Pular para o conteúdo principal

DIÁRIO DIETÉTICO: Só 1443 calorias

Tomei coragem e fui ao médico. Reclamei dos joelhos, da resistência, da palpitação. Deixei os anseios estéticos de lado, ele não precisaria saber da chorumela completa. E subi na balança.


Com a tecnologia a favor da ciência, rapidamente ele calculou meu IMC e sou o pior tipo de gorda que a medicina estudou. Logo, ganhei o pior tipo de dieta restritiva que qualquer pessoa pode ter nessa vida. Ou seja, eu até não passo fome se comer na hora das refeições. Mas também não é gostoso o que como.

E cá estou, na tentativa lenta e progressiva de me acostumar a uma vida sem doces, sem carboidratos, sem bebida alcoólica. Sem chocolates! E ficar sem essa delícia é o meu maior sacrifício. Tanto, que me fez adotar como hino, a música da Kátia Cega: “Não está sendo fácil, não está sendo fácil viver assim. Você está grudado em mim”.

Comentários

Anônimo disse…
Com um pouquinho de sacrifício, um ganho em saúde também.

Boa sorte,

c@urosa
Querido, quanto tempo! Bom vê-lo por aqui e me dando uma força. Obrigada Caurosa. =)
Jana disse…
vc vai conseguir...
é mais forte do que isso, mas se por acaso for começar só na segunda vamos aproveitar o findi para tomarmos o ultimo porre, kkkkkkkkkkkkkk

Postagens mais visitadas deste blog

Se o queijo mofou está estragado [1]

Errado! E só soube disso uma semana depois de ter posto aproximadamente um quilo de queijo colonial no lixo, cheia de dó no pensamento, no estômago e principalmente nos olhos. Logo eu, que sou como avestruz e como até pedra com pimenta do reino moída na hora [se não for assim eu não gosto].

O fato aconteceu logo que vim de casa, após comemorar meu aniversário com minha família e amigos do peito [Jana, sua jararaca, não se inclua nesse núcleo]. Na bagagem sempre trago vários mimos e a cesta básica patrocinada pelo Araújo. Mas, dessa vez, tinha algo a mais: duas metades de queijo redondo, de diferentes sabores, no estilo colonial.

Depois de uma semana degustando o melhor deles, aquele mais branquinho e molinho, levemente salgado - diria que quase um polenguinho - decidi saborear o outro, mais amarelinho, sequinho e oleoso, com doce de leite. Dez dias a base de queijo e salame e enjoei. Sob orientação da minha mãe, deixei os queijos num pote bem ventilado, a sombra.

Mas a umidade no Flat fo…

Escrita Criativa e Afetiva? Temos!

Sim! Temos novidade Rosa Carvão. E se você é de Porto Alegre, ou região metropolitana, e quer aperfeiçoar a tua comunicação escrita, este post é para ti.

Devido a acontecimentos tristes nos últimos tempos, percebemos que a humanidade anda carente de bons sentimentos. Então, decidimos espalhar amor por meio do que sabemos fazer de melhor: nossas profissões! Por que não distribuir energia positiva nas nossas relações de trabalho e pessoais, por meio das palavras (sem precisar ser um escritor profissional)? E sim. É possível!

Então organizamos o curso Escrita Criativa e Afetiva, que desenvolve a sua habilidade de escrever com afetuosidade, agregando valor à sua comunicação, estabelecendo empatia e, até, gerando engajamento das pessoas no seu projeto de vida ou profissional.

Venha aprimorar seu texto por meio de exercícios que estimulam sua criatividade, dos conhecimentos fundamentais da escrita e da produção. E prepare-se para ser introduzido a uma gama de formatos e possibilidades de l…

Eu choro

Sou temporã. Nasci dez anos depois da primogênita. E nove, depois do filho do meio. Vim quando ninguém esperava, e cá estou. A filha caçula da Maria e do José. Meu pai torcia para que nascesse no seu aniversário – 11 de setembro. Mas sou temporã nos dois sentidos da palavra. Na minha família sou a única que não veio ao mundo pelas mãos de uma parteira. Ufa! A moderninha. Confesso: gosto da ideia de romper paradigmas, mesmo que de pequeno porte. Também fui a única a participar de atividades do movimento estudantil durante o ensino médio e a cursar uma faculdade. Ah, mas o meu orgulho em casa foi ter sido a precursora em verbalizar o Eu Te Amo. Demorou, mas saiu. E depois do primeiro, banalizei. Espraiei. 

Mas de volta ao meu nascimento... Rompi à vida em silêncio. De madrugada. Meu Paiaço adorava contar este momento: “Tu não queria chorar, então, o médico deu um tapinha na tua bunda para que chorasse, para ver se estava tudo bem. E tu abriu o berreiro”.  Crendice ou ciência da época, eu n…