Pular para o conteúdo principal

Amigos de infância


Danilo e Edgard (em cima), Janaína e Peterson

Eu tive a melhor infância. Meus pais me amaram, de deram casa, comida e roupa lavada também. Me educaram e hoje tenho valores inestimáveis para mim, que me orgulho de tê-los.

Foi na infância também que comecei a construção de amizades. Esses aí de cima, eu vejo pouco, mas são meus amigos de escola, mais propriamente dizendo: de coléginho! Falta ainda um bando de maloqueiros, tratantes, renegados e outros displicentes. Mas, o que vale é que a gente se diverte quando se encontra (principalmente Eu, a Jana e o Peterson - os baixinhos da foto, literalmente, sentados ou de pé eles ficariam na mesma altura, he he).

O que sei é que: Encontrar os amigos de infância, como os do Coléginho, não tem preço! Para todas as outras coisas, como viajar 1000 km, fazer um concurso 'forçado', ficar longe do Shazan, não ter dinheiro, andar de ônibus urbano (esperar ônibus); existem amigos, parentes e mastercard, claro...

Comentários

Betty boop disse…
Nane sua louca mesmo com pouquissimos encontros e anos de separação eu adoro vc, tenho certeza que o Pp também.
Sentada ou em pé tenho a mesma altura, ser baixinha é foda mesmo que eu seja, o que vc não sabe é que na horizontal não faz a menor diferença, he he he
Adoreiiiiiiii a noite
Bjs
P.S: não autorizo o uso da minha imagem no teu blogg, vou te processar

Postagens mais visitadas deste blog

Se o queijo mofou está estragado [1]

Errado! E só soube disso uma semana depois de ter posto aproximadamente um quilo de queijo colonial no lixo, cheia de dó no pensamento, no estômago e principalmente nos olhos. Logo eu, que sou como avestruz e como até pedra com pimenta do reino moída na hora [se não for assim eu não gosto].

O fato aconteceu logo que vim de casa, após comemorar meu aniversário com minha família e amigos do peito [Jana, sua jararaca, não se inclua nesse núcleo]. Na bagagem sempre trago vários mimos e a cesta básica patrocinada pelo Araújo. Mas, dessa vez, tinha algo a mais: duas metades de queijo redondo, de diferentes sabores, no estilo colonial.

Depois de uma semana degustando o melhor deles, aquele mais branquinho e molinho, levemente salgado - diria que quase um polenguinho - decidi saborear o outro, mais amarelinho, sequinho e oleoso, com doce de leite. Dez dias a base de queijo e salame e enjoei. Sob orientação da minha mãe, deixei os queijos num pote bem ventilado, a sombra.

Mas a umidade no Flat fo…

Sóis

Sexta-feira de manhã. Não precisei abrir o aplicativo que controla meu ciclo menstrual para saber que estava de TPM. O mau humor era latente e já o percebia insuportável até para mim. E chovia. Muito. Dia perfeito para ficar em casa, hibernando, como costumo definir dias e este estado de espírito. Mas não. Tinha que encontrar um amigo-cliente, que ontem estava sem comunicação via smartphone. Não havia escapatória. Teria que ir.
Fechava assim meu período de pré-aniversário, antecipadamente. Não suportaria mais uma semana. Teria eu mesmo que dar o start em novas energias e começar Setembro com os dois pés direitos.
E hoje, no primeiro dia do mês, ainda cinza e molhado por aqui no Sul do país, um novo sol surgia. Mesmo que ainda de TPM, a virada do mês sopra em mim mudanças. Novos tempos. Renovação.
Fiz a mesma coisa que nos últimos sábados do calendário letivo. Acordei, peguei a mochila gasta e sai respirando o ar úmido e cheio de partículas de vida e possibilidades dentro de mim. E quand…

Nos phones: Todo homem

O sol Manhã de flor e sal E areia no batom Farol Saudades no varal Vermelho, azul, marrom Eu sou Cordão umbilical Pra mim nunca tá bom E o sol Queimando o meu jornal Minha voz, minha luz, meu som

Todo homem precisa de uma mãe
Todo homem precisa de uma mãe

O céu Espuma de maça Barriga, dois irmãos O meu Cabelo, negra lã Nariz e rosto e mãos O mel A prata, o ouro e a rã Cabeça e coração E o céu Se abre de manhã Em abrigo, em colo, em chão

Todo homem precisa de uma mãe
Todo homem precisa de uma mãe