terça-feira, 29 de novembro de 2011

Close

Cena de Olhe para Mim de Novo, um dos títulos da mostra que começa hoje

Crédito: Avante Filmes / Divulgação / CP

Desta terça-feira até domingo será realizada, em Porto Alegre, a segunda edição do Close – Festival Nacional de Cinema da Diversidade Sexual. Os filmes serão exibidos em três salas: CineBancários, Eduardo Hirtz da CCMQ e Memorial do Rio Grande do Sul.

A maioria dos filmes exibidos no Close é inédita no Rio Grande do Sul e não estão disponíveis nem em locadoras ou na Internet; após as sessões ocorrerão debates. A programação contará com três mostras principais: Mostra Competitiva, com o melhor dos filmes curtas-metragens selecionados, que disputarão premiações em dez categorias; Mostra Paralela, não competitiva, com filmes selecionados pela curadoria; e Mostra Informativa, com uma seleção de filmes convidados - em curta, média ou longa-metragem - de conteúdo artístico, histórico ou social, nacionais e estrangeiros.

A cerimônia de abertura será às 19h, no CineBancários (General Câmara, 424), com exibição de "Meu Amigo Cláudia", seguido de debate com o diretor, Dacio Pinheiro, e o crítico Marcus Mello. Uma retrospectiva do cinema Lgbt brasileiro é feita no média-metragem "Cinema em Sete Cores", com a presença do diretor Filipe Tostes. A coprodução Brasil/Dinamarca "Rosa Morena" é um dos destaques. Já a Mostra Corpo Militar, através dos filmes "Sebastiane" e "Brigada Pára-Quedista" visa abordar a retratação do corpo militar no cinema através de uma perspectiva homoerótica. Ainda vale ressaltar o polêmico "Bocage - O Triunfo do Amor, e a estreia em Porto Alegre do documentário "Olhe pra Mim de Novo".

Segundo seus organizadores, o festival tem como objetivo valorizar produções cinematográficas e promover reflexões em relação a seu tema principal: a diversidade de expressões da sexualidade humana. Em sua segunda edição, o Close tem, também, na sua programação a promoção, novamente de encontros e diálogos entre cineastas, estudantes, pesquisadores e cinéfilos. Da mesma forma que durante a primeira edição, a produção do evento espera reunir, nos dias do Festival, um público diverso, crítico e curioso, interessado nas questões sobre as diferenças e singularidades ligadas à sexualidade, por meio de produções audiovisuais de alta qualidade técnica e artística, ousadas e diferentes.
 
Fonte: Jornal Correio do Povo

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