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Mostrando postagens com o rótulo Quero quero e quero

Muitos quereres? Tenho!

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Eu queria querer-te amar o amor Construir-nos dulcíssima prisão Encontrar a mais justa adequação Tudo métrica e rima e nunca dor Mas a vida é real e é de viés E vê só que cilada o amor me armou Eu te quero (e não queres) como sou Não te quero (e não queres) como és     

Uni Duni Te

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Estou feliz. Aos poucos a música volta a minha vida cotidiana. E com ela, o desejo de vivenciar as canções favoritas, ao vivo. Desde que voltei ao meu quarto, escuto mais rádio. Os CDs ainda estão guardados, pois o tocador veio estragado da Terra do Nunca. Mas internet está para isso: facilitar a vida da gente. Agora ouço música no trem, no trampo, no banheiro, no ponto de ônibus. Graças a tecnologia 3G, que me coloca em linha direta as novidades e grandes sucessos de artistas consagrados ou que surgem no cenário para renovar o meio musical. A música tem esse efeito sobre mim. Me faz sorrir permanentemente. Me traz lembranças. Às vezes boa, às vezes triste. Desperta meu interesse, minha atenção, minhas ideias. Porto Alegre é um palco de atrações musicais das mais diferentes possíveis. E para quem é um pouco mais eclético no gosto, como eu, fica que na corda bamba na hora de escolher shows. E não dizer: “Ah, daqui a pouco eles estão de volta. Deixa pra próxima”. Nãoooo. C...

Hoje, só na base do beijo

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Nada melhor do que comemorar o Dia do Beijo, do que tentar beijar muito.  Aproveitem!

Eu quero!

Confira imagens da réplica da Cartoucherie (sede do Théâtre du Soleil nos arredores de Paris) montada no Parque Eduardo Gomes, em Canoas. Uma hora antes da peça a tenda é aberta e as pessoas circulam pelo interior e observam os atores se maquiando. Vídeo: zerohora.com

Iabadabaduuuuú!

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Tchê! O meu carro está encantado. Só pode ser... Ta, ta, eu também não guardo dinheiro tempo suficiente para comprar um de barbada. Quando consigo juntar as portas dianteiras, vem alguém me desvirtuar com uma viagem para a Bahia. Não, não... Mas agora não dá mais para agüentar. Essa sexta-feira fui visitar uma amiga, que não tava em casa. E sabe onde ela mora? Lá na pu$& #@e p%*iu. Sim, eu sei que telefone e celular existem para evitar porta na cara, mas eu conheço a guria. Ela sai com o telemóvel descarregado e quando vai no super leva toda a família. Logo, pensei, ela não vai esquecer de mim. Não, não... [2] Então, me enganei, claro. Sei lá aonde ela se meteu, só sei que não ficou em casa. Só o que me restou foi pegar “meus mijados” e voltar para casa. Com frio e com uma bolsa com ½ tonelada de bugigangas. É pácábá! Resultado: 32 minutos de espera num ponto de ônibus frio da Cidade Baixa. Tudo que é ônibus de Porto Alegre, Viamão e Alvorada passaram por mim, duas vezes, nesse per...

Quero plantar meus amigos, meus discos, meus livros e nada mais

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Topas [sonhar] um chimas comigo no meu jardim de inverno, hoje no final da tarde? Não sei onde, nem como ou por que me criei assim: sonhadora. E não sou modesta, não. Ao contrário. Sou daquelas que sonha alto, grandioso, dantesco. É de anos minha vontade de ter uma casa. De voltar a morar numa casa. Se fosse de madeira, melhor ainda, pois acolheria minhas lembranças da infância, quando passei bons momentos na casa velha de minha avó, no interior. Mas também não seria a mesma casa. Nada de frestas, falta de brilho e cor. Não seria um casebre. Não, não... Ao ler o blog da Cora Rónai , que passa por uma situação delicada com seu querido [Millôr Fernandes], meu sonho antigo veio rapidamente à memória. Num post ela clamava por pais adotivos aos dez felinos que estavam desamparados. E também transcrevia a história de cada um deles. Imediatamente me vi numa linda casa, bem iluminada e com jardins – sim, adoro flores e plantas e preciso de um quintal e de um jardim de inverno, no mínimo – par...

Me dá?

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Vou começar uma campanha: Dê um N97 pra Nêga Por que toda mulher de estilo merece ganhar um desses Presença o negócio hein?! Meu sonho de consumo um treco desses. Ficaria com o bicho por uns cinco anos, no mínimo. Mas se não der, eu aceito um N95 . Só pra consolar... Deu uma sacada no treco? Então baba baby, baba.

As viagens dos sonhos...

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Eu tenho muitas viagens dos sonhos. Quero ir a Paris e morar, por dois anos, em algum vilarejo francês. Tenho tanta certeza disso como tinha que seria jornalista. Também quero viajar de jeep ou motor home pela América Latina e Central. Na verdade quero ir do Uruguai até o México. Dar um mergulho em Acapulco, cantar Elvis num daqueles despenhadeiros e ainda subir as pirâmides Teotihuacán e, claro, visitar a casa de Diego e Frida Kahlo. Sem falar naquela curiosidade básica que tem o afrodescendente em conhecer o continente africano. Mas ainda não tenho certeza disso. Meu coração pode não agüentar tantas guerras, miséria, dor, fome, doenças e coisa e tal que as cidades mais pobres de países subdesenvolvidos têm. Porém, tenho outra certeza - posso não casar e se isso acontecer, pode não ser de véu e grinalda, mas, a lua de mel será num cruzeiro. Entre tantas viagens dos sonhos, agora eu tenho outra. Desesperadora. Alternativa. Preciso fazer uma dessas viagens de solteiros. Essa semana abri...

Enxerguei melhor, mas fiquei surda

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Eu adoro bolsas. Minha mãe fica “puta” comigo quando me vê chegando em casa com uma sacola nova. “Pra que outra bolsa, se o cabide tá cheio?”. Dessa vez eu lhe disse: “Pra ti variar quando sai, como tá fazendo agora!”. Ela não se cansa de repetir essa frasezinha e não me canso de me encantar com os modelos mais diversos do acessório, que, como sempre, os que gosto e me caem bem são aqueles bem salgadinhos no preço. Hoje por exemplo, subindo para o café do shopping, vi numa loja gostosinha a bolsa verde na vitrine . Minha cor também. E mesmo imaginando que custaria os olhos da cara, fui lá experimentar. “Bolsa bonita assim geralmente é desconfortável pra gordo”, pensei enquanto entrava na loja e a vendedora se aproximava para me atender. Fiz o teste e nem precisei ver no espelho o quanto ela estava ótima agarrada em mim. O quanto era espaçosa por dentro e de bom tamanho por fora. De couro, verde, macia e bem acabada. Bolsa pra uma vida inteira... e barata! Ela falou das condições e eu g...

Insight

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Estou viva há dez anos, se pensar como pensava aos 12 anos de idade. Se acreditar no que acreditava há 23 anos. Naquela época, imaginava que era só fazer 18 anos para ser independente financeiramente e ir morar sozinha. Ledo engano... . Depois, a segunda crença era que o Mundo ia acabar no ano 2000. Tudo bem... Eu não acreditava no fim do fundo, afinal, mas na tecnologia sim. Eu teria o Astor, cão dos Jetsons, e andaria num carro [ônibus] espacial; como eles. Era minha imaginação antes do Minority Report. Agora, aos 35 anos, lavando a louça, eu tive outras crenças, desejos, vontades, sonhos, insights: Vou ter um filho e cobrir a Copa ou uma Olimpíadas. Pronto! Assim, viajandona, limpando a casa, define meu futuro próspero.

Abusado

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Esse é um romance que sempre quis ler. O autor de Rota 66 me impressionou tanto na faculdade que passei a admirá-lo. Mesmo que antes, Caco Barcellos já tivesse que aprisionado com seu trabalho na tevê. Tinha orgulho de termos o mesmo sobrenome, que além de ter origem francesa, é chique demais. Pena é que o Caco tenha ficado abusado e esteja a frente desse programinha ½ boca que é o Profissão Repórter. Depois de ser instigada por " Rota 66 " e querer ler o livro que revela como pensam e agem os criminosos que impõem o terror no Rio de Janeiro, venho desanimando a cada semana quando aquele programa da Globo vai ao ar. O best-seller "Abusado: O Dono Do Morro Dona Marta", da Record, já não me parece tão atraente assim. E ele, aos poucos perde o brilho e, quem, também deixará de ser o consagrado jornalista Ainda bem que tenho outros interesses. Um deles é Para Francisco, da Cristiana Guerra que mantém três blogues muito bacanas [ hoje vou assim e amor e ponto - veja os...