Pular para o conteúdo principal

Tchê!

Cais do Porto: um dos meus lugares favoritos!

Sou boba. Orgulhosa. Curiosa. Politizada. Cidadã atuante. Amante do meu Estado. Amante da minha cidade. Sim, sou bairrista. Essa coisa toda que caracteriza os gaúchos como os melhores de todos no Brasil. Uma grandessíssima bobagem no final. Aliás, do início ao fim e sem precedentes.
Porém, não consigo negar a felicidade que sinto de ver alguns espaços públicos de Porto Alegre em rede nacional, mesmo que em horário não tão privilegiado. Mesmo assim, para todo o país conhecer que aqui mais ao Sul do Brasil, a pilcha é traje típico. E não uniforme dos gaúchos. Sim, esse equívoco cultural existe e para mim é mais um preconceito. Mas tudo bem...
Estamos tendo oportunidade de mostrar que na capital dos gaúchos há restaurantes elegantes e especializados, com serviços de primeira linha. E como em qualquer lugar geográfico e urbano brasileiro, há bairros populares, de classe média baixa, alta, os nichos hippie, cult e cool, além daqueles tidos como de classe A. Para demonstrar que gaúcho é grosso sim, mas também sabe fazer a linha fina, inclusive, em uma mesma pessoa. Ou não! Como preferir.
No entanto, isso não é o mais importante em minha opinião. E também foge um pouco do que é “divulgado” na nova novela das 6. O relevante mesmo que venho retratar nesse post são as belas paisagens urbanas de Porto Alegre, que é uma cidade linda. As ruas são extremamente arborizadas, os parques são limpos e bem cuidados [embora isso seja resultado da exigência de seus frequentadores habituais aos poderes públicos], há dezenas de espaços culturais e diversificados espalhados pela cidade, com programação gratuita e de qualidade para os apreciadores.
Há também uma grande variedade de opções em bares, pub’s, botecos, danceterias, restaurantes, lancherias, cafés... Estilos que, com certeza, nem eu sei que existem aqui. E não! Não estou exagerando... Se quer mesmo conferir, vem pra cá nos conhecer. Tu vais gostar, ah se vai!
***
E para quem tem a Oração ao Tempo como uma das canções mais lindas e está nas preferidas, acha pouco o tempo da vinheta para curtir, veja este post antiguinho e dá uma curtida de novo. Pra mim é hits!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Se o queijo mofou está estragado [1]

Errado! E só soube disso uma semana depois de ter posto aproximadamente um quilo de queijo colonial no lixo, cheia de dó no pensamento, no estômago e principalmente nos olhos. Logo eu, que sou como avestruz e como até pedra com pimenta do reino moída na hora [se não for assim eu não gosto].

O fato aconteceu logo que vim de casa, após comemorar meu aniversário com minha família e amigos do peito [Jana, sua jararaca, não se inclua nesse núcleo]. Na bagagem sempre trago vários mimos e a cesta básica patrocinada pelo Araújo. Mas, dessa vez, tinha algo a mais: duas metades de queijo redondo, de diferentes sabores, no estilo colonial.

Depois de uma semana degustando o melhor deles, aquele mais branquinho e molinho, levemente salgado - diria que quase um polenguinho - decidi saborear o outro, mais amarelinho, sequinho e oleoso, com doce de leite. Dez dias a base de queijo e salame e enjoei. Sob orientação da minha mãe, deixei os queijos num pote bem ventilado, a sombra.

Mas a umidade no Flat fo…

Sóis

Sexta-feira de manhã. Não precisei abrir o aplicativo que controla meu ciclo menstrual para saber que estava de TPM. O mau humor era latente e já o percebia insuportável até para mim. E chovia. Muito. Dia perfeito para ficar em casa, hibernando, como costumo definir dias e este estado de espírito. Mas não. Tinha que encontrar um amigo-cliente, que ontem estava sem comunicação via smartphone. Não havia escapatória. Teria que ir.
Fechava assim meu período de pré-aniversário, antecipadamente. Não suportaria mais uma semana. Teria eu mesmo que dar o start em novas energias e começar Setembro com os dois pés direitos.
E hoje, no primeiro dia do mês, ainda cinza e molhado por aqui no Sul do país, um novo sol surgia. Mesmo que ainda de TPM, a virada do mês sopra em mim mudanças. Novos tempos. Renovação.
Fiz a mesma coisa que nos últimos sábados do calendário letivo. Acordei, peguei a mochila gasta e sai respirando o ar úmido e cheio de partículas de vida e possibilidades dentro de mim. E quand…

Nos phones: Todo homem

O sol Manhã de flor e sal E areia no batom Farol Saudades no varal Vermelho, azul, marrom Eu sou Cordão umbilical Pra mim nunca tá bom E o sol Queimando o meu jornal Minha voz, minha luz, meu som

Todo homem precisa de uma mãe
Todo homem precisa de uma mãe

O céu Espuma de maça Barriga, dois irmãos O meu Cabelo, negra lã Nariz e rosto e mãos O mel A prata, o ouro e a rã Cabeça e coração E o céu Se abre de manhã Em abrigo, em colo, em chão

Todo homem precisa de uma mãe
Todo homem precisa de uma mãe