Pular para o conteúdo principal

Menos Garfield, mais ogro


Não foi sempre assim. Antes, a simples menção da segunda feira já me trazia pânico. Mas, aos poucos, fui desenvolvendo minha personalidade e melhorando meu comportamento. E as segundas passaram a ter um cotidiano mais agradável. Já não era tão Garfield assim...

No entanto, percebo que no trânsito, não há dia bom. Eu, depois de muito esforço, tenho sido uma motorista mais consciente. Tenho deixado meu lado ogro de lado. Preocupo-me mais com a segurança de todos no trânsito. Mas, creio, que as segundas feiras são mais desafiadoras para alguns, que, talvez, estejam no processo de “menos Garfield, mais ogro”.

Pois é! Essa criatura "mais sagaz" tende a se manifestar em bando nas minhas segundas. Nessa semana, por exemplo, contabilizei quatro em menos de uma hora. Isso mexe contigo. Principalmente para quem já foi um deles... E aí passo a entender o que as outras pessoas sentiam quando eu cortava a frente delas ou ficava buzinando atrás (abandonei o vício, mas ainda é difícil para mim).

Mas o que os ogros de raiz mais adoram fazer é pressão psicológica. Colocam luz alta e colam em ti. Isso nunca fiz. E talvez seja por isso que me incomode tanto. Acredito, ser o nível master da falta de educação e ignorância ao volante.  Talvez só perca para o zigue-zague na pista lotada - na hora do hush -, né?!

Então imaginem todos esses quatro ogros no início de noite da tua segunda feira? Garfield continua sendo desenho fofo de crianças e adultos... Só essa lembrança salva.

#transitomaisgentil #transitoseguro #educação #gentilezageragentileza #motoristaconsciente 

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Se o queijo mofou está estragado [1]

Errado! E só soube disso uma semana depois de ter posto aproximadamente um quilo de queijo colonial no lixo, cheia de dó no pensamento, no estômago e principalmente nos olhos. Logo eu, que sou como avestruz e como até pedra com pimenta do reino moída na hora [se não for assim eu não gosto].

O fato aconteceu logo que vim de casa, após comemorar meu aniversário com minha família e amigos do peito [Jana, sua jararaca, não se inclua nesse núcleo]. Na bagagem sempre trago vários mimos e a cesta básica patrocinada pelo Araújo. Mas, dessa vez, tinha algo a mais: duas metades de queijo redondo, de diferentes sabores, no estilo colonial.

Depois de uma semana degustando o melhor deles, aquele mais branquinho e molinho, levemente salgado - diria que quase um polenguinho - decidi saborear o outro, mais amarelinho, sequinho e oleoso, com doce de leite. Dez dias a base de queijo e salame e enjoei. Sob orientação da minha mãe, deixei os queijos num pote bem ventilado, a sombra.

Mas a umidade no Flat fo…

Uma pegada forte e 15 dias

Faz tempo que não escrevo sobre sexo. Talvez por que venho praticando pouco. Ou a qualidade tenha decaído. Creio que é isso. Tem muito cara se achando por aí. E não tem idade. É jovem, maduro ou... vividos.
Não me lembro de ter transado com um cara jovem que não fosse afoito. Imagino que pensam que basta meter, forte, que a mulher afrouxa a musculatura e goza. Sei não...
Já os maduros apostam na experiência para agradar sua parceira. E expressam isso. Eu chupo, eu pego, eu belisco... Na hora da cama, eles não sabem nem tocar uma mulher com volúpia. Quem dirá cumprir todas as falsas afirmações. E pior: tem homens maduros que não curtem “cunnilingus”, mas adoram uma felação. Que merda. Há machismo até no sexo. :o E tem os vividos, o sexo sênior. Desculpa aí, mas tenho pouca experiência nessa área. Ufa! Ainda bem. No entanto, se o Djavan me pedisse qualquer coisa chorando, eu faria sorrindo, ajoelhada. Ou coisa parecida. J
No meio de tudo isso tem “os caras”. Os que sacam do paranauê. E qua…

Tabaco em pó

Ah, meu trabalho me diverti! No cotidiano do jornalismo, quando estou apurando as informações, encontro de tudo: gente normal, gente doida; assassino, polícia; travesti e religiosas. Tem até um senhor, cheirador de rapé.
É o seu Willi. Ele é um velhinho alemão, simpático, com forte sutaque que denuncia sua origem. Ó conheci hoje. No meio de uma entrevista, onde ele entrou de gaiato, puxou do bolso o porta fumo em pó dele e deu uma cheirada.
"Eu nunca fiquei resfriado ou doente fumando rapé. Esse eu ganhei (n lembro de onde veio o fumo, mas era importado), mas eu também faço. Ontem mesmo foi a Jussara lá buscar. Olha o cartão dela aqui. Ela é massoterapeuta", disse o alemão.
Divirtido o senhor, que tem várias manias, além de cheirar o pó perfumado e fino, quase uma poeira. E advinhem, ele me ofereceu e eu aceitei. Pus no dorso da mão, entre o polegar e o indicador e mandei ver no narigão chato. A inexperiência me fez cheirar tudo numa narina só. Não tenho a prática do velhinho,…