Pular para o conteúdo principal

Para os 38:


Eu procuro um amor, que ainda não encontrei. Diferente de todos que amei. Nos seus olhos quero descobrir uma razão para viver e as feridas dessa vida, eu quero esquecer. Pode ser que eu o encontre numa fila de cinema, numa esquina ou numa mesa de bar.
Procuro um amor que seja bom pra mim. Vou procurar, eu vou até o fim. E eu vou tratá-lo bem, pra que ele não tenha medo, quando começar a conhecer os meus segredos.
Eu procuro um amor, uma razão para viver, e as feridas dessa vida eu quero esquecer. Pode ser que eu gagueje, sem saber o que falar, mas eu disfarço e não saio sem ele de lá. Procuro um amor que seja bom pra mim. Vou procurar, eu vou até o fim. E eu vou tratá-lo bem pra que ele não tenha medo, quando começar a conhecer os meus segredos...
[Frejat: Segredos]

Comentários

Jana disse…
guria, eu cheguei nesse bendito 38ha ha ha
se vc encontrar esse amor e se por um acaso ele não for o teu número manda para ca.... confio no teu bom gosto

mando amiguxa. mas como tu é mais velha, creio que também sairá na frente em relação ao amor. minha mãe me ensinou assim, ao menos: primeiro os mais velhos! hahahaha

Postagens mais visitadas deste blog

Se o queijo mofou está estragado [1]

Errado! E só soube disso uma semana depois de ter posto aproximadamente um quilo de queijo colonial no lixo, cheia de dó no pensamento, no estômago e principalmente nos olhos. Logo eu, que sou como avestruz e como até pedra com pimenta do reino moída na hora [se não for assim eu não gosto].

O fato aconteceu logo que vim de casa, após comemorar meu aniversário com minha família e amigos do peito [Jana, sua jararaca, não se inclua nesse núcleo]. Na bagagem sempre trago vários mimos e a cesta básica patrocinada pelo Araújo. Mas, dessa vez, tinha algo a mais: duas metades de queijo redondo, de diferentes sabores, no estilo colonial.

Depois de uma semana degustando o melhor deles, aquele mais branquinho e molinho, levemente salgado - diria que quase um polenguinho - decidi saborear o outro, mais amarelinho, sequinho e oleoso, com doce de leite. Dez dias a base de queijo e salame e enjoei. Sob orientação da minha mãe, deixei os queijos num pote bem ventilado, a sombra.

Mas a umidade no Flat fo…

Escrita Criativa e Afetiva? Temos!

Sim! Temos novidade Rosa Carvão. E se você é de Porto Alegre, ou região metropolitana, e quer aperfeiçoar a tua comunicação escrita, este post é para ti.

Devido a acontecimentos tristes nos últimos tempos, percebemos que a humanidade anda carente de bons sentimentos. Então, decidimos espalhar amor por meio do que sabemos fazer de melhor: nossas profissões! Por que não distribuir energia positiva nas nossas relações de trabalho e pessoais, por meio das palavras (sem precisar ser um escritor profissional)? E sim. É possível!

Então organizamos o curso Escrita Criativa e Afetiva, que desenvolve a sua habilidade de escrever com afetuosidade, agregando valor à sua comunicação, estabelecendo empatia e, até, gerando engajamento das pessoas no seu projeto de vida ou profissional.

Venha aprimorar seu texto por meio de exercícios que estimulam sua criatividade, dos conhecimentos fundamentais da escrita e da produção. E prepare-se para ser introduzido a uma gama de formatos e possibilidades de l…

Eu choro

Sou temporã. Nasci dez anos depois da primogênita. E nove, depois do filho do meio. Vim quando ninguém esperava, e cá estou. A filha caçula da Maria e do José. Meu pai torcia para que nascesse no seu aniversário – 11 de setembro. Mas sou temporã nos dois sentidos da palavra. Na minha família sou a única que não veio ao mundo pelas mãos de uma parteira. Ufa! A moderninha. Confesso: gosto da ideia de romper paradigmas, mesmo que de pequeno porte. Também fui a única a participar de atividades do movimento estudantil durante o ensino médio e a cursar uma faculdade. Ah, mas o meu orgulho em casa foi ter sido a precursora em verbalizar o Eu Te Amo. Demorou, mas saiu. E depois do primeiro, banalizei. Espraiei. 

Mas de volta ao meu nascimento... Rompi à vida em silêncio. De madrugada. Meu Paiaço adorava contar este momento: “Tu não queria chorar, então, o médico deu um tapinha na tua bunda para que chorasse, para ver se estava tudo bem. E tu abriu o berreiro”.  Crendice ou ciência da época, eu n…