Pular para o conteúdo principal

Divã: Tem que vir com a bula

Sabe aquelas mulheres altas e que, mesmo assim, usam sapatos com salto¿ Aquele tipo de mulher que pisa firme e suave, marcando a presença. Mas que ao sorrir são receptivas e o abraço é caloroso e meigo¿ Assim é a minha nova terapeuta.
Não, o primeiro não deu certo. Ele fez um bom tratamento de choque, mas tem problemas com o “pós-venda”. Então dei um tempo, pois pensei que pudesse ser auto didata no esquema. Porém me enganei. Tem um momento da vida da gente que consultar o amigo ou ler um livro de autoajuda já não são mais processos suficientes. E beber em excesso, sempre, só leva ao alcoolismo. #Fato
Pois então, procurei um novo profissional, de fato, e encontrei esta que atende pela psicologia transpessoal [joga no google que tu encontra o que é]. Gostei! E agora sei que a coisa, depois dos primeiros momentos de empolgação, está ficando séria. O que é melhor ainda.
No entanto, não entendo por que precisamos de um dia fixo para a terapia. O encontro teria que ser no help. Tem vezes que entro naquele consultório e não tenho do que reclamar. Noutro dia, basta acordar que já estou cheia de lembranças amargas e fantasmagóricas na cabeça. E penso: “porque não podia ter passado por isso ontem¿”
Acho que vou pedir alguma técnica de relaxamento para ela. Assim, quando surgir essa sensação de perda, fracasso, desânimo, baixa estima, eu saiba vencer. Afinal é pra isso que vou lá. Pra vencer meus medos... Sou assim, que nem remédio. Preciso estar com a bula junto. Se não perco as contraindicações, exagero na dosagem e saio do prazo de validade.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Se o queijo mofou está estragado [1]

Errado! E só soube disso uma semana depois de ter posto aproximadamente um quilo de queijo colonial no lixo, cheia de dó no pensamento, no estômago e principalmente nos olhos. Logo eu, que sou como avestruz e como até pedra com pimenta do reino moída na hora [se não for assim eu não gosto].

O fato aconteceu logo que vim de casa, após comemorar meu aniversário com minha família e amigos do peito [Jana, sua jararaca, não se inclua nesse núcleo]. Na bagagem sempre trago vários mimos e a cesta básica patrocinada pelo Araújo. Mas, dessa vez, tinha algo a mais: duas metades de queijo redondo, de diferentes sabores, no estilo colonial.

Depois de uma semana degustando o melhor deles, aquele mais branquinho e molinho, levemente salgado - diria que quase um polenguinho - decidi saborear o outro, mais amarelinho, sequinho e oleoso, com doce de leite. Dez dias a base de queijo e salame e enjoei. Sob orientação da minha mãe, deixei os queijos num pote bem ventilado, a sombra.

Mas a umidade no Flat fo…

Uma pegada forte e 15 dias

Faz tempo que não escrevo sobre sexo. Talvez por que venho praticando pouco. Ou a qualidade tenha decaído. Creio que é isso. Tem muito cara se achando por aí. E não tem idade. É jovem, maduro ou... vividos.
Não me lembro de ter transado com um cara jovem que não fosse afoito. Imagino que pensam que basta meter, forte, que a mulher afrouxa a musculatura e goza. Sei não...
Já os maduros apostam na experiência para agradar sua parceira. E expressam isso. Eu chupo, eu pego, eu belisco... Na hora da cama, eles não sabem nem tocar uma mulher com volúpia. Quem dirá cumprir todas as falsas afirmações. E pior: tem homens maduros que não curtem “cunnilingus”, mas adoram uma felação. Que merda. Há machismo até no sexo. :o E tem os vividos, o sexo sênior. Desculpa aí, mas tenho pouca experiência nessa área. Ufa! Ainda bem. No entanto, se o Djavan me pedisse qualquer coisa chorando, eu faria sorrindo, ajoelhada. Ou coisa parecida. J
No meio de tudo isso tem “os caras”. Os que sacam do paranauê. E qua…

Tabaco em pó

Ah, meu trabalho me diverti! No cotidiano do jornalismo, quando estou apurando as informações, encontro de tudo: gente normal, gente doida; assassino, polícia; travesti e religiosas. Tem até um senhor, cheirador de rapé.
É o seu Willi. Ele é um velhinho alemão, simpático, com forte sutaque que denuncia sua origem. Ó conheci hoje. No meio de uma entrevista, onde ele entrou de gaiato, puxou do bolso o porta fumo em pó dele e deu uma cheirada.
"Eu nunca fiquei resfriado ou doente fumando rapé. Esse eu ganhei (n lembro de onde veio o fumo, mas era importado), mas eu também faço. Ontem mesmo foi a Jussara lá buscar. Olha o cartão dela aqui. Ela é massoterapeuta", disse o alemão.
Divirtido o senhor, que tem várias manias, além de cheirar o pó perfumado e fino, quase uma poeira. E advinhem, ele me ofereceu e eu aceitei. Pus no dorso da mão, entre o polegar e o indicador e mandei ver no narigão chato. A inexperiência me fez cheirar tudo numa narina só. Não tenho a prática do velhinho,…