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Mostrando postagens de Setembro, 2010

Bathroom

Tenho medo de ficar presa em banheiro de ônibus. Quando viajo, só faço xixi nas paradas. O medo é tão grande, que levo o celular quando preciso muito usar o local. Penso que sempre posso chamar por socorro caso fique presa lá dentro. O único problema é que eu nunca pego o número do motorista... E, de certo, que não dá para ligar para o 190 e dizer: “Moço, estou presa no banheiro do ônibus. Dá pra vir me soltar?”

Por conta disso nunca havia entrado no banheiro de avião até esta segunda feira [20]. Esse lance de que é pequeno, que mal dá para fazer xixi, me inibia mais ainda. Eu, com minhas formas arredondadas, logo ficava imaginando alguma cena tragicômica: “A nega, entalada no cubículo, com as calças arriadas, gritando por socorro”. Não, não!

Mas, depois que comecei a tomar diurético, não consigo segurar. Estreei. E sim, é pequeno pá caraiô. Mas muito pequeno mesmo... Porém, achei tão bonitinho que decidi tirar uma foto para ilustrar esse post. O único problema é que era eu ou o banheir…

Go to Bahia

Acarajé [legítimo] no Pelourinho

O quê que os baianos têm?

No reino de água e sal de mãe Iemanjá
É tanta coisa afim, tanto lá, como cá
Tem Barras, Piedades e Jardim de Alah

São trios e afoxés
Blocos de empolgação
De arranco, negro e branco
Tudo de roldão

Diga aí, diga lá
Você já foi à Bahia, nega? Não? Então vá



Eu não sei o que eles têm, mas estou indo pra lá justamente para descobrir. Na volta eu conto pra vocês, em detalhes. Por enquanto, mandarei tudo em pílulas pela rede.

Beijos abaianados

Foi o 20 de setembro, precursor da liberdade

Mural de Aldo Locatelli localizados no Salão Negrinho do Pastoreio, Palácio Piratini.

Querência Amada
Teixeirinha

Quem quiser saber quem sou
Olha para o céu azul
E grita junto comigo
Viva o Rio Grande do Sul

O lenço me identifica
Qual a minha procedência
Da província de São Pedro
Padroeiro da querência

Ó meu Rio Grande de encantos mil
Disposto a tudo pelo Brasil
Querência amada dos parreirais
Da uva vem o vinho
Do povo vem o carinho
Bondade nunca é demais

Berço de Flores da Cunha
E de Borges de Medeiros
Terra de Getúlio Vargas
Presidente brasileiro
Eu sou da mesma vertente
Que Deus saúde me mande
Que eu possa ver muitos anos
O céu azul do Rio Grande

Te quero tanto torrão gaúcho
Morrer por ti me dou no luxo
Querência amada, planície e serra
Dos braços que me puxa
Da linda mulher gaúcha [Do lindo homem gaúcho]
Beleza da minha terra

Meu coração é pequeno
Porque Deus me fez assim
O Rio Grande é bem maior
Mas cabe dentro de mim

Sou da geração mais nova
Poeta bem macho e guapo
Nas minhas veias escorre
O sangue herói de Farrapos

Atrás da folhinha verde?

Eu já cansei desse papo de superação feminina, até no sexo. A gente tem que saber plantar bananeira, beijar a brasileira, a japonês e agora até beijo grego. Tem doido que gosta de mal tempo inclusive na cama e pede para a parceira a chuva dourada ou a chuva negra. Ai, eu gosto de uma "pimentinha", como diz o Enfil, mas essa loucura eu estou passando.

"Eu quero a sorte de um amor [sexo] tranquilo, com sabor de fruta mordida". Pronto. Nem mais, nem menos. Sou a favor de um comportamento ecologicamente correto, mas não estou na pilha de aprender a fazer a folhinha verde. Não, não!

Agora, se quiser saber mais sobre minha indignação a respeito da liberdade sexual, vá no Sexo Verbal e leia meu texto sobre o assunto. Ah! E não esqueça de opinar. Eu gosto tanto de lero, lero... Principalmente sobre sexo.

A Cabana

Sempre soube que minha estada no Meio-Oeste catarinense era temporária. Eu cheguei no verão de 2006 com o propósito de ficar dois anos, no máximo. Acabei ficando quase cinco. Mas acabou.

Essa semana que passou acertei um acordo trabalhista judicialmente. Voltei à cidade Fui do bem [tive um leve arrependimento disso depois]. Mas a vida é feita de ciclos e temos que concluir todos eles para podermos seguir em frente. E assim está sendo.

Nunca tomei uma decisão em que tenha me sentido tão bem depois. Decisão acertada essa de voltar para Porto Alegre. Estou mais gorda, mas me sentindo leve. Feliz. Tranqüila. Sabedora do que tenho de fazer, dos meus sonhos e dos planos.

Nos três dias em que fiquei em Videira, reforcei minha certeza, minhas idéias. Entre isso, encontrei amigos queridos e garanti de que eles estavam realmente bem. Isso me deixou com o peito leve. Saber que meus amores seguem bem as suas rotinas diárias a que se propuseram me alivia a saudade.

Num dos encontros ganhei esse livro:…

Bobeou, dançou!

Hoje deu vontade de tomar um café fresco, tipo italiano. Na hora peguei minha cafeteira e fui para a cozinha. Coloquei água e pus no fogo, para que saísse qualquer impureza do aparelho. Voltei para a Frida e continuei conversando no MSN.

O problema de apurar fofocas é que a gente se distrai. Sei lá quanto tempo levei, mas uma ligação de oito minutos, mais várias frases no Messenger e pronto – queimei a dita cuja.

Perdi a alça, que estava derretida sobre o fogão, a borracha do coador e quase o pegador da tampa. Putz! No fim desisti do café e da fofoca.

O grito que não sai

Tevê é algo que prende a atenção das pessoas. Até a minha. Gosto pouco de assistir, mas venho adquirindo o hábito com a convivência materna. Porém televisão é coisa que se deve manter em casa. Local de trabalho só se necessário e em restaurantes, nem pensar!

Mas hoje, especialmente, televisão teve um fator diferente. Várias entrevistas, reportagens, depoimentos sobre o 11 de setembro de nove anos atrás. Novos e velhos debates se prolongaram ao longo da semana e do dia por causa do ataque terrorista sofrido no World Trade Center há quase uma década. Meus olhos se voltaram para a telinha por várias vezes.

A lembrança de um acontecimento trágico me distraiu de um dia triste, antes motivo de muito entre e sai aqui em casa. Hoje meu Paiaço completaria 75 anos se estivesse conosco. Abri os olhinhos, tórpidos de sono, na Estação Rodoviária Veppo de Porto Alegre às 6h44 e depois de fazer o reconhecimento de minha cidade natal, a data veio a minha mente de novo.

Está todo mundo muito estranho aqu…

2x18

Nesse esse exato momento tenho 36 anos. E nem preciso dizer a vocês que tenho um bolo de aniversário para fazer como o Garfield. Mas como sou uma boa guria vou dividir com os amigos que chegaram à tarde e com a família. E o que sobrasse gostaria de fazer como o gatinho.

Está bem... Não tenho mais idade para ser uma guria gulosa. Mas sou. Quero tudo, agora mesmo, a todo instante e a cada momento. Então, minha nova idade é 2x18. Pronto! Quem vai dizer que não?

É primavera, te amo!

Eu gosto de ser de setembro. É o mês que marca o começo da primavera. Não são lindas as flores, coloridas, todas desabrochadas? Irresistíveis. Logo, eu sou irresistível também, como esse bebê fofo...

;)


Do banco de trás

Alice Inês Urbim no Encontros Com o Professor, no StudioClio

“Eu gosto de ver a cidade do banco de trás”, disse Alice Inês Urbim em entrevista ao Ruy Carlos Ostermann na quinta-feira [2/09]. Eu também... Descobri que eu e a jornalista multimídia temos algumas coisas em comum. Uma delas foi saber que não temos o gosto por dirigir. Cada uma, claro, por seus motivos e os delas foram divertidíssimos e também parecidos. Mas vou especificar, talvez, mais as diferenças desse paralelo.

Na juventude espalhava para os meus amigos que ficaria realizada quando pudesse pagar táxi sempre que quisesse sair de casa. Faça chuva ou faça sol. Mas aprendi a dirigir por que percebi que em algum momento seria necessário para a família.

A primeira tentativa foi quando completei 18 anos. Meu pai me deu dinheiro para as aulas e as taxas do Departamento de Trânsito. Na época [há quase exatos 18 anos] eu era uma adolescente boêmia e tudo que dinheiro que caia em minhas mãos virava cerveja e, claro, corridas de táx…

Tenha fé

"Parei de fumar há dois anos. Mas quando vejo uma pessoa fumando na minha frente, quero dar um beijo na boca para sugar a fumaça dos pulmões."

Anna Reilly (Jenna Elfman em Keeping the Faith - 2000)

No céu astral

Daqui uma semana já estarei com 36 anos. E afora esse lance de preocupação com a idade – entenda envelhecimento precoce - cabelos brancos, rugas, e coisa e tal; atipicamente, esse ano não tive inferno astral. Ou pelo menos não senti. Diliça!

Talvez não tenha tido preocupações no período, nem incertezas, nem anseios, nem nada. Creio que nosso estado de espírito é que rege esse negócio de inferno astral. Só pode ser...

Não sei como será esse ano. Agora, aqui em casa, sou só há um de Virgem. O outro vai fazer festa no andar de cima. De certo terá pagode, churrasco e bebida a vontade. E nem vem com essa de coisa do capeta. Pecado é não comemorar aniversário.