Pular para o conteúdo principal

Eu, entre o público e o privado



Adoro quando tomo decisões. E agora nem sofro mais. Este ano está sendo tão importante e definitivo para algumas questões, que está me fazendo amadurecer com tranqüilidade e consciência de forma em geral. E isso tem me trazido paz de espírito. Isso é muito bom!

Hoje, eu vejo um possível problema e o tento resolver de imediato. Se não consigo, continuo buscando uma solução ponderada e sem interferência em outros aspectos e pessoas. Por fim, se isso não é possível, trato tudo da melhor maneira possível. E claro, sem perder a graça, a irreverência e o meu jeito todo especial de ser.

Assim também acontece com inutilidades. Apenas listo as tranqueiras da minha vida, ainda dou uma avaliada profunda nos prós e contras, para logo dizer BASTA! Em seguida abro um sorriso e digo a mim mesma: “Estou orgulhosa de ti, Elaine!” E o dia todo cinza de um inverno chuvoso se torna luminosamente ensolarado. E passo a gostar ainda mais de mim e dessa vida.

Nesta terça, a alegria ficou por conta de uma simples decisão. Não quero mais meu blog e o meu MSN alternativo. Uma grande bobagem aqueles instrumentos. Não agregam nada a mais na minha vida. Ao contrário. Sem eles minha vida seguirá a mesma coisa em aspectos relevantes. Minha estima também nunca esteve melhor com eles. Então, como diz um amigo “paulista”, para que manter aquelas bobagens? Não, não...

Portanto, os únicos dois amigos que têm os endereços, que tratem de aproveitar a esse outro aspecto da minha personalidade. Por que amanhã ele pertencerá só mim. Novamente!

Comentários

Anônimo disse…
Nossa....vc tá mudada hein!!!!

Rou....beijokas
Hehehehe. Rou, queridona, é o ano sabático fez milagres em mim. E, ao mesmo tempo, apenas estou passando uma peneira na vida.

Beijocas e saudades!
Anônimo disse…
ah sim, depois de contar o que eu fiz lá vc vai se livrar dele, kkk

Postagens mais visitadas deste blog

Se o queijo mofou está estragado [1]

Errado! E só soube disso uma semana depois de ter posto aproximadamente um quilo de queijo colonial no lixo, cheia de dó no pensamento, no estômago e principalmente nos olhos. Logo eu, que sou como avestruz e como até pedra com pimenta do reino moída na hora [se não for assim eu não gosto].

O fato aconteceu logo que vim de casa, após comemorar meu aniversário com minha família e amigos do peito [Jana, sua jararaca, não se inclua nesse núcleo]. Na bagagem sempre trago vários mimos e a cesta básica patrocinada pelo Araújo. Mas, dessa vez, tinha algo a mais: duas metades de queijo redondo, de diferentes sabores, no estilo colonial.

Depois de uma semana degustando o melhor deles, aquele mais branquinho e molinho, levemente salgado - diria que quase um polenguinho - decidi saborear o outro, mais amarelinho, sequinho e oleoso, com doce de leite. Dez dias a base de queijo e salame e enjoei. Sob orientação da minha mãe, deixei os queijos num pote bem ventilado, a sombra.

Mas a umidade no Flat fo…

Uma pegada forte e 15 dias

Faz tempo que não escrevo sobre sexo. Talvez por que venho praticando pouco. Ou a qualidade tenha decaído. Creio que é isso. Tem muito cara se achando por aí. E não tem idade. É jovem, maduro ou... vividos.
Não me lembro de ter transado com um cara jovem que não fosse afoito. Imagino que pensam que basta meter, forte, que a mulher afrouxa a musculatura e goza. Sei não...
Já os maduros apostam na experiência para agradar sua parceira. E expressam isso. Eu chupo, eu pego, eu belisco... Na hora da cama, eles não sabem nem tocar uma mulher com volúpia. Quem dirá cumprir todas as falsas afirmações. E pior: tem homens maduros que não curtem “cunnilingus”, mas adoram uma felação. Que merda. Há machismo até no sexo. :o E tem os vividos, o sexo sênior. Desculpa aí, mas tenho pouca experiência nessa área. Ufa! Ainda bem. No entanto, se o Djavan me pedisse qualquer coisa chorando, eu faria sorrindo, ajoelhada. Ou coisa parecida. J
No meio de tudo isso tem “os caras”. Os que sacam do paranauê. E qua…

Tabaco em pó

Ah, meu trabalho me diverti! No cotidiano do jornalismo, quando estou apurando as informações, encontro de tudo: gente normal, gente doida; assassino, polícia; travesti e religiosas. Tem até um senhor, cheirador de rapé.
É o seu Willi. Ele é um velhinho alemão, simpático, com forte sutaque que denuncia sua origem. Ó conheci hoje. No meio de uma entrevista, onde ele entrou de gaiato, puxou do bolso o porta fumo em pó dele e deu uma cheirada.
"Eu nunca fiquei resfriado ou doente fumando rapé. Esse eu ganhei (n lembro de onde veio o fumo, mas era importado), mas eu também faço. Ontem mesmo foi a Jussara lá buscar. Olha o cartão dela aqui. Ela é massoterapeuta", disse o alemão.
Divirtido o senhor, que tem várias manias, além de cheirar o pó perfumado e fino, quase uma poeira. E advinhem, ele me ofereceu e eu aceitei. Pus no dorso da mão, entre o polegar e o indicador e mandei ver no narigão chato. A inexperiência me fez cheirar tudo numa narina só. Não tenho a prática do velhinho,…