Pular para o conteúdo principal

Tudo de novo, com fúria e folia

Há dias já estava tranquila. Minha preocupação [boba] com a idade não era mais problema. Eu continuo a mesma que há 15 anos. Talvez com algumas diferenças: uns quilinhos aqui, umas marquinhas de expressão ali... No resto, “segue o seco”.


Fazer aniversário depois dos 35 anos não é tão ruim assim. No ano passado estava adormecida, amortecida, em transe por causa dos acontecimentos familiares, mas este ano não. Senti o peso de uma idade que nem é tão rigorosa assim. De repente me dou conta que estava pronta para os 37 anos. Bem pronta!


A vida tem ajudado muito também. O mês do cachorro louco foi uma maravilha de bom para mim. Agosto rendeu muito em trabalho e aprendizado profissional. E espero que a maré continue assim: a favor dos ventos e dos céus.


E para fechar com chave de ouro a primeira semana do mês de setembro: festa! Casa cheia de amigos e parentes chegados. “Eu não convidei ninguém, mas veio todo mundo.” Sim, a pequena patota serve por uma população. Foram quase 12 horas ininterruptas de falação, comilança e beberagem. E risos. Muita risada. De doer as canjicas.


Nada melhor do que começar tudo de novo, do que com a energia recarregada de fúria e folia [rumo ao mágico]. Agora estou pronta para as segundas-feiras. Então, que venham todas, que o Garfield tá de férias por tempo indeterminado.



Comentários

jana disse…
e eu fui testemunha. ri como não ria a muito tempo.
eu fui uma das que não foi convidada mas compareci, e como sou abusada hj fui de novo, kkkk
só faltou homens nessa festa improvisada, mas como não tenho preconceitos posso dizer que a safra da mulherada estava bem boa, a começar pelas tias

Postagens mais visitadas deste blog

Se o queijo mofou está estragado [1]

Errado! E só soube disso uma semana depois de ter posto aproximadamente um quilo de queijo colonial no lixo, cheia de dó no pensamento, no estômago e principalmente nos olhos. Logo eu, que sou como avestruz e como até pedra com pimenta do reino moída na hora [se não for assim eu não gosto].

O fato aconteceu logo que vim de casa, após comemorar meu aniversário com minha família e amigos do peito [Jana, sua jararaca, não se inclua nesse núcleo]. Na bagagem sempre trago vários mimos e a cesta básica patrocinada pelo Araújo. Mas, dessa vez, tinha algo a mais: duas metades de queijo redondo, de diferentes sabores, no estilo colonial.

Depois de uma semana degustando o melhor deles, aquele mais branquinho e molinho, levemente salgado - diria que quase um polenguinho - decidi saborear o outro, mais amarelinho, sequinho e oleoso, com doce de leite. Dez dias a base de queijo e salame e enjoei. Sob orientação da minha mãe, deixei os queijos num pote bem ventilado, a sombra.

Mas a umidade no Flat fo…

Escrita Criativa e Afetiva? Temos!

Sim! Temos novidade Rosa Carvão. E se você é de Porto Alegre, ou região metropolitana, e quer aperfeiçoar a tua comunicação escrita, este post é para ti.

Devido a acontecimentos tristes nos últimos tempos, percebemos que a humanidade anda carente de bons sentimentos. Então, decidimos espalhar amor por meio do que sabemos fazer de melhor: nossas profissões! Por que não distribuir energia positiva nas nossas relações de trabalho e pessoais, por meio das palavras (sem precisar ser um escritor profissional)? E sim. É possível!

Então organizamos o curso Escrita Criativa e Afetiva, que desenvolve a sua habilidade de escrever com afetuosidade, agregando valor à sua comunicação, estabelecendo empatia e, até, gerando engajamento das pessoas no seu projeto de vida ou profissional.

Venha aprimorar seu texto por meio de exercícios que estimulam sua criatividade, dos conhecimentos fundamentais da escrita e da produção. E prepare-se para ser introduzido a uma gama de formatos e possibilidades de l…

Feminino e masculino

A Rosa Carvão é uma empresa feminina. Assumidamente feminina. Somos duas mulheres que uniram qualidades, parceiros, habilidades, profissões, temperamentos, sonhos, personalidades, famílias. E família tem mãe, pai, irmãs, irmãos, tem filha, tem filho. Temos participações masculinas. Amigos. Clientes homens. Lembro-me da mãe discutindo com meu pai sobre a importância de alguns cuidados. O posicionamento machista que orientava o homem lá de casa, “dizia-lhe” que devia zelar por nós: suas duas filhas e esposa. O que era completamente desnecessário. As mulheres são autossuficientes, independentes, fortes e cuidadosas. São fênix! E as do nosso lar ainda eram dominantes. Por lá, o zelo era constante. Recíproco. E o “duelo de titãs” sempre acabava saldo positivo: saúde boa para todos os integrantes da família, para todos os gêneros. Compartilhamos este exemplo porque acreditamos que é preciso discutir a relação, sempre, quando o assunto é bem-estar. Saúde. Sim. Seremos recorrentes no tema. P…