Pular para o conteúdo principal

Doces e chocolates

Sim. Adoro chocolates. Não bombons recheados (com exceção das trufas, é claro), mas do mais puro e doce chocolate. Isso quer dizer que chocolate amargo tá fora do meu paladar. De amargo, basta a vida de pessoas que não se satisfazem com o que lhes é concedido e ficam incomodando terceiros, hehehe. É uma indireta para a bunduda terrorista, que em breve post aparecerá por aqui. Acho que até vou publicar uma foto dela também... Melhor não, vai assombrar meu blog, hahaha.

Bom, o que sei é que assumo minha condição de chocólotra. Eu amo chocolate e nenhum doce se compare a uma saborosa barra de chocolate preto. Meu organismo pede chocolate e não é só em período menstrual não. É claro que ele fica mais aguçado nesta fase, mas comeria, melhor, como, chocolate todos os dias. Quando não em sua forma tradicional, vai no leite, no bolo, na bala, de alguma forma eu soco cacau dentro de mim.

Fará um mês este final de semana em que minha mãe esteve aqui em Videira. Veio conhecer a minha casa e ver como estava,matar a saudade. Foram dois dias maravilhosos. Porém, antes de cá chegar ela me perguntou o que eu queria que trouxesse. Pedi três coisas: linguiça calabresa, costela e chocolates, claro. E a mãe não se fez de rogada. Me trouxe logo várias barras, que concominada com a minha tia Ica, que veio junto, somaram-se cinco deliciosas barras, sendo duas pretas.

Deveriam durar uns três meses todas elas, se não fosse um período de estrema gula. Sim, elas não duraram nem duas semanas, hahaha. Comi-as todinhas. Deu até para perceber o efeito no rosto (espinhas e cravos aos dardalhéus). Mas fiquei eu bem feliz, até acabarem todas... Como diz o dito popular, o que era doce, e pouco, se acabou...

De lá para cá, a Silvia comprou uma barra, eu comprei outra e fomos "moderando" a comilança. Mas a vontade persistiu. Então comecei a substituir o doce negro por outras delícias, como pêssegos em caldas com nata e leite condensado. Ahã, eu comi essa sobremesa bem leve e saudável. Nos últimos dias é o que ingiro após o almoço. Depois, nas tardes, adicionei outro ingrediente nesse composto: sucrilhos. Ai que dilícia ficou. Mas nada passa a vontade do bom e velho chocolate.

Eu, na fábrica de chocolate, seria aquela personagem que caiu no rio de chocolate, porque não se conteve e teve que provar e virou uma pipa de tão gorda, que os anões da fábrica tiveram que levá-la rolando para casa. Eu, nessa fábrica, mal teria entrado e já teria burlado as regras. Mas seria "eliminada" feliz, com o panção bem cheio, hehehe.

Tenho comido tanto nos últimos dias, que ando até estranhando. E o pior é que não estou preocupada com a forma física, apenas em saciar minha gula. Aliás, é o que tenho feito sempre que tenho vontade de fazer qualquer coisa. Se quero, vou atrás. Não tenho tido paciência para deixar ao acaso. Não tenho tido paciência em esperar por respostas. Se as quero, as peço, diria até que exigo. Talvez seja abstinência de cacau no sangue que esteja me impulsionando a tudo isso. Sei lá. O que sei é que sou uma viciada. Uma viciada em nicotina, em vinho, em amigos, na minha família, no Shazan, no meu "bolo fofo", em doces, em festas e é claro, em chocolates.

Querem saber? Creio que gosto mesmo é do que a vida tem de melhor para me dar!

Comentários

Iaran disse…
Depois do teu chocolate... só pra fazer inveja, eu "meti pra dentro" um pacote inteiro de bolacha recheada de num sei o que... creio q seja coco..mas tava bem bom... mas ruim memso são os olhos q ardem..mas o que o olho num vê, a barriga num sabe o que é! Beijo

Postagens mais visitadas deste blog

Se o queijo mofou está estragado [1]

Errado! E só soube disso uma semana depois de ter posto aproximadamente um quilo de queijo colonial no lixo, cheia de dó no pensamento, no estômago e principalmente nos olhos. Logo eu, que sou como avestruz e como até pedra com pimenta do reino moída na hora [se não for assim eu não gosto].

O fato aconteceu logo que vim de casa, após comemorar meu aniversário com minha família e amigos do peito [Jana, sua jararaca, não se inclua nesse núcleo]. Na bagagem sempre trago vários mimos e a cesta básica patrocinada pelo Araújo. Mas, dessa vez, tinha algo a mais: duas metades de queijo redondo, de diferentes sabores, no estilo colonial.

Depois de uma semana degustando o melhor deles, aquele mais branquinho e molinho, levemente salgado - diria que quase um polenguinho - decidi saborear o outro, mais amarelinho, sequinho e oleoso, com doce de leite. Dez dias a base de queijo e salame e enjoei. Sob orientação da minha mãe, deixei os queijos num pote bem ventilado, a sombra.

Mas a umidade no Flat fo…

Sóis

Sexta-feira de manhã. Não precisei abrir o aplicativo que controla meu ciclo menstrual para saber que estava de TPM. O mau humor era latente e já o percebia insuportável até para mim. E chovia. Muito. Dia perfeito para ficar em casa, hibernando, como costumo definir dias e este estado de espírito. Mas não. Tinha que encontrar um amigo-cliente, que ontem estava sem comunicação via smartphone. Não havia escapatória. Teria que ir.
Fechava assim meu período de pré-aniversário, antecipadamente. Não suportaria mais uma semana. Teria eu mesmo que dar o start em novas energias e começar Setembro com os dois pés direitos.
E hoje, no primeiro dia do mês, ainda cinza e molhado por aqui no Sul do país, um novo sol surgia. Mesmo que ainda de TPM, a virada do mês sopra em mim mudanças. Novos tempos. Renovação.
Fiz a mesma coisa que nos últimos sábados do calendário letivo. Acordei, peguei a mochila gasta e sai respirando o ar úmido e cheio de partículas de vida e possibilidades dentro de mim. E quand…

Nos phones: Todo homem

O sol Manhã de flor e sal E areia no batom Farol Saudades no varal Vermelho, azul, marrom Eu sou Cordão umbilical Pra mim nunca tá bom E o sol Queimando o meu jornal Minha voz, minha luz, meu som

Todo homem precisa de uma mãe
Todo homem precisa de uma mãe

O céu Espuma de maça Barriga, dois irmãos O meu Cabelo, negra lã Nariz e rosto e mãos O mel A prata, o ouro e a rã Cabeça e coração E o céu Se abre de manhã Em abrigo, em colo, em chão

Todo homem precisa de uma mãe
Todo homem precisa de uma mãe