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Mostrando postagens de janeiro, 2008

Goleiro audacioso!

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Eu era pequena, mas, como toda criança, assistia a televisão. Lembro-me bem, como se fosse hoje. Meu pai na sala assistia pela tevê de Sharp, de 17", a Copa do Mundo. Eu ainda não tinha aversão a futebol. Pelos campos eu via, encantada, um cara que saía do gol, levando a bola no pé e driblando os jogadores do time adversário, até quase o meio de campo. Seus cachos saltitavam felizes, assim como a bola, que a cada passava pulava sobre o pé do jogador contrário. Não perdia a vez para ninguém! - Pai, quem é esse cara? - É o goleiro da Colômbia filha: Higuita! - Ele pode fazer isso? Sair driblando os outros jogadores? - Pode, mas é arriscado. Ele pode perder a bola para alguém e levar um gol, já que não tem ninguém na área para defender o time. - Eu gosto dele! - Porque filha? - Ele mete as caras... 28/01/2008 - 19h29m Fã de Chávez, Higuita planeja ser senador Veterano goleiro fala em entendimento com as Farc e espera volta à seleção da Colômbia Das agências de notícias Em Buenos Aire...

Do esporte à moda

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Criado para jogadores de basquete, o All Star conquistou o mundo e se tornou um ícone de estilo by Wania Bittencourt O ano era 1917. O mundo mergulhava na Primeira Grande Guerra Mundial e a Rússia na revolução bolchevista que daria origem à União Soviética. Enquanto isso, nos Estados Unidos, a empresa americana Converse se preparava para calçar as feras do esporte favorito dos norte-americanos: o basquete. Foi neste contexto que surgia o All Star, o tênis mais famoso do planeta. Feito de lona e com sola de borracha, no início ele não tinha tantas opções de cores como hoje em dia, mas tornou-se febre entre os jogadores. A história, entretanto, não acaba por aí. Com o passar das décadas, caiu no gosto popular, chamou a atenção de Hollywood e, mesmo assim, ainda se tornou parte do uniforme de músicos e revolucionários, principalmente os punks da década de 70. Hoje, a marca cede aos interesses da indústria da moda, está presente em 144 países e já tem comercializado mais de um bilhão de pa...

Sim, vou desfilar!

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Pois então... Ontem fui até o Espaço Vale Samba, em Joaçaba, curtir o ensaio. É bem diferente dos de Porto Alegre, mas bem bom. Bom demais se querem saber. Tanto, que vou desfilar na escola, he he he. Nada de praia, mesmo que seja a do Sonho, do ladinho da Guarda do Embaú, com a companhia maravilhosa da minha amiga e anfitriã, Clarissa. Nada de Curitiba com a Silvitcha, porque não tenho grana para turismo e nem paciência para visitar parentes (mesmo que não fosse). Nada de retiro em Erechim, com minha amiga MMs, que também seria maravilhoso, mesmo que, de vez em quando, escorresse umas lágrimas. Vou me acabar na passarela do samba do terceiro melhor carnaval do Estado de Santa Catarina. Dizem! Depois vou para o Carnafolia, curtir os blocos de rua, e, talvez, matar a saudade do carnaval de Laguna... Ai, que vai ser bem legal. Coragem ! ! !

‘Garantindo e Caprichando’... eu vou

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Vale Samba 2008 “Pelos Caminhos dos Seringais, a Vale Samba Percorre a Amazônia: Preservar é preciso! ” Autores: Preto / Mestre Digão / Edson Liz / Kako SP Vou navegar... Entre mistérios e magias... Num ‘rio’ de sonhos, num ‘mar’ de fantasias Na busca do ‘ouro branco’ cobiçado Vou encontrar o eldorado... Lenda narrada pelos ‘filhos do sol’ Ao desbravador espanhol Com o ‘ciclo da borracha’... colonização ‘Pelos caminhos’ comércio, exportação... Muita luta, exploração... Bandeiras e brasões da ambição O seringal abre a paisagem... Outra imagem... o progresso chegou A arquitetura p’ra selva trouxe arte... E a cultura do norte, o Teatro projetou... Viver, sonhar... Deixar o mundo respirar Preservar... saber usar o natural No meu carnaval... Sou Amazônia, ‘paraíso’ sem igual! ‘Chico’, sua luta não foi em vão... Foi a voz do ‘coração’... uma voz que não se cala Contra a força da opressão... Foi da floresta, o caboclo guardião! Vale Samba no pé... é show! ‘Garantindo e Caprichando’... eu vou ...

Casaquinho na cadeira...

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É antiga essa estigma de que funcionário público são todos vádios, maus amados, desinteressados, sem educação e grosseiros. Ah, que sempre estão arranjando uma forma de fugir do trabalho, batendo o ponto e deixando o casaquinho na cadeira. É o sinal: "estou em algum setor 'trabalhando'". Nunca me vi como funcionária pública, pelo contrário. Mas já atuei em órgãos municipais e estaduais e sei bem que esse conceito se aplica em um número considerável desses servidores, enquanto os outros, revoltados, tentam amenizar as aparências, he he he. Mesmo assim, na busca por um trabalho com melhor remuneração e perspectiva de vida, estou prestando concursos. Depois da experiência em Jaraguá do Sul, onde mais tive tempo de dormir em ônibus e utilizar, pela primeira vez a longa distância, os serviços (ruins) da empresa Reunidas, havia decido não fazer mais concurso. Não dá para jogar dinheiro fora. Enquanto eu e muitos outros fazem isso, poucos se aplicam, estudam, pesquisam, faze...

As mentiras do biodiesel

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Esse tal de biodiesel é mais preto do que verde: é composto de 98% de óleo diesel + 2% de uma ‘sopa’ que contém óleos vegetais e outros componentes derivados de fósseis Ana Echevenguá * (Artigo de 18 de janeiro de 2008) Já está em vigor, no Brasil, a obrigatoriedade da adição de biodiesel no diesel, mistura que foi batizada falaciosamente de ‘biodiesel’. Na Bahia, anunciaram que os trios elétricos vão rodar com biodiesel, reduzindo drasticamente a poluição durante o carnaval. Acho que vão chamar este de Carnaval Verde! O engenheiro Hernani de Sá, ao nos repassar essa notícia, disse que, “se o acréscimo de 2% de biodiesel ao diesel permite dizer que o veículo é movido a biodiesel, por analogia, pode-se dizer que os carros a álcool são movidos à água porque ao etanol é adicionado cerca de 4% de água”. Bom, pra começar, esse tal de biodiesel é mais preto do que verde: é composto de 98% de óleo diesel + 2% de uma ‘sopa’ que contém óleos vegetais e outros componentes derivados de fósseis. ...

Agora, na versão Boto Cor-de-rosa

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Acredita-se que nas noites de lua cheia, próximas da comemoração da festa junina, o boto cor-de-rosa sai do Rio Amazonas se transforma em metade homem e continua em condição de boto na outra metade do corpo. Muito atraente e com um belo porte físico, o boto sai pelas comunidades próximas ao rio, encanta e seduz a moça mais bonita e a engravida. O boto cor-de-rosa já foi a mais bem-sucedida espécie de golfinho, mas agora ele corre perigo. Nas últimas décadas, a pesca ilegal e os encontros fatais com redes de nylon reduziram drasticamente a população do boto cor-de-rosa. A comunidade local, que sempre viveu em harmonia com os botos, começou a matá-los por crenças supersticiosas. Assim que estou agora, na versão Boto Cor-de-rosa. Fertilizando minha mente, tonificando o corpo e buscando encantar os moços bonitos. Porém, tem coisas que não dá para forçar, principalmente quando a comunidade local, que sempre viveu em harmonia comigo, começa a me boicotar. Então, aproveito esse exemplo para...

O meu pub preferido...

Quer saber? Vou torcer para que tudo dê certo no cenário político local. Se o favorito chegar ao pódio, terei aonde me distrair no futuro, que espero que não seja distante. Só assim para eu ter uma boa opção social na cidade. Vai ser o meu pub preferido (e único). Não. O possível novo prefeito, nem seu vice ou secretários vão abrir um bar, facilitar ou financiar o estabelecimento. Mas o novo plantel vai possibilitar uma outra carga horária de trabalho ao feliz proprietário. Isso já basta. Mon cher, tu sabe que não tenho limites. Então, já vou pedir para garantir meu espaço: Cartão VIP e crédito na casa. Ah, posso cantar de vez em quando lá? Juro que treino antes... He he he.

As poucas palavras de uma aquariana...

Sabe aquelas pessoas incentivadoras? Que confiam e estimulam o ócio criativo dos amigos? Aqueles seres bem dispostos, com palavras avaliativas, críticas e iluminadas? Pois então, assim é a Lú Franco. Em poucas palavras, na resposta de um email de "fofocas" do cotidiano, ela me deu aquele empurranzinho que faltava. Êta segunda-feira boa essa... Obrigada Lú. Mesmo sem querer ou imaginar, acertou em cheio (o que não deveria ser surpresa para mim, essa postura positiva que tens). Feliz 2008 para nós.

Melhor Lugar

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by Jorge Vercilo e Dudu Falcão Se fosse por mim Eu ficava Mas vê como tudo lá fora mudou O tempo passou Feito um louco Quebrando as vidraças E a gente ficou Aqui, sem ter nem pra onde ir, Por medo ou preguiça Aqui, ilhados por nós Sequer rastreados por nenhum radar Aqui parecia ser o melhor lugar Quem disse que a gente precisa Perder um ao outro pra se encontrar Se nada nos prende ao passado Não é o futuro que vai separar Enfim Encosta teu barco em mim Que o sol já se pôs A sós O mundo termina Na fina fronteira dos nossos lençóis Em nós Espalham-se os laços Desfazem-se os nós Sonhamos paisagens, compramos passagem E nunca voamos pra lá Enfim Passeia tua boca em mim Até me calar Aqui ainda parece o melhor lugar * * * Estela e Emídio: Essa musiquinha tem que ter no karaoquê de vocês. Please! ! ! Já tô treinando para quarta-feira. He he he. * * * Ah, estou numa fase musical... e romântica, claro.

Sou brega sim...

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Estava ouvindo Jorge Vercilo pelo computador e depois, à tarde, pelo MP3. Ele é o meu novo vício musical. Aliás, sempre resisti a comprar algo dele, pois sabia que seria paixão imediata. Mas, a Silvitcha voltou do recesso de final de ano com o DVD e o CD do cara... Então virou mania pra mim. Então, agora à noite, enquanto voltava da minha aula experimental de Yôga, ouvinda essa delícia que é a música dele, me lembrei de que, para muitos, ouvir MPB e ser romântica é muito brega. Eu adoro MPB e sou bem romântica. Então, logo, sou brega, he he he. Tem gente que não acredita no meu romantismo. Que eu possa ser carinhosa, atenciosa, delicada, dedicada, amorosa. Pois sou. Só que, hoje em dia, manifestar isso é ridículo, é brega, cafona, depressivo, dependente, humilhante... Os românticos hoje são discriminados, retalhados, rechaçados. São pessoas doentes... (se bem que nisso eu concordo. somos doentes de amor). Eu gosto de MPB porque sou romântica. Gosto do estilo pela musicalidade, capaz de...

Tempo ao Tempo

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by Gelson Oliveira (o cara é faca na bota, claro!) Fico feliz quando te vejo Quero te ver Quero te ver de novo Cada palavra em cada gesto Vejo o tesouro É luz, é prata é ouro Refrão Navegador de lua Lua canoaaa Toca se dói, que doa Prá te dizer Quem? Navegador de lua Lua canoaaa Toca se dói, que doa Prá te dizer Voila, mon couer ! Voila, mon couer Jabuticaba a boca e o beijo Revelação No teu olhar o mundo Velocidade o amor é tudo Estrada azul da história O tempo ao tempo (Refrão) * * * Queria que no meu MP3 tocasse no dial da rádio FM, a Itapema e a Ipanema (de Porto Alegre). Tem coisas que não dá para largar... Essa música, do gaúcho Gelson Oliveira, bateu certeiro na primeira audição. Só há pouco descobri que era do meu conterrâneo... Perfeita!

Marzão chocolate

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Eu frequento o Litoral Norte do Rio Grande do Sul. Desde pequenininha. Já tive oportunidades e conheci algumas (poucas) praias do litoral catarinense, que são lindas, porque têm enseadas, morros, trilhas. Diferente do nosso litoral, que é todo em mar aberto - com excessão de Torres, é claro, que já tem sua paisagem misturada com a do vizinho. Nossas prais são tradicionalmente conhecidas como chocolatão. A água, mesmo sendo de mar, é escura. Sua espuma é marrom, feito chocolate cremoso. Mesmo assim, gosto de banhar-me nela. Gosto de ir a Pinhal, Cidreira, Xangri-lá, Capão da Canoa e Tramandaí. No primeiro final de semana de janeiro fui à praia. Cidreira. Era para ter passado o reveillon com a família da minha amiga Vivi, mas não houve comunicação hábil para o evento. E foram tantos os problemas de saúde, nos últimos dois anos, na minha casa, que o Natal e o Reveillon no lar doce dos Barcellos de Araújo era tudo que queria. Paz e "tranqüilidade" entre família e amigos. Mas, bas...

prévia

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Ontem à noite me bateu uma saudade, seguida, imediatamente, de uma tristeza profunda. Parece que meu coração estava prevendo o que deveria aguentar no dia seguinte. Mesmo que de relance, de surpresa, na distração do momento, o vislumbre da cena que um dia veria teve o efeito previsto. Dor. Então, me ponho, mais uma vez, a aprender o desapego. Missão difícil quando se está perto e longe ao mesmo tempo. Difíficl demais para uma virginiana típica. Porém, tenho fé, pois 2008 é o ano das vitórias para mim. Não importa quantas batalhas sejam necessárias perder. O que quero é vencer nesta guerra de sentimentos, mesmo vivenciando lutas turbulentas de emoções...

Aprenda a praticar o desapego...

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Por Márcia De Luca Toda posse é temporária. Permanente é o desejo humano de possuir. Tanto que no momento em que conseguimos algo já começamos a pensar em ir atrás de outra coisa . E, no momento em que perdemos algo que possuímos sofremos. Mas que tal se parássemos de sofrer pelo inevitável? Pense bem: até nosso corpo não é nosso para sempre – somos seus ocupantes temporários... Igualmente impermanentes são os relacionamentos e o melhor a fazer é aprender a lidar com isso. Como? Treinando o desapego das coisas materiais, o desapego amoroso, o desapego total... Porque nada, nem ninguém é seu, nem meu. Nem nossos filhos são nossos, são presentes que o universo nos oferece para cumprirmos nossa missão de criá-los. O desapego traz paz de espírito, felicidade duradoura. Paramos de ter medo de perder, de ter o desejo de possuir. E aí se dá o mais interessante: ao paramos de correr atrás das coisas e das pessoas e passarmos a viver conectados com a nossa essência, nos descobrimos donos do un...

Prazo de validade

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Fazem dois anos, dois dias e 15 horas e alguns minutos que aporto por aqui. Me lembro bem do momento em que o ônibus da Unesul começou a descer pelo Contorno Sul e entrou na cidade. A sensação era de que entrava num buraco, tal era o embalo que vinha o veículo rua abaixo. Olhei pela janela e vi casas de diversas cores, mas uma, de madeira, pintada de amarelo foi a que fixou em minha memória. Amanhecia em Videira e o dia prometia ser quente. Muito quente, pois às 6h30 o sol já brilhava sobre a cidade que me recebia. Quando embarquei no ônibus, sozinha, em Porto Alegre, não sabia o que me esperava e um frio na barriga me acompanhou até Estrela, onde o Fernando embarcou. Mas a presença de um rosto conhecido não amenizou o medo de uma aventura real, da vida real. A situação não mudou muito quando entrei na sede do jornal A Coluna e ouvia, da recepção, a voz do diretor esbravejando de uma sala. E quando ele chamou, a fisionomia estressada e ansiosa de homem de meia idade também não amenizou...

240 minutos em Joaçaba

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Minha busca por um lugar ao sol me fez passar quatro horas em Joaçaba, na espera da conexão com destino a Jaraguá do Sul. A ida até que foi divertida. Sai de casa às 17h rumo a rodoviária, deixando o Sha de dono do campinho em casa. Pus a mochila nas costas e subi o morrão para atalhar. Cheguei junto com o ônibus na estação. Embarquei na microcondução, puxei da mochila minha viseira fashion, meu travesseiro inflável e pendurei o MP3 no pescoço. Duas horas de viagem depois, chegava em Joaçaba. Para facilitar minha peregrinação pelo centro da cidade, coloquei a mochila no guarda-volumes (R$ 2) e fui me aventurar. Cheia de charme, como sempre, comecei a andança. Estava na primeira quadra, onde de um lado fica o rio e do outro qualquer coisa (é indefinível para mim), quando vi a alguns metros de mim, um cara, careca e com atitude suspeita, parar no meio da quadra e olhar para o trânsito antes de atravessar a rua. Pensei: "Das duas, uma. Ou ele vai me assaltar ou vai me cantar". D...

Turn your lights down low

Robert Nesta Marley Turn your lights down low And pull your window curtains; Oh, let Jah moon come shining in – Into our life again, Sayin': ooh, it's been a long, long (long, long, long, long) time;I kept this message for you, girl, But it seems I was never on time; Still I wanna get through to you, girlie, On time - on time. I want to give you some love (good, good lovin'); I want to give you some good, good lovin' (good, good lovin'). Oh, I - oh, I - oh, I, Say, I want to give you some good, good lovin' (good, goodlovin'): Turn your lights down low; Never try to resist, oh no! , let my love come tumbling in – Into our life again, Sayin': ooh, I love ya! And I want you to know right now, I love ya! And I want you to know right now, 'Cause I - that I - I want to give you some love, oh-ooh! I want to give you some good, good lovin'; Oh, I - I want to give you some love; Sayin': I want to give you some good, good lovin': Turn your lights d...

Assalto

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Era um entardecer de calor intenso e Sofia caminhava com um amigo pelas ruas do centro de Porto Alegre. Nas costas trazia sua tradicional mochila, onde transportava objetos pessoais, de higiene, blocos, canetas e lápis para anotações, o celular e uma muda de roupa. Era prevenida, já que seu destino era sempre incerto. Ao lado, um outro andarilho lhe fazia companhia. Ele também gostava de se aventurar pelas ruas do centro em busca de novidades urbanas para ilustrar sua literatura e seu perfil consumista. Os dois iam felizes e falantes pelas Ruas Andrades Neves, Riachuelo, Dr. Flores – cruzando a Avenida Salgado Filho - até que começaram a descer para Júlio de Castilhos. Paradas oportunas aconteciam frequentemente a medida do interesse dos “turistas” da cidade. Na Rua Voluntários da Pátria um movimento intenso e característico dominava de um dos pontos comerciais, e popular mais, mais conhecido da capital gaúcha. Foram poucos instantes antes deste cruzamento que o silêncio imperou entre ...

Km rodado

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Nunca tive férias mais saborosas dos que esses 15 dias no final do ano. Foram momentos deliciosos e inesquecíveis, que passei com minha família e amigos, que ficaram na memória durante meses para mim. E quando estiver sentindo saudades, pegarei as fotos que fiz, que mostram os detalhes das emoções que vivi. Mesmo que só eu saiba o valor de cada momento, mesmo que pareçam imagens singelas, álbum de família, para muitas outras pessoas. Tenho todas as 36 fotos dessa vez. E sim. Ainda tenho máquina analógica, he he he. Este ano comprarei minha digital. Assim meus sobrinhos poderão fazer auto-retratos a vontade (como se já não tivessem feito com minha analógica). Das 36, seis são dos negrões de quase dois metros de altura e menores de idade. Lamentei não ter digital ainda. Quando na sexta-feira (21) em Porto Alegre, quase comprei uma tabajara de R$ 199,00 no Carrefour. Mas pensei num investimento melhor no futuro, onde pudesse utilizar o equipamento para o trabalho também. Infelizmente esta...
"Nada mais é o amor do que o encontro das águas"

Contrastes e situações que me divertem em POA:

- Ver aqueles bonecos infláveis, ridículos, nas entradas dos estacionamentos, que no final do ano estavam com máscara de papai noel assustando adultos e crianças; - Observar velhos babões cantando guriazinhas pelas ruas (não sou mais guriazinha, mas troco de calçada quando vejo um se aproximando e com a boca espumando em minha direção); - Obervar os bolas cansadas cantando as tias solitárias pelas ruas (o papo é muito ruim e antiquado); - Me deliciar com um milk shake de ovomaltine do Bob's pelas ruas enquanto cruzo com uma magérrima se babando com uma ameixa vermelha - e adorando a fruta; - Chupar a última gota do milk shake pelo canudinho, numa tentativa de prolongar a delícia - e fazendo aquele barulhinho mal educado - enquanto um velho babão se aproxima despercebido e pergunta: tá gostoso? (É o fim!) - Perceber que a cidade está repleta de homens bonitos e "disponíveis", mas que continuam todos pensando que são a última bolachinha do pacote e que, por isso, pensam q...

Novo DNA

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Já passava da meia-noite e como sempre ela estava atrasada. Muito atrasada. O encontro estava marcado para as 19h. Era um happy hour entre as amigas, que há muito não se encontravam. A Sofia todos já conhecem. Ela nasceu atrasada, só pode ser... Nunca consegue cumprir horário. Nunca é um exagero, claro, mas dos 100 compromissos, 90 ela está além da hora. Mas a Regina, ah... Essa é chega a dormir na poltrona da sala para não perder a hora do vôo. Para que conforto quando se quer sair em tempo de fazer o check in? Então foi justamente a Regina que não apareceu a tempo de fazer a reunião do trio. Mas Sofia e Nice deram conta do recado e até demais! Mesmo que Sofia não tivesse chego com 60 minutos de atraso, faltaria tempo para tantos assuntos, risos, comes e bebes no Café Cataventos da Casa de Cultura Mário Quintana. Já eram 23 horas quando Nice decidiu ir embora. Convidou a amiga para pernoitar na sua casa e dar seqüência a longa conversa, mas Sofia recusou. Estava cansada, pois havia ch...

Eu tô feliz

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Este final de ano foi o melhor de toda a minha vida. Estou bem. Estou feliz. Isso tudo porque minha família está bem e meus amigos sulinos melhor ainda. Todos com saúde, empregados em sua maioria, com seus amores, também em sua maioria. Uns reiniciando processos, como eu, outros seguindo os planos de sucesso. Pude conferir isso tudo de perto nesses 15 dias e estou orgulhosa de todos que encontrei, de todos que me encontraram. Assim se passou o Natal e o Reveillon: com brindes alegres, conversas retrospectivas da vida de cada, churras, chimas no parque, mais conversas, mas agora futurísticas. Recebi o sorriso e o carinho de meus pais, a atenção das minhas tias, os segredos de meu irmão. Visitei amigas, sai com outras, fui ao cinema com meu amigo Ale... Fiz tudo que me permite e permitiram e ainda faltou tempo. Nessas duas últimas semanas tive agradáveis surpresas. Como o encontro com a Erê, que me lembrou que há dois anos não nos víamos, mesmo assim não havia percebido, porque era como ...

já volto...

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