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Nem tudo são flores

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  Quem me dera dormir e acordar todos os dias sorrindo. Mas não dá. Às vezes a gente não aguenta o "tirão". É muita coisa para administrar na vida da gente...  Mas, mesmo a caminhada sendo árdua, deixando os pés e mãos da gente mais calejados do que as tarefas deixariam, não há mal que sempre dure. E eu estou vestida com as roupas e as armas de Jorge.

2014 em ritmo acelerado, mas com qualidade

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O ano começou bem. Bem agitado em termos de trabalho. Ainda bem. Chegou com propostas novas, ainda que temporárias, no mercado ao qual estou inserida. E eu fiz direitinho a minha parte. Senti orgulho de mim de uma forma diferente. Consciente das minhas qualidades e defeitos. Da minha capacidade de ação e atuação. E, cada vez, tenho a certeza de que escolhi a profissão certa. É no jornalismo que me consagro a cada atividade realizada com sucesso, êxito e de determinação. Muitas vezes, confesso, menosprezei esta mesma capacidade. Mas não agora. A experiência e a excelência dos meus atos profissionais, a minha dedicação, o meu cotidiano me sustenta. Servem como base do meu currículo. E ele é vasto... Mas o que mais me deixa feliz é a humildade com que enfrento, resolvo, e aplico a vivência no que me é destinado. Perdoem-me, não cometo falsa modéstia; por isso posso afirmar que eu chego marcando com minha aparência de mulher grande, de mulher negra e sorriso de menina. Já no...

De mala cheia. Na ida e na volta!

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Agora eu tenho calçados diversos e para o verão e o inverno. Tenho bolsas lindas e de cores variadas, para a ocasião que for. Tudo isso por que minha irmã me ama e fica, durante o ano, comprando mimos para mim. O resultado inicial foi isso: duas bolsas, duas rasteirinhas, uma blusa, duas colônias (Boticário e Natura), shampoo e condicionador da Boticário, maquiagem e outros presentinhos mais. Em uma saída, no shopping, ela, que é viciada em calçados e bolsas, não resistiu. A intenção era comprar o seu bilhete aéreo de volta ao lar, mas depois da missão cumprida, do lanche realizado e com o tempo de folga que tinha, caímos na tentação. Ela entrou na loja de calçados, aliás, em duas, e fez a “feira”. Eu entrei no baile. Trouxe uma sandália, uma sapatilha e um sapato de inverno, mais uma bolsa em couro da promoção. Mas de barbada mesmo.  Ela, nem vou listar o que comprou. Veio carregada de sacolas - com tantas rasteirinhas lindas e uma carteira em couro linda de vive...

Quem podia imaginar que o amor era um delírio seu...

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Nem o Sol, Nem a Lua, Nem Eu (Lenine/Dudu Falcão) Hoje eu encontrei a Lua Antes dela me encontrar Me lancei pelas estrelas E brilhei no seu lugar Derramei minha saudade E a cidade se acendeu Por descuido ou por maldade Você não apareceu Hoje eu acordei o dia  Antes dele te acordar Fui a luz da estrela-guia Pra poder te iluminar Derramei minha saudade E a cidade escureceu Desabei na tempestade Por um beijo seu Nem a Lua, nem o Sol, nem Eu Quem podia imaginar  Que o amor fosse um delírio seu E o meu fosse acreditar Hoje o Sol não quis o dia  Nem a noite o luar.

Oi 2014, seja bem-vindo

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Eu pisquei e 2013 foi embora. Fui ao banheiro, fiz um brinde, dei abraços, recebi felicitações, comi, troquei presentes e já haviam passado as primeiras horas de 2014. E hoje é o dia 2 do ano novo. E o que lembro é que não fiz o balanço de final de ano. Ao menos de forma concentrada, efetiva; apenas no divã da minha terapeuta. E, mesmo superficialmente, o saldo foi positivo. Despeço-me de 2013 com muitas conquistas pessoais e profissionais importantes. Com a coesão emocional e sentimental estruturada na família. E com a certeza de que plantei o meu melhor em muitos momentos. Nos últimos doze meses eu quis trocar de emprego: praticar o que aprendi, prosperar profissionalmente, ter um rendimento melhor e ainda buscar novos aprendizados. E consegui. E para manter as besteirinhas, ainda tive uns frilas. No ano que passou eu fui sorteada nos meus dois consórcios. Também voltei para o inglês, a praticar yoga e tentei buscar uma vida mais saudável... Tudo bem, isso eu não consegu...

Vero!

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Se a pré-venda é ruim, imagina se precisasse do pós...

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20h51. Entrava em um pequeno centro comercial próximo a minha casa em 15 minutos. O sol e o calor forte que fazia durante a tarde de Porto Alegre me deixou prostrada em casa, sobre a cama, a cochilar. Então, deixei para sair ao anoitecer. E foi nesse horário que adentrei em uma loja da Rede de Farmácias Panvel. Na porta, um atendente com olhar questionador observava meu caminhar cadenciado e vagaroso. Fiquei intrigada no início, pois duvidei que, em pensamento, ele me queria longe do seu lugar de trabalho. Sim, a loja fechava às 21 horas. Sua reza não deu certo. Entrei. E logo avistei a prateleira das tinturas. De primeira um tom avermelhado me conquistou. Na fileira debaixo, outro tom. E mais um. E em poucos minutos uma dúvida tomava minha mente. Concentração quebrada eu tive ao ouvir o som da porta de vidro sendo fechada e a placa de Fechado sendo estampada nela. E novamente sinto o olhar do atendente... - Posso ajudá-la? - Não, obrigada. O rapaz bonito me deixou const...