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Eu tô feliz


Este final de ano foi o melhor de toda a minha vida. Estou bem. Estou feliz. Isso tudo porque minha família está bem e meus amigos sulinos melhor ainda. Todos com saúde, empregados em sua maioria, com seus amores, também em sua maioria. Uns reiniciando processos, como eu, outros seguindo os planos de sucesso. Pude conferir isso tudo de perto nesses 15 dias e estou orgulhosa de todos que encontrei, de todos que me encontraram.

Assim se passou o Natal e o Reveillon: com brindes alegres, conversas retrospectivas da vida de cada, churras, chimas no parque, mais conversas, mas agora futurísticas. Recebi o sorriso e o carinho de meus pais, a atenção das minhas tias, os segredos de meu irmão. Visitei amigas, sai com outras, fui ao cinema com meu amigo Ale... Fiz tudo que me permite e permitiram e ainda faltou tempo.

Nessas duas últimas semanas tive agradáveis surpresas. Como o encontro com a Erê, que me lembrou que há dois anos não nos víamos, mesmo assim não havia percebido, porque era como se tivéssemos nos encontrado há dois meses, embora a conversa sintetizada. Começou bem minha estada e ainda fui brindada com um par de brincos de prata, lindos, que se balançam nas minhas orelhas e fazem sons de sinos... Delicadeza da Erenice, cuja saudade foi saciada, mas a conversa está inacabada.

Depois dancei ao som da black music noites seguidas com a presença de várias pessoas, mas entre elas estava a minha amiga Mara, que não via há mais de dois anos. Foi bom demais! Ela é como se fosse minha irmã. Conversamos, nos confessamos, rimos, dançamos, paqueramos, lanchamos, amanhecemos, bebemos, balançamos a pema, como canta a Marisa Monte. Falamos do passado, do presente e do futuro. Falamos como sempre, quando passávamos as tardes de bate-papo, tomando chá com torradas e patê de frango ou de alho.

Para encerrar os encontros históricos passei o final de semana com a Viviane, minha amiga de bairro, faculdade, beberagem e de coração. Minha amiga do peito. Esse encontro estava a tanto tempo na espera, mas valeu a pena, cada momento. Passamos o final de semana na praia a conversar e planejar a vida, entre um raio de sol e um banho de mar. Entre um grão de areia e um gole de caipira. Falamos de amores vividos, de dinheiro perdido, de emprego pretendido e futuro bem-vindo. Rimos uma da outra, relembramos e criamos novas situações para serem relembradas no futuro.

Conversei ao telefone com muita gente, por várias vezes, rolaram encontros e outros ficaram na promessa, ficaram para as próximas férias. Agora estou de volta a cidade, perto de fechar os 24 meses em Videira, pronta para recomeçar e andar para frente, a frente e em linha reta. Sem escalas. Só graças!

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