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Mostrando postagens de Março, 2018

Saudade apertada

[...]
Eu vou te ser sincero

Eu to com uma vontade danada
De te entregar todos beijos que eu não te dei
E eu to com uma saudade apertada
De ir dormir bem cansado
E de acordar do teu lado pra te dizer
Que eu te amo
Que eu te amo demais
[...]

by Rubel

Bólido

Minha mãe o chamava de bólido. E dentro das características de um Uno Mille Economy, 1.0, de 2010/11, ele corresponde bem ao apelido. É possante! E pela cor, agregaria muito amor a este carro. E histórias! Ah, se meu Uno falasse... Não sobraria Nega sobre Nega de tanto riso e incredulidade. Pois é, às vezes nem eu acredito. Mas foi. Foi lindo. Foi de vez. Agora “ele” vai construir momentos em outras paragens. Fiz negócio. Depois de uma semana de conversa e despedidas, anunciei, mostrei e fechei a venda. Minha belezura ficou desnuda de uma personalidade irreverente para assumir sua nova identidade. E no caminho do tabelionato para o Centro de Registros de Veículos Automotores - sob mãos grandes, brancas e peludas ao volante - percebi que aquele carro não era mais meu. Era apenas um carro. E eu? Só uma passageira.

Rio de lágrimas

Sou noveleira. Porém, escolho os folhetins que acompanho. Estava seguindo três: Malhação - Viva a Diferença; Tempo de Amar e O Outro Lado do Paraíso. Depois da série com o personagem espetacular Mocotó, esta edição que trouxe as diferenças para o foco da trama juvenil me encantou. E, por último, o romance que enfocou o tempo e o amor, enredados em histórias de vidas tão bem traçadas, certo que iria me cativar.

Sou uma mulher juvenil, vocês sabem. Influenciável demais por sentimentos. E o amor, claro, é o meu ponto fraco. Até (ou principalmente) na ficção.

E não que seja muito difícil - principalmente nos últimos tempos -, mas chorei, que quase formei um rio de lágrimas. Era tanta lindeza em um só capítulo, que, até mesmo Tony Ramos, cuja atuação em qualquer novela me parece patética, não me aborreceu. Ao contrário: caiu-lhe bem suas cenas.

Foi um final feliz encantador. Comovente. Digno de uma reprise com atenção, mas não ficou ponta sem nó. E, ao que me parece, Tempo de Amar foi a n…