Pular para o conteúdo principal

"Saúde é o que interessa, o resto não tem pressa"



Não faz 15 dias que ingressei na academia. Mas desde o primeiro momento reafirmei minha opinião: malhar é coisa para gente doida. Os caras ficam levantando 20, 30 quilos de ferro em séries que não conseguem aguentar. Mas forçam toda a musculatura até a última força no corpo. E urram. 

Eu gosto de urros. Acho sexy. Mas só na cama, durante o sexo, num clima bem diferente do que o da academia. Ali, naquele espaço, eu tenho medo e dúvidas. Medo por que vejo aqueles homens e penso aonde eles querem chegar com isso. E dúvidas por que eu tenho objetivo claro: emagrecer. Tenho prazo de validade ali dentro. Quando alcançar meus objetivos, vou sair correndo dali para uma piscina. É lá que vou mantar o peso: nadando e fazendo hidroginástica. É disso que gosto. Mas os marombeiros não me dizem nada... Não que precisem também. Mas o que me é estranho, me traz questionamentos.

Academia tem outra coisa estranha. O cheiro. Não sei por que salas de fitness não tem ventilação. O suor impregna na gente assim que entramos no local. Não importa se estamos cheirosos. A primeira respirada e já não temos olfato para outro aroma que não o de suor. Uma loucura...

Enfim, o bom é que as pessoas são gente boa. Todos fazem parte de uma família. Inclusive eu. E essa é a parte positiva de enfrentar todos os contras. Ali eles me acolheram, com todos os meus defeitos, e me tratam bem. Por isso, embora alguns questionamentos, me sinto bem ali, como se estivesse em casa.

Comentários

Carlos Hamilton disse…
Olá, gosto de pessoas que lutam para consegui o que deseja. Precisamos superar as barreiras todos os dias. Gostei do seu blog e já estou te seguindo. Vou voltar mais para te acompanhar.

Abraços

Carlos Hamilton
www.mesadeconversa.com
Carlos, obrigada pelo prestígio. Adorei sua visita. O Mesa de Conversa também é um espaço muito agradável.

Beijos doces

Postagens mais visitadas deste blog

Se o queijo mofou está estragado [1]

Errado! E só soube disso uma semana depois de ter posto aproximadamente um quilo de queijo colonial no lixo, cheia de dó no pensamento, no estômago e principalmente nos olhos. Logo eu, que sou como avestruz e como até pedra com pimenta do reino moída na hora [se não for assim eu não gosto].

O fato aconteceu logo que vim de casa, após comemorar meu aniversário com minha família e amigos do peito [Jana, sua jararaca, não se inclua nesse núcleo]. Na bagagem sempre trago vários mimos e a cesta básica patrocinada pelo Araújo. Mas, dessa vez, tinha algo a mais: duas metades de queijo redondo, de diferentes sabores, no estilo colonial.

Depois de uma semana degustando o melhor deles, aquele mais branquinho e molinho, levemente salgado - diria que quase um polenguinho - decidi saborear o outro, mais amarelinho, sequinho e oleoso, com doce de leite. Dez dias a base de queijo e salame e enjoei. Sob orientação da minha mãe, deixei os queijos num pote bem ventilado, a sombra.

Mas a umidade no Flat fo…

Uma pegada forte e 15 dias

Faz tempo que não escrevo sobre sexo. Talvez por que venho praticando pouco. Ou a qualidade tenha decaído. Creio que é isso. Tem muito cara se achando por aí. E não tem idade. É jovem, maduro ou... vividos.
Não me lembro de ter transado com um cara jovem que não fosse afoito. Imagino que pensam que basta meter, forte, que a mulher afrouxa a musculatura e goza. Sei não...
Já os maduros apostam na experiência para agradar sua parceira. E expressam isso. Eu chupo, eu pego, eu belisco... Na hora da cama, eles não sabem nem tocar uma mulher com volúpia. Quem dirá cumprir todas as falsas afirmações. E pior: tem homens maduros que não curtem “cunnilingus”, mas adoram uma felação. Que merda. Há machismo até no sexo. :o E tem os vividos, o sexo sênior. Desculpa aí, mas tenho pouca experiência nessa área. Ufa! Ainda bem. No entanto, se o Djavan me pedisse qualquer coisa chorando, eu faria sorrindo, ajoelhada. Ou coisa parecida. J
No meio de tudo isso tem “os caras”. Os que sacam do paranauê. E qua…

Tabaco em pó

Ah, meu trabalho me diverti! No cotidiano do jornalismo, quando estou apurando as informações, encontro de tudo: gente normal, gente doida; assassino, polícia; travesti e religiosas. Tem até um senhor, cheirador de rapé.
É o seu Willi. Ele é um velhinho alemão, simpático, com forte sutaque que denuncia sua origem. Ó conheci hoje. No meio de uma entrevista, onde ele entrou de gaiato, puxou do bolso o porta fumo em pó dele e deu uma cheirada.
"Eu nunca fiquei resfriado ou doente fumando rapé. Esse eu ganhei (n lembro de onde veio o fumo, mas era importado), mas eu também faço. Ontem mesmo foi a Jussara lá buscar. Olha o cartão dela aqui. Ela é massoterapeuta", disse o alemão.
Divirtido o senhor, que tem várias manias, além de cheirar o pó perfumado e fino, quase uma poeira. E advinhem, ele me ofereceu e eu aceitei. Pus no dorso da mão, entre o polegar e o indicador e mandei ver no narigão chato. A inexperiência me fez cheirar tudo numa narina só. Não tenho a prática do velhinho,…