sexta-feira, 6 de agosto de 2010

[Quase] A ferro e fogo



Somos cinco. Maria Odete e José são meus pais. Elenara e Jarbas meus irmãos. Eu, Elaine, sou a caçula. Claro que sei minha história de família, minha linhagem, a história dos antepassados e o nome, a data e o local de nascimento de cada um de nós.

Há quase dois anos, num feriado qualquer desses, estava sentada ao lado de meu pai, assistindo ao Globo Esporte. Um jogador de futebol, atleta de Deus ou devoto de algum santo católico, explicava o texto tatuado em torno de sua perna. Ao que me lembro era uma oração escrita em letras pequenas e em algumas linhas.

Achei linda e desde então criei a ideia fixa de tatuar os nomes de toda a minha família em torno da minha panturrilha. Voilá! Para acompanhar minhas primeiras sete tatuagens videirenses, fiz mais esta que vocês estão vendo. Uma homenagem a quem amo e me ama de coração e incondicionalmente. A referência as origens dos meus sentimentos mais nobres e puros, como o amor fraterno e sincero.

Agora tenho oito [e essa doeu pá caraiô]. Dizem que tatuagem em quantidade par não dá sorte. Bobagem... Com o carinho que tenho em minha volta e agora marcado em minha pele, o resultado só pode ser tudo de bom. Difícil será achar um nono motivo para a próxima tattoo. Muito difícil...

Um comentário:

menina fê disse...

isso, me mata de inveja!!! to doida pra fazer as minhas [outras]. rsrsrs

bj, lindona.