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Mostrando postagens com o rótulo Chorumelas

É saudade que chama?

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Saudades desta amiga que nunca me deixou só – até 90 dias atrás.  Se viva, ela teria enviado uma mensagem dizendo: "Nega, tô com saudades. Mas já passou!" E ainda assim sairíamos para tomar uma ceva em um boteco qualquer perto de casa. A gente sempre tinha assunto. Era tipo casamento, sabe? Na alegria e na tristeza, na saúde e na doença. Talvez, se a gente falasse menos bobagens, se divertisse menos, trocasse menos confidências, desse menos palpite na vida uma da outra, e até brigasse menos, não doesse tanto agora. Mas também não seríamos amigas. Não seríamos nós, que juntas, era sempre pra somar. Era mais! Nossa amizade era bacana. Um misto de amiga-irmãs. Quando um modo ficava chato, ou a situação exigia, automaticamente a gente virava a chave pro outro sistema. E tocava o baile. E mesmo assim discordávamos, às vezes. Vocês não sabem, mas a gente tinha planos de vida. Eu ia comprar uma casa na praia e ela teria um quarto. Nem eu e nem a Jana pensá...

Eu, dona de mim!

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Às vezes,  me percebo distraída em frente a tevê. Chorando! É novela, reportagem, seriado, documentário, comercial. Não precisa mais do que emoções para me fazer chorar. De imediato sorrio. Lembro o que dizia à minha mãe: "Por que pobre tem que aparecer na tevê chorando? Não é bonito!" Ela sempre ria quando eu dizia isso. Talvez por que soubesse que eu, se estivesse expondo emoções ou sob influência delas, também choraria. Muito! Fazendo boca quadrada, como ela costumava dizer. E eu ria dessa outra bobagem. Hoje, eu ando pelas ruas chorando. Muito! Ainda não estou acostumada a só ter lembranças. E elas vêm em onda, como o mar. E para completar esse maremoto de emoções, me afogo em algumas fotografias publicadas nas redes sociais. Sem pai, nem mãe nesse plano, eu ando nesse mundo dona de mim. Eu, que na adolescência imaginava que isso seria tão libertador, tão fácil e divertido, não esperava me deparar com a estrada da perdição que a vida poderia ser. É isso: Per...

Meu choro, meu coração, minhas lembranças

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Eu&Ela Não consigo me acostumar com despedidas. Com a partida. O adeus! Com o tempo a gente acostuma a não ligar mais, não programar o reencontro, a ter que perder (mais) uma referência. Mas não sou amiga do tempo. Ainda não. Em (mais) um ano precisei reaprender uma porção de coisas. A ter uma opção a menos. E hora foi fácil, hora foi difícil. Recomeçar a vida sem a presença dela ainda marca meu dia-a-dia. Existem muitas etapas em aberto ainda para poder ser apenas a saudade. Sem o choro. Só o coração e as lembranças. E enquanto a vida burocrática não se ajeita, agradeço aos céus por ter nascido Barcellos e Araújo. Por ter sido a irmã caçula. E por ter me despedido. Foi por pouco tempo, mas foi importante. Vejo agora, que, talvez, o tempo tenha sido meu amigo, então. Mesmo eu não entendendo... Obrigada Pai.

Põe os phones! Ou não.

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Fico sem palavras quando entro aqui, no Cor de Rosa e Carvão, e vejo esta postagem de final de ano. No entanto, todos os dias escrevo posts imagináveis e eles são lindos, alegres... E que não tomam forma. Estou presa. Perdão! Vou entrar em reformas. E quando minha alma estiver de volta, livre em meu corpo, mente e coração; escreverei. Enquanto isso serei um ser musical. As músicas falam também. Então, ponha os phones e me ouça. Ou não (entre).

Blogar, Dormir e Comer

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Vou direto ao assunto. Estou no sétimo dia do adenovírus conjuntivite. Sim. Esse assunto de novo. Sei que estou redundante, chata, mas já estou disseminando os sintomas da doença para vocês. É. É a única coisa que posso fazer, contrariando as orientações médica de não forçar as vistas, com esta merda de moléstia. Blogar. Blogar, ver tevê, dormir e comer. Nem preciso dizer que estou que nem gado confinado em casa. Só engordando. E vadiando pelas redes sociais. Na segunda, depois de consultar com meu oftalmologista oficial, fui ao mercado. Sabia que precisaria estocar comida por uma semana. Para mim e para as crianças. Como não sou boa com cálculos e compras, óbvio que faltariam coisas gostosas que manteriam minha mente equilibrada. Tais como chocolate por exemplo, que decidi não comprar para me convencer de que não sou mais chocólatra. Coisa de viciada em reabilitação. Só que não! Mas hoje fui salva por uma tia, que em uma visita relâmpago – na verdade para não ficar ...

[Que seja] Bom 2016!

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  Feliz ano novo. Três palavras que nunca tive tanto prazer em pronunciar, repetidamente, nesse início de ano. 2015 passou, findou, faz apenas 15 dias. Mas já é passado. Ficou para trás com suas mazelas e agora, miraculosamente, são novos tempos. De outras mazelas, talvez, mas novos tempos, novas esperanças, de outras oportunidades e da certeza de que sempre podemos mais, quando sabemos disso. É a nossa fé restaurada, nossa crença de que há um futuro promissor, diferente, menos penoso, melhor e próspero. Sim, é nesse ritmo de faz de conta que construímos mais 365 dias. Afinal, estamos com as energias fortificadas por boas vibrações emanadas pelo mundo inteiro. Não é à toa que 1º de janeiro é consagrado como Dia Internacional da Paz. Sensação, momentos e sentimentos que muitos precisam ter, receber, desenvolver... Então, vou repetir: Tenha um bom ano! Feliz 2016. Na prática, apenas trocamos o calendário, mas no espiritual e no imaginário tudo está diferente. S...

Duas decisões e uma toalha no chão

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Às 8 horas da manhã, ao cruzar o portão do estacionamento - que praticamente posso chamar de meu -, tomei uma decisão:  - Não vou mais transar com o Vizinho e nem vou perder mais uma aula na academia.   Respeito decisões matinais, assim como respeito decisões de aniversário. É quase que uma promessa. Uma “autopromessa”. E foi assim, decidida que comecei o dia, rumo à terapia.  À noite, 12 horas depois, cumpria a segunda delas. A primeira jura será mais fácil. Cansei do Vizinho, embora suas qualidades [ou melhor dizendo, seu dote] possam me por em tentação no pensamento, nas lembranças.  Só que hoje, a única tentação que corria o risco era a de um ombro amigo. Um convite qualquer para beber ou um sorriso mal intencionado me tiraria do prumo, pois estou exausta. Chateei-me com o desrespeito. Com a falta de profissionalismo de algumas pessoas e seu oportunismo.  Fatiguei de gente falsa e fofoqueira. De observações camaradas, em público,...

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           Não faço exercício físico. Tento, mas não mantenho a prática. Um mês de natação e dois de descanso. Três meses de yoga e 45 dias de férias. Eu canso. Na verdade, eu canso é da vida corrida. Da energia perdida e não recomposta. E para minimizar “impactos”, a primeira coisa que cancelo no meu cotidiano é a ginástica. Só não canso de sexo, por que boba é que não sou. Sou gorda, apenas...      Sempre admirei as pessoas que têm um dia-a-dia cheio de atividades. Gente que dá conta da casa, da família, do trabalho, da universidade, da academia, dos amigos e do amor. Super atletas urbanos que conseguem ler seus livros favoritos, atualizar os conhecimentos gerais e estar a par das notícias e ainda dar uma folheada nas revistas de fofoca. Desse povo que para em frente a TV para ver suas séries favoritas. [E eu no esquema de escola, cinema, clube e televisão...] Respeitava muito esse povo.      Agora, que minha vid...

Sorrindo menos, há 3 anos

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Tenho uma amiga, a Jana, que tem a mania de chegar gritando em frente da minha casa, sempre que marcamos pra sair. Coisa de maloqueira. Bem isso que meu pai dizia quando ela agia assim.  Ela gritava e ele falava, pausadamente: "O que é isso... Falta de educação ficar gritando na frente da casa dos outros. Não gosto dessa menina." E não sorria quando ela entrava... Era só um Boa Noite seco. Eu ria da bagaça, pois a Jana é assim mesmo, maloqueira [e sim, mal educada às vezes].  Hoje, faz três anos que não ouço mais esse comentário se repetir. A Jana continua chegando aos gritos, mas sorrio um pouco menos, desde então. #saudade #meupaiaço #fino #bagaça #avidasegue

Luto por SM

Depois que se perde alguém, qualquer situação similar, mesmo que seja com estranhos, é motivo para dar aquele aperto no peito. Imagina quando se é uma tragédia? Sim, muito pior... Muito pior quando se sabe que na cidade há amigos e colegas queridos e que essas pessoas têm outros amigos e familiares. E que, ainda que não haja relação entre eles, a tragédia envolvendo mais de 230 pessoas, a maioria jovens, estudantes, começando a realizar sonhos, é pra acabar com a gente. A gente fica rezando para que não haja nenhum conhecido, do conhecido, do conhecido. Depois rezamos para que haja muita luz para as vítimas, num plano elevado. #LutoSM #LutoRS 

Glaucoma é pros fortes

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Eu tenho glaucoma. E usava um colírio que custava pouco mais que R$ 7. Na farmácia popular da "mãe Dilma”, o remédio saia por R$ 4. Delícia. Até ir na consulta de revisão e descobrir que a pressão ocular não estava diminuindo. Daí o coraçãozinho bateu mais forte. E agora José?, pensei. Foi então que veio o médico com outro colírio. Deu-me uma amostra grátis e disse que quando ele terminasse era pra voltar lá e pegar outro. Senti a dor no bolso na hora. “Essa porra deve ser cara pra caralho”. E não é que é mesmo?! R$ 78 dinheiros. O outro era tão barato que até pingava nos dois olhos. O que era desnecessário, considerando que meu glaucoma é só no olho direito. Acordava e tascava uma gota em cada olho. Bem faceira. Saia pra trabalhar piscando os olhinhos pros gatos, vendo tudo. Mas agora que as amostras terminaram, estou me vendo louca atrás do desconto do fabricante. Vou te dizer, glaucoma é pros fortes. Os 3 ml do frasco duram 38 dias. Ao menos é o que diz a bula. E...

Stopped!

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Parei. Estou fazendo um recesso no aprendizado da língua inglesa. Minha atual situação financeira me força a cancelar, momentaneamente, as aulas particulares. Descontinuar gerando despesas que não poderei saudar. É isso. Não posso nem pensar em acumular dívidas. Preciso é reduzi-las enquanto busco uma fonte de renda. Hoje, ao final da minha penúltima aula, comuniquei a teacher sobre minha decisão. Senti por mim, senti por ela, [senti por nós] senti pelo meu aperfeiçoamento que, mais uma vez, seguirá incompleto. De repente deveria fazer um cofrinho na web para ver se conseguia financiar o curso por mais seis meses. De certo que este prazo, que vai até o próximo ano, eu deva estar empregada, bem empregada [estou buscando e espero resultado positivo]. Mas não. Não vou pedir nada a ninguém, muito menos a estranhos. Eu tenho uma meta a cumprir ainda. E até ela ser alcançada ou seu prazo vencido, a esperança está firme comigo. Tenho até dezembro para me empregar. E b...

Quem ama o feio, bonito lhe parece

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Tem gente que tu olha e diz: “Putz, que cara bonito. Queria um desses pra mim”. Ou então: “Bá, que guria linda”. Alguns casais unem os dois tipos: o feio e o bonito. Às vezes dá para perceber a boniteza dos dois. Mas o que tem de feios namorando ou casados não está no mapa... Hoje, olhava despreocupada para dentro dos coletivos, enquanto aguardava o ônibus que atende meu bairro passar. O tempo passava ao ver os vários tipos. Tipos sozinhos, tipos acompanhados. Entre eles um casal me chamou a atenção. Um par de feios que me saltou aos olhos. Tudo em volta deles era amoroso. O olhar dele para ela. E ela, nos braços, colhia um bebê que recebia o afago do pai, simultaneamente. De repente, seu olhar distraído e comum voltou-se para ele em forma de sorriso. E um beijo selou aquele carinho animado, enquanto a criança descansava tranquilamente. O ônibus parte do ponto em que estava e eles se vão embora com sua felicidade simplória, mas cheia de amor e satisfação. Aquela cena me deixou tão leve...

... e voltei a sorrir!

Tive um momento de fraqueza hoje. De raiva, de temeridade. Mas quem disse que seria fácil por tudo nos eixos - e ainda de uma só vez? Não, não... As lágrimas foram inevitáveis por alguns segundos. Aquela sensação de frustração, de derrota... Mas o telefone não me deixou choramingar por muito tempo. Duas vozes familiares e uma estranha foram suficientes para cessar a crise que se intensificava. Duas lágrimas, um pensamento lastimoso e pronto, tudo voltou a clarear. Disfarcei o choro, atendi as ligações, fui educada. Senti-me melhor em minutos. E comecei a pensar sobre o obstáculo que teria que transpor, nas conseqüências negativas que ele acarretaria nas minhas metas e no que precisaria fazer para que ele seja transposto com eficiência. Ufa! Nada impossível. Como tudo na vida. Talvez seja menos um motivo de comemoração nos próximos dias. Mas, com certeza, será um ponto positivo ao final do ano, quando ver que terei resolvido esse problema ou vencido uma dificuldade. E voltei a sorrir!

Desprezo as marcas do tempo

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Prestem bastante atenção por que só confessarei uma única vez: tenho medo de envelhecer. Esse lance de que quanto mais idade, mais experiente, sábia e coisa e tal é balela. Não quero ter rugas, não quero ter cabelos brancos, não quero entrar na meia idade ou nesse engodo de melhor idade [mesmo sonhando em viver até os 85 anos]. Quero ficar assim como sou: jovem e linda! Deus me livre de virar uma velha tarada, que fica dizendo piadinhas para os gurizinhos quando eles passarem por mim. Odeio velho babão e não quero me tornar uma. Tenho 36 anos e um comportamento de uma jovem de, no máximo, 24 anos. Não consigo amadurecer, mas minha pele, meus cabelos, minha voz e minha disposição já não correspondem a minha idade mental. Insistem em acompanhar a realidade... Sou viciada em cremes de mãos. Gosto delas cheirosas e perfumadas. Macias e sedosas. E hoje me preocupo em usá-los para evitar o envelhecimento do único lugar do corpo que diz a verdade sobre a idade da mulher. Adoro hidratantes cor...

Notícias [musicadamente] domésticas

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Os dias me parecem pouco produtivos, embora as descobertas locais. Não tenho feito nada para somar no meu perfil profissional [e até pessoal]. Porém, creio que esteja me tornando uma dona de casa organizada e razoável. E sim, isso é horrível para mim que não quero me tornar uma... Essa semana fui duas vezes à lavanderia. Descobri preços módicos para lavagem de cobertores. Com intuito de caminhar, fiz duas viagens, e em dias diferentes, até o estabelecimento para levar três cobertas de casal. Obviamente a mãe ajudou também, mas para levar sua capa de lã. Aproveitei para orçar a lavagem de tapetes e a tintura de peças em jeans. Avaliei qual, das três academias, oferecia o melhor preço e serviço. Fiquei tentada em freqüentar uma academia que me oferecesse Localizada, Dança do Ventre e Boxe Chinês, além de outros 479 tipos de ginásticas, por apenas 50 dinheiros mensais. E quando cheguei em casa percebi que não vou sentir-me bem sacudindo minha barriga de 11 meses de gestação ao som do “are...

É só uma fase...

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É só uma fase. Vai passar, eu sei. Mas enquanto isso não acontece vou tentando administrar tudo que anda acontecendo comigo. É preciso manter o prumo do leme. Não deixar o barco a deriva, embora as tormentas me forcem a desistir... Perdi meu pai há um ano e isso revirou a minha vida. Temia tanto isso... A minha vida inteira evitava me apaixonar, em me entregar ao amor, pois temia as possíveis conseqüências arrasadoras sobre mim. E aconteceu. Depois, com os anos, temia perder meus pais. E isso aconteceu. Parte desse medo se materializou. Viver tudo isso foi ruim e foi bom. As rupturas, as marcas da vida são recentes [ainda] e a dor é implacavelmente forte. A gente protela, mas tem coisas que não dá para evitar que aconteça. É da vida da gente, é da vida dos outros, é da vida dos nossos. Mas, como digo, o sol sempre nasce no dia seguinte, mesmo que insista em se esconder por trás de algumas nuvens. Ele está lá. No meio de tudo isso tem o "Não Gosto", que sempre se ressaltam nes...

Tempo de reflexão [e tristeza]

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Domingo de Ramos. Início da Semana Santa. Há um ano, eu estava em outra cidade, numa rotina e num cotidiano muito particular. E nesse período, mas em data diferente, eu não vim para casa. Mas uma semana depois eu estava aqui e vivi uma triste surpresa. Não só para mim, mas para toda a minha família. Hoje, na missa de um ano da morte do meu pai, ouvi do padre que esse é o momento de reflexão. Era sabido. Há anos aproveito a quaresma para uma auto-análise. Já no início da ladainha, uma representação sobre uma leitura da bíblia. Bonita. Marcante. Mas o que mais me tocou foi a interpretação do pároco. Ele falou da Campanha da Fraternidade. Do combate a violência. De valores. De respeito. De amor. De amor próprio. E nessa fase de recomeço, de renascimento que me impus - de um dia que lembra uma forte tristeza, de uma imensa perda -, me bateu forte aquela fala. Amo tanto tantas pessoas, considero-as, valorizo-as e respeito-as, que até esqueço-me de mim. E não posso me impor esse desprezo. Co...

Uma semente de ilusão

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Eu sou assim. Iludo-me fácil, fácil. Deve ser por que a porta está sempre aberta e quando encosto, basta um sopro para escancarar. Fica difícil depois não me magoar, me decepcionar. E o pior de tudo: não aprendo... Hoje, diria que me sinto como uma ostra entre um mar e o rochedo. Então, esperem um pouquinho que vou ali juntar os grãos de areia. Já volto! [post programado]

Sorria, você está na Bahia

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Lenine, e outros tantos músicos espetaculares, cantam ou cantaram sobre algum lugar da Bahia. E não é por menos. A terra é um encanto. É a terra da alegria. A terra da magia... E não falo somente de São Salvador. As cidades e praias adjacentes também possuem o mesmo ar místico, o mesmo povo hospitaleiro, a beleza natural e outros atrativos mais. Eu estou apaixonada. Diria mais: estou amando aquele estado de cor escura, bronzeado, rosáceo, marfim, café com leite. Em setembro eu já havia me encantado pela cidade que tem nome santo, do bem. Talvez seja por seu significado, que Salvador ofereça turismo religioso, que tenha 365 igrejas [embora muitas sob reforças infindas e caríssimas], casas de candomblés e o presente do baiano: uma fitinha do senhor do Bom Fim para que se façam pedidos. Mais uma vez recebi várias dessas fitas. O que não seria necessário caso levasse a sério o mimo. Todo baiano que se vira com artesanato, bijuterias e artigos de rua tem a mesma estratégia. Aborda o turista...