lá
Documentando
Que alguém foi feliz...

Lembra de mim!
Nós dois nas ruas
Provocando os casais
Amando mais
Do que o amor é capaz
Perto daqui
Há tempos atrás...

Lembra de mim!
A gente sempre
Se casava ao luar
Depois jogava
Os nossos corpos no mar
Tão naufragados
E exaustos de amar...

Lembra de mim!
Se existe um pouco
De prazer em sofrer
Querer te ver
Talvez eu fosse capaz
Perto daqui
Ou tarde demais...

Lembra de mim!...

Lembra de mim!
A gente sempre
Se casava ao luar
Depois jogava
Os nossos corpos no mar
Tão naufragados
E exaustos de amar...

Lembra de mim!
Se existe um pouco
De prazer em sofrer
Querer te ver
Talvez eu fosse capaz
Perto daqui
Ou tarde demais...

Lembra de mim!



As músicas dele são tão lindas, que houve um tempo em que queria casar com Ivan Lins. Acho até que casei...

* * *

A Rou aderiu a campanha gente. Olha o post lindo que ela fez: http://rosanak-rosanak.blogspot.com/2009/05/entrando-na-campanh…

Ai que vontade...

...de comer doce de jaca com creme de leite. Não, isso não! Pra sorte da Silvitcha. Mas de resto, tô devorando tudo. Seja bom ou ruim, do meu paladar ou não. Se não tivesse certeza absoluta, mas absoluta mesmo, até desconfiaria de que estou grávida. Porém, desejos, quando não são desejos são apenas gula.

Eu não gosto de Coca-cola, aliás, não gosto de refrigerantes, mas ingeri aproximadamente 300 ml do ouro negro e líquido para alguns, e comestível, sem açucar. Ou seja, tomei Coca-cola Zero gente, que nojo! E nem estava com ressaca ou dor de barriga.
Também não gosto de salsicha, mas devorei cinco delas ontem, no meio do pão baguete, ao molho de tomate com ricota e ervilhas frescas. Sim, pasmem, eu que separo as ervilhas de todos, mas todos os pratos preparados com esse legumezinho, comi intencionalmente, várias delas, ontem à noite. E gostei...
Tudo isso sendo degustado lentamente em frente a tevê, sentadinha no sofá. De repente, ao olhar para o aparador de pratos (minha barriga) lembrei…

Campanha da Nêga

Gente, o negócio está ganhando adeptos lentamente. Nem esperava resultados tão promissores assim. Já fui adotada por duas pessoas, porém, a carência principal creio que só o MSN (Movimento dos Sem Namorados) irá resolver. Putz, por falar nisso, me lembrei do tempo que entrei nesse site de relacionamento, tipo Par Perfeito (idealizador do MSN no Rio de Janeiro e neste domingo, com passeata em Sampa). Mas isso merece outro post.

“Adote a Nêga nesse inverno” está sendo aceito até pelas amigas - Rou, tu está fora, já que só vem aqui tirar onda. Tem parceiras querendo ingressar na campanha para também ser adotada. O problema é que o movimento é em causa própria. Não dá para incluir a mulherada toda. Desculpa gurias, mas vão organizar seus próprios movimentos.

Por outro lado, a campanha está também ganhando simpatizantes, como a Nanda Assis, do blogue Luz dos Olhos, que quer fazer um post sobre o movimento. Eu, que adoro Minas Gerais, vou ganhar um pólo regional da campanha no estado do pão d…

Pastel com caldo de cana

Adoro caldo de cana com suco de limão. Seja inverno, seja verão, basta a banquinha estar aberta, um solzinho gostoso e a garganta seca, que lá vou eu. E de ressaca então? Nossa, ideal!

Mas hoje foi diferente. Parecia mulher grávida. Desde ontem eu estava com vontade de comer pastel. Passei na padaria e nenhum dos sabores que gosto estava na estufa. Tomei um expresso com leite vaporizado e pedi um pedaço de cuca de banana caramelizada para acompanhar. Lá foi a gorda pra casa com seu desejo. Que ruim deve ser ter um filho com cara de pastel. Pior! Que ruim deve ser ter um filho pastel.

Bom, fazia tempo que não degustava essa comidinha tão tipicamente de rua. No Rio de Janeiro eu me deliciava a cada esquina que passava. Caldo de cana e pastel... Ia na feira só para o lanche. Então, hoje fui no super só para comer o pastel da padaria, que não é o melhor, mas no fundo do estacionamento tem uma banquinha de caldo que fica aberto o ano todo. Nem me importei de ter que caminhar da class the eng…

Movimento dos Sem Namorados (MSN)

Estava almoçando na praça de alimentação do shopis, de frente para a tevê, coisa rara para mim, pois geralmente fico de frente para a vidraça, assistindo o movimento do estacionamento, entre uma garfada e outra. Hoje estava com paciência para ver o jornal Hoje. De repente, um bando de pessoas sorrindo e portando faixas apareceu na telinha. Era a manifestação do Movimento dos Sem Namorados (MSN).
Cerca de 400 pessoas fizeram uma manifestação hoje pelas ruas do centro do Rio de Janeiro para exigir o direito de ter uma relação séria, pois alegam estar cansados de não encontrar sua cara metade. Putz! Porque eu não pensei nisso antes? Ou melhor, porque não solicito a descentralizaçao do movimento para Videira? Me senti completamente integrada a causa daquelas pessoas, que carregavam cartazes "Quero Namorar" e "Cansei de ser sozinho".
Hoje eu lancei uma campanha, um pouco mais light, mas não menos passional. "Adote a Nêga nesse inverno". Ela incluiu tudo, desde …

Qualquer prazer me diverte!

Ontem fui definir uma questão no trabalho e sabia que não seria fácil ou agradável Sou péssima na dialética. Ou seja, expressão oral é algo que não me pertence. Talvez por isso não seja uma profissional do rádio. Mesmo assim, a gente tem que passar por esses momentos, mesmo considerando que um e-mail bem escrito seja tão eficaz quanto uma explanação oral.

Bom, depois de tudo falado e nada resolvido, como era de se esperar, peguei meu parco dinheiro e fui fazer o que mais me acalma quando estou nervosa, chateada, com raiva ou deprimida. Comprar! Nada de mais, visto que tenho que tenho que ser comedida com despesas. Meu orçamento está estourado há meses e parece tudo uma bola de neve tão grande, que só um prêmio (como o da Fatma de Jornalismo, hehehe) me ajudaria nesse momento.

Então, mesmo querendo comprar o supermercado todinho, peguei só o necessário. Na volta pra casa, paguei as continhas do mês, como sempre fazendo aquele sorteio, quando em frente a Farmácia do Sesi e lembrei do meu …

Dor que dói e se sente

Minha amiga está triste e eu também fiquei. Meu amigo está sem seu amor e eu também fiquei triste por ele, porque sei que o amor é fogo que arde sem se ver, que dói, mas sentimos e muito... O que dizer para esses dois que nada, além de que o tempo pode curar tudo, mas que também pode levar uma eternidade para isso acontecer?

Mediante a isto, me calo em frente aos dois e apenas faço conjecturas sobre as circunstâncias. Eles não precisam ouvir nada que no momento não os interesse. Nada que não seja promissor. Nada que não lhes acalme a alma e o coração. Enquanto suas dores não passam, não curam, faço o que acredito que seja uma das minhas especialidades: divirto-os!
Entre reuniões, jantarzinhos, fofocas pelos MSN, Orkut e e-mails motivacionais vou pensando comigo: porque a gente não deixa de amar quando o relacionamento acaba? Seria tão mais saudável...

Salve os Pretos!

Às mamães

Às vezes bate em meu peito a vontade e o desejo de provar da maternidade. Todas às vezes oculto esse pulsar com desculpas, opções diferentes, com as crianças das ruas, nas ruas, com meu gato. Não sou mãe por lucidez e talvez nunca seje por loucura, porém, sei reconhecer o doce brilho e função dessas mulheres.

Tenho mãe e ela é minha estrela maior, que me guia aqui na terra com sua sabedoria peculiar. Tenho tias e elas são também minhas orientadoras e apoiadoras nesse mundo. Tenho amigas, que por muito tempo fiz festas, planos de viagens, planos de conquistas e acomponhei seus planos de maternidade, com êxito.

É por causa delas que esse planeta está mais florido, tem carinho, amor e perdão. Tem a repressão, mas sua origem é o zelo. Tem corretivo, sermão, merendeira, vestido colorido. No meio de tantas trancinhas ou maria chiquinhas, batom, água de cheiro, estão elas... Às mamães!(Parabéns minha estrela maior, por mais um dia. Amo-te!)

Sei lá, não sei...

Dias de luz em Videira. O sol amanhece o dia de forma pífia, bem como uma manhã de outono requer. Já não tenho mais vontade de sair cedo da cama para ir à natação e a hidroginástica vou abolir da minha vida este mês.

Com a proximidade do inverno, começo a ficar saudosa, melancólica, às vezes insatisfeita e até triste. Surgem momentos em que começo a repensar minha vida, meu cotidiano e a velha pergunta volta a ecoar com força na mente: “O que eu estou fazendo aqui?”

Estou numa fase menos rosa e menos carvão. Está tudo cinza, embora as cores em volta, embora meu gosto por meio tons. Me encontro diferente agora... Por isso ando afastada. Ando calada. Talvez mais alguns dias e volte ao normal ou só com a chegada da primavera. Acho que é a idade associada a solitude, essa sensação que sai para dar uma volta por algum tempo, mas sempre volta. Sempre!
* * * Aprendi a baixar músicas pelo orkut. Tem comunidades ótimas no site, que oferecem links de grupos, músicos, estilos dos mais variados e des…

"Pior vai ser aguentar a gozação dos colegas"

Trânsito29/04/200908h01min
Humberto Trezzi humberto.trezzi@zerohora.com.br


Disse motorista de carro que desceu escadaria. EPTC considerou que o caso foi um acidente e não multou o condutor catarinense

O bioquímico catarinense que com seu Astra involuntariamente desceu no final da tarde de terça-feira a escadaria do Viaduto Otávio Rocha, no centro de Porto Alegre, comentou sobre seu principal temor após o ocorrido:

— Foi só um susto. Pior vai ser aguentar a gozação dos colegas.

O condutor pediu para não ser identificado para evitar constrangimento. Ele não foi multado pela Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) porque o caso foi tratado como acidente.

Por muito pouco o veículo não despencou do viaduto sobre os automóveis que congestionavam a Borges de Medeiros, abaixo. O motorista contou que chegou de viagem (vindo de Santa Catarina) muito cansado e tentou ingressar no estacionamento do hotel Everest, situado na Rua Duque de Caxias.

Uma placa colocada próximo da entrada indicava …

agnolini

até que deu certo. mas que dá trabalho o negócio, ah, isso dá! se não fosse isso seria sopa de fazer, hehehe. e o melhor de tudo é que amanhã tem mais, com direito a canto e jogatina. oba!