Pular para o conteúdo principal

O Clube do Filme


Leitura do mês: Recomendo!

Hoje, que vim em pé no trem, comecei a leitura de um livro: O Clube do Filme, de David Gilmour. Presente da minha amiga Mirela Müller, que me conhece bem e sempre me dá mimos que amo. Logo, não fica difícil saber que eu já adoro a escrita do cara, que já na primeira página me instigou e na segunda me fez rir.
Gilmour tem um humor afinado, embora a complexidade de seu pensamento textual. Ou seja, ele é, no mínimo, prolixo com as ideias. Porém, por ele desenvolvê-las bem, consegue-se entender, igualmente bem, a mensagem. O resultado é uma leitura envolvente, onde a gente se teletransporta para a narrativa, vivenciando a história como um espectador em tempo real. Em 3D.


Comentários

Gabi Rosa disse…
Oi Amada!
Apesar de pouco comentar sempre q dá passo por aqui pq gosto da maneira peculiar q escreve seus textos...

Estive um pouco parada com meu blog mas devido a pedidos de pessoas especiais e a um momento ímpar em minha vida retornei. Mas decidi privá-lo pra me preservar, só q quero carregar algumas casotas q me sinto bem e seus respectivos moradores cmg. Bora nessa?

Caso queira deixe seu email no comment q envio o convite ok?

Um bjo enorme! Gabi - gabirosaflor.blogspot.com
Jéssica Lopes disse…
Olá!
Já li esse livro e confesso que mesmo não tendo assistido a maioria dos filmes mencionados nele, eu adorei. A forma como o pai usa dos filmes para educar o filho é magnifica. Um livro que vale a pena ser lido, com certeza.

Beijos,
http://www.bestherapy.blogspot.com/
Oie Jéssica. Que bom que gostou. Isso quer dizer que tenho mais uma boa referência para a leitura. Vcs do Best Therapy são mara. Um beijo!

Gabi, passei lá para deixar meu email. Claro que quero continuar zapeando pelo teu cantinho. Me autoriza JAAAAAAAAAAAÁ! Bjok

Postagens mais visitadas deste blog

Se o queijo mofou está estragado [1]

Errado! E só soube disso uma semana depois de ter posto aproximadamente um quilo de queijo colonial no lixo, cheia de dó no pensamento, no estômago e principalmente nos olhos. Logo eu, que sou como avestruz e como até pedra com pimenta do reino moída na hora [se não for assim eu não gosto].

O fato aconteceu logo que vim de casa, após comemorar meu aniversário com minha família e amigos do peito [Jana, sua jararaca, não se inclua nesse núcleo]. Na bagagem sempre trago vários mimos e a cesta básica patrocinada pelo Araújo. Mas, dessa vez, tinha algo a mais: duas metades de queijo redondo, de diferentes sabores, no estilo colonial.

Depois de uma semana degustando o melhor deles, aquele mais branquinho e molinho, levemente salgado - diria que quase um polenguinho - decidi saborear o outro, mais amarelinho, sequinho e oleoso, com doce de leite. Dez dias a base de queijo e salame e enjoei. Sob orientação da minha mãe, deixei os queijos num pote bem ventilado, a sombra.

Mas a umidade no Flat fo…

Tabaco em pó

Ah, meu trabalho me diverti! No cotidiano do jornalismo, quando estou apurando as informações, encontro de tudo: gente normal, gente doida; assassino, polícia; travesti e religiosas. Tem até um senhor, cheirador de rapé.
É o seu Willi. Ele é um velhinho alemão, simpático, com forte sutaque que denuncia sua origem. Ó conheci hoje. No meio de uma entrevista, onde ele entrou de gaiato, puxou do bolso o porta fumo em pó dele e deu uma cheirada.
"Eu nunca fiquei resfriado ou doente fumando rapé. Esse eu ganhei (n lembro de onde veio o fumo, mas era importado), mas eu também faço. Ontem mesmo foi a Jussara lá buscar. Olha o cartão dela aqui. Ela é massoterapeuta", disse o alemão.
Divirtido o senhor, que tem várias manias, além de cheirar o pó perfumado e fino, quase uma poeira. E advinhem, ele me ofereceu e eu aceitei. Pus no dorso da mão, entre o polegar e o indicador e mandei ver no narigão chato. A inexperiência me fez cheirar tudo numa narina só. Não tenho a prática do velhinho,…

Uma pegada forte e 15 dias

Faz tempo que não escrevo sobre sexo. Talvez por que venho praticando pouco. Ou a qualidade tenha decaído. Creio que é isso. Tem muito cara se achando por aí. E não tem idade. É jovem, maduro ou... vividos.
Não me lembro de ter transado com um cara jovem que não fosse afoito. Imagino que pensam que basta meter, forte, que a mulher afrouxa a musculatura e goza. Sei não...
Já os maduros apostam na experiência para agradar sua parceira. E expressam isso. Eu chupo, eu pego, eu belisco... Na hora da cama, eles não sabem nem tocar uma mulher com volúpia. Quem dirá cumprir todas as falsas afirmações. E pior: tem homens maduros que não curtem “cunnilingus”, mas adoram uma felação. Que merda. Há machismo até no sexo. :o E tem os vividos, o sexo sênior. Desculpa aí, mas tenho pouca experiência nessa área. Ufa! Ainda bem. No entanto, se o Djavan me pedisse qualquer coisa chorando, eu faria sorrindo, ajoelhada. Ou coisa parecida. J
No meio de tudo isso tem “os caras”. Os que sacam do paranauê. E qua…