Pular para o conteúdo principal

Tipo sorriso Colgate

7 dias sem a placa anti bruxismo e fazendo ronron

Um dia de dieta liquida e fria, a base de açaí [não gosto de sorvete, mas degusto um milkshake de ovomaltine do Bob’s. Vá entender...]. Dois dias sem mastigar e com dieta pastosa e morna. Três dias tomando chimarrão morno, quase frio. E nada de vinho. Aliás, nada de bebida alcoólica devido ao antibiótico cavalar em dose única que ingeri no dia da extração do meu primeiro, e espero que único, dente de siso.

Por minha conta fiquei uma semana sem usar fio dental. Outros sete dias escovando apenas os dentes da frente e os de três cantos da boca.  E também estou todo esse período sem usar minha placa antibruxismo. Pronto, depois de tudo isso, hoje, nem precisei tirar os pontos, por que eles caíram sozinho, sabe-se lá quando. Oh beleza!

Depois de um dia de vitimização completa, meu sorriso Colgate está ótimo. Imagina se tivesse ficado 48 horas de repouso, como o recomendado pelo dentista? Teria me recuperado já na sexta feira passada. Mas, imagina se meu irmão ficaria dois dias cozinhando para mim? Teria morrido de inanição. E vivido num chiqueiro. Ok, não exagerarei mais...

Enfim, tudo reina bem de novo, agora, com uma gengiva e bochechas mais saudáveis. J

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Se o queijo mofou está estragado [1]

Errado! E só soube disso uma semana depois de ter posto aproximadamente um quilo de queijo colonial no lixo, cheia de dó no pensamento, no estômago e principalmente nos olhos. Logo eu, que sou como avestruz e como até pedra com pimenta do reino moída na hora [se não for assim eu não gosto].

O fato aconteceu logo que vim de casa, após comemorar meu aniversário com minha família e amigos do peito [Jana, sua jararaca, não se inclua nesse núcleo]. Na bagagem sempre trago vários mimos e a cesta básica patrocinada pelo Araújo. Mas, dessa vez, tinha algo a mais: duas metades de queijo redondo, de diferentes sabores, no estilo colonial.

Depois de uma semana degustando o melhor deles, aquele mais branquinho e molinho, levemente salgado - diria que quase um polenguinho - decidi saborear o outro, mais amarelinho, sequinho e oleoso, com doce de leite. Dez dias a base de queijo e salame e enjoei. Sob orientação da minha mãe, deixei os queijos num pote bem ventilado, a sombra.

Mas a umidade no Flat fo…

Escrita Criativa e Afetiva? Temos!

Sim! Temos novidade Rosa Carvão. E se você é de Porto Alegre, ou região metropolitana, e quer aperfeiçoar a tua comunicação escrita, este post é para ti.

Devido a acontecimentos tristes nos últimos tempos, percebemos que a humanidade anda carente de bons sentimentos. Então, decidimos espalhar amor por meio do que sabemos fazer de melhor: nossas profissões! Por que não distribuir energia positiva nas nossas relações de trabalho e pessoais, por meio das palavras (sem precisar ser um escritor profissional)? E sim. É possível!

Então organizamos o curso Escrita Criativa e Afetiva, que desenvolve a sua habilidade de escrever com afetuosidade, agregando valor à sua comunicação, estabelecendo empatia e, até, gerando engajamento das pessoas no seu projeto de vida ou profissional.

Venha aprimorar seu texto por meio de exercícios que estimulam sua criatividade, dos conhecimentos fundamentais da escrita e da produção. E prepare-se para ser introduzido a uma gama de formatos e possibilidades de l…

Feminino e masculino

A Rosa Carvão é uma empresa feminina. Assumidamente feminina. Somos duas mulheres que uniram qualidades, parceiros, habilidades, profissões, temperamentos, sonhos, personalidades, famílias. E família tem mãe, pai, irmãs, irmãos, tem filha, tem filho. Temos participações masculinas. Amigos. Clientes homens. Lembro-me da mãe discutindo com meu pai sobre a importância de alguns cuidados. O posicionamento machista que orientava o homem lá de casa, “dizia-lhe” que devia zelar por nós: suas duas filhas e esposa. O que era completamente desnecessário. As mulheres são autossuficientes, independentes, fortes e cuidadosas. São fênix! E as do nosso lar ainda eram dominantes. Por lá, o zelo era constante. Recíproco. E o “duelo de titãs” sempre acabava saldo positivo: saúde boa para todos os integrantes da família, para todos os gêneros. Compartilhamos este exemplo porque acreditamos que é preciso discutir a relação, sempre, quando o assunto é bem-estar. Saúde. Sim. Seremos recorrentes no tema. P…