terça-feira, 3 de abril de 2012

Hoje já é quinta-feira



Preciso externar o que me vai fundo, desde sexta à tarde. Revolta! Isso mesmo. Tem pessoas trabalhando em lugares chaves, desenvolvendo suas atividades pela metade; adiando e, logo, esquecendo. Tem gente usando de má fé para cobrir seus erros. E outras sendo mal educadas, passando os outros pra trás, tirando vantagem, do que, na verdade, não é nada a ver com isso e sim é pura grosseria.
Na sexta, encerrei a novela com o atendimento da Plataforma Física do Banco do Brasil de Viamão [Centro]. Depois de ser vítima do péssimo serviço de um funcionário, por várias vezes, estou de posse do meu cartão de débito. Mas, é certo que, essas pessoas que atendem ao público e estão numa posição chave, precisam aprender a como prestar informações, de forma correta, aos clientes. E que bom atendimento não é apenas um sorriso branco e um rostinho lindo.  
Sai aliviada da agência e para comemorar fui ao centro de Porto Alegre comprar um jeans e uma blusa. Como minha fiel escudeira, Maria, minha mãe. Fomos a uma loja que gosto e que sou cliente, embora compre esporadicamente, e tudo corria bem até a ocorrência da etiqueta. Sim, a vendedora, a caixa e a gerente da By Kytsis desrespeitaram o Código do Consumidor descaradamente. Havia perguntado o preço para a vendedora, que informou o valor da etiqueta: R$ 79,90. Experimentei outras peças e voltei para aquela, novamente perguntando o valor. R$ 99.00. Ops!
Vesti a calça novamente e olhei a etiqueta – R$ 79,90. Optei por ela, pedi para fazer a bainha, entreguei a peça para a vendedora – que retirou a etiqueta e repassou para a caixa, cuja mesma sussurrou para a vendedora: o valor correto é R$ 99,00 e rasurou a etiqueta a caneta. Pensei: Não, ela não vai me cobrar 100 reais pela calça e sim o preço que estava na etiqueta. Deixei o assunto para depois e pedi para ver as camisas e blusas. Voltei do andar de baixo com uma blusa linda e fui para o caixa. Ali perguntei, novamente, o preço da blusa, e o da calça R$ 89,90 e 99,00; respectivamente. Pirei, educadamente, o cabeção! O que não funcionou, pois a caixa sustentou a mentira, ocultou a etiqueta e ainda disse que era outro modelo. Resumindo: neguei-me a levar quaisquer produtos depois desse incidente.
E para começar a semana bem de boa, acordei na segunda lépida e fagueira, no horário, e vim trabalhar. Cheguei na Estação São Luiz em tempo para pegar o ônibus das 7h50. E o café da manhã na tia do lanche. Feito! De porte do meu pastel de forno, recheado de frango, e do suco de pêssego entrei no ônibus, que já estava saindo. Fiquei no limite e o tiozinho de trás do lado de fora. Foi então que o motorista disse: “quem sabe tu vais no próximo ônibus?” Para mim era o tio da Sukita que deveria esperar o próximo. Mas ele insistiu e disse que não conseguiria fechar a porta. Então desci. E o tio da Sukita subiu. As portas fecharam e o ônibus seguiu para a universidade. E eu tendo uma síncope no ponto de ônibus.
Cheguei atrasada. Indignada. Lembrando dos últimos acontecimentos. Mas como tenho mais sorte do que juízo, a segunda-feira conspirou a meu favor em vários sentidos... E depois, hoje já é quinta-feira. Logo, estou sorrindo de novo.

2 comentários:

Silvia Angélica Palma disse...

Tu tá muito mansa...tira a faca da bota e toca o terror....hehehe

Cor de Rosa e Carvão disse...

hehehehe. guria, ando mesmo. deve ser a terapia. meu protesto tem sido o silêncio. mas entendi que o que o povo entende mesmo é o grito. aff!