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Mostrando postagens de Setembro, 2009

Rumo a abstinência

Estou decidida a parar de beber...
Portanto, churrasco em casa à partir de hoje, será assim:

Uma lata de cerveja por pessoa.


A minha ja está reservada.

O bom do cotidiano é o dia a dia...

claro, sem o urubus com os rasantes

Coisa doida é a vida. As pessoas estão sempre agitadas, apressadas, correndo de um lado pro outro, sem tempo se quer para levantar e ir ao banheiro. Eu, como sou ágil como um cágado, chego ao cúmulo de ir ao banheiro antes de sair de casa e só voltar a utilizar um sanitário no final do dia. Mas, às vezes, não dá. Preciso de um intervalo para sorrir, tomar água [e eu saio da redação, onde não há bebedor, para buscar o líquido no prédio da frente, onde trabalham os amigos], conversar, trocar experiências...

Não sei como funciona com todos, mas para mim viver é usufruir o melhor do cotidiano. Caindo no pleonasmo: o dia a dia. Nele está o tempo para o afago e a troca de miados com o gatinho; a conversa com a vizinha; o bom dia para o locatário e ouvi-lo comentando sobre as notícias, que eu mesmo escrevo, enquanto leio, entenda-se folhear, A Notícia dele sobre o balcão. É trocar sinais, mímicas, ou bilhetinhos com o João, que é mudo, durante o almoço na pa…
Este ano eu quase comprei uma televisão. Eu, que pouco assisto a programação das emissoras, tive esse acesso por quatro vezes. Sempre em momentos de rupturas. Primeiro quando costumava assistir ao Altas Horas na madrugada dos domingos e os seriados que o SBT transmitia pela manhã, na domingueira também, há uns três anos. Depois, com o frio do inverno passado. O latifúndio era tão grande, que um twister habitava lá dentro também. Por terceiro foi este ano, quando a minissérie sobre a Maysa foi ao ar, na TV Globo.

Agora tenho mais um surto. Adoro o José Mayer e queria tanto vê-lo nessa novela... Por hora estou resolvendo o problema vendo pelo Youtube. Mas minha internet é tão ruim que cada capítulo leva em média quatro horas para baixar. Acho que dessa vez não escapo. Vou comprar uma tevê pra mim. Esse, talvez, seja mais um presente que me darei, ainda contando como de aniversário.

O outro, o livro da Maysa, foi um deles. Sem tevê e sendo a caixa do seriado de valor fora das minhas condiç…

We hate mondays!

* Ai Garfield, vem aqui pra casa que eu e o Shazan te entendemos.
Nós também odiamos segunda feiras e pessoas que as amam.
Pior! A semana mal começou e já estamos cansados por aqui.
*

Mês de aniversário no fim...

PP parece o seu Flor... [Portinho, 2007]
A semana inicia com o fim do setembro: o mês da primavera, da árvore, de ações pelo meio ambiente, como Dia Sem Meu Carro. Este mês também teve o dia da independência do Brasil e o meu também. Tem o 11 de setembro, dia que as torres gêmeas sumiram e do nascimento do meu pai. É o mês do 20 de setembro, onde os gaúchos orgulhosamente, mais do que fazemos diariamente, louvamos nossa terra.

Finda na quarta feira, o que chamo de mês de aniversário Elaine. Pra variar fui festejar a data com minha família e amigos. E além do carinho e amor de todos, ganhei presentinhos. E é sobre isso esse post: presentes. Quero agradecer a todos pelos mimos dado a mim, com tanta afeição. Me comovo cada vez que lembro de cada um, sobre essa demonstração material de estima.

Claro que não estou falando daquela que se diz minha amiga: a Janaína Severo. Aquela que recebi em minha casa, no Domingo véspera de aniversário e ao qual servi uma cerveja tão gelada que até congelou.…

Às vezes, chegar em casa é tudo que se imagina num dia cinza como hoje

Hoje, pus os pés no flat e no mesmo instante me imaginei chegando em casa. A tevê ligada na Globo, com os pais vendo a novela das seis. "Oi filha! Como foi o passeio?"[Longo!] Meu pai sempre foi educado e gentil. A mãe, mais seca, já daria os recados ou então iria direto ao ponto: "Então, como foi?" Mas, dependendo da missão social, logo um sorriso despontaria...

Sempre que tenho essa vontade, me pego olhando o celular para ver o horário e calcular o tempo que teria para fazer as malas e partir no próximo ônibus. Mas partir pra sempre. Pro cheiro das panelas fumegantes, até quase sempre alguma queimar. Pras discussões banais, pro riso bobo; para a ansiedade duma cidade grande. De novo.

E por falar em cidade grande, me adaptei tanto a uma pequena e sua ínfima estrutura, que quando leio blogue de amigos da capital, lembro o que era, o que fazia e com quem ia. Às vezes, penso que estou me apegando a coisas tão insignificantes, que me parece um retrocesso na minha formaç…

Filminhos para descontrair a mente turva

Sem o hábito de assistir e o aparelho de televisão, acabo me distraindo com outras atividades. Mas, confesso que dá uma vontade ver a nova novela... Adoro o José Mayer e estou morrendo de inveja da Taís Araújo.

A única vantagem é que na hora de ver filminhos, vou até a locadora procurar filmes que deixei passar no cinema e que, por um acaso, já tenha chego em Videira. Foi isso que fiz no domingo, antevendo uma semana de forte correria. Olha só as delícias...

Agente 86







Os fãs de Max, com certeza irão molhar as calcinhas ou as cuecas de tanto rir. Devia ter ido ao cinema...
Antes de Partir





No drama, esses dois arrasam. Juntos, arrasam em dobro. Também molhei as calcinhas de tanto chorar. Devia ter ido ao cinema também.

O Preço da Coragem





Para assustar jornalistas, principalmente aqueles que alimentam o sonho de ser correspondente de guerra ou internacional (como eu...).

Hoje fui ao cinema. Ia sair de cartaz, então decidi relaxar o corpitcho com pipocas e algumas risadas assistindo Minhas Adora…

Eu, Shazan e o Mundo!

Uma semana de desgaste mental e psicológico, de tensão nos músculos, chega ao fim amanhã. Mas já antevejo um final de semana curto demais para recuperar o prazer das pequenas coisas do cotidiano. Nos últimos dias testei minha paciência com o ser humano e confesso que mediante a loucura e ignorância alheia, eu sou café pequeno.

Porém, creio que gostaria que fosse o contrário. Afinal, que ser mais imperfeito esse que somos, que não consegue ser capaz de reconhecer um igual ao nosso lado, mesmo que tão diferentes nos atos e comportamentos sejamos um do outro? É tanta banalidade sendo valorizada que é difícil se manter firme às vezes. São todos querendo ter razão e alguns, prevalecidos, querendo mais do que direito.

Talvez seja por causa de nós, bicho gente, que me aproximo dos animais e das plantas. Só não consigo ainda perder as esperanças em nós mesmos. Ainda creio que as crianças são o futuro da nação, embora torça para que àquelas de má índole fique longe das oportunidades. Ok, estou s…

Um Dia Com Meu Carro

Na contramão do movimento mundial, hoje, se tivesse um, com certeza estaria com meu carro. Lomba, chuva e sacolas, definitivamente não é o canal. Desculpe aos meus próprios princípios ecológicos, mas sem transporte coletivo urbano eficaz e eficiente, Videira é insuportável aos pedestres, até mesmo para aqueles que sempre andam a pé, como eu...

p.s.: cheia de idéias para escrever, bud, I'm very, very busy babies. .

Deu duro?! Toma graspa...

Eu fico desse jeito quando tenho que cantar, assoviar e chupar cana, ao mesmo tempo. Óbvio que não dá. Mesmo assim eu tento.
Ai, só uma cerveja bem gelada, uma musiquinha ao vivo, no estilo jazz, para me acalmar e aliviar a tensão dessa segunda feira du caraiô! E amanhã parece que tem mais... . Como quem não tem cão, caça com gato, vou tomar uma graspa licorosa mesmo e continuar a faxina de ontem. É, nem sempre a vida é puxa-puxa, às vezes, vira rapadura.

Blogagem Coletiva

UMA CARTA PARA MIM

Eu sou você, amanhã!


Nêga, é setembro. A data, assim como o dia 7, sempre será importante para ti, guria, que é natural do Rio Grande do Sul. Eu, agora vivo em 20 de setembro de 2009, em Videira, Meio-oeste catarinense. E venho aqui para te dar uma chance, uma ajudinha; sacas? Como se fosse o gênio da lâmpada de “Alladin”. Não! Nada de “Jeannie é um gênio” outra série das suas preferências. Eu sou você, amanhã...

Na década de 80, tu ainda era jovem. Agora também somos, mas eu estou em outra fase. Tenho 35 anos e venho te relatar a linha norteadora das tuas preocupações de hoje, teus anseios e desejos. Essa é a oportunidade de mudar o que me descontenta hoje, já que estás com dez anos, neste anos de 1984.

Sou jornalista. Profissão que sempre almejou exercer no primário, e que espalhava aos quatro ventos quando lhe perguntavam “o que seria quando crescesse”. Parabéns Nêga. Tu conseguiu sobrepor uma sociedade machista, racista, que acreditava que negro de vila seria bandid…

Codorna da Nêga

Tá! Eu sei que se trata de um almoço numa comunidade, como outro qualquer. A codornada não é em minha homenagem, obviamente, mas achei muito meigo o desejo das pessoas de se reunirem para confraternizar entre si e ainda dividirem seu tempo comigo. Para incluir o festejo do meu aniversário. Muito meio mesmo. Coisas de Nonô e Reolon. Diliça. Então, vamos encher o bucho gente!

Tri Balas legais da Nô

Visitinha surpresa da Noeli aqui no Flat. Uma diliça! Noite amena, chimarrão, conversê e coisa e tal e tal e coisa. Entre a gente não há silêncios. Difícel mesmo é acontecer o contrário.
Depois de uma hora de trelelê, a Nô anunciou a partida. Levantou o corpitcho das almofadas, pegou sua bolsa e charme e foi embora. Como boa anfitriã que sou, levei-a até a o portão e nos despedimos.
Não deu nem cinco minutos depois e ela já estava ligando. Pensei: Em menos de dez metros daqui de casa e ela já tem novidades a me contar??? Ulalá! Que nada. Era apenas para dizer que havia uma sacola esqueci aqui no Flat. "Não tem nada importante, apenas duas garrafas vazias de tônico e umas balas. As balas tu pode ficar com todas pra ti".
Como assim nada importante? Desde quando doces são coisas insignificantes? Logo pra mim, que estava justamente pensando em me deliciar com algum chocolate perdido pelos armários. Fui rente que nem pão quente para a sacola da Loja Jussara. Esvaziei-a e, pensei: B…

Dito popular!

"Deus ajuda quem cedo madruga!"
Tô indo pro trampo.

Vamos ver até quando isso vai durar...

:)

Ai, que dor!

Não sei sentir dor. Sou uma pessoa saudável e quase nem pego resfriado ou gripe. Portanto, tomar xaropes e ingerir comprimidos é coisa rara. Nem anticoncepcional tomo mais... Mas hoje a tarde fui acometida de uma crise de cólicas, que não faço a menor idéia de onde e o porque surgiu. Como sou mulher e toda mulher se previne, passei a mão na minha caixinha de medicamentos, que renovei há uns cinco meses depois de ver que tinha remedinhos vencidos há mais de um ano.

Pronto! Lá se foi um Atroveram. Entre um espasmo e outro (contração deve ser bem parecido com cólicas...) me arrastei até a cama, onde fiquei por 30 minutos. Logo tive que levantar para ingerir outro Atroveram. E as 16 horas consegui ficar em frente ao computador para fazer a única e boa do dia. Ontem tivemos um problema com a gráfica, então minha missão diária se reduziu a uma matéria, que graças a polícia militar, foi do setor de Segurança. Ufa! Um agito na cidade, que não seja teatro popular e vernissage...

Com um tempinho …

Vai lá Odete!

Os pais, em setembro de 2008

Eram aproximadamente 8h30 desse 7 de setembro quando abri os olhos para os 35 anos. Estava eu, então, com um cansaço no corpo, ainda consequência da viagem de quase 500 quilômetros, que em 12 horas teria que refazer. Pensando nisso tentei sair da cama para aproveitar o dia com a família e os amigos, mas os tradicionais "5 minutos" foram necessários.
Da sala vinha uma conversa entre duas pessoas. Não precisei forçar a mente e os ouvidos para identificar as vozes. Embora o tom do diálogo fosse tranquilo, senti a urgência e a importância do assunto.
- Odete, vai lá no mercado e traz uma espumante -, disse meu pai, pensando em me agradar ainda mais, principalmente naquele dia em que completava mais um ano de vida.
- Espumante? Não precisa. Vou fazer uma caipira agora e tem cerveja.
Senti a veia econômica da minha mãe pulsar mais forte nesse momento. Fazia tempo que ela não se manisfetava na minha presença: cerca de 20 horas, lá mesmo, entre as prateleira…

Meu pai, de ânus em festa

Estou perdida no tempo e para piorar, nunca fui boa de matemática. Mas a idade do meu pai, que está de ânus em festa hoje, eu sei. Essa figura aí de cima, nasceu no dia 11 de setembro de 1935, na cidade gaúcha de Cruz Alta, como a minha mãe e toda a família Barcellos, e parte dos Araújos. Sim, até alguns tios nasceram lá.

Por falar em tio, lembrei de um deles, que era cruzaltense. O que tocava pistão (ou piston, ainda não sei) e que no ano passado, as notas silenciaram aqui na terra, sem nem ao menos eu ter tido a oportunidade de conviver mais um pouco com o Antônio Carlos Pinto de Araújo. Senti sua ausência quando, pela segunda vez consecutiva, não escutei sua melodia no dia 7 de setembro. Ele que fazia questão de homenagear os entes querido com o Feliz Aniversário pelo seu instrumento de sopro. E como bom militar, se trajava bonito e se dirigia à avenida para assistir ao desfile dos compatriotas.

Bom, mas o post é sobre o meu pai: seu José. Dormi nesta quinta feira (10) pensando que n…

De passagem com a literatura

Estou de passagem aqui no Cor de Rosa. São tantas as emoções que mal consigo tempo para postar algo sobre o cotidiano da minha vida mais do que balzaquiana, agora com 35 anos. E sim, não sinto diferença nenhuma no físico e na disposição, além dos quilos ganhos com três dias de orgias gastronômica e a beberagem em Porto Alegre.
Bom, como estava dizendo, estou aqui de passagem com a literatura. Essa semana fui entrevistar um escritor que visitava uma escola aqui no Centro de Videira. O mesmo que escreveu a crônica das gordas no seu blog, que mantém no Grupo RBS. Maicon Tenfen estava palestrando para centenas de estudantes e ao final autografou livros para professores e para mim.
Entre a Brisa e a Madrugada é uma novela instigante. Daquelas que se tranca a respiração da primeira linha e, acredito, até o final. Gostei! Porque é pequeno e serve como um livro de bolsa, ideal para ser lido enquanto se espera alguém, em algum ambiente público. Como gosto de ler na rua, praças e salas de espera,…

Sou tão previsível!

Sempre que chego a Porto Alegre tenho a mesma sensação. Basta eu ver as luzes da cidade acesas ou por os pés na Estaça Rodoviária Veppo, para me sentir em casa, segura e feliz.
Prefeitura de Porto Alegre
Cada vez que volto a Videira, percebo que tenho ainda uma meta a cumprir e que ganho, sempre, mais uma chance para concluí-la. E, depois, de continuar a seguir.
. Igreja Matriz de Videira by Marco Sakai

De aniversário a pátria amada, Brasil

Oficialmente ainda não tenho 35 anos, já que nasci às 3h35. Falta pouco menos do que três horas para isso. Mesmo assim, já me considero uma aniversariante. E feliz!

Por falar em felicidade, quem não há de ser feliz com saúde, uma família maravilhosa e amigos? Só louco, "que me diz que não é feliz. Não é feliz!"

Mas, se mesmo assim sentir vontade de chorar hoje. Então, só por hoje e por mim mesma - e a todos os brasileiros que hoje estarão, mais uma vez, renovando os votos de esperanças de um futuro bom, de fé em uma pátria amada e idolatrada - e aos virginianos que aqui passam, desejo "Amor Pra Recomeçar".
Dedico essa canção com votos de que fique bem e siga em frente. Nela é há tudo que precisamos para manter o ânimo, a disposição e a alegria de viver. Sempre! Feliz aniversário para mim e aos brasileiros, pela Independência do Brasil.



Eu te desejo não parar tão cedo
Pois toda idade tem prazer e medo
E com os que erram feio e bastante
Que você consiga ser tolerante

Quand…

Filme de hoje [ou de ontem... (2)]

Depois de declinar da idéia de assistir Inimigos Públicos no cinema, hoje à noite, vou me dedicar ao DVD. Se eu ficar com medo, dividirei o filme em dois momentos: antes e depois de sujar as calcinhas :p

Não faz cara de triste...

Agora há pouco pensava no Jerry, o terceiro elemento. Lembrava que não o havia ouvido mais pela casa e nem se quer visto sua causa fina e pelada.
Depois de lavar a louça, num ato de coragem frente a preguiça, estava pensando que era hora de varrer a casa, dobrar as roupas e guardá-las, para depois deitar com uma saborosa xícara de chá mate com limão. Nesse instante pensava que a pipoca havia acabado na noite anterior, depois de uma fritada com óleo de manteiga. De repente vejo que o varão da cortina estava fora de lugar. E não adianta, às vezes algumas coisas me chamam a atenção.
Mesmo sendo dois varões e apenas uma cortina, mexi nela para ver se o suporte da frente voltava ao lugar. E lá estava o Jerry... Nariz fino e avermelhado, carinha de jovem, mas com uma experiência enorme! Olhei bem pra ele e disse: Ahã! Agora a amiga vassoura vai varrer você daí. Claro que contei com os préstimos atrapalhados de um gato lambão, mas no final das contas, dona vassoura deu um jeito no visitante, …

Filme de hoje [ou de ontem]

Em homenagem ao personagem de terror dos meus sonhos... A pipoca eu comi enquanto escrevia o post anterior.

Aumento da população

Hoje já não somos só eu e o Shazan no flat. Houve um aumento na população aqui de casa. Graças ao meu querido bebê, agora temos a presença do Jerry, que escolheu um espaço até que considerável para um camundongo. Ele mora no balcão da pia do banheiro, especificamente “porão” dele.

Mas acredito que ele não permaneça lá por muito tempo. Na verdade, se for bem esperto, sairá de lá antes mesmo que eu detetize o local com um eficiente produto que darei jeito de adquirir brevemente. Mas, se ele gostar das acomodações, já pensei em chamar o senhorio, assim que o banho de água sanitária e detergente que dei nele, comece a fazer efeito. Ou não!

Pernalonga do capeta

O coelho é uma coelha. Sim, para ficar tão incomodada só poderia ser uma fêmea mesmo. Afinal, até no mundo animal [irracional] o gênero me incomoda. Sabe ‘cumé’, odeio concorrência de qualquer espécie. E nos últimos dias, como se não bastasse um animal de estimação, agora cuido de dois: meu baby e a coelha. Essa Pernalonga do capeta nã…