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Blogar, Dormir e Comer

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Vou direto ao assunto. Estou no sétimo dia do adenovírus conjuntivite. Sim. Esse assunto de novo. Sei que estou redundante, chata, mas já estou disseminando os sintomas da doença para vocês. É. É a única coisa que posso fazer, contrariando as orientações médica de não forçar as vistas, com esta merda de moléstia. Blogar. Blogar, ver tevê, dormir e comer. Nem preciso dizer que estou que nem gado confinado em casa. Só engordando. E vadiando pelas redes sociais. Na segunda, depois de consultar com meu oftalmologista oficial, fui ao mercado. Sabia que precisaria estocar comida por uma semana. Para mim e para as crianças. Como não sou boa com cálculos e compras, óbvio que faltariam coisas gostosas que manteriam minha mente equilibrada. Tais como chocolate por exemplo, que decidi não comprar para me convencer de que não sou mais chocólatra. Coisa de viciada em reabilitação. Só que não! Mas hoje fui salva por uma tia, que em uma visita relâmpago – na verdade para não ficar ...

Atualizando em 5, 4, 3...

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Primeiramente, #ForaTemer. Segundamente, sou uma mulher de 42 anos agora. Completados recentemente. Dia 7, último. De lá para cá, pouca coisa aconteceu, mas foram importantes. Minha família e amigos comemoraram comigo. Mesmo sendo um ano triste, para poucos motivos, não foi um aniversário em vão. Houve um ano que não comemorei. Fiquei longe, na terra do nunca, sozinha. Triste. E os meus amores aqui, a me esperar. Nunca mais passei por isso. Meu pai não permitiu (aliás, se fosse vivo, dia 11 último também estaria de bodas). Eu também não quis mais viver na penumbra. Esconder-me. Graças a Deus - sim, aprendi a falar em Deus com sentimento sincero e não só uma força de expressão –, ao amor fraterno e a mim mesma. Agora, cada ano é uma festa. Mesmo que diferente, eu comemoro. Esse ano trocaria qualquer festejo por um pouco mais de tempo ao lado da minha querida. Mas entendo que o tempo dela, que seu ciclo completou, e foi melhor assim. Uma hora o sofrimento tem que terminar. ...

Vivemos um retrocesso!

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Este 7 de setembro não terá comemorações grandiosas. Parte da nação está de luto. E eu também estou. Duplamente. Temos um presidente golpista à frente do país. E uma sociedade mesquinha que vibra com isso. Pior. Acredita que haverá desenvolvimento com a saída da esquerda do poder. Não quero ser pessimista, mas agora é esperar a crise interna se agravar, o social desabar e a educação descambar de vez. Rasgar a constituição e jogar o que sobrou no lixo não será difícil para quem já faz isso capítulo por capítulo, há tempos. Voltou o desgoverno. A gestão das minorias, dos empresários, da elite... Vivemos um retrocesso, muito bem arquitetado por aqueles que não se envergonharam de atirar a primeira pedra, considerando que já haviam pecado em maior escalada. Basta jogar no Google e conferir. Esqueceu como a direita governa? Então veja na internet todo o histórico. E não chore.

DIÁRIO DIETÉTICO: Fechei a boca

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Seguindo o barco sobre saúde ou estética versus dietas, como queiram, venho aqui assumir para vocês a minha fraqueza para fazer dietas com resultados. Não consigo! Leio reportagens, blogs, acompanho amigos na luta diária (e com vitórias) contra a obesidade ou sobrepeso, vou ao endocrinologista, faço exames, procuro nutricionistas e nada. E eu continuo comendo e bebendo... e engordando. É como tem dito uma colega de faculdade que vem emagrecendo para quem lhe pergunta o que tem feito. “Fechei a boca.” Não há mistério, de fato. A questão é com qual determinação se faz isso. No meu caso, onde se compra essa determinação, por que preciso de várias unidades para realizar e persistir em uma dieta restritiva. Confesso um pecado agora: tenho tido inveja dessa galera que faz dieta e em 30 dias já posta foto dizendo que entrou naquela calça dois números menores. Morta com farofa de inveja. Mas preparem-se. Você pode não acreditar, mas eu ei de conseguir emagrecer sem preci...

Emagrece que cresce!

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Eu tenho um emprego novo. E colegas novos em sua maioria e, no meio deles, duas amigas. Uma delas divide a área de trabalho comigo. Tem a paciência de me explicar toda a dinâmica do nosso cotidiano e nem se cansa de repetir. Na verdade deve estar cansada de falar pela 19ª vez a mesma coisa, mas é paciente. E agradeço por ter calma comigo. Então, essa mesma amiga e colega pega o ônibus comigo, ou uma carona para a civilização quando estou de Bólido. Hoje, nossa rotina ganhou mais uma persona. A colega da editoria de Polícia. Comentava com elas sobre o fato do Krust, um ex affair, ter realizado uma bariátrica hoje. Disse-lhes que eu continuaria gorda a ter que passar por um processo tão invasivo. Arriscado mesmo. E que, ao final, ainda assustador com tanta pele extra. Como na minha vida tudo acontece, saíamos do pátio da empresa, e eu a tagarelar sobre o meu aniversário de 2015, quando outra amiga pediu a um dos queridos presentes, com então pouco mais de um ano de bariátrica, p...

O inverno vai passar...

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Estou aqui me debulhando em lágrimas. Meio de requenguela assisti ao programa sobre os 18 anos da morte do cantor e compositor sertanejo Leandro. Ele, assim como minha mãe, foi vítima de câncer. Por isso está sendo difícil não me emocionar com o sentimento das pessoas que estiveram em volta da luta do artista. Aliás, quando um ente querido está doente, a batalha é de todos. Amigos, médicos e familiares. Fazendo uma retrospectiva breve, lembro bem que depois do diagnóstico de câncer na minha mãe, já na saída do consultório, eu só pensava em tratamento. Em tentar todas as opções, buscar apoio médico especializado - o melhor para ela. No contraponto, sob o olhar e experiência de quem acompanhou a passagem de uma tia e da vó com a mesma doença, a mãe já estipulava até onde queria ir. E eu querendo ultrapassar barreiras. Foram pouco mais de três anos de persistência. De muita força, incentivo, quimioterapia, radioterapia, exames, alimentação alternativa, de reza, benzedura, ...

E é para agora?!

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Estou andando de ônibus. Como se fosse meu primeiro dia na escola, fui trabalhar utilizando o transporte coletivo, sob uma atmosfera ansiosa. Rota diferente já de cara, para deixar o Bólido no médico. Precisava de um check up , e reparos na embreagem e câmbio. Sem falar de um make up na lateral traseira, mas isto creio que ficará para mais tarde... Enquanto o querido é bem tratado na oficina, eu corto a cidade em um transversal rumo ao trabalho. Medo de atrasar, de pegar a condução errada, de o ônibus atrasar, pois não sei os horários. Mas não. Tudo deu certo, sincronizado, e em tempo. Já na redação consagrei o que a maioria diz, mas que na verdade não é consenso entre as pessoas: eu hajo e reajo na pressão, mesmo! É nos 45 minutos do segundo tempo que ponho meu time em campo. E, sim, dá certo. Queria ser diferente. Esse esquema de sempre deixar para o horário limite não é bom para os nervos, para o desenvolvido das atividades, a qualidade do trabalho... ...