Pular para o conteúdo principal

Transitando: Às vezes é assim...

Na  Linha 255, todo dia é dia de viajar em pé para casa


Quando não dou carona, divido o carro. Assim, todos na família conseguem trabalhar de forma confortável e com locomoção ágil. Sem falar na vantagem que o veículo de passeio traz para o lazer em família ou com amigos...

Isso tudo tem custo, claro. De repente, um pouco alto para uma só pessoa. Ou seja, para mim. Mas a autonomia tem seu preço. Seu custo e benefício. E nessa vida, às vezes, o resultado do progresso, da prosperidade, pode estar associado diretamente ao quesito econômico. Então não dá para reclamar. Não, não.

E, às vezes, é assim, como na foto. É ter que segurar no “corrimão” do ônibus, equilibrar a bolsa no ombro contrário, encaixar o corpo num espaço diminuto, e tentar se manter firme nas curvas acentuadas que o motorista do coletivo faz, mesmo no horário de pico.

O bom desses momentos é que não precisa ter atenção no trânsito. Pode-se dar margem à imaginação. Rever momentos de uma reunião, rir de situações bobas com os amigos ou com o afeto, ou afetos. Somente ouvir música e olhar o movimento pela janela, quando se dá a sorte de sentar junto a janela. Ou simplesmente distrair-se com uma conversa à toa com um conhecido ou desconhecido.


Tanto faz. Relaxa e goza - como diz o dito popular. “Tu” não estás ao volante. Amanhã a gente volta a surtar no trânsito intenso que vem se consagrando na capital dos gaúchos. Hoje, é dia de ser passageiro bebê!

Comentários

Jana disse…
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
sem palavras
Jana EXAGERADA Severo!

Postagens mais visitadas deste blog

Se o queijo mofou está estragado [1]

Errado! E só soube disso uma semana depois de ter posto aproximadamente um quilo de queijo colonial no lixo, cheia de dó no pensamento, no estômago e principalmente nos olhos. Logo eu, que sou como avestruz e como até pedra com pimenta do reino moída na hora [se não for assim eu não gosto].

O fato aconteceu logo que vim de casa, após comemorar meu aniversário com minha família e amigos do peito [Jana, sua jararaca, não se inclua nesse núcleo]. Na bagagem sempre trago vários mimos e a cesta básica patrocinada pelo Araújo. Mas, dessa vez, tinha algo a mais: duas metades de queijo redondo, de diferentes sabores, no estilo colonial.

Depois de uma semana degustando o melhor deles, aquele mais branquinho e molinho, levemente salgado - diria que quase um polenguinho - decidi saborear o outro, mais amarelinho, sequinho e oleoso, com doce de leite. Dez dias a base de queijo e salame e enjoei. Sob orientação da minha mãe, deixei os queijos num pote bem ventilado, a sombra.

Mas a umidade no Flat fo…

Sóis

Sexta-feira de manhã. Não precisei abrir o aplicativo que controla meu ciclo menstrual para saber que estava de TPM. O mau humor era latente e já o percebia insuportável até para mim. E chovia. Muito. Dia perfeito para ficar em casa, hibernando, como costumo definir dias e este estado de espírito. Mas não. Tinha que encontrar um amigo-cliente, que ontem estava sem comunicação via smartphone. Não havia escapatória. Teria que ir.
Fechava assim meu período de pré-aniversário, antecipadamente. Não suportaria mais uma semana. Teria eu mesmo que dar o start em novas energias e começar Setembro com os dois pés direitos.
E hoje, no primeiro dia do mês, ainda cinza e molhado por aqui no Sul do país, um novo sol surgia. Mesmo que ainda de TPM, a virada do mês sopra em mim mudanças. Novos tempos. Renovação.
Fiz a mesma coisa que nos últimos sábados do calendário letivo. Acordei, peguei a mochila gasta e sai respirando o ar úmido e cheio de partículas de vida e possibilidades dentro de mim. E quand…

Atrás da folhinha verde?

Eu já cansei desse papo de superação feminina, até no sexo. A gente tem que saber plantar bananeira, beijar a brasileira, a japonês e agora até beijo grego. Tem doido que gosta de mal tempo inclusive na cama e pede para a parceira a chuva dourada ou a chuva negra. Ai, eu gosto de uma "pimentinha", como diz o Enfil, mas essa loucura eu estou passando.

"Eu quero a sorte de um amor [sexo] tranquilo, com sabor de fruta mordida". Pronto. Nem mais, nem menos. Sou a favor de um comportamento ecologicamente correto, mas não estou na pilha de aprender a fazer a folhinha verde. Não, não!

Agora, se quiser saber mais sobre minha indignação a respeito da liberdade sexual, vá no Sexo Verbal e leia meu texto sobre o assunto. Ah! E não esqueça de opinar. Eu gosto tanto de lero, lero... Principalmente sobre sexo.